31.5.12

Experimento Extracorpóreo Lúcido: Do Experimento Projetivo, Da Complexidade Parafenomenológica e Outras Questões


Projeção Lúcida da Consciência
para fora do Corpo (OOBE, EFC)

Por Dr. Fernnado Salvino (MSc)
Parapsicólogo, Parapsicólogo Clínico e Psicoterapeuta
NIAC-ABRAP-FEBRAP



I – Considerações Iniciais

A experiência tem a característica de ser espontânea, mas não posso assim caracterizá-la. O fato de eu nutrir continuamente a idéia-projetiva, ser parapsicólogo tempo integral, clínico e pesquisador, torna a espontaneidade uma hipótese não adequada. Assim, aplico a máxima de Muldoon, quando diz que quem comanda a projeção consciente para fora do corpo é o subconsciente, logo a projeção aqui pode ser considerada auto-induzida.

Especialmente ontem, antes de dormir, resolvi assuntos sérios de minha vida e estava lidando com meu projeto de vida, estruturado, onde tento tornar o mais exato possível minha rota nesta vida até a dessoma (desencarne), e mesmo refletir sobre as vidas seguintes e mesmo o próximo período intermissivo e metas almejadas.

Meu estado de lucidez prévio ao experimento era alto. Ansiedade muito baixa, tendente a zero. Sensação íntima de presença no agora, no tempo presente. Serenidade presente e vontade potente de sair do corpo, porém, calma e lúcida. A vontade de sair do corpo já estava sendo mais presente nos últimos dias, mas ontem chegou ao ápice. Assim, houve uma propulsão da vontade, impregnação do subconsciente da idéia-projetiva. Fato importante foi à sessão de orientação parapsicológica e projeciológica para paciente, ocorrida no Hospital Universitário/UFSC (Projeto Amanhecer), enfermeira deste mesmo hospital, na quarta-feira, o qual relatava seu pânico em relação às sensações de flutuação para cima do corpo, muito ocorridas em sua vida. Houve uma sessão praticamente particular de projeciologia e parapsicologia, o qual esclareci sobre o fenômeno e formas de indução, além de outras particularidades específicas ao caso clínico e técnicas de enfrentamento do pânico, exame de crenças e estabelecimento de critérios de discernimento quanto ao que é estar “vivo” (intrafísico) e o que é estar “morto” (extrafísico). Aliás, nada mais didático que esclarecer sobre os assuntos parapsicológicos e projeciológicos sempre associados ao caso trazido clinicamente, cortando qualquer teorização sem maior aplicabilidade.

A sessão tomou tamanha lucidez de campo que permaneci nesta sintonia praticamente até a noite. Esta sessão, admito, motivou-me mais ainda a sair do corpo. Foi uma sessão de reprogramação mental projetiva, preparando o subconsciente a não ter medo das sensações e a deixar acontecer o fenômeno. Associa-se a isto a investigação de acesso ao holocampo cosmológico que programa minha consciência para a exoprojeção e para os acessos retrocognitivos a períodos intermissivos (entre-vidas).

Assim, a metodologia aplicada neste experimento é plural, auto e hetero-exploratória e participativa, onde induzo minha própria experiência a partir de aplicação de metodologia especializada, técnica, sem qualquer amadorismo.


II – Do Experimento

A experiência aconteceu nesta manhã de quinta-feira, dia 31/05/2012, aproximadamente pelas 7h. Eu estava ainda dentro de meu corpo quando tornei-me inteiramente lúcido de que estava começando a flutuar. A sensação é completamente real, como nas dezenas e dezenas de outras vezes que experimentei esta sensação. Desta vez ocorreu outro movimento. Como eu estava deitado de costas, com a barriga no meu colchão, tive a idéia de rolar para o lado e assim seria mais fácil de eu sair do corpo. Das outras vezes geralmente estou deitado com a barriga para cima (decúbito dorsal) e isto facilita a decolagem lúcida para frente ou mesmo em espiral, girando até a saída total do corpo. Foi a primeira vez que me recordo ter passado pela decolagem inteiramente lúcida, desde o momento anterior à projeção até a decolagem propriamente dita, usando da técnica da rolagem do psicossoma. Admito que no momento lembrei da técnica, tão falada nas obras projeciológicas, porém até então nunca tinha utilizado-a. A projeção foi de consciência contínua, com exceção de um curto período de devaneio, mas que não posso caracterizar aqui como perda de lucidez a ponto de torná-la uma projeção semi-consciente.

Ao perceber estar lúcido dentro do corpo e ter todas as condições de sair de forma lúcida para fora, fiquei levemente eufórico o que me levou a controlar minhas emoções e raciocinar sobre o “como” iria sair. A sensação temporal era diferente, fiquei um bom tempo raciocinando, pensando e “esperando” o insight. Quando decidi que iria rolar para o lado, comecei o movimento. Embora seja muito difícil descrever a fenomenologia projetiva tal como ocorre, a sensação era de “descolamento”, “desgrudamento” e aos poucos fui rolando para o lado esquerdo, o qual dei alguns rolamentos até ter a sensação de que estava completamente fora do corpo. Lembro-me de que antes de proceder ao rolamento, senti minha perna direita sair do corpo, primeiro, e fui simplesmente permitindo meu corpo ir se descolando até aplicar o rolamento.

Como em todos os meus experimentos mais técnicos, comecei a fazer teste de realidade, visando averiguar se estava ou não realmente fora do corpo. Já fora de meu corpo, neste momento olhei minha mão direita e acusei-a translúcida, esbranquiçada, com certo percentual de transparência, cuja característica da matéria de tal mão se aproxima de um tipo de energia rarefeita, muito leve, sutil e volátil. Algo como um vapor sutil, textura de uma neblina rarefeita sujeita as modulações e atividades cognitivas da consciência que o habita, embora não seja nem mesmo este corpo.

Em seguida introduzi-a na parede visando penetrar sua estrutura densa. A sensação de penetração, de minha mão atravessar a matéria da parede é intraduzível. Neste momento me veio uma euforia muito grande, mas uma euforia contida, internalizada, mais fácil de dominar. Eu estava fora de meu corpo, inteiramente lúcido. Resolvi com isso flutuar e atravessar o teto de meu quarto, que é o teto da casa, no segundo andar. A sensação de varar e de fato atravessar o teto é também inexplicável. Conforme os testes de realidade vão ocorrendo a euforia vai acompanhando junto a certeza absoluta de estar lúcido fora do corpo. Percebi-me fora de minha casa, flutuando no ar e a idéia-alvo sempre presente levou-me a desejar flutuar para fora do planeta, para mais um acesso ao holocampo cosmológico. Olhei o céu, estava claro e parcialmente nublado, mas sem possibilidade de chuvas (ao despertar, olhando a janela, avistei o céu tal como o vira em projeção). Eu estava completamente lúcido, raciocinando e tentando dominar as emoções e euforia por estar mais uma vez auto-comprovando minha própria sobrevivência e existência fora do corpo e cérebro. Veio-me a idéia de controlar as emoções para não voltar ao corpo. Minha euforia era alta. Sentia meu corpo inteiro eufórico. E controlei-me e comecei a flutuar para cima. No caminho tive uma perda de lucidez, não me recordo exatamente o que veio em mente, mas logo voltei à lucidez, mas já estava noutro local. Esta perda não sei explicar se é na rememoração ou se foi no trajeto, parece-me ser na rememoração pois foram muitos fatos para rememorar.

A perda de continuidade da lucidez foi muito pequena. Eu estava num local urbano e diante de uma mulher que parecia-me conhecida de infância, mas não posso precisar. Ao chegar perto dela eu digo: “Olha, eu estou fora do corpo!”. Ela respondeu: “Que? Que fora do corpo?”. Com certo tom de medo. Eu respondi: “Olhe aqui, me dê sua mão, ela irá atravessar a sua, veja!”. E de imediato, ela não conseguia apertar minha mão, porque a minha mão atravessava a mão dela. A sensação é impressionante. A experiência aponta para uma interação entre eu, como consciência projetada (estado projetivo) e uma outra pessoa não-projetada (estado intrafísico). Ela pareceu interagir comigo tal como se eu estivesse ali, encarnado, intrafisicalizado, sem saber. A minha euforia aumentou, eu estava realmente feliz com a experiência. A sensação de ter minha mão atravessada na mão de uma pessoa, ali, encarnada, no estado intrafísico, é intraduzível. Foi a primeira vez que obtive um experimento onde interagi conscientemente com alguém não projetado ou no estado extrafísico (espíritos). A rua estava cheia, em dado momento fiz mais vôos.

O processo inteiro posso considerar de consciência contínua, embora a minha rememoração não seja contínua, houve perda de fatos no processo de rememoração. Durante o vôo e as tentativas, raciocino e exteriorizo energia para ficar menos denso e aumentar minha potência de vôo (procedimento intencional, raciocinado e pensado tecnicamente). Percebi estar pesado e pensei que a densidade da energia poderia ser a causa da dificuldade de volitação, o que comprovei após a exteriorização.

III – Análise Parapsicológica e Projeciológica

O experimento mostrou-se dentro da fenomenologia psi-gama, especialmente a projeciológica, tal como investigado pela parapsicologia. As características são as das catalogadas EFC – experiências fora do corpo e similares às EQM – experiências de quase-morte.

A complexidade parafenomenológica deste experimento é mostrado pelos itens abaixo:

1.      Fatores múltiplos e interconectados, desencadeantes do experimento projetivo (condições de predisposição internas atuando sistemicamente)
2.      Saturação mental do subconsciente e reprogramação mental projetiva neutralizando a ação da fobia subconsciente e reações automáticas subconscientes anti-projeções.
3.      Decolagem lúcida por rolamento e estado mental de serenidade para a efetivação do procedimento técnico
4.      Coragem projetiva e potência volitiva
5.      Euforia e autodomínio emocional pelo raciocínio pausado em diálogo interno dirigido para a projeção lúcida
6.      Critérios de averiguação do estado projetivo e testes efetivos de realidade (metodologia para testes da realidade projetiva)
7.      Fenomenologia dos testes de realidade: (1) a sensação de estar fora do corpo; (2) o olhar as mãos; (3) o penetrar as mãos em alguma estrutura material/física; (3) o atravessar alguma estrutura material com o corpo inteiro; (4) o flutuar acima do chão em contraponto à ação potente do campo gravitacional quando no estado intrafísico; (5) o contato com outras consciências visando aumentar o teste de realidade. (6) outros procedimentos técnicos.
8.      Experiência subjetiva da parafenomenologia da projeção e sua quase incapacidade de tradução lingüística e comunicação. Necessidade de uma fenomenologia da experiência projetiva ao invés da descrição fria (que não traduz a subjetividade e a riqueza da experiência).
9.      Sensações parafenomenológicas da experiência de ver as mãos translúcidas
10.  Sensações parafenomenológicas da experiência de sentir as mãos atravessando uma parede ou estrutura física/material
11.  Sensações parafenomenológicas da experiência de sentir o corpo passar inteiramente por dentro de alguma estrutura material, como uma parede ou o teto do quarto por exemplo.
12.  Sensações parafenomenológicas da experiência de flutuar, volitar e alcançar o vôo extrafísico livre.
13.  Sensações parafenomenológicas da experiência de contatar consciências fora do corpo e interagir com as mesmas de forma lúcida, principalmente, com consciências intrafisicas (encarnadas), visando experimentos de testes de realidade.
14.  A sensação e a experiência completa de sair do corpo físico pelo rolamento calmo, sentindo a saída lúcida da consciência junto com segundo corpo (psicossoma, perispírito) e a sensação de “descolamento”, de realmente estar saindo de dentro do corpo estando lúcido durante todo o curso da experiência até a completa saída, a permanência lúcida fora do corpo e as experiências vividas até o retorno consciente ao corpo (interiorização) e rememoração em blocos, embora separados por unidades de memória.

Posso afirmar que este experimento foi um dos mais lúcidos que já tive em toda minha vida. Dentro da escala de lucidez projetiva, este pertence a um grau de alta lucidez: raciocínio calmo e cristalino, autodomínio emocional tranqüilo e técnico conjuntamente com o uso do raciocínio, acompanhado de total lucidez de que estava fora de meu corpo, em outra dimensão; total lucidez das minhas possibilidades de manifestação, como travessia da matéria e flutuação pela ação da vontade e mesmo domínio de manobras energéticas visando a sutilização das energias para aumentar a potência de flutuação e do vôo extrafísico. Domínio maior de técnicas para realização de testes de realidade e maior autoconfiança dos meus critérios utilizados para discernir se estou ou não fora de meu corpo.

Este experimento é uma conquista íntima que começa nesta vida nos meus 5 anos de idade, data de meus primeiros experimentos extracorpóreos conscientes e, adiante, resultado de esforços lúcidos, estudos sérios, investigações científicas da projetabilidade e do parapsiquismo, experimentos induzidos, assistência clínica a centenas de pacientes parapsíquicos e assim por diante. Mesmo com meu traço fardo da desatenção, dificuldade de concentração e organização mais impecável, ainda assim, sou um exemplo vivo de que mesmo com estas dificuldades internas, o esforço, a dedicação, a persistência, a coragem, o comprometimento, o interesse cosmológico, a cosmoética, e outros atributos em conjunto, como procedência extrafísica, tudo isto superou o traço e levou-me aos resultados que aqui expus e que publiquei em dezenas e dezenas de ensaios científicos da área.

Como hipótese de pesquisa, seria minha idade atual de 36 anos, vida mais estabilizada profissional e financeiramente, lúcida, com práticas contínuas de autopesquisa e cuidado de mim mesmo, reconciliações progressivas efetivadas e em efetivação, ausência quase total de conflitos ou pendências cármicas com familiares (principalmente a família nuclear), planejamento de vida mais estruturado, maior serenidade no dia a dia, envolvimento integral com o parapsiquismo em meu trabalho e mesmo atividade voluntária, envolvimento integral com a ajuda a pessoas necessitadas, estudos contínuos do campo parapsíquico e efetivação de experimentos também contínuos, tudo isto em conjunto atuariam como fatores facilitadores do fenômeno projetivo? A sensação de estar em dia com a tarefa de vida atuaria como fator de calmaria e desprendimento para a soltura da consciência para a realidade extrafísica, sem culpa ou como forma de fuga das responsabilidades humanas?


IV – Considerações finais

O experimento mostrou a mim mesmo novamente a certeza de minha sobrevivência fora do cérebro e a sempre alegria de saber que sobrevivo e de saber que a dimensão extrafísica do cosmos é habitat muito, mas muito mais interessante para a vida do espírito, razão pela qual motivo-me mais ainda a trilhar uma vida em direção a completude existencial para, com isso, usufruir do destino benigno que nos reserva o cosmos no pós-morte: na morada das estrelas.

A experiência de sair lúcido do corpo e toda a vivência subjetiva que a experiência possibilita é condição para a extinção completa de todo o medo da morte e aliança com a existência e com a vida. Uma tanatologia que não aborda os experimentos extracorpóreos conscientes não poderá de fato ajudar as pessoas a viverem o processo de morrer lúcido, antes da morte de fato. Sair do corpo de forma lúcida é morrer. É igual a morrer. Por isso tão importante aprender e viver as “mortes” antes de morrer.

O fenômeno pode ser chamado de “experiência de morte temporária”. Assim, quanto mais a pessoa acumula experiências de morrer temporariamente, ainda em vida, maior será sua segurança e confiança quanto ao que lhe aguardará no pós-morte. Poderá ainda em vida, estudar e vivenciar a experiência de sair do corpo e ainda, lembrar de como é sair do corpo, visto que esta mesma pessoa já saiu do corpo milhares de vezes, pois já morreu milhares de vezes. Com as experiências conscientes para fora do corpo, a pessoa vai passo a passo, reprogramando sua mente organizando as idéias distorcidas sobre a realidade extrafísica, sobre a vida e sobre a morte, sobre os espíritos e sobre si mesma.

Se a pessoa aproveitar mesmo as vivências, poderá encontrar uma rica fonte de sentido para sua vida, humana, aqui na Terra, mantendo ligações lúcidas com o cosmos extrafísico, ainda em vida, ao invés de esperar uma vida inteira para retornar a sua ligação cosmológica.

Da mesma forma, terá progressivamente a prova definitiva de sua própria sobrevivência. Não terá mais dúvida alguma de que ela mesma sobrevive sem qualquer corpo, fora do cérebro e sem pulmões. Os testes de realidade cada vez mais realizados tornarão a experiência fora do corpo tão real como qualquer experiência em Terra. A dúvida terminará, a necessidade de ter fé e de acreditar não estará mais presente, pois a pessoa conhecerá diretamente, experimentalmente, o que ocorre do “outro lado”: sem mística, sem folclore, sem fantasias, sem ocultismos e esoterismos, no real da existência.

28.5.12

Aprendendo a Viver e Morrer [Desencarnar, Dessomar] de Forma Lúcida

Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico e Psicoterapeuta




Um dia li nos livros do antropólogo Carlos Castañeda a seguinte premissa básica para uma vida lúcida:

"A morte é nossa fiel conselheira".

Então é pensando na morte, de frente, com coragem, que estarei examinando junto com você seu sentido na vida humana, ou melhor, alguns de seus sentidos e como aproveitarmos melhor a vida em direção a uma experiência mais lúcida, mesmo vivendo atualmente numa época crítica na evolução do planeta e da sociedade.

Nascer é morrer

Nascer é morrer. Ao nascer já começa a contagem regressiva, cronológica em direção à única verdade realmente certa que temos na vida: iremos morrer e não sabemos como e nem quando.

Precisamos encarar isso de frente, com coragem máxima:

Iremos morrer, não sabemos como e nem quando.

O que é morrer?


Morrer é um fenômeno simples. A consciência (espírito, eu, personalidade, alma) acha-se em determinadas condições incapaz de coabitar o corpo e, assim, sai definitivamente para fora do corpo, rompendo as conexões energéticas que geram a conexão consciência-corpo, retornando à dimensão extrafísica que habitava antes de re-nascer.

Embora o fenômeno seja simples, sua ocorrência é muito complexa, pois a experiência de morrer varia de pessoa à pessoa, e é antes de ser um fenômeno frio como descrevi acima, é uma vivência profundamente subjetiva, qualitativa, levando em consideração algumas variáveis importantes para entendimento e comentarei um a um:

1. A forma de morrer:

A forma de morrer determina, em grande medida, a vida após morte. Se a pessoa de uma hora para outra sofre um acidente, contrai uma doença terminal fulminante, um ataque cardíaco inesperado ou algo desta natureza, tais circunstâncias determinam de forma geral, nosso estado de consciência no pós-morte. Isto quer dizer que a maioria das pessoas que morrem desta forma, acabam por não saber que morreram. Morrem e permanecem numa condição interna de desconhecimento de sua situação, mesmo que isto seja temporário. A isto chamamos de parapsicose ou psicose pós-morte, que é o estado de dissociação da realidade interna em relação à dimensão o qual estamos habitando.

Mas se a pessoa morre de forma mais natural, a probabilidade de entendimento de sua real condição é muito maior, portanto, uma morte mais natural predispõe que a pessoa saiba, de alguma maneira que morreu e, agora, vive noutra condição cosmológica e evolutiva. Mas a forma de morrer está ligada a outras variáveis internas, psíquicas, principalmente as relacionadas com a experiência de vida multidimensional, os condicionamentos e outras variáveis importantes.

Solução: evite acidentes, viva com precaução, cuide de sua saúde o máximo que puder e sem paranóias, cuide de seus sentimentos e emoções evitando problemas cardiovasculares; cuide de sua vida e evite acidentes de percurso; vida de forma preventiva, porém sem medo ou paranóia, com confiança na vida. Construa um caminho consciente de uma morte natural e sadia.

2. O estado de lucidez no momento da morte:

Morremos e permanecemos após a morte no mesmo estado de lucidez que estávamos antes de morrer. Portanto, se nutrimos uma vida lúcida no momento da morte, se mantivermos a mesma lucidez, com coragem, sem medo, enfrentando esta alteração de estado de consciência (vida humana para morte ou vida extrafísica), assim a morte será tranquila e prazerosa. Quanto mais lúcida a consciência no momento da morte, mais tranquila e prazerosa se torna a experiência. Quanto menos lúcida e mais fóbica é a consciência no momento da morte, menor será o aproveitamento desta experiência e, poderá ser uma passagem inconsciente e uma morte não percebida. Neste caso, a pessoa vive mas não sabe ao certo onde está e o que houve.

Solução: Nutra uma vida lúcida, estude mais os assuntos transcendentes, pense mais por si mesmo, e tenha uma visão pessoal, lúcida, sobre a morte.

3. A sensação interna de ter cumprido no todo ou em parte a missão de vida humana:

Todos nós viemos ao planeta para ajudar a si mesmo a evoluir e ajudar as pessoas a evoluírem. No momento em que transformamos a vida num jardim de infância, num turismo imaturo e mesmo num mar de lamentações e sofrimento, estamos evitando de executar aquilo que nos propusemos realizar antes de nascer e que nos motivou retornar a este planeta: ajudar uns aos outros de forma lúcida e dinamizar a evolução cósmica. Quando nos tornamos ausentes de nossas tarefas de vida, plantamos a depressão, a melancolia, a angústia crônica e as doenças mentais de forma geral e, com isso, começamos a plantar um experiência de morrer sem lucidez e manteremos a depressão e melancolia pós-morte.

Por outro lado, se executarmos nossas tarefas de vida humana, viveremos com maior prazer, mais felicidade, maior realização íntima, maior conexão cósmica com os espíritos superiores da evolução e nutriremos um nível de lucidez acima do comum, numa conexão consciente com a vida e o universo, facilitando o entendimento da vida, da morte e do motivo que nos faz estar aqui.

Solução: identifique, defina e execute sua tarefa ou missão de vida. Não importa a idade que você está. O tempo é relativo e você comprimir o tempo com sua força de vontade, fazendo de 10 anos, uma vida inteira de realizações. Pare de "empurrar com a barriga" sua existência. Lembre-se que você pode morrer a qualquer momento e precisa estar preparado para isso. No momento que morrer, o que fica para você são seus resultados evolutivos e sua sensação interna de realização e conexão cósmica.

4. A sensação interna de pendências com pessoas (conflitos não resolvidos em vida):

Quanto menores são as pendências, maior é o desprendimento no momento da morte. Menor é a probabilidade de uma morte com arrependimentos. Portanto, a pessoa que nutre uma vida de reconciliações, que consegue perdoar aqueles que lhe cometeram alguma falta (o que é comum e normal numa vida), consegue sentir a liberdade de ação e desprende-se da Terra em direção às dimensões extrafisicas superiores e benignas, profundamente pacificas e transcendentes.

Quanto maiores são as pendências de conflitos com pessoas, maior é o vínculo com o planeta e a necessidade de manter ligações com estas pessoas. Este vínculo patológico mantém a pessoa ligada à Terra, as Colônias espirituais ou extrafísicas mais atrasadas (como "Nosso Lar") e impedem a pessoa de transcender para fora da Terra em direção as dimensões cósmicas superiores da existência do espírito.

Solução: Assistencialize toda sua vida. Transforme seu trabalho num instrumento de ajuda eficaz para a evolução da consciência. Não importa tanto o que você faz, mude a perspectiva de sua ação e descubra a essência de estar vivo e no mundo, neste planeta. Faça uma lista de todas as pessoas que têm algum tipo de conflito e planeje uma reconciliação definitiva. Procure nutrir uma vida mais pacífica e vá aos poucos sublimando a agressividade pelo fraternismo lúcido através da ajuda às pessoas, das conhecidas às desconhecidas, envolvendo-se inclusive em trabalhos voluntários assistenciais.

5. O nível de apego ao universo material, ao poder, ao status:

Quanto maior é o apego a estas condições ilusórias da existência humana, maior é a dificuldade de morrer e se desprender da Terra em direção às dimensões cósmicas superiores. Assim, esta pessoa apegada viverá uma morte sem lucidez e nutrirá possíveis crises pós-morte, sofrendo com a perda do status, do poder e dos bens materiais e outras condições próprias da vida humana, até mesmo o sexo e a energia sexual.

Quanto maior é o emprego lúcido do poder, do status e dos bens materiais, do sexo e da energia sexual (sexometria consciente), menor é o apego e maior é o desprendimento, em virtude da pessoa estar ancorada na essência e não na matéria. Assim, esta pessoa mais ancorada na essência, nutre a probabilidade de uma morte lúcida e desprendida, saindo mais facilmente da dimensão humana e migrando para a extrafisicalidade.

Solução: apegue-se mais à essência e use o poder, o status e o universo material para as tarefas de assistência e para a execução de sua missão de vida.

6. O nível de apego aos familiares e entes queridos:

Prepare-se continuamente para separar-se de seus entes queridos ou as pessoas que mais ama em sua vida. Precisamos aprender continuamente a estar e não-estar com as pessoas que amamos. Se ao nascer sabemos que iremos morrer, em algum momento iremos nos separar de quem amamos. Assim, precisamos compreender que a natureza da vida e da evolução é lidarmos com o estar e o não-estar com quem amamos. Precisamos aos poucos e com o passar das vidas, suportar a pressão aguda da perda de quem mais amamos, seja um filho, uma esposa/esposo, uma mãe e pai, irmãos e assim por diante. Precisamos sublimar o egoismo de quer sempre junto conosco quem amamos e permitir o direito à plena liberdade de ação do espírito pelo universo.

Solução: Portanto, expresse mais o que sente pelas pessoas que ama. Viva cada momento como se fosse o último, para que não se arrependa depois que não viveu ou que deixou de dizer "eu te amo" para quem mais ama e mais considera. Permita-se amar mais e evite o máximo agredir aqueles que mais te ama e aqueles que mais você ama. Coloque acima de tudo o amor e o respeito sincero, sobre qualquer desavença ou conflito de opinião política, religiosa, cientifica, filosófica ou existencial. Valorize mais o afeto puro do que as idéias conflitantes de concepções de vida. Compreenda cada vez mais o direito que todos temos de sermos quem somos e nutra maior respeito pelo direito que os outros têm de serem quem eles são. Fale mais para quem você ama o que precisa ser falado, não deixando para falar isso depois que a pessoa morrer, partir, evitando com isso, a tendência à procura pela comunicação mediúnica egoísta. Faça agora para não se arrepender depois. Ame mais e critique menos as pessoas que ama. Ajude mais e julgue menos. E com isso plante uma morte pessoal mais serena e pacífica.

7. O grau de compreensão lúcida do processo de morrer:

Estude mais a fundo o que é a morte. Construa para si mesmo uma visão pessoal, lúcida e coerente com a realidade, do que seja a morte. Investigue com coragem e saiba o que lhe aguarde. O melhor método é sair do corpo de forma lúcida e lembrar de suas mortes anteriores, após suas vidas passadas. Faça o que for necessário para substituir a crença pelo conhecimento. Não torne a morte um campo gerador de angústia, mas sim, um campo gerador de motivação para viver e fazer tudo o que precisa ser feito, porque o que nos aguarda é proporcional aquilo que somos e fazemos em vida.

Solução: estude seriamente a ciência da consciência, da projeção para fora do corpo, a parapsicologia, a projeciologia, a conscienciologia, a psicobiofísica, o espiritismo científico, e outros campos afins. Evite os livros psicografados e os romances "água com açúcar" e estude seriamente o campo da evolução sem medo, com coragem.

8. O condicionamento mental diante da concepção pessoal de morrer:

Uma vida condicionada, uma mente escrava de concepções, dogmas religiosos inverificáveis, crenças sem verificação empírica, torna a morte uma experiência manipulada. O processo de morrer é diretamente proporcional ao que a pessoa pensa sobre a vida, a morte, a evolução, Deus, etc. Se ela nutre concepções de Céu, Inferno, castigo divino, recompensa e assim por diante, a pessoa está manipulando seu destino ao invés de ter uma experiência real da morte, livre dos dogmas e das concepções distorcidas da realidade.

Inferno, Céu, Deus, não são realidades vivenciadas na morte. Quando o espírito morre e deixa o corpo aqui na Terra, ele prossegue sem encontrar "Deus", sem encontrar Céu ou Inferno. Ele encontra a si próprio e encontra-se noutra dimensão cosmológica relacionada com seu estado de consciência, lucidez, condicionamento, autoconhecimento e maturidade cósmica. Inferno ou Céu é o que é o mundo mental do espírito, esteja ele na Terra, esteja ele nas dimensões extrafísicas no pós-morte. "Deus" pertence ao campo transcientífico e somos incapazes de compreender tal realidade, mesmo após morrermos. A crença de que iremos viver no seio de Deus ou iremos nos fundir com Deus, não tem correspondência com o real que acontece no pós-morte, evidenciado pelas experiências científicas e clínicas.

Solução: descondicione-se o máximo que puder. Torne sua mente mais fluida e aberta, evitando apegar-se a conceitos, crenças, idéias e viva mais na realidade e se precisar mudar de idéia, de crença e concepção, torne o processo mais natural. Como diz o pensamento chinês, a única coisa que nunca muda é que tudo está em constante mutação.

QUAL SUA CONCLUSÃO SOBRE TUDO O QUE LEU AQUI?

25.5.12

Sobre a Sexualidade na Personalidade Parapsíquica e Reflexões Sexométricas

Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo Clínico e Psicoterapeuta
NIAC-FEBRAP-ABRAP



Este ensaio aborda a reuniões de dois escritos confeccionados em separado, mas que, como abordam questões paralelas e convergentes resolvi reuni-los num mesmo manuscrito.

O tema é complexo, multifacetário e até mesmo obscuro, não tendo até o momento consenso ou estudos suficientes que abordam especificamente os aspectos aqui dissertados.

Assim, devido às investigações sérias e científicas que venho realizando tanto no campo da sexualidade e suas conexões com a evolução da consciência e ainda as relações com a personalidade parapsíquica, tentarei aqui esboçar, ensaiar o tema e levantar hipóteses difíceis e pontiagudas para pesquisa, que adentram em campos delicados, referentes as relações entre gênero, parapsiquismo, formas de psi e assim por diante, até mesmo a pesquisa dos campos de energia, suas relações com as funções psíquicas dos chamados "chacras", compensações e descompensações interchacrais e desvios auto-consoladores das funções sexuais e afetivas para objetos substitutos.

Infelizmente não fiz a conexão entre o saber psicanalítico, especialmente o de Freud, com todas estas questões, mas o leitor atento poderá realizar tal conexão por si, lendo outros textos que abordam a ligação entre o que chamo de fenômeno da ressexualiação da  consciência e o complexo de édipo e suas conseqüências evolutivas.

Diante disso, adverto o leitor que nada aqui escrito é absoluto, pelo contrário, é uma tentativa de penetrar num campo pouco penetrado e de difícil tradução e, já esclareço desde já que estamos lidando aqui com saberes e não com verdades, pois, em matéria de amor, sexo e evolução, inexistem verdades e sim, saberes, concepções, modos de ver e sentir, modos de encarar e pensar que podem ou não ser convergentes e, geralmente, são é divergentes. O objetivo aqui é o foco no assunto e não levar nada para o lado pessoal, em franco respeito à diversidade de posicionamentos e modos singulares de perceber e significar o mundo.

Considerando também a sexometria, em cada nível sexométrico temos as correspondentes multinivelações evolutivas da consciência e, sobre isso, em cada consciência, em cada pessoa, encontramos concepções singulares a respeito de todos os assuntos aqui abordados e que dependendo do caso, podem ser universalizados para um grupo maior de consciências em similar nível evolutivo caracterizando com isso os padrões de concepção e práxis a respeito dos temas aqui desenvolvidos. Assim, situo-me como sempre adverto, na zona de transição e é deste local que percebo e experiencio os campos aqui trabalhados. Portanto todo o saber aqui tratado é relativo ao um determinado local e tempo evolutivo de quem escreve.

Por fim, este ensaio é e sempre será somente uma tentativa de tradução.


I – Sobre a Sexualidade na Personalidade Parapsíquica
A sexualidade na personalidade parapsíquica e as relações entre saciedade afetivo-sexual e manifestação psi e outras hipóteses de investigação

Este assunto encerra um campo ainda obscuro no estudo da sexualidade, qual seja, a manifestação da sexualidade na personalidade parapsíquica.

A personalidade parapsíquica é aquela cujo campo de percepção geral da realidade é mais alargado; cujo campo de captação de informações situa-se num espectro mais largo, relativo à esfera extrassensorial, multidimensional, extrafisica, extracorpórea, mediúnica, e assim por diante.

Pessoas desta natureza apresentam sensibilidade aguçada ou hiperssensibilidade perante si e o ambiente, pessoas ou coisas. São capazes de sentir num nível não compreendido pelas personalidades semi ou não-parapsíquicas. Assim, a sexualidade nestas personalidades também, em hipótese, manifesta-se de forma diferente.

A famosa médium de efeitos físicos Sra. Eusápia Paladino já informava que sua capacidade era alargada quando sentia-se saciada sexualmente. Assim, existe uma relação direta entre animismo e vida afetivo-sexual saciada.

A saciedade afetivo-sexual na personalidade parapsíquica viabiliza uma salubridade energética alargando as percepções e a precisão das mesmas, em virtude da neutralização de distorções cognitivas e perceptivas geradas pela carência afetivo-sexual (hipótese). Aqui merece destaque o fato de que não somente a carência sexual, mas a afetivo-sexual. Neste sentido, merece destaque a investigação do fenômeno orgástico nas personalidades parapsíquicas, orgasmos em tese muito mais potentes e que manifestam-se como estados de expansão ou não-ordinários da consciência. Da mesma forma, a pesquisa do orgasmo e mesmo dos orgasmos múltiplos na personalidade parapsíquica na higienização geral do campo de energia e aumento da hiperssensibilidade.

É importante neste campo, investigações mais precisas para se identificar o comportamento geral de parapsíquicos no campo afetivo-sexual, e as relações com as manifestações das capacidades psi e suas relações com a sexometria e zoneamento afetivo-sexual.

O processo do renascimento na Terra (porque noutros planetas desconheço), conforme já evidenciei noutros ensaios, é na realidade ressexualização, onde o processo final é a formação do sexossoma ou o corpo humano (a “carne”, por isso reencarnação). Este fenômeno, que chamo de fenômeno da ressexualização da consciência, estabelece que o aspecto sexual está sempre e sempre conosco.

Afastando todo e qualquer preconceito diante do tema e sobre todas as questões levantadas, temos outras que poderão ser esclarecidas ao longo do tempo e mesmo descartadas por complexo, tais como:

1.  Existiria uma incidência maior de homossexuais médiuns de incorporação do que heterossexuais mais ligados ao animismo?
2. Existiria uma relação entre mediunidade de incorporação, psicografia e tendência ao homossexualismo?
3. Isso evidencia a hipótese de tendência ao médium heterossexual optar pela telepatia com a consciência extrafísica e mesmo pela manifestação de efeitos físicos? Existiria com isso uma tendência em mulheres médiuns atuarem mais com incorporação do que com animismo? E mulheres mais masculinas atuarem mais com animismo?
4. A postura passiva e sem discernimento do médium diante de um “outro” o penetrar (no caso um espírito, agente theta ou consciência extrafísica), revela traço homossexual ou prática homossexual dissimulada?
5. Ou ainda, esta mesma postura de “receber” X consciências dentro de si, revela a prática de poligamia para-sexual e noutros casos, a promiscuidade multidimensional, com raízes extrafísicas, com as “pombas giras” e “exus”?
6.  A resistência do sensitivo-animista ao processo mediúnico revela tendência à heterossexualidade, pela atitude ativa e penetrante ao invés de passivo-receptiva?
7.  Existiria uma incidência maior de homossexuais médiuns do que heterossexuais?
8.  Existiria uma incidência maior de heterossexuais anímicos do que de homossexuais anímicos?
9. Qual a relação entre trauma sexual de abuso e estupro (nesta ou noutras séries existenciais) com os processos mediúnicos de incorporação forçada por consciências de nível evolutivo não-amparador? Poderia ser nomeado como estupro parapsíquico? Ou abuso parapsíquico no médium sem defesa?
10. Existiria uma incidência maior de médiuns de incorporação com traumas de abuso sexual?
11. Da mesma forma, existiria uma incidência maior de sensitivos anímicos com dificuldades afetivo-sexuais compensarem as mesmas com fugas projetivas para fora do corpo?
12. Dentro dos interessados em Projeciologia e no campo mais anímico-parapsíquico, existiria incidência maior de consciências com problemas afetivo-sexuais, especialmente os últimos, caracterizando-se a projeção consciente como tentativas de abandono temporário do sexossoma (autoconsolo)? Neste sentido, qual a relação entre problemas afetivo-sexuais e a parafenomenologia projeciológica incidente no contexto crítico da personalidade parapsíquica (anímica)?
13. Qual a relação entre o discernimento, autorrespeito e conhecimento prático e teórico parapsíquico do médium em sua manifestação como personalidade parapsíquica e sua opção natural pelo animismo ou o mediunismo? 

II – Reflexões Sexométricas:
Das Considerações sobre o Bloqueio da Pulsão Afetivo-Amorosa e Aumento da Pulsão Poligâmico-Sexual como forma de Compensação e Esquiva de Rejeição e Frustração, a Incapacidade Temporária de Amar e Outras Reflexões.

As pulsões sexocrachacrais, potentes por sinal, podem levar a pessoa a escancarar a aresta poligâmica, por vários motivos, dentre um deles que me parece fundamental, a carência afetiva, carência no amor, o amar e o sentir-se amado(a), como forma de compensação.

A carência afetiva, ligada a ausência do amor puro e da companheira ou companheiro, podem levar a pessoa a descompensação crônica do centro dos sentimentos, associado a traumas e rompimentos cardiochacrais, este responsável  pelo equilíbrio mais sistêmico do organismo e da consciência, incluindo aqui as atividades mentais, idéias, motivação, etc.

O objeto amado neste caso é mulher ou homem. Daí desconheço se ocorre o mesmo em relações homossexuais, visto aqui tratar somente das relações heterosexuais.

A mulher amada pelo homem ou o homem amado pela mulher, realinham e sincronizam as energias conscienciais principalmente entre as consciências que se localizam na zona de transição da escala sexométrica e estão rumando para a zona da holossaúde, que tem relação com uma maturidade acima do comum nos tratos do amor puro, do relacionamento e da sexualidade vivida.

O gráfico ao lado mostra o espectro sexométrico onde cada área maior contém a área menor, estando pois, todas elas interconectadas e a mudança numa leva a ressonância noutras em verdadeiro campo sexométrico unificado.

Na zona da animalidade e zona da aresta poligâmica ainda as consciências neste espectro não conhecem experimentalmente o amor mais puro num relacionamento monogâmico natural e os fundamentos da fidelidade também natural, a partir da reversão poligâmico-fraterna da pulsão poligâmico-sexual, instintiva, dirigida para a procriação da espécie e para a satisfação dos instintos animais, também naturais. O que não ocorre na zona de transição, onde apesar de haver diferentes nivelações dentro mesmo desta zona, ocorre um conhecimento experimental de tal realidade (sobre as multinivelações da zona de transição, será objeto de outro ensaio).

Por outro lado, na zona de transição, as consciências/espíritos já estão num espectro mais avançado em termos de evolução interna de forma geral, o que gera reflexos no comportamento afetivo-sexual. E estes reflexos têm relação com a descoberta íntima do amor mais puro, o fraternismo vivido nas relações de ajuda mais intensificadas a partir de tarefas ligadas ao trabalho e a postura no dia a dia, incluindo, nos relacionamentos conjugais. Cabe aqui a consideração da procedência extrafísica das consciências que estão sincronizadas na zona da aresta poligâmica e holossaúde, procedência esta mais evoluída. Sobre a relação entre procedência cósmica da consciência, extrafísica, merecerá outro ensaio.

A maturação da energia sexual e a sexualidade de forma geral se dá neste âmbito, pela reversão da pulsão e direcionamento para a poligamia fraterna, na assistência em mais larga escala até níveis incomensuráveis, como pressupomos ocorrer com as consciências da zona da holossaúde até a total transcendência da pulsão ou a reversão completa, que coincide com a liberação dos ciclos palingenéticos, ou a consciência livre/espírito puro (moksha). A perda da forma humana coincide com a reversão completa da pulsão, e o desaparecimento do psicossoma coincide com a transformação do sexossoma em cosmossoma (hipótese).

Do ponto de vista sexométrico, o espírito puro é aquele que realizou em si, através de supostos milênios da evolução, a reversão completa da pulsão poligâmico-sexual em direção da pulsão poligâmico-fraterna, de fundo cosmo-assistencial, fundamentada no amor puro que transcende o sexo, a forma humana e os desejos tal como conhecemos. Porém, este movimento é naturalmente conquistado, sem recalques, passo a passo na evolução, dento do tempo calibratório cosmológico. Por outro lado tal hipotese é arriscada de ser universalizada, pelo fato de que não sabemos como ocorre a ressomatização noutros planetas mais adiantados e nem se existe sexo tal como conhecemos aqui. Logo, a sexometria pode ter validade relativa a Terra, somente.

Esta parece ser a base da hipótese sexométrica tal como formulei, obviamente, sujeita a modificações. Meu interesse maior é fundir os campos da sexualidade humana com os da evolução da consciência, e romper tabus diante destas questões.

O assunto da sexualidade é vasto e complexo e, admito, minha hipótese também é vasta e complexa, porém, está ainda restrita a poucas pesquisas. É, portanto, um ensaio inicial. E tenho ciência do vespeiro que é esta tentativa de penetrar neste campo da realidade humana. Até o momento poucas culturas foram capazes de integrar a evolução da consciência com a sexualidade. E as que tentam acabam perdendo-se no fenômeno do trantrismo, que, sem qualquer crítica pejorativa ao tantra (que na essência parece-me interessante), situo-o numa perda de foco em direção a uma vida poligâmico-sexual.

É a zona de transição ou ainda a zona da aresta poligâmica instalada, podendo ocorrer uma vida promíscua, também sem apelar para a questão pejorativa, porém, com os riscos inerentes de toda vida promíscua sem parcerias fixas, com as DSTs e HIV. As DSTs/HIV parecem ser o sintoma de aviso amigo da natureza e do Tao das coisas, em direção a monogamia. Mas é uma hipótese que pode estar contaminada com minhas crenças.

O tantrismo é muito interessante, a vida sexual livre e desreprimida, porém, tem suas armadilhas e atrai os adeptos da zona da aresta poligâmica que confundem experimentalmente amor com sexo, pelo bloqueio da pulsão do amor puro e deslocamento da pulsão poligâmica. O amor poligâmico para o tantrismo significa a inclusão do sexo. E não sei até que ponto é certo ou errado, mas não vai de encontro à direção natural da evolução da consciência dentro da episteme de que a evolução ocorre conjuntamente com a reversão completa da pulsão poligâmico-sexual em direção a poligamia-fraterna-amorosa, pura, e a dessexualização permanente da consciência ou sua desanimalização permanente e alcance do estado de espírito puro, moksha (vamos analisar com criticidade este parágrafo, pois é uma hipótese).

Por outro lado, parece-me natural também que haja a necessidade de experimentações tântricas desta ordem para que haja a consciência da necessidade da transcendência da pulsão sexual para a pulsão fraterna, a ajuda e o amor mais puro, transcendendo o sexo e rumando para os contatos mais conscienciais, puros, de espírito a espírito.

Quando afirmo isto não coloco do ponto de vista da religião. Mas evolução, ciência aplicada no entendimento e investigação das relações entre evolução da consciência e a sexualidade.

A sexualidade é central em minha experimentação como animal humano, nesta existência e, ao mesmo tempo, os experimentos transcendentes relativos à paranormalidade também são. Situo-os no mesmo espectro de alcance dos picos orgásticos da consciência, cada qual em seu local de ancoragem, na verticalização norte-sul do espectro holotrópico. Parto da hipótese que os orgasmos cósmicos das experiências de cosmoconsciência através das projeções puras da consciência para fora de todos os corpos, chamadas por alguns de projeção de mentalsoma, o que prefiro chamar de projeção psi-P (estado de pura psi ou consciência), levam a consciência a picos galácticos de orgasmos e expansões do prazer transhumano, a ponto de progressivamente substituir o restrito orgasmo sexual (hipótese), sempre co-dependente de um outro para a obtenção mais plena das harmonizações de yin e yang até a microfusão com o Tao.

A experiência direta do Tao, a cosmoconsciência, parece-me o centro, o eixo pelo qual gravita toda episteme sexométrica. E o fato de eu ter passado por uma destas experiências me faz, sinceramente, crer neste axioma. Mas, claro, admito que é crença minha. Somente a minha evolução, lá adiante, comprovará tal hipótese. Somente mais e mais experimentos cosmoconscienciais poderão comprovar tal realidade.

A mobilização dos sentimentos de amor puro equilibram as energias sexuais e a pulsão poligâmica-sexual, devido a monogamia natural relacionada ao gostar puramente de alguém. Com o passar do tempo, coisas vão ocorrendo na relação em que a aresta poligâmica se abre em movimentos pulsionais, não racionais e nem obedecendo ao controle volitivo. Os instintos ou esta força não-local, começam a pressionar a pessoa à poligamia sexual. Por outro lado, a maturidade firme da consciência pode fazer gradualmente a reversão, isto é, a aresta aberta percorre o processo assistencial e não sexual. Quer dizer, sempre será sexual na medida em que lidaremos com sexossomas, de fato, ou formas sexossomáticas plasmadas (psicossoma). Senão ficaremos fechados num mundo isolado devido à fuga da pulsão sexual e das paranóias de traição, estejam elas ocorrendo no campo subjetivo ou objetivo da realidade.

A pessoa humana, animal, neste processo, vivencia muitas e muitas vezes o deslocamento da pulsão para níveis oníricos, revelando formas alternativas de lidar com a pressão poligâmica, natural, até, progressivamente à reversão total da pulsão. Esta reversão se dá pelo aumento gradual de experiências transcendentes mais potentes e prazerosas que o orgasmo sexual, como o prazer de ajudar centenas e milhares de pessoas. Outros deslocamentos se dão para os níveis dos devaneios e das projeções conscientes e semi-conscientes para fora do corpo, onde a pessoa obtém relações poligâmicas, com outras pessoas, no mundo oculto de seu psiquismo, sem testemunhas. E assim prossegue no aprendizado do amor puro e da fidelidade natural conquistada pela reversão progressiva.

A pessoa humana animal, antes uma consciência, vai se aproximando pela palingenesia, de sua natureza mais essencial, consciencial, espiritual e, diante disso vai maturando sua existência animal e vai aos poucos se desanimalizando e se consciencializando. As vidas extrafísicas entram como verdadeiros momentos de transcendência da sexualidade em direção à vida de amor mais puro, conforme venho constatando nos experimentos de retrocognição (regressão) com centenas de pacientes.

Este movimento que respeita o tempo evolutivo, variando de consciência a consciência, tem relação direta com o desenvolvimento interno da pessoa, a bondade, a ética e o discernimento. Estas variáveis atuando em uníssono mantém a alma aberta em amor mais puro, evitando o domínio dos instintos e a pressão para a poligamia. As noções do bem, transcendendo a moral religiosa, e adentrando no respeito honesto pelo outro, vai maturando o discernimento e as ações da consciência.

Em hipótese, existe uma relação direta entre bloqueio dos sentimentos (pressão reversa no chacra afetivo, cardiochacra) e aumento de libido como forma de compensação das carências afetivas, o medo de rejeição e a incapacidade temporária de entrega e de vivência do amor mais puro.

A relação entre bloqueio no amor e aumento de libido, especialmente ao comportamento dirigido para a poligamia e relacionamentos superficiais estão diretamente relacionados com uma incapacidade de verticalização dos sentimentos, em profundidade, pelo outro, mantendo os relacionamentos mais horizontais, menos afetivos e mais sexuais. Parece-me que o objetivo de tal sistêmica está ancorado na incapacidade de gestão das rejeições amorosas (traumas) e na incapacidade temporária de entrega ao amor, e assunção do risco de tal processo, como o medo de sofrimentos agudos.

O viés sexual devido à pressão coletiva e mesmo difusa da pulsão poligâmico-sexual atua como possibilidade de relação com menor probabilidade de rejeição.

Neste sentido, existe a tentativa de busca de amor através do viés puramente sexual, o que não é certo nem errado, mas apresenta-se como um modo de obtenção de afeto com menor probabilidade de rejeição e num nível de superficialidade mais segura.

III - Considerações

Obviamente temos de relativizar estes conceitos, porque não sei se são universalmente aplicados, ainda mais noutras culturas, sociedades e levando em consideração a antropologia e a extraterrestriologia, no estudo da sexualidade extraterrestre (se existir), verdadeira incógnita o que coloca toda esta hipótese em seu lugar essencialmente hipotético a ser continuamente testado experimentalmente.

21.5.12

Coragem para Ser, Coragem para Evoluir, Coragem para Agir

Coragem para Ser ou Individuação
Por Dr. Fernando Salvino
Parapsicólogo Clínico e Psicoterapeuta




Sobre a Coragem e a Evolução

Muito se tem falado em doenças, como pânico, medo, depressão, solidão, estresse, transtornos de muitas naturezas e assim por diante, sem falar nas doenças psicossomáticas e auto-imunes de difícil resolução. De qualquer maneira pouco, mas muito pouco se fala justamente nos atributos ou qualidades que impulsionam a pessoa humana a evoluir, a seguir adiante, para novos patamares de evolução e maturidade, felicidade e autorrealização. Pouco se fala que, para sermos é necessário nos singularizarmos, sermos quem somos, assumirmos nossa singularidade dentro do coletivo. Para isso, é necessário muita coragem.

Num século de ansiedade e medo, talvez nunca em toda história humana a coragem tenha se tornado a qualidade matriz que pode nos impulsionar para adiante mesmo estando todos nós vivendo num momento social de disfunção ética generalizada e violência.

Pois sem a coragem não existe a possibilidade do êxito, de prosseguir, de tentar, de arriscar. Sem a coragem existe o espaço para a lamúria, a lamentação e a queixa contínua. A coragem tanto serve para romper como para permanecer. Coragem é aquilo que nos faz permanecer em situações difíceis, embora necessárias, e romper situações desnecessárias que temos dificuldades de sair. Coragem é a potência do ser em ato, em ação, dirigida com intenção para aquilo que desejamos para nossas vidas.

Do ponto de vista da educação e especialmente da pedagogia (educação de crianças) e andragogia (educação de adultos), a coragem é qualidade difícil de ser ensinada, em virtude da própria constituição autoritária do ensino, que cultivou durante muitos séculos a punição, a ameaça como forma de obtenção de resultados de aprendizagem e dentro da família, devido a incapacidade dos pais em educarem os filhos de forma madura, acabam reproduzindo o autoritarismo da educação pelo medo, pela crítica excessiva, gerando rejeição e o medo de sermos quem somos.

Sociologicamente, a coragem é desestimulada na medida em que as individualidades são castradas em suas singularidades, tornando o homem um ser com personalidade fraca, com medo da vida e principalmente, com medo de si mesmo. O medo de si mesmo, portanto, é o oposto da coragem de sermos quem somos.

A coragem é qualidade de quem tem firmeza de espírito para enfrentar situação emocional ou moralmente difícil (Houaiss), assim como a qualidade de quem tem grandeza de alma, nobreza de caráter, hombridade (Houaiss). Pode ser definida ainda como a moral forte perante o perigo, os riscos. A situação emocional ou moral difícil inclui o enfrentamento do medo, dor, perigo, incerteza, intimidação, o vazio existencial, as incertezas da vida, a corrupção, os desvios de caráter e assim por diante.

Podemos ainda compreender a coragem como a confiança que um homem tem em momentos de temor ou situações difíceis, enfrentando a situação de frente, sem recorrer a fugas ou outros recursos já dispensáveis.

Relações da Coragem com Outras Qualidades: Para Autofrentamento

1. Coragem e Princípios: para o homem ter coragem é necessário que tenha princípios. Sem princípios cairá ele mais facilmente nas armadilhas da sedução e poderá estar em perigo, pela falta de discernimento.

2. Coragem e Discernimento: sem discernimento, sem saber para onde ir, sem ter uma maturidade relativa para escolher qual caminho prosseguir, a pessoa torna-se fraca, pela indecisão. Um homem indeciso é um homem sem coragem, pois a coragem vem da capacidade potente de discernir, de exercer o livre-arbítrio e prosseguir adiante.

3. Coragem e Confiança: se o homem nutre a desconfiança, ele nutre o medo. Sem confiança relativa um homem não consegue ser corajoso. Só aquele que confia consegue nutrir a coragem dentro de si e agir para adiante.

4. Coragem e Desapego: se o homem é apegado demasiadamente às coisas, a seu mundo, a sua rotina, à si mesmo, ele torna-se medroso. Somente um homem mais desapegado é capaz de ser corajoso. Ir adiante significa se desapegar do hoje e caminhar para o futuro.

5. Coragem e Evolução: evoluir exige coragem. Para reencarnar é necessário coragem. Para estar no planeta é  condição a coragem. Mudar a si mesmo exige coragem. Pedir perdão, exige coragem. Admitir nossos erros, exige coragem. Conhecer a si mesmo exige coragem. Lembrar quem somos exige coragem. Chorar em catarse emocional exige coragem. Bom humor exige coragem. Sexo exige coragem. E para amar é necessário muita coragem. Ser pai ou mãe exige coragem. Ser adulto exige coragem. Para morrer é necessário enfrentarmos a morte no dia a dia, e isso exige coragem. Evoluir é um empreendimento para corajosos e para desenvolver a coragem.

6. Coragem e Relacionamentos: o contato com o outro exige coragem. Os relacionamentos conjugais são situações que exigem muita coragem. Coragem para falar e ouvir, para ir e retroceder, para em alguns momentos gritar, e noutros calar-se. Coragem para abraçar, para acalentar, para ser o pai no momento necessário, e ser a mãe quando for a hora certa. Ao mesmo tempo, negar ser o pai e a mãe quando assim for necessário. Para dizer "não" é necessário coragem, porque um "não" pode levar ao rompimento, e sem coragem, ficamos predispostos aos abusos nos relacionamentos e ao medo da solidão. Sem coragem não nos defendemos de ofensas, sem coragem não conseguimos ter autodominio nos momentos necessários.

7. Coragem e Morte: a morte é a certeza das certezas. Ao nascer já começamos a morrer. A contagem regressiva começou, são 60..70...80..90 anos em média. Para viver, sabendo que iremos morrer, é necessário muita coragem. Pois para viver, sabemos que precisamos ter coisas, comprar coisas, criar laços de afeto com as pessoas, familiares, amigos e, sabemos que iremos morrer. Viver sabendo que iremos morrer e deixaremos tudo e tudo aqui, coisas e afetos, é necessário muita, mas muita coragem.

8. Coragem e Vida: a vida é o que existe. Mesmo após a morte a vida prossegue. Então, prossegue até quando? Não sabemos, mas provavelmente é Infinito. Para incluirmos o Infinito em nossas mentes, o de que sempre existiremos e sempre estaremos caminhando adiante para um futuro sem fim, é necessário muita coragem. Porque a cada vida tentaremos nos apegar às coisas e pessoas como forma de nos fixar, por causa do medo de morrer, de largar, o apego. Para evoluir e para viver é necessário muita coragem.

9. Coragem e Sinceridade: para sermos sinceros é necessário coragem. Sem coragem o que ocorre é a hipocrisia, o acobertamento, a falsidade, o ocultamento de coisas que precisam ser faladas e expressas. A sinceridade é um sintoma da coragem e do destemor perante a censura, e o medo de represálias diante de nosso direito de sermos quem somos e existirmos.

10. Coragem e Amor: sem amor, a coragem pode matar. Sem amor, palavras sinceras podem ser mísseis que ferem a outra pessoa. Sem amor, a coragem torna-se força sem rumo, perigosa.

Agora com coragem, responda para si mesmo as 3 seguintes questões:

- Qual a análise que você faz de si mesmo sobre a sua coragem, avaliando-se a partir dos 10 tópicos acima citados?

- Que benefícios já conseguiu em sua vida quando esteve mais corajoso(a)?

- No atual momento de sua vida está lhe faltando coragem para assumir alguma coisa que deseja muito? Que coisa é esta e como pode puxar de dentro de si a coragem necessária? Existe ainda alguma coisa em que se apega ou se esconde, e favorece o seu medo? Qual sua conclusão?

15.5.12

Agradecimento aos 40.000 acessos!

Caros amigos(as),

Agradecemos carinhosamente aos 40.000 acessos vindos de muitos cantos de nosso planeta, especialmente os  países que mais nos acessaram, nesta ordem:

Brasil - Portugal - EUA - México - Colômbia - Espanha - Angola - Rússia - Chile - Venezuela - Itália - Argentina - Reino Unido - Peru - Bélgica - França - Alemanha - Moçambique - Japão - Suiça - Outros...

Ao todo foram mais de 74 países e que graças à ajuda gratuita dos recursos da blogger, como o tradutor multilingüe da google, pudemos expandir nossas investigações e compartilhar do nosso trabalho com pessoas de vários locais da Terra, que traduzindo para sua língua podem nos acessar em alto nível.

Desde a criação da revista publicamos mais de 150 ensaios, abordando os multivariados temas relativos à Ciência, Saúde e Evolução da Consciência, dentro da perspectiva de experimentos avançados da consciência.

A vantagem da era atual da informação cibernética é seu uso ético para a universalização da informação gratuita, impessoal, em nível planetário, sem maiores esforços, numa velocidade de propagação da informação até agora nunca conseguida, se compararmos com os séculos anteriores.

Atualmente um ensaio publicado aqui, Florianópolis, Brasil, se propaga instantaneamente pelo planeta, atuando num tempo simultâneo, não importando mais os fusos horários e mesmo os locais onde residem as pessoas leitoras. Se publico agora um texto, 15h10 (fuso de Brasília), qualquer outra pessoa acessa no mesmo momento, agora, embora noutro fuso horário, em qualquer local do planeta.

Isto facilita e potencializa nossas tarefas de vida mais universalistas, para a educação da consciência e cosmoalfabetização progressiva.

Os 40.000 acessos ultrapassam qualquer expectativa pessoal, e estou profundamente agradecido a todos os que fazem parte desta rede cosmológica unificada em prol da evolução lúcida dos seres em todos os locais e dimensões do Universo.

Deixo aqui um cosmoabraço a todos, que aqui, posso considerar meus amigos.

Ilha de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

Fernando Salvino (MSc.)
Parapsicólogo e Psicoterapeuta
Coord. NIAC e Revista.

14.5.12

Sobre o Acesso Experimental ao Holocampo Cosmológico, Do Primeiro e Segundo Experimento Laboratorial - Retrocognição ao Último Período Intermissivo

Por NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência
Pesquisadores:
Fernando Salvino (MSc): Parapsicólogo, Psicoterapeuta, Projeciólogo, Consciencienciólogo
Guilherme Kilian: Parapsicólogo




Nota:

Devido a alguns equívocos de interpretação e pedido formal solicitado pela EXTRACONS, na pessoa de seu representante Filipe Picolo, esclareçemos que Fernando Salvino não faz parte e nem representa a pré-IC Extracons – Associação Internacional de Extraterrestriologia, e o nosso trabalho é independente de tal pré-IC, mesmo que estejamos a operar no campo extraterrestriológico. Salientamos também que não estamos preocupados com o assunto extraterrestre da forma como a EXTRACONS preocupa-se, em virtude do fato de que a consciência, nômade em sua trajetória interna e externa pelo Cosmos infinito-eterno, não tem origem e, sim, é realidade não-local e independe de espaço-tempo. 
O conceito extraterrestriológico é equivocado na medida que a consciência não é extraterrestre nem terrestre, nem intrafísica, nem extrafísica. A consciência é justamente a realidade inteligente que se move de um espaço-tempo a outro, mas que não tem origem, não tem morada fixa. Nossa origem não é extrafísica, muito menos intrafísica. Porque não temos origem. Pensarmos em uma origem significa um começo de Tudo, e este começo é axioma controverso pelas evidências projeciológicas, que apontam para um Cosmos de espaço-tempo de natureza infinita-eterna. Este assunto é objeto de outra investigação, acerca da natureza axiomática da Gênese cosmológica em relação à lógica inclusa do Infinito como base cognitiva.

Equipe NIAC.

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I – Das Considerações Iniciais

Em 03 de março de 2012, o NIAC – Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência, através de seus integrantes, os parapsicólogos Fernando Salvino e Guilherme Kilian, começou a investigar experimentalmente e cientificamente, o que ocorreu no último período intermissivo ou entre-vidas, de ambos pesquisadores, atuando aqui, como cobaias de si próprios, para com isso, estabelecer generalizações possíveis e visando tornar acessível tal realidade a partir de outra vertente de pesquisa, diferente dos relatos psicografados por médiuns.

A proposta segue a diretiva de Sylvan Muldoon, o fundador da ciência da projetabilidade da consciência lúcida para fora do corpo (Projeciologia), que salienta a necessidade de experimentação pessoal parapsíquica no que diz respeito à auto-comprovação de realidades projetivas não detectáveis por outros métodos, incluindo aqui, o acesso direto projetivo ao universo interno e ao holocampo cosmológico. Aqui atualizamos a máxima de Muldoon: “experimente, e então saberás”.

O motivo pelo qual tal investigação é motivada está ligada a um conjunto de auto-pesquisas que os pesquisadores estão realizando há anos, cada um de seu modo. Estes resultados apontam para a necessidade de compreender o que aconteceu neste último período, devido à incompatibilidade de realidades quando numa análise parapsicológica da personalidade palingenética de ambos, comparando a vida atual com as vidas anteriores e a lacuna evolutiva existente neste ínterim.

Assim, o problema de pesquisa é a investigação deste período para responder a pergunta:

O que houve no último período entrevidas para que a atual vida pudesse ser tão diferente das anteriores?

Assim surge a hipótese de que “algo” aconteceu e é este “algo” que será investigado aqui.

E a resposta também salienta para outra direção de pergunta, ou:

“O que viemos fazer no planeta? Qual nossa exata missão de vida?”

Assim, tal investigação também apresenta uma característica proexométrica, ou o entendimento mais exato da atual programação de vida humana. Partimos com isto, do princípio experimental básico da ciência avançada da consciência, qual seja, a de que a consciência é realidade atemporal e transespacial, unidade psicônica (Sarti), campo de consciência transcendente além do corpo (Muldoon), portanto, não obedecendo às leis de nascimento e morte; permanecendo existindo independentemente de qualquer alteração dimensional, corporal, interdimensional ou outro tipo de deslocamento, que pode ser chamado de: a totalidade de todas as séries de existências orgânicas e inorgânicas ou reencarnações (espiral palingenética, ciclo de séries existenciais).

O axioma básico geralmente operante é de que ou existe reencarnação ou não. Ou a consciência é orgânica ou inorgânica (extracerebral). O ponto que partimos vai além disso. É o de que, independente existir ou não para todos tal realidade, a consciência esteja ela onde estiver, obedece a outra lógica cosmológica, que transcende as influências de espaço-tempo e daquilo que compreendemos ser a vida. Diante disso, falar em nascimento e morte da consciência é inaplicável, visto tal realidade não existir para a consciência.

Estamos, pois adentrando no universo psicônico, do hiperspaço cosmológico e da existência da consciência em si mesma, transcendendo veículos e intermediários, como o cérebro, corpo, sexo e noções temporais como nascimento e morte. Partimos do pressuposto ontognoseológico e epistemológico, de que a consciência obedece a outras leis.

Ademais, as investigações sérias tratadas por pesquisadores psíquicos desde tempos antigos até atuais, nos trazem evidências suficientes, embora as evidências não serão tratadas aqui neste espaço, traduzindo as concepções expandidas da vida e da existência humana.

II – Da Metodologia Científica

A retrocognição, propriamente dita, é o fenômeno básico de acesso projeciológico, anímico-parapsíquico, ao campo de espaço-tempo em tese, do passado intraconsciencial ou mesmo de outra consciência (mas este não é nosso foco), onde esta (o sujeito) acessa o passado de si tal como o mesmo estivesse ocorrendo no presente, em potente transe parapsíquico, em similar curvatura do espaço-tempo interno.

Este fenômeno pertence à função psi-gama, subjetiva, podendo ser desencadeada de várias formas, especialmente a tratada aqui nesta investigação, por metodologia plural, exploratória.

A metodologia usada nesta investigação é basicamente qualitativa, ou seja, está direcionada para a investigação experimental subjetiva, laboratorial, de experimentos parapsíquicos transcendentes, a partir de método participativo ou pesquisa-ação, visando também à resolução de problemas de autopesquisa através da investigação exploratória. Outro aspecto da metodologia é seu caráter fenomenológico no estudo de vivências. Assim, caracteriza-se de forma geral como método fenomenológico associado ao método de auto-pesquisa-ação facilitada, em laboratório.

A metodologia utilizada para a indução de retrocognição inclui:

1.      Realização da investigação por pesquisadores titulados pela FEBRAP – Federação Brasileira de Parapsicologia e ABRAP – Associação Brasileira de Parapsicologia, o qual o NIAC está vinculado, tornando a ética e a cientificidade o ponto central desta pesquisa e sua conseqüente publicidade, tal como é o dever da ciência.
2.      FPC – facilitador psi confiável: A presença de um facilitador parapsíquico e parapsicólogo especializado em pesquisa e clínica; uso das capacidades parapsíquicas como agente facilitador da retrocognição, com experiência em formação de campo.
3.      APC – agende psi confiável: A presença de um experimentador parapsíquico e parapsicólogo especializado em pesquisa e clínica; uso das capacidades parapsíquicas como agente auto-desencadeador da retrocognição, com experiência em formação de campo.
4.      Indução hipnótica por relaxamento e método de indução cronológica/cronotópica até o último período entrevidas.
5.      Formação contínua de campo por exteriorização de energia e manutenção da higidez multidimensional.
6.      Conexão com amparabilidade extrafísica e campo de acesso.
7.      Série de reuniões dialógicas visando o pré-acesso ao campo (formação de campo) e insights.
8.      Idéia-alvo: acesso ao período intermissivo.
9.      Sinais pré-retrocognitivos e autopesquisa parapsicológica.

O registro do experimento baseia-se no relato do facilitador e no relato do experimentador, além de possibilidade de gravação em vídeo-áudio da experiência (método a ser estudado).


III – Dos Experimentos de Acesso

1º Experimento

O experimento pode ser dividido em categorias experienciais, tais como a seguir:

1.                       Do ponto de vista do experimentador: o relato pessoal
2.                       Do ponto de vista do facilitador: o relato de campo
3.                       Do ponto de vista do conhecimento acessado


1. Do ponto de vista do experimentador: o relato pessoal (Por Fernando Salvino)

O experimento começa com certa apreensão sadia, sem ansiedade, e com imenso desejo de desencadear a experiência. As minhas condições íntimas antes do experimento posso considerar como otimizadas, sentindo-me a vontade dentro de minha residência, local onde fora desencadeada a experiência. O local foi preparado de maneira simples. O uso da venda nos olhos facilitou a concentração e o impedimento de entrada de luz, viabilizando as visualizações mentais. A música utilizada fora a de sincronização dos hemisférios cerebrais Brain-Sync.

Esta experiência para mim começou muito antes deste experimento. Começara com verdadeiros acessos ao holocampo cosmológico, por etapas, como se por microacessos. A forma como realizei tais acessos foram auto-experimentais, alguns auto-induzidos e outros aparentemente espontâneos.

Uma dezena de experiências de acesso antecederam este experimento laboratorial, aqui, desenvolvido. Creio que a primeira tentativa de tornar pública tal realidade fora no ensaio “A Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica” e posteriormente, ensaios como “Cosmocracia e Comunidade Cosmoética Universal”, “Cosmoprojeciologia”, “Lógica Inclusa do Infinito”, “Irrupção da Transciência”, “Infinito, Realidade, Consciência e Evolução” e assim por diante.

Estes ensaios foram se caracterizando como pré-formação de campo de acesso e todos eles expõe alguns experimentos pessoais projetivos e parapsíquicos de contato com o que chamo de cosmologia qualitativa ou ainda a paracosmologia. É possível caracterizar cada escrita de texto desta temática como verdadeira formação de campo de acesso, onde sinto abertura geral de centros de energia, especialmente o coronochacra, serenidade, expansão mental, sensação de atemporalidade e comumente, semi-descoincidência da consciência (o conhecido mentalsoma). A escrita também não é comum, é anímico-parapsíquica. Assim, é neste local que parto para a experiência, em profundo interesse de mergulhar para dentro de mim mesmo visando o entendimento de minha existência e do mais exato sentido de estar nesse planeta. Então a hipótese investigativa de tarefa de vida é a cosmológica avançada.

No sábado, anterior ao experimento, realizamos a reunião de preparação da experiência, onde pude sentir o amparo extrafísico presente, lembrei das visões da consciência galáctica ligada a extraterrestriologia, da consciência extrafísica extraterrestre durante o curso ECP1, no fim de 2011, que antecedeu meu contato com a ainda pré-formada Extracons – Associação Internacional de Extraterrestriologia - entidade esta que utiliza da metodologia e paradigma formulados por Waldo Vieira em sua proposta de conscienciologia (ver aqui). Pude pude ver também meu amigo vestido de cartola e roupa do século passado, marca de que noutros momentos já realizávamos experimentos em conjunto desde antigamente, pressuponho, na época da metapsíquica (hipótese).

Assim, minhas condições internas estavam a afinadas e quando sinto-me assim, a fenomenologia parapsíquica torna-se mais fácil de ser desencadeada. O grau de confiança que tenho com meu amigo Kilian ultrapassa a confiança comum dos relacionamentos interpessoais, sendo além de amigo um parceiro de evolução, podendo eu, relaxar-me de forma intensa com confiança acima da média. Estes fatores de predisposição parecem ser vitais para o sucesso do experimento. Minha condição afetiva e situação de vida humana também equilibradas favorecem a entrega ao cosmos sem preocupações de nenhuma espécie, viabilizando a coragem de acessar o infinito dentro de minha consciência. A não participação de qualquer instituição da área que pudesse agir como agente censurador da iniciativa, também é fator essencial para a liberdade científica e a realização livre do experimento laboratorial. Assim, preparamos a “aeronave” e iniciamos a “decolagem ao inconsciente”.

O experimento começa com relaxamento longo conduzido por Kilian. Percebo certa resistência mental, sutil, mas presente, com intrusões de imaginações do dia-dia, mas em dado momento entro em transe e cessam as imagens neuróticas do cotidiano.

A condução é cronológica, partindo do presente para o passado passando por fases de minha vida atual. As experiências acessadas foram de vitória, de conquista, a começar pelo carro que comprei, no dia exato que peguei-o na loja e minha felicidade.

 O dia que conheci minha atual mulher e até dentro do útero, senti-me curvando meu corpo em posição fetal. Ondas de choro intensas vinham e iam, meu cardiochacra pulsava potentemente em emoções sadias sendo liberadas. Mas a experiência visceral estava por vir.

Quando pediu-me a acessar onde estava antes de nascer, algo começou a acontecer em mim. Senti uma alteração súbita de consciência e estava lá, eu, diante daquela mesma mesa que já tinha visto noutro acesso retrocognitivo: seres ali em volta de uma mesa com a imagem holográfica do planeta no centro dela.

Os espíritos da alta evolução estavam ali, sentados, dialogando telepaticamente sobre a situação do planeta, do sistema solar, da intensa atividade solar, as relações desta com a superpopulação da Terra, a necessidade de colonização de Saturno, a calibração e a unicidade cosmológica.

Em dado momento da experiência, informações simultâneas começaram a ser processadas por mim, acessos a realidades cosmológicas e de dificílima comunicação. Os conteúdos informacionais do acesso serão tratados na conclusão deste primeiro experimento. Estavam presentes consciências sem forma tão definida e um extraterrestre com feições exóticas, de temperamento profundamente sereno e lúcido, interessado em resolver o problema da atividade solar e suas relações com a calibração cósmica do sistema solar, as colonizações interplanetárias.

Em dado momento da experiência aparece uma gigantesca nave espacial num espaço-tempo paralelo, relacionado à bolha interdimensional situada no espaço cósmico onde o Conselho se localiza, trazendo consciências provindas de fora do sistema solar para a colonização de Saturno, com a finalidade de manter o sistema calibrado.

Insights intensos sobre astrologia, a relação dos astros com o momento da ressoma e dessoma, a relação dos planetas, tempo e com a personalidade e o processo de calibração cosmológica, a unicidade entre as dimensões, entre matéria, energia e consciência, tudo me fora esclarecido de forma simultânea e translingüística, com o contato com a consciência que posteriormente começa a me orientar quanto a minha missão de vida. Meu entendimento é direto e ainda possuo dificuldades de fragmentar dialogicamente aqui para torná-la possível de comunicação e intercâmbio.

O diálogo é puramente psíquico, numa transcomunicação avançada. Não sei se posso dizer que é telepatia. Me fogem palavras para trazer aqui neste relato tudo o que pude acessar. Paratelepatia é o nome mais aproximado.

A informação experimental geral que me fora comunicado me pareceu ser esta:

O universo está completamente sobre o controle hiperlúcido das consciências orientadoras da evolução através de uma espécie de cosmoengenharia consciencial-astrofísica omnigaláctica e integrativa, holodimensional, avançadíssima, benigna, onde planetas, galáxias, astros, fenômenos, consciência, evolução, palingenesia, tudo está fundido numa unicidade cosmológica inteligente.

Saí da experiência com o coronochacra aberto e pude percebê-lo expandido para mais de 2 metros acima de minha cabeça. Durante todo o acesso, ondas potentes de choro vinham e iam, em emoções sadias de ter comprovado as intuições desde a infância, escritos aparentemente esparsos e sem conexão um com o outro, ensaios científicos que parecem agora verdadeiras precognições antecipando-me e até mesmo preparando-me para o contato com o Infinito.

Antes disso parece-me que fora necessário o contato com o campo parapsíquico desde a infância e posteriormente, o direito (minha formação de base), com a educação e a visão ecossistêmica geral, a intensificação dos experimentos parapsíquicos ao longo de minha vida, a parapsicologia, extraterrestriológico, o cosmodireito, a lógica inclusa do infinito, a transciência, as retomadas de escritos sobre experiências de projeção consciente desde a infância, vários experimentos de retrocognição, dezenas e dezenas de projeções lúcidas para fora do corpo, minha formação em direito como base ética para investigações sérias dentro do principio da verdade real dos fatos (utilizado nas investigações criminológicas e ecológicas), todo meu trajeto até chegar a formação em parapsicologia, estudos avançados de décadas dos processos mediúnicos e projeciológicos até chegar no momento presente, com a estrutura afinada para o acesso àquilo que precisava acessar, hoje com 36 anos de idade, vivendo um momento de adiantamento da programação existencial, preparo-me para a execução de tarefa mais avançada, cosmológica.

O experimento modificou a plasticidade de meu cérebro, realizando uma série de conexões que antes estavam dispersas para uma cognição unificada, gerando relax geral no sistema corpo-mente-sentimento-espírito e profunda confiança e gratidão pela vida.

2. Do ponto de vista do facilitador (Por Guilherme Kilian)

2.1 Observações gerais

Sujeito relaxou bem, expressão corporal de relaxamento.

REM (movimentos oculares rápidos) não foi possível observar devido ao uso da venda nos olhos.

No período intra-uterino, verificou-se posição fetal do corpo do experimentador.

Período intermissivo, ocorreu catarse, acessou fortes emoções, emoções positivas segundo meu ponto de vista.

Em dado momento ocorreu uma percepção de uma oscilação no campo energético do ambiente durante a retrocognição ao período intermissivo, no qual fiz uma intervenção energética, exteriorizando energias no campo para aumentar o padrão vibratório, melhorando e nivelando o campo do experimento.

2.2 Relato escrito sintético (extrato do relato somente do período intermissivo)

Pessoa falando comigo, nave muito grande, muitas luzes em cima, indo embora, longe, tripulação que desce dela, recebendo tripulaçao, alguem com capacete.

Sente ter que levar alguem para algum lugar, uma plenaria, como se fosse receber visitantes de outros paises, reuniao.

Não é proximo a crosta terrestre.

É um conselho, muita emoçao, plenaria, sou um auxiliar, é tudo telepatico, clima de preocupaçao/seriedade, muita emoçao, ta ali so para observar, assuntos interplanetarios, como fazer conexoes, interaçoes sao tranquilas.

Reuniao extraordinaria, problema, planeta que explode, imagem do sol, problema astro-fisico/saturno, muita ativiade do sol, o problema é o sol.

Cidades espaciais/naves grandes e povoadas, que circulam

Contatos corriqueiros/universo paralelo.

Chamam a pessoa que recepcionou para a reuniao, ser de liderança/chefe do conselho/chamado para assuntos dessa natureza.

Como se fosse uma pessoa/comandante que vive no espaço fazendo viagens interestelares.

“Colonização de saturno”: Se ocupar mais saturno muda o problema do Sol.

Ocupação das consciencias interfere no equilibrio do sistema e a pessoa chamada é especialista nisso.

Presença energetica muito forte, comanda o transito interestelar do processo todo.

Imagens de protótipos.

Reunião, mesa, planeta desenhado (Terra) holograma tridimensional.

“Chegou a hora de tu entender” como é que funciona o sistema, viveu vidas querendo entender”. Começam projeções de mentalsoma.

Sentido-se bem, como se fosse analfabeto, como se fosse uma excursao, “Eusapia Palladino”, consciências projetadas.

ACESSOS, entendimento passa pelos acessos em grupos, foi sozinho com a pessoa, mas ja tinham pessoas lá, como se fossem hemácias (imagem vista), depois vem a reunião feita no espaço, nao no planeta (Terra), é como se fosse um “planeta” invisivel, bolha gravitacional, espaço, mesa holografica, pontos de conexão, tudo organizado, decidem sobre evolução, logistica.

Formas não humanas, verde, magro, esguil, parece um chines, parece um reptiliano, fala uma língua estranha, sente que é isso que tem que acessar, entender. Por isso ta de fora, captação campo, abrangência do sistema, cosmologia.

Entendimento do sistema atraves de acoplamentos no campo, realidade cósmica.

Idas e vindas velocidades altissimas.

Tem um lugar que é mais proximo do planeta, pouso, base redonda com “mureta”, piso como se fosse um campo vibratorio, uma tela, que se atravessa de uma dimensao para a outra, “densificador”, maquina, tecnologia, varias barras em volta que geram o campo. Varios desses espalhados e calibrados para diferentes frequencias.

A reunião controla tudo isso. Calibração cósmica.

“tudo tem uma coesao, fusao com a consciencia, entre todas as coisas nessa sincronia”

“tudo tem o seu momento exato na evoluçao”

Todo mundo querendo acessar. O momento de acessar precisa estar calibrado com o sistema.

Controle de calibraçao cosmica simultanea.

Introduçao de uma nova linguistica, maneira mais calibrada para entender.

MISSAO é essa, trazer esse AEIOU para quem já têm condições de acessar.

Isolamento, solidao, assim é que é, e assim que vai ser por causa da questão do momento das consciências em acessar.

“Como viabilizar o acesso?”

“Como ajudar as pessoas a alcançar o entendimento direto pela outra linguagem?”

Parece durar muito tempo, sensaçao de tempo parado.

Muitas culturas acessaram, mas tem que ser calibrado, para ajudar na unificação.

Coisa planetária, internacional, ir juntando as culturas a partir do acesso, isso que a humanidade precisa aprender.

“COSMOLOGIA”

Soltar a ideia, de forma universal, não mistico, não religioso, ideia mais pura, menos contaminada, filtrar a ideia.

Povos tentaram, mas acabaram antes de conseguir, se perderam na mística, mas teve acessos.

Tudo é interconectado com as consciências, não é intelectual.

Consciencia em processo como se fosse mediunico, puxa informaçao pelo acesso.

Se despede e é sugado pelo “portal” e se ve bebê na vida atual.

Tipo de fala que vai leva a pessoa para alteraçao de consciência, para o acesso, pelos recursos que têm aqui.

Tudo é fundido numa unidade cosmológica.


3. Do ponto de vista do conhecimento acessado

Tudo é fundido numa unidade cosmológica e controlado pelas consciências que operam com uma espécie de engenharia cosmo-consciencial, integrando as maxifenomenologias cosmológicas com as maxifenomenologias da consciência e as relações com a evolução.

As consciências cósmicas se reúnem num Conselho situado no espaço, para dialogarem sobre as relações entre superpopulação na Terra e colonização de Saturno, e desta forma poderão modificar a atividade do Sol. Tudo tem relação com a consciência e a evolução e existe uma fusão entre consciência e qualquer fenômeno cosmológico.

Tudo ocorre em função de processos cosmológicos e tudo o que ocorre no planeta obedece a controles cosmológicos avançados vindo de comandos de altíssimo nível, das consciências que são como se fossem cosmoengenheiras, cujo trabalho é manter ininterruptamente, a calibração.

Assim, um dos entendimentos que me passam é o de “calibração”. A calibração é o contínuo processo de medição de toda a atividade do sistema solar, da galáxia e suas relações com os outros sistemas. E esta medição está completamente integrada com os processos de evolução da consciência, uma coisa não existe sem a outra, uma existe para a outra e vice-versa. Nenhuma grandeza astronômica, cosmológica, é menos importante que a consciência ou as coisas estão separadas. Tudo é fundido numa unidade cosmológica.

Assim, tudo ocorre sempre no tempo certo obedecendo à calibração do sistema. Tudo e tudo estão em completa sincronia com o todo coeso, fundido cosmologicamente.

As consciências controlam a calibração e até certo ponto, toda a realidade cosmológica existe enquanto movimento de realidades mais e mais avançadas, em unidades cosmológicas cada vez mais abrangentes. As próprias consciências altamente evoluídas o qual contatei, ainda assim, são operadores desta calibração, obedecendo os padrões repassados pelas consciências mais e mais adiantadas em responsabilidade e cargo neste sistema infinito.

As transmigrações interplanetárias ocorrem pelo transporte realizado por uma gigantesca nave espacial, nave-mãe, que transporta as consciências para as transmigrações. As transmigrações ocorrem devido à calibração do sistema, calibração esta de natureza cosmológica, ou mais especificamente, astroparapsicológica, com preocupação sistêmica e não com as partes isoladas ou com as pessoas em si, e no que elas têm a fazer no mundo, suas missões. Neste nível cósmico inexiste qualquer coisa relacionada a curso intermissivo. Existem “acessos”.

O entendimento é feito por “acessos ao campo”. E não por aprendizado de matérias ou conteúdos. Inexiste qualquer tipo de ensino tal como o compreendemos aqui. O que existe são acessos experimentais diretos no campo cósmico e, diante disso, a aprendizagem se dá diretamente, parapsiquicamente, sem qualquer intermediário mais didático. A transmissão de informação se dá por para-telepatia, em bloco de idéias, repassadas simultaneamente.

A experiência mostra que não existe curso intermissivo para todos. Assim como tem pessoas que devem passar por cursos didáticos, matérias a aprender, existem outras que atravessam outros tipos de aprendizagem, sem qualquer relação com curso. São entendimentos evolutivos, relacionados com o que disseram ser o momento exato da evolução de cada um. Existe um aprendizado quanto ao significado do tempo. Este momento está alinhado com calibrações cósmicas abrangentes e não exatamente com mérito próprio somente. Existe um momento apropriado para o acesso e ao entendimento e não depende somente de nossa vontade. O tempo, pois, apresenta uma natureza essencialmente cosmológica e psíquica.

O cosmo está cheio de naves perambulando, habitadas, navegando pelo universo.

Os processos avançados de ressomatização da consciência quando a consciência vive seu período extrafísico nas dimensões mais altas, ocorre através de “densificadores”.

Os “densificadores” são imensas máquinas espalhadas pelo sistema solar, cada qual calibrada para determinado tipo de planeta e condições ressomatórias, o qual a consciência migra para dentro da máquina, atravessa a nuvem de densificação, espécie de tela ou portal interdimensional, e sai densificada em hipervelocidade para a ressoma, já dentro do útero. O processo obedece a outra ligística, que chamo aqui de cosmopalingenesia ou a ressoma própria das consciências cuja origem se encontra nos hiperespaços cosmológicos.

As atividades astronômicas existem e estão completamente fundidas com as atividades das consciências. Consciência, tempo e espaço, astros e evolução se comprovam nesta experiência como estando unificados, coesos, fundidos. Fenômenos físicos e atmosféricos, astrofísicos e galácticos, tudo está associado a atividades cosmo-inteligentes.

Neste aspecto, tirando toda a mística de envolve o tema, trago a Astrologia como o campo qualitativo dos processos ressomatórios que ocorrem nos planetas, especialmente uma tentativa de compreender a calibração cósmica no momento na ressoma.

A matemática astrológica parece ter relações com medidas calibrantes, no exato momento em que a consciência precisa ressomar, obedecendo a critérios cósmicos, sistêmicos, do todo coeso cosmológico.


2º Experimento

O experimento a seguir também pode ser dividido em categorias experienciais, tais como a seguir:

1.                       Do ponto de vista do experimentador: o relato pessoal
2.                       Do ponto de vista do facilitador: o relato de campo
3.                       Do ponto de vista do conhecimento acessado

1. Do ponto de vista do experimentador: o relato pessoal (Por Guilherme Kilian)

O experimento inicia-se com indução hipnótica através de relaxamento. Encontrava-me em estado de serenidade e tranqüilidade, sem ansiedades. Experimento realizado em meu consultório onde atuo como parapsicólogo.

O amigo Salvino conduz o relaxamento hipnótico e em seguida da inicio aos procedimentos retrocognitivos, passando por períodos de minha atual vida, até o período uterino.

Ao solicitar voltar um pouco antes do período uterino, acesso um momento de profunda serenidade e alegria, ao me despedir de entes queridos que ficavam na erraticidade/plano espiritual/dimensão extrafisica, para embarcar em nova jornada no planeta Terra.

Solicitado para voltar um pouco mais, me vejo em um ambiente amplo, muito grande, semelhante a um galpão ou hangar aeroportuário. Neste ambiente há várias máquinas, e junto destes equipamentos paratecnológicos há grupos de consciências. Cada grupo envolvido com determinado equipamento. E pelo que consegui apreender do bloco de informações que me veio à tona na mente, estes grupos estão estudando estes equipamentos paratecnológicos para “trazê-los” para a realidade física, alavancando os processos evolucionários dos seres reencarnantes. No grupo em que estou inserido reconheço se tratar do equipamento PROJECIOTRON (Projeciotron é o nome que demos a maquina de indução de Experiências Fora do Corpo/OOBE/Viagem Astral. (Vide projeto de pesquisa em desenvolvimento pelo NIAC, Salvino/Sarti/Kilian.)

Solicitado novamente há retornar um pouco mais, me encontro freqüentando os últimos dias de um extenso e intenso curso. Curso que objetiva criação, manutenção, saneamento, proteção, entre outras coisas, de campos energéticos, egrégoras e psicosferas.

Deste ponto em diante os acessos ao holocampo cosmológico se intensificaram.

De repente me é mostrado em minha tela mental um “vídeo” que é passado de traz pra frente, e junto com este, um bloco de informações/sensações emerge em minha mente. Trata-se de recente visita que fiz a meu planeta natal. Eu já intuía a minha origem extraplanetária, agora tenho convicção plena, pela autocomprovação experimental.

Seguem-se fortes idas e vindas ao holocampo, identificação de deslocamentos conscienciais via mentalsoma, sensação muito nítida de atemporalidade, forte certeza de união com o todo, com o cosmo.

Em dado momento, ocorre uma sensação de “pressão” na parte lateral direita do crânio, mais um bloco de informações emerge, é como se tivessem trocando o meu processador, fazendo um up-date nos processos parassinápticos, fazendo um download de parassinapses do cérebro extrafísico para o cérebro físico, uma espécie de sincronização, talvez.

Seguido de ampliação da indescritível sensação de bem estar, serenidade, tranqüilidade, paz, harmonia. Profundo equilíbrio psíquico e emocional.

Em dado momento meu psiquismo acusa a presença de um amparador que me pede para transmitir algumas palavras, confirmando o rumo certo que a pesquisa está tomando e algumas palavras de incentivo.

Continuo fazendo acessos ao holocampo, entrando e saindo daquele estado de profundo equilíbrio e conexão com o cosmo, nosso vocabulário é muito ineficiente para descrever tais sensações, é algo tão bom que me dá vontade de não voltar para a realidade física, porem é necessário voltar. O retorno foi tranqüilo, excelente condução do amigo Salvino em todo o processo. Percebo o coronochacra expandido, e uma profunda serenidade me toca fundo a alma.


2. Do ponto de vista do facilitador (Por Fernando Salvino)

2.1 Observações gerais

Antes do experimento verificou-se resistência de ambos para o início propriamente dito, onde ficaram se descontraindo com conversas leves e engraçadas, encobrindo evidente ansiedade pré-experimento, o que nos parece normal e previsível; não estávamos preocupados com o tempo e sim com o momento, com a criação de campo apropriado. Em dado momento, preparamos o laboratório para o experimento. O experimentador deitou-se no divã, acomodou-se de forma relaxada e o facilitador começou a conduzir o relaxamento inicial, com hipnose. O experimentador apresentou na primeira fase do relaxamento certa resistência a entregar-se ao campo, o que foi corrigido com estratégias de relaxamento e condução direcionada e intuída para o acesso posterior ao holocampo. É importante esclarecer que este experimento já continha insights do experimento anterior e o mesmo fora dirigido para o holocampo, especialmente, o período intermissivo.

Após ultrapassarmos a barreira energética do experimentador, inconsciente, o mesmo adentra em estado ampliado de consciência. Em dado momento ocorre intuição de exteriorizar energia conjuntamente com a condução verbal, hipnoterápica, do experimento. O experimentador adentra em situações de sua vida presente e algo que me pareceu realmente impressionante ocorre quando o mesmo localiza-se com 2 anos de idade. Uma alteração súbita no campo de energia do laboratório ocorre e começo a visualizar a presença de inteligência extraterrestre no campo. A presença denota potente força presencial e altera a lucidez do ambiente inteiro. Desde momento em diante entro em transe consciente e permaneço irradiando energia e percebendo o campo. Ao expandir minha consciência em estado de transe lúcido, consigo ouvir vozes de personalidades intrusas do experimentador que atuavam como agentes impeditivos do experimento. Meu estado de serenidade contínua e lucidez ininterrupta manteve o campo saudável e estável o tempo inteiro, impedindo a intrusão e mantendo o experimentador isolado energeticamente em seu microcosmo consciencial interno, viabilizando o experimento no isolamento laboratorial adequado.

A intensificação do campo foi aumentando e fiquei impossibilitado de registrar qualquer coisa por escrito, devido à necessidade de manutenção do campo para viabilizar o acesso ao holocampo cosmológico através da retrocognição do período intermissivo. A hipótese era a mesma praticamente para ambos: algo ocorreu neste período para tornar nossas vidas tão diferentes das anteriores.

O experimentador relata realidades extraterrestres e adentra em sua origem extraplanetária, doutra orbe cosmológica, estando aqui para dar continuidade a sua tarefa de vida. As sensações de descolamento existencial, interesse pelos campos da alta cosmologia da consciência, projeciologia, alta tecnologia, são corroborados pelo experimento. Aqui saliento o traço mais evidente da personalidade de meu amigo, sua fecundidade mentalsomática, capacidade de compreensão de conceitos, profundidade do pensamento e cosmovisão inata. Estes traços confirmaram a existência pré-genética cosmológica e cosmopolita. O estado de consciência do experimentador foi de serenidade e lucidez ininterrupta em todo acesso ao holocampo.

A relação entre retrocognição intermissiva, acesso ao holocampo cosmológico e projeção de mentalsoma ou psi-P, parecem mais uma vez evidenciadas no experimento. Ambos, experimentador e facilitador, terminam o experimento em estado expandido de consciência, com descoincidência do mentalsoma, expansão do coronochacra variando de 0,5m a mais de 1m acima da cabeça, verdadeiro cone energético aberto.

O experimento evidencia, embora estes dados não sejam mensuráveis qualitativamente, que os acessos ao holocampo provocam modificações no cérebro e no sistema nervoso integral do experimentador e mesmo do facilitador a partir da modificação e rememoração ocorrida num metanível consciencial, cosmológico e a repercussão direta, sadia, nos sistemas fisiológicos. Ambos terminam o experimento em estado de bem-estar e serenidade, euforia tranqüila e confiança absoluta no cosmos. Este estado permanece operando durante alguns dias e aos poucos vai se dissolvendo conforme voltamos a nos enraizar nas tarefas do dia a dia de cada um, a profissão, a família, os afazeres, etc. Esta dissolução parece ser da mesma natureza que o esquecimento de nossa origem, em virtude de estarmos em campos de dimensões muito distantes.

2.2 Relato escrito

Devido à tentativa de gravação do experimento, não houve a possibilidade de realização do relato escrito. O exame da gravação e a qualidade ruim como possíveis distorções de voz, impediram um entendimento acurado da gravação. Apesar deste fato, no decorrer da gravação, foi possível a audição de suposta voz dizendo “estamos chegando”. Por considerarmos possível evidência de transcomunicação instrumental (TCI) submetemos pedido ao Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental para análise técnica da gravação, de forma a evitarmos crenças e suposições místicas.

3. Do ponto de vista do conhecimento acessado

1.      PROJECIOTRON, pesquisa que desenvolvemos para criar uma máquina de indução de experiências fora do corpo é viavel, muito acrescentaria se possivel for identificadas as pessoas que participavam do ocorrido no relato.

2.      Confirmação da origem extraterrestre.

3.      Deslocamentos via mentalsoma, parece-nos que os acessos ao holocampo sao feitos pela consciência através do mentalsoma.

4.      Dimensões atemporais, o holocampo parece ser isento de tempo-espaço.


VI – Da Síntese Geral dos Experimentos

A dificuldade em se realizar uma síntese geral sem descartar componentes essenciais e ao mesmo tempo privilegiando outros que aos olhos de outro pesquisador poderiam ter maior relevância empírica fica evidente aqui em primeiro plano. A síntese neste caso revela a concepção e o olhar de ambos pesquisadores, em primeiro lugar, como síntese específica e, em segundo, como síntese geral, onde se pode tentar a generalização dos dados para um público mais universalizante. Para facilitar a síntese, estabelecemos categorias experienciais e a partir destas categorias que emergem do experimento, iremos percorrer análises e ao final chegaremos na esperada síntese geral.

Categoria 1: Holocampo Cosmológico, Espaço-tempo e Atemporalidade.

Ambos experimentos evidenciaram a existência do que chamamos de “holocampo cosmológico”, enquanto realidade do hiper-espaço-tempo, domínio informacional cósmico associado às hiperdimensões do universo, localizadas no espaço-tempo-simultâneo, distantes da Terra, a princípio, no espaço cósmico estelar multidimensional, como neste experimento, no sistema solar – Via Láctea.

O holocampo cosmológico é habitado pelas consciências de natureza extraterrestre da alta evolução da consciência, orientadores evolutivos de alto nível de lucidez, discernimento e amparabilidade, fraternismo, cosmocracia e cosmificação íntima. Diante deste experimento, ficou evidenciado que inexiste por completo qualquer traço ou evidência de misticismo, ocultismo, religião (tal como a conhecemos na Terra) e saberes simbólico-esotéricos. O conhecimento no holocampo obedece à outra episteme, ou a cosmoespistemolgia, operando em transmissões para-telepáticas de conjuntos de idéias e experiências, no entendimento direto sem qualquer intermediário lingüístico tal como conhecemos na Terra. E devido a lucidez contínua ocorrente na hiperdimensão, parece que o saber mais adequado é a ciência, embora não exista ciência tal como fazemos na Terra, nesses cosmo-espaços. Mas não uma ciência sem consciência, uma cosmologia que unifica astrofísica com consciência de forma integrada, fundida, una.

O holocampo cosmológico é o campo unificado, não sendo exatamente uma outra dimensão, mas antes disso, a dimensão em si, integral, unificada: “tudo é fundido numa unidade cosmológica”. Parece que neste espectro de realidade, passado, presente e futuro são elementos de ajuste dos cosmoprocessos da calibração cósmica comandadas pelas equipes de cosmoengenharia, onde planetas, luas, estrelas, astros, sóis, galáxias, dimensões, seres vivos, evolução e palingenesia operam em uma cosmossincronização. Assim, os experimentos evidenciaram a fusão multimensional cosmológica, integrando consciência, energia, astrofísica e evolução da consciência num único cosmomovimento, indivisível.


Categoria 2: Natureza da Intermissão.

Os experimentos evidenciaram, além das intermissões conhecidas pelas ciências avançadas da consciência, dois tipos diferentes de entre-vidas ou intermissões:

1.      Cosmológica Pura: esta intermissão é puramente cosmológica, longe de qualquer vínculo direto com a Terra e associa-se a aprendizagens experimentais diretas de acesso ao holocampo cosmológico e a visitas de campo e projeções pelo mentalsoma em hiperdimensão, além de outros possíveis recursos. Neste espectro não existe a noção de “curso intermissivo” e sim algo como “aprendizagem de acesso”.

2.      Cosmológica Mista: esta intermissão reúne uma dupla característica, onde ocorre participação de cursos tal como o compreendemos, e acessos ao holocampo cosmológico através de metodologia cosmoeducacional, realizada pelos orientadores da evolução, em princípio, do sistema solar, incluindo retrocognições dirigidas por amparador de forma a facilitar o acesso à origem cósmica remota extraterrestre, em planeta fora de nosso sistema solar, viabilizando a evidência de transmigração planetária benigna de outra galáxia para esta.

Em ambas intermissões, ocorre o estabelecimento de tarefas de abrangência cosmológica dentro da ótica de um cosmos unificado. Estas caracterizam-se como intermissões de outra natureza, e pelas revisões de literatura até então realizadas, pouco estudadas cientificamente, restando as intermissões ainda restritas às tarefas de natureza terrena, paratroposférica, ligadas aos assuntos da Terra. Assim, as consciências cuja procedência cosmológica imediata se ancora nestas hiperdimensões, apresentarão na Terra destinos completamente alternativos, em tese, ligados aos campos da cosmologia, astrofísica, astronáutica, projeciologia, parapsicologia, conscienciologia, física, astrologia, etc e aos assuntos transcendentes, atemporais, cósmicos, evolutivos, dentro de concepções científicas e experimentais.

Categoria 3: Intermissão Cosmológica e Palingenesia.

A palingenesia neste espectro de realidade cósmica ocorre diferentemente dos demais espectros. Enquanto que a grande parcela da humanidade ressoma ou reencarna de forma simples, saindo da dimensão paratroposférica imediata, colônias de recuperação ou sítios extrafísicos de preparação para a próxima existência, ou, em outras situações, uma preparação planejada em dimensão um pouco mais evoluída, onde existem cursos intermissivos e outras experiências, levam a consciência à ressoma mais alinhada e, em ambos casos, até à família escolhida, direta ou indiretamente, e à vida humana propriamente dita. O processo de ressexualização é mais lento, o espaço-tempo é mais cronológico, a proximidade com vida humana é mais direta. Assim, os condicionamentos e os limites perceptivos e cognitivos diante das realidades cosmológicas avançadas já são inatas às consciências deste espectro, naturalmente.

Por outro lado, no caso das consciências de procedência das hiperdimensões cosmológicas, transcendendo a Terra e se localizando no espaço cósmico multimensional, evidenciam ocorrer outro processo. As consciências que estão para ressomar na Terra atravessam o que os orientadores cosmoevolutivos chamam de “densificadores”, que são gigantescas máquinas de densificação e alinhamento interdimensional, localizadas em dimensão paralela, em vários pontos da Terra e do Sistema Solar e outros planetas, como Saturno, dependendo onde a consciência irá renascer. No caso da Terra, ao atravessar o densificador a consciência alinha-se já dentro do útero da mãe e ali inicia a ressexualização até a formação do novo sexossoma e o início da vida humana propriamente dita. O tempo cronológico é, para fins de comparação com o tempo da Terra, próximo ao instantâneo.

Os experimentos evidenciaram que as intermissões cosmológicas perfazem transmigrações para outros planetas para finalidades específicas, como no caso do segundo experimento. Da mesma forma, a natureza destes intervalos obedece a outra lógica de espaço-tempo. Este fato é evidenciado em estudo comparativo do tempo cronológico da Terra, o tempo de intervalo intermissivo e o número de experiências e fatos ocorrentes neste intervalo.

No primeiro experimento, o experimentador em suas autopesquisas retrocognitivas afirma ter dessomado em 1975, em plena Guerra do Vietnã, tendo sido morto por vietnamitas, naquela ocasião, médico militar, quando fora enviado a campo pelo exército norte-americano para socorrer soldados feridos. O experimentador narra que dessoma em guerra, neste ano e no mesmo ano, e no exato mês que terminara a guerra, outubro, o experimentador renasce. Em estudo comparativo cronológico, temos que não se passou um ano ou nem isso, entre a vida imediata passada e a data de nascimento atual. Por outro lado, a atemporalidade da hiperdimensão cosmológica viabiliza um sem número de experiências, e um realinhamento cósmico completamente transcendente de toda noção de tempo e espaço da Terra, viabilizando renascimentos instantâneos ou hiper-rápidos, se comparar os tempos. O experimento com isso evidencia que existe uma gama de renascimentos que não obedecem às leis de permanência intermissiva, como nas conhecidas colônias espirituais ou extrafísicas, relacionadas ao tempo cronológico de décadas ou séculos ou de uma vida temporal proporcional a uma vida humana, ou seja, de 70 a 80 anos de permanência intermissiva.

O experimento evidencia que quando a procedência é da hiperdimensão cosmológica e o espaço-tempo sendo outro, unificado e atemporal, o tempo que vale é o da calibração cósmica, tempo cosmosubjetivo de natureza psíquica e determinante do momento em que a consciência passará pelo densificador e ressomará quase que instantaneamente.

Esta categoria merece incluir o que chamamos de astroparapsicologia, mas deixaremos em categoria específica.

Categoria 4: Conselhos Cosmológicos.

Os experimentos, especialmente o primeiro, evidenciou a existência de espécie de assembléia, reunião, em algum tipo de conselho cósmico. Nomeamos a esta realidade de “Conselhos Cosmológicos”. Temos que algumas de suas funções são:

  1. Responsabilizar-se pela calibração do sistema solar e pelos processos de cosmoengenharia.
  2. Responsabilizar-se pela logística integrada da palingenesia ocorrente no sistema solar e suas relações com as nações interestelares e intergalácticas nos processos de fluxos de viagens interdimensionais, de ressoma e dessoma e períodos entre-vidas, em uníssono, obedecendo às medições da calibração integrada do sistema solar, especialmente ao monitoramento contínuo das atividades do Sol, em relação aos maxissistemas mais amplos, como galáxias, etc.
  3. Controlar de forma uníssoma as atividades do Sol em relação à vida do sistema solar e aos processos da calibração e suas relações com a palingenesia.

Algumas das características do Conselho e seus membros e para futuras pesquisas e confirmações destas informações por mais projeciólogos e parapsicólogos experimentais:

  1. O Conselho é formado por consciências extrafísicas de aparência extraterrestre, fugindo completamente do fenótipo humanóide tal como somos aqui, da Terra.

  1. O nível de evolução de seus membros está além daquilo que podemos compreender, em cosmo-discernimento, cosmo-ética, amorosidade pura ou amor cósmico, hiperlucidez, serenidade contínua, e assim por diante.

  1. O conselho se reúne periodicamente e extraordinariamente, em casos importantes, como: a preocupação serena com as atividades intensas do Sol e suas relações com a Terra, superpopulação e formas de manter a calibração do sistema Solar em harmonia através da colonização de Saturno por consciências extraterrestres vindas de fora do sistema Solar e transportadas pela nave-mãe e comandadas por uma consciência extrafísica da alta evolução, superior até mesmo os membros do conselho. A nossa situação evolutiva, enquanto consciências, aqui, Fernando Salvino e Guilherme Kilian, se compararmos aos envolvidos nos processos de calibração, é como se fôssemos auxiliares de servente de pedreiro na construção de uma cidade inteira e, os membros são os engenheiros que são comandados pelo engenheiro-chefe, que só é chamado em casos específicos e reside fora da cidade.

  1. O comandante da nave-mãe tem aparência mais para humanóide, por outro lado, apresenta-se com roupagem astronáutica, com capacete e botas brancas. A dimensão onde vive tal realidade, pela informação, é paralela, como se fosse num trânsito em buraco de minhoca continuamente, tal como um metrô fica transitando em sua rota sem alterar de zoneamento. A característica da psicosfera do comandante é impressionante, apresentando uma aura de lucidez cósmica, consciência de vida galáctica vivendo tão só nos espaços siderais transportantando para cá e para lá consciências dentro da palingenesia interestelar e intergaláctica. Neste espectro de realidade, evidencia-se experimentalmente o contato direto com as psicosferas cósmicas de tais consciências.

Categoria 5: Calibração Cósmica.

Diante de tudo que expomos nesta investigação, evidencia-se que a calibração cósmica é o procedimento de cosmoengenharia, realizada pelas consciências da equipe dos Conselhos Cosmológicos responsáveis pela sincronização cosmológica-astrofísica-palingenética de forma geral, ampla, ad infinitum. Esta sincronização, embora seja difícil colocar em palavras, é multidimensional, e unifica continuamente as realidades da consciência, energia, astros, espaço-tempo e evolução. Por outro lado, a experiência não evidenciou a presença de maquinário avançado para tal monitoramento, parecendo que o monitoramento é realizado por potentes processos parapsíquicos de cosmo-escala, em conhecimento direto pelo holocampo, leitura magnética direta e uso de parapsiquismo num nível inimaginável para nós, algo como um cosmo-scanneamento contínuo.


Categoria 6: Extraterrestrialidade.

Os períodos intermissivos, como dito acima, fomenta a aparente extraterrestrialidade, realidade esta já operante de forma pacífica na hiperdimensão cosmológica e, ainda precária, na Terra, onde ainda se duvida da evidência da teoria dos universos habitados. Em ambos experimentos evidencia-se a aparente procedência extraterrestre prévia à vida humana atual de ambos pesquisadores, o que por extensão, centenas de milhares de cientistas que associam-se às ciências avançadas podem também ser caso de origem extraterrestre imediata. Por outro lado, a consciência evidencia-se como realidade que transcende espaço-tempo, assim, noções como extraterrestre ou terrestre, fora ou dentro, acima ou abaixo, são somente abreviações de uma realidade que não podemos ainda compreender. O mais calibrado é afirmarmos que não somos nem extraterrestres nem terrestres, somos sim, consciências cósmicas vivendo num cosmo unificado cujas noções de espaço-tempo e cronologia variam de acordo com o espectro temporariamente habitado.

Categoria 7: Parapsiquismo.

O parapsiquismo apresenta-se como mais um fenômeno do holocampo cosmológico associado às diretrizes do NIAC e de posturas científicas retilíneas dentro da função maior do grupo e sua tarefa existencial, restrita às investigações avançadas da consciência. A consciência amparadora informante mediunicamente, no segundo experimento, através do médium Kilian, salienta a necessidade de mantermo-nos no caminho independentemente da opinião pública a respeito das investigações. O campo no momento da comunicação estava hígido e amparado, energeticamente sereno e pacifico. Transcomunicação.


Categoria 8: Amparabilidade Cósmica.

A amparabilidade se fez presente, em alguns momentos de forma direta outros na forma de presença energética salubre no ambiente, sereno e pacífico. Em um único momento, houve a percepção direta de presença de consciência extraterrestre extrafisica, no campo, alterando-o para freqüência alta, de natureza cósmica, cuja sensação foi de pertinência universal e cosmoirmandade.


Categoria 9: Astroparapsicologia.

Esta realidade é de dificílima explicação. Colocamos o nome de “astroparapsicologia” para diferenciar da “astrologia”, ramo ainda místico do que queremos esclarecer aqui. A astroparapsicologia é a realidade cosmológica unificada, associada à palingenesia e a evolução das consciências de forma geral, intimamente ligadas à calibração cósmica de determinado sistema e ao tempo cosmológico e aos ciclos palingenéticos, o “ir e vir” das dimensões e as transmigrações de outros planetas, galáxias e outras orbes do cosmos. É a relação entre a astrofísica com a parapsicologia de forma direta, dentro da ótica da evolução da consciência, a relação do espaço-tempo, as múltiplas dimensões do universo e o momento do renascimento, a data, o país, a sincronia de campo de energia, o impacto magnético do ciclo ressoma-dessoma, e os procedimentos cosmológicos da calibração, realizadas pelos Conselhos Cosmológicos ou de Cosmoengenharia.

Assim, os experimentos evidenciaram a unidade entre o psíquico, a cronologia e os momentos dos astros, os astros e seus campos magnéticos, as datas de nascimento, a galáxia e assim por diante, numa sincronia indivisível. Dentro de uma cosmologia psíquica ou consciencial, e das noções de calibração cósmica, temos que o tempo pode ser definido enquanto o momento de ocorrência de cada fenômeno de acordo com a calibração cósmica.

Assim o diagnóstico deste momento evolutivo, a decisão e o momento de reencarnar, como isso ocorre em nível planetário (7bilhões de consciências ressomadas + as que vivem na orbe paratroposférica da Terra), dos demais planetas, como a recente ocupação de Saturno por consciências extraterrestres (de acordo com o experimento), as relações destas ocupações, transmigrações, fluxos interdimensionais e tudo isto associado ao tempo e suas conexões com os renascimentos, momentos de entrada no útero, o tempo da gestação, o tempo de vida de cada pessoa, o momento da dessoma... isto tudo em conjunto, sistemicamente, associado aos astros, a atividade do Sol, e a tudo tomado em conjunto, sincronicamente e simultaneamente, multidimensionalmente orquestrado e alinhado. Todo este processo obedece a uma hipermatemática cosmológica e consciencial que podemos chamar aqui de astroparapsicologia. É também baseado na astroparapsicologia que a equipe de cosmoengenharia opera a calibração cósmica do sistema solar.

O processo é tão avançado que faltam palavras para conseguirmos traduzir e trazer aqui todas as informações.

Categoria 10: Vida e Evolução.

Com isso temos que a vida e a evolução é uma realidade totalmente amparada cosmicamente por consciências de alta confiança, benevolência e discernimento, onde podemos confiar completamente de forma a nos entregar mais no fluxo da vida e da existência sem tanto medo e com mais confiança. O experimento mostrou que embora estas consciências orientadoras da evolução estejam focadas em suas atenções nos fenômenos cosmológicos e evolutivos amplos que abrangem múltiplas dimensões, consciências e conexões entre sistemas e sistemas, e não nos interesses egóicos dos pedidos de socorro das consciências na Terra, carentes de atenção narcísica em geral ou carentes de atenção focalizada em determinados problemas justos de ordem íntima, seus atos demonstram profunda benevolência e amor num sentido cósmico, fraterno num espectro universal.

Síntese geral

O Cosmos é e está completamente sobre o controle hiperlúcido das consciências orientadoras da evolução através de uma espécie de cosmoengenharia consciencial-astrofísica, astroparapsicológica, omnigaláctica e integrativa, parapsíquica e holodimensional, avançadíssima, benigna, onde planetas, galáxias, astros, fenômenos, consciência, evolução, palingenesia, tudo está fundido numa unicidade cosmológica inteligente.

VIII – Das Sincronicidades pós-Experimentos

Após o primeiro experimento, duas notícias seguiram completamente associadas ao acesso:

1.      Notícia veiculada na Folha de São Paulo, informando as recentes atividades intensas do Sol e repercussões associadas à Terra.

2.      Notícia veiculada na Folha de São Paulo, informando a recente descoberta da sonda da NASA sobre possibilidade de habitabilidade em lua de Saturno

Após o segundo experimento, houve evidência de comunicação mediúnica onde a inteligência theta comunicou a informação de que mais notícias seriam publicadas relacionadas com a pesquisa. Em seguida ao experimento fora publicada uma notícia contundente:

1.      Noticia veiculada na Folha de São Paulo, informando a recente descoberta da NASA de que na Via Láctea tem bilhões de planetas potencialmente habitáveis.


IX – Das Hipóteses para Investigação Futura

1. Até que ponto o acesso retrocognitivo em espectro holomnemônico cosmificante em condição atemporal da consciência extrafísica evidencia projeção de mentalsoma ou semi-projeção em momento presente, confundindo passado com o presente, devido ao tempo simultâneo das hiperdimensões?

2. Ou a atemporalidade atravessa fatos futuros, por exemplo, 36 anos depois, do fato rememorado? Como a informação da atividade solar estava sendo veiculada no conselho 36 anos antes da notícia veiculada no jornal, após o experimento? Tratou-se de retrocognição ou de experimento presente? E a sensação interna de passado, como fica?

3. O que houve foi retrocognição ou simulcognição, ou reunindo aspectos de dois fenômenos integrados, produzindo outro fenômeno psi, ou a retrosimulcognição?

4. Até onde a astrologia tal como organizada pelos saberes no planeta podem ser aproveitadas como sistemas confiáveis para o mapeamento da calibração aplicada na personalidade cosmológica?

5. Teria a memória dois espectros atuando em sincronização permanente, o espectro holomnemônico e o atemporal (memórias do hiperespaço cosmológico) e ambos em sincronização cerebral?


X – Das Considerações Finais


Desta forma a experiência de retrocognição caracterizou-se mais ampla que a proposta inicial, estando mais no espectro de acesso ao holocampo cosmológico do que simplesmente indução laboratorial de retrocognição visando determinado fim. Assim o fenômeno psi se mostra novamente, na diretriz de Hernani Andrade, como fenômeno com extrema dificuldade de controle quanto ao espectro de abrangência de sua manifestação. Assim, isolar o fenômeno psi é praticamente inviável.

O rumo da pesquisa se altera após os dois experimentos para simplesmente “acesso ao holocampo cosmológico” através de vários métodos, incluindo a projetabilidade pelo mentalsoma, visando a Cosmoalfabetização.

Os experimentos alcançaram o objetivo inicial de responder a pergunta central de pesquisa:

O que houve no último período entrevidas para que a atual vida pudesse ser tão diferente das anteriores?

A pergunta fora integralmente respondida ao longo do experimento e deste trabalho.

XI – Das Referências

Em construção.