<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816</id><updated>2012-02-07T14:35:27.944-02:00</updated><category term='Reprogramação Mental'/><category term='Ficção Científica'/><category term='Hipnose e Psicotranse'/><category term='Parapsicologia e Psicoterapia'/><category term='Saúde integral ou holística'/><category term='Voluntariado e Evolução Cármica'/><category term='Família e Evolução Espiritual'/><category term='Futuro da Ciência'/><category term='Parapsicologia e Ufologia'/><category term='Psicoterapia Holística'/><category term='Experiência fora do Corpo (Projeciologia)'/><category term='Planejamento Evolutivo Pessoal'/><category term='O que é Parapsicologia?'/><category term='Paranormalidade na Infância'/><category term='Orientações evolutivas'/><category term='Vida após a Morte'/><category term='Parapsicologia Clínica'/><category term='Psicobiofísica'/><category term='Reconciliação e Autocura'/><category term='Parapsicologia e Pensamento Oriental'/><category term='Parapsicologia Clínica e Psicanálise'/><category term='Terapia de Vidas Passadas'/><category term='Orgasmo e Estado Alterado de Consciência'/><category term='Espiritualidade e Evolução'/><category term='Mensagens Espirituais'/><category term='Atitudes Positivas'/><category term='Parapsicologia e Sociologia'/><category term='Transciência'/><category term='Cosmologia-Cosmocracia-Cosmovisão'/><category term='Reencarnação e Missão de Vida'/><category term='Parapsicologia e Psiquiatria'/><category term='Parapsicologia em Debate'/><category term='Projeciologia (Experiência fora do Corpo)'/><category term='Sexometria e Sexualidade Madura'/><category term='Autopesquisa e Autoconhecimento'/><category term='Sexualidade e Evolução'/><title type='text'>Ciência, Saúde e Evolução da Consciência</title><subtitle type='html'>Revista Digital de Experimentos Avançados da Consciência :: Publicação do NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>157</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-5866130175081698969</id><published>2012-01-26T17:56:00.003-02:00</published><updated>2012-01-26T17:56:40.897-02:00</updated><title type='text'>Parapsicologia: A Primeira Lei - Enunciado, Discussão e Conseqüências</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NGZDLbQZtgI/TyGu9ixRIVI/AAAAAAAAA0w/g7eeVKKcyqg/s1600/telepatia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" src="http://1.bp.blogspot.com/-NGZDLbQZtgI/TyGu9ixRIVI/AAAAAAAAA0w/g7eeVKKcyqg/s200/telepatia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Geraldo Sart&lt;/i&gt;&lt;i&gt;i (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Parapsicólogo, Psicanalista, Engenheiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;FEBRAP - Federação Brasileira de Parapsicologia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;IPPP - Instituto Pernambucano de Pesquisas Psicobiofísicas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Co-editor desta revista e editor do site:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;www.parapsicologia-rj-com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Artigo originalmente publicado no site (&lt;a href="http://www.parapsicologia-rj.com.br/sarti/primeira_lei/primeira_lei.htm"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;ABSTRACT&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We are introducing the first law of parapsychology, discussing it under multiple universe point of view and trying to make it true by a theoretical formulation. As as immediate consequence of the first law we present selection and repression of information factors and their local and false correlated psychosis and then we define the paranormality as an occasional opening in the repression factor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;RESUMO&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introduzimos a primeira lei da parapsicologia, discutindo-a do ponto de vista dos universos múltiplos e tentando validá-la com uma formulação teórica. Como conseqüência imediata da primeira lei apresentamos fatores de seleção e repressão de informações e suas manifestações correlatas, psicoses locais e falsas, para então definirmos a paranormalidade como uma liberação eventual no fator de repressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;INTRODUÇÃO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode afirmar ainda que a Parapsicologia já se constitua num corpo científico. Dependendo basicamente da observação da fenomenologia, das técnicas experimentais e da aplicação de testes estatísticos, ela ressente-se de uma teorização capaz de validá-la como ciência autônoma (o que a torna de natureza multidisciplinar) e de uma epistemologia que lhe seja apropriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa tentativa neste artigo é a de esboçar um principio teórico que ao mesmo tempo em que se subjuga ao fenômeno parapsicológico e suas características, esteja igualmente apto a adaptar-se a uma reinterpretação de leis consideradas clássicas para criar a possibilidade de um melhor entendimento na apreciação de algumas importantes peculiaridades peculiaridades do fenômeno humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A&amp;nbsp; PRIMEIRA LEI&amp;nbsp; DA PARAPSICOLOGIA&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos de campo na Parapsicologia têm-se revelado convergentes sobre um aspecto fundamental o qual, pela significância estatística dos resultados obtidos, pode ser, com bastante força indutiva, generalizado em lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos a enunciá-la como a Primeira Lei da Parapsicologia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O aparelho psicológico não está restrito aos limites físicos do sistema nervoso, preenchendo todas as regiões do espaço-tempo, independentemente das grandezas das medidas de distância e de tempo "&lt;br /&gt;Sendo o aparelho psicológico o que se chama de um "domínio informacional" (13, 17),como corolário primeiro tem-se:&lt;br /&gt;"O aparelho psicológico contém potencialmente todas as informações obteníveis do espaço-tempo, independentemente das grandezas das medidas de distância e de tempo"&lt;br /&gt;Estando o espaço-tempo parcialmente ocupado por matéria e campos físicos, apresentamos como segundo corolário:&lt;br /&gt;"O processo parapsicológico de aquisição de conhecimentos pelo aparelho psicológico não é afetado pela presença de matéria ou campos físicos que se situem entre&amp;nbsp; a fonte de informações e o sistema nervoso"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;DISCUSSÃO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém salientar que a primeira lei da parapsicologia não conflita obrigatoriamente com o princípio do livre arbítrio. A teoria do estado relativo de Everett (3) nos fornece argumento para tal assertiva. Naquela teoria a memória do observador é influenciada na medição porque o observador faz parte de um sistema compósito observador-objeto.&amp;nbsp; Isso conduz inicialmente a completude desejada por Einstein-Podolsky-Rosen (2) e resolve o seu paradoxo respectivo.&amp;nbsp; A lógica simbólica de Everett ao introduzir fisicamente a variável "memória do observador", faz com que não haja colapso do vetor de estado no sistema do observador.&amp;nbsp; Todos os estados passados contidos na memória do observador fruto da sua interação com o objeto, contribuem na solução da equação de operadores para uma certa quantidade medida, independentemente das medidas posteriores da mesma quantidade.&amp;nbsp; Assim, há uma superposição de estados globais,cada qual remetendo a um estado de memória.&amp;nbsp; O resultado é o aparecimento de universos múltiplos ramificados, cada novo universo sendo produto de uma nova medição e modificando os anteriores sem apagá-los.&amp;nbsp; Como tais universos ramificados solucionam simultaneamente a equação de Schroedinger dependente do tempo,determinística mas também partem da escolha livre do que medir e quando medir, fica eliminado um possível confronto entre determinismo e livre arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;EVIDÊNCIA TEÓRICA&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram, a partir da primeira lei da parapsicologia, idealizadas por nós partículas do tipo táquions (4,6), mas diferindo deles radical e estruturalmente. As propriedades principais de tais partículas, por nós chamadas psicons, aparecem a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Possuem pseudomassa em repouso real e massa em movimento imaginária. Viajam a velocidades super- lumínicas sem passar pela singularidade do fator de correção relativístico. Traçam intervalos métricos Spacelike e estão associadas a ondas planas completamente livres de forças reais. Sendo Spacelike, podem contrariar os princípios da causa e efeito, genidentidade física e entropia crescente. Sob esse último aspecto, podem ser consideradas portadoras de informação psicológica (18). Adequam-se ao primeiro corolário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Por estarem associadas a ondas planas, ocupam, pelo princípio da incerteza de Heisenberg, todo o espaço-tempo, concordando com a primeira lei da parapsicologia (18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Não interagem com a matéria real e por isso adequam-se ao corolário segundo (15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propriedades secundárias seriam possuir capacidades de&amp;nbsp; cosmogonia por reprocessamento com a matéria (16), possibilidade de aplicar-se ã psicocinese por encurvamento forte do espaço-tempo local e produção de antimatéria (19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais partículas reforçam a primeira lei da parapsicologia mas pela sua própria inerência não se enquadram nos critérios da epistemologia de Popper (10). Podemos sustentar sua existência reinterpretando leis e conceitos clássicos como por exemplo, conceder um significado quase físico ao domínio do&amp;nbsp; imaginário matemático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;EXEMPLO DA APLICAÇÃO DA PRIMEIRA LEI DA PARAPSICOLOGIA&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presente finalidade é dar uma interpretação ao fenômeno da paranormalidade.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para isso traçaremos urna diferenciação entre psicoses&amp;nbsp; locais e falsas psicoses, respectivamente associadas ao que chamamos de fatores phi e ro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - FATOR PHI&amp;nbsp; E PSICOSES LOCAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator phi possui as seguintes características&amp;nbsp; (14):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - Percebe e seleciona semanticamente informações sintáticas que possam ciar-se semanticamente aos conteúdos da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B - Age nas vias aferentes do sistema nervoso estando portanto associado à estimulação ambiental local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C - É desempenhado pelo sistema de ativação reticular ascendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atuação do fator phi impede que todos os pulsos de ação aferentes atinjam simultaneamente o córtex,&amp;nbsp; gerando desorganização da consciência e estado convulsivo por recrutamento generalizado de todo córtex.&amp;nbsp; Assim, sua principal função é exercer a prova associa-se/não associa-se aos conteúdos da consciência, de forma que a atenção possa ser exercida pelo indivíduo.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As psicoses locais são por nós definidas como oriundas de falhas&amp;nbsp; no fator phi. Cameron e Payne (9) aceitam que colapsos num hipotético mecanismo de seleção sobre os impulsos sensoriais sejam em 50% das vezes a causa de casos esquizofrenia. O pensamento superinclusivo derivado do colapso na&amp;nbsp;&amp;nbsp; seleção das informações sintáticas não permitiria a sobrevivência. Lovaas e Hutt e Hutt [(7) igualmente admitem que a síndrome autística seja resultado de defeitos&amp;nbsp;&amp;nbsp; no mecanismo de funcionamento do sistema de ativação reticular ascendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, a insônia e distúrbios do sono, primeiros indícios da&amp;nbsp; depressão, podem ser ocasionados por depleção de serotonina nos núcleos do rafe (a ingestão de IMAO, e de facilitadores do metabolismo do Triptófano, restaura os níveis normais do neurotransmissor restabelecendo o sono fisiológico normal). Esse fato evidencia, de&amp;nbsp;&amp;nbsp; forma indireta, a participação da porção do tronco do sistema de ativação&amp;nbsp;&amp;nbsp; reticular ascendente na doença depressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, as psicoses locais englobam algumas formas clássicas&amp;nbsp; de psicose classificadas no CID, exigindo tratamentos convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - FATOR RO E FALSAS PSICOSES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferencialmente do fator de filtragem phi, hipotetizemos um fator de repressão chamado ro. Enquanto aquele atua sobre estímulos físicos que atingem os receptores terminais, o fator ro é a conseqüência imediata que deve reprimir ou manter não conscientes as informações universais que estão implícitas na conceituação da primeira lei da parapsicologia. Essas informações não sendo originadas de interações de campos físicos com o sistema nervoso são semanticamente graváveis no córtex cerebral, de forma direta, sem passarem pelas vias sensórias. Um mecanismo oposto ao da percepção sensorial. Assim, por exemplo, no caso da clarividência, o sujeito vê um evento que está ocorrendo a&amp;nbsp; quilômetros dele. Nesse caso houve uma falha no fator de repressão e uma informação universal específica foi impressa no córtex occipital. Isso pode explicar os mecanismos de sonho premonitório e de desdobramento durante o sono ou relax. Comutada a percepção sensorial, o sistema nervoso tenderá a absorver informações universais que em vigília beta não seriam conscientizadas. Tudo indica assim que um fator de repressão seja exercido pela própria atividade sensorial (nesse caso, confrontar com as experiências de privação sensorial ou Ganzfeld).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um segundo fator ro seria exercido pelo hemisfério dominante dominante (esquerdo). Salles (11) no estudo de superdotados intelectuais por hipoxemia cerebral com conseqüente colateralidade hemisférica e disfunção cerebral mínima, observou neles a manifestação de telepatia e precognição. Parece, nos casos por ele observados, que houve uma diminuição de repressão devido à compensação, pelo&amp;nbsp; uso do hemisfério direito, da degeneração das células do hemisfério esquerdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre outros, Luria (8) nos comunica que lesões nos lobos&amp;nbsp; frontais&amp;nbsp; áreas 4, 6, 8, 11, 12, 46, 45 e 10 de Brodman, podem provocar distúrbios no pensamento verbal e déficit intelectual, mas que o mesmo não ocorre com lesões nas respectivas arcos do H.D. o qual, supõe-se, distingue-se&amp;nbsp; por&amp;nbsp; atividade mais gestálica e intuitiva e lógica, portanto capaz de percepções&amp;nbsp; imediatas, o que concorda implicitamente com as observações de Salles (11). Entretanto, considerando-se um outro tipo de fator de repressão ro como originário de mecanismos de defesa cuja tendência é evitar a imagem do objeto hostil e que tal&amp;nbsp; processo não é interneuronal como fazia supor a antiga teoria metapsicológica (1,5), é provável que informações "hostis" que ameacem a atenção aos fatos relevantes à sobrevivência sejam reprimidas a nível exclusivamente psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num plano bastante lógico pode-se concluir que o fator de repressão ro tenha as seguintes características:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A- É de natureza neurológica ou psicológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B- Impede a representação consciente das informações universais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C- É exercido pela própria atividade sensorial, pelo hemisfério dominante&amp;nbsp;&amp;nbsp; ou por fato representativo da psicologia do indivíduo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto podemos definir as falsas psicoses como uma liberação&amp;nbsp;&amp;nbsp; nos fatores de repressão ro. Elas caracterizam-se por estados paranormais de maior ou menor intensidade e que podem persistir por períodos mais ou menos longos, dependendo do&amp;nbsp; grau da liberação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para traçar um diagnóstico diferencial entre neurose e psicose, questionamos seis psicoterapeutas clássicos (dois psicólogos, dois psicanalistas e dois psiquiatras). Em perguntas verbais do tipo sim-não-não observado foram eles unânimes em apontar a manifestação paranormal corno uma das características diferenciais já observadas. A probabilidade exata binomial de acaso nas respostas desse grupo foi de 1 para 729, bastante significativa. Esse resultado, embora precário devido ã dimensão da população investigada, sugere uma certa confusão na interpretação do que é uma psicose e um estado de&amp;nbsp; paranormalidade. De acordo com as observações de Rhine (12), não há correlação qualquer entre psicose e paranormalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que foi apresentado, o reforço do ego, a estimulação sensorial e o apelo à atividade analítica poderão conduzir o indivíduo ao estado sensório. Por outro lado a psicofarmacologia convencional é danosa devendo, nesse caso, ser pesquisada, já que os centros de repressão das falsas psicoses diferem dos centros&amp;nbsp; de filtragem das psicoses locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;PARANORMALIDADE&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ficou implícito, consideramos a consciência como a porção do aparelho psicológico que está acoplada ao sistema nervoso. Pela primeira lei da&amp;nbsp; parapsicologia, o aparelho psicológico é todo ele de natureza&amp;nbsp;&amp;nbsp; informacional,&amp;nbsp; estendendo-se por todo o espaço-tempo. Vimos que falhas nos fatores de filtragem e repressão provocam psicoses locais ou falsas psicoses que são diferenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo essa linha de pensamento definimos certo tipo de paranormalidade como "uma liberação ou falha qualquer no fator de repressão". Sob esse prisma, ela se insere nos seguintes casos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Casos estatísticos, onde alternam-se intermitentemente falhas em ro&amp;nbsp; e predominâncias sensoriais ou analíticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Casos espontâneos, em que a abertura em ro é provocada por uma adequação entre a informação universal específica e alguma característica consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Casos controlados de falhas recorrentes no processo repressivo de uma&amp;nbsp; intensidade suportável pela consciência &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - Casos descontrolados de liberações permanentes no processo repressivo, de uma intensidade não suportável pela consciência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos de paranormalidade acima definidos são aqueles que envolvem a informação como elemento fundamental do fenômeno parapsicológico. Em parapsicologia são enquadrados como casos de PSI-GAMA e provavelmente também&amp;nbsp; de PSI-TETA. Os de PSI-KAPA (psicocinese) ficam ainda em aberto para posterior abordagem, bem como uma grande diversidade de fenômenos atípicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;REFERÊNCIAS:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; BARROS, C.P. 1971 Thermodynamic and Evolutionary Concepts in the Formal Structure of Freud’s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Metapsycology.&amp;nbsp; In S. Ariet ed. The World Biennial of Psychiatry and Psychoterapy 1:72. Basci Books&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; EINSTEIN, A. PODOLSKY, B. e ROSEN N, 1935 Can Quantum – Mechanical Descriptions of Physical Reality&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Be Considered Complete? Phys. Rev. 47:777&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Everett, H. 1957 “Relative State” Formulation of Quantum Mechanics Rev. Of Mod. Phys, 19(3):454&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Feinberg, G. 1967 Possibility of Faster-Than-Light Particles Phys, Rev. 159(5):1089&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Freud,S. 1973 Proyecto de Una Psicologia para Neurologos. In Obras Completas 1:209. Biblioteca Nueva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Goldoni, R. 1973&amp;nbsp; Faster-Than-Light Intertial Frames and Tadpoles I1 Nuo Cim. 14A(3):501&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hutt, C. 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In Jornal de Hoje (ed) Anais do III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Congresso Nacional de Parapsicologia e Psicotrônica. 105 ABRAP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.&amp;nbsp; Sarti, G.S. 1980 Parapsicologia e Psicofísica WZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.&amp;nbsp; Sarti, G.S. 1982 Precognição Além da Relatividade. In Jornal de Hoje (ed) Anais do III Congresso Nacional de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Parapsicologia e Psicotrônica 18 ABRAP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.&amp;nbsp; Sarti, G.S. Psicons Monografia apresentada ao Instituto de Parapsicologia do Rio de Janeiro (não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; publicado) 1983&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.&amp;nbsp; Sarti, G.S. Psicons e Domínio Informacional: Uma Teoria Unificada Monografia apresentada ao Instituto de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Parapsicologia do Rio de Janeiro (não publicado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.&amp;nbsp; Sarti, G.S. 1984 Psicons, Um Novo Modelo Psicofísico para ESP e PK Monografia apresentada ao Instituto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; de Parapsicologia do Rio de Janeiro (não publicado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.&amp;nbsp; Sarti, G.S. 1985 Metafanismo, Ectoplasma, Aura e Estados Transicionais Monografia apresentada ao&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Instituto de Parapsicologia do Rio de Janeiro (não publicado).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;ADENDO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 1º lei da Parapsicologia foi formulada em 1985, após&amp;nbsp; o que novos esclarecimentos e extensões lhe foram agregadas.&amp;nbsp; As referências 20, 21, 22 e 23 são de especial valia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em (21), Ronaldo Dantas procura ampliar a aplicação da 1ª lei, aos fenômenos de psicocinese, introduzindo os fatores PI e TAU, admitindo o fenômeno PK como sendo de natureza semântica e explicando porque, do ponto de vista parapsicológico, os indivíduos podem manter em níveis razoáveis sua condição neurofisiológica o suficiente para poderem sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em (23), procuramos estabelecer um elo lógico entre os psicons e as consciências, procurando deixar clara que a questão levantada e mantida por Einstein relacionada ao Paradoxo EPR conduz inevitavelmente à aceitação tácita do que a informação semântica é capaz de produzir ações à distância em experimentos quânticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na referência (23) foi destacada de forma compacta e matemática o universo psicônico e suas relações com os fatores de redução PHI e RHO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, em (20), Horta Santos dá com bastante clareza e precisão sua concepção do Domínio Informacional e suas relações com os fatores de repressão, além de criticar com os fatores de repressão, além de criticar com amplitude o uso que fiz da Teoria das Perturbações Quânticas no domínio da informação equivalendo a potencial real nulo ou imaginário da perturbação semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras alusões podem ser pesquisadas nos Anuários Brasileiros de Parapsicologia, editados pelo Instituto Pernambucano de Pesquisas Psicobiofísicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor interessado em aprofundar-se no tema poderá se dirigir ao professor Valter da Rosa Borges , endereço eletrônico rosaborges@terra.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;REFERÊNCIAS DO ADENDO&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;20.&amp;nbsp; Horta Santos, J.J. 1998 O Tempo e a Mente – O Universo Inteligente – NOVA ERA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21.&amp;nbsp; Lins Figueira, R.D 1995 Curas por Meios Paranormais – Realidade ou Fantasia? IPPP/ASPEP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.&amp;nbsp; Sarti,G.S. 1991 Psicons - do Real ao Imaginário – ABRAP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23.&amp;nbsp; Sarti, G.S. 2000 – Paradoja EPR, Psicons y Conciencia – Cuaderos de Parapsicologia 33(2):1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia, junho/2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-5866130175081698969?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/5866130175081698969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=5866130175081698969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/5866130175081698969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/5866130175081698969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/parapsicologia-primeira-lei-enunciado.html' title='Parapsicologia: A Primeira Lei - Enunciado, Discussão e Conseqüências'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NGZDLbQZtgI/TyGu9ixRIVI/AAAAAAAAA0w/g7eeVKKcyqg/s72-c/telepatia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-313751678869736005</id><published>2012-01-25T11:44:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T15:34:31.806-02:00</updated><title type='text'>Sobre as Rotulações de "Doente Mental" e "Personalidade Psicopática", a Dignidade Humana e a Liberdade de Auto-expressão: Considerações</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vPtNvEISWpg/TyADWsHjVSI/AAAAAAAAA0o/Hg4mCCv5vHY/s1600/Connect.png" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-vPtNvEISWpg/TyADWsHjVSI/AAAAAAAAA0o/Hg4mCCv5vHY/s1600/Connect.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico e Psicoterapeuta&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conscienciólogo e Projeciólogo &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mestre em Educação (UFSC)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Esp. em Educação (UDESC)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Caro leitor, antes de ler este artigo sugiro formular seriamente para si mesmo, em sua intimidade mental, qual é o seu &lt;u&gt;conceito pessoal de doente mental e personalidade psicopática.&lt;/u&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;...........................................................................................................&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Introdução&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto é muito, mas muito delicado e refere-se ao polêmico conceito, predominantemente clínico, do que vem a ser uma pessoa "doente mental" e ainda uma pessoa que pode ser chamada de "personalidade psicopática". Para tal irei literalmente me debruçar nos trabalhos de meus colegas no campo da Psiquiatria, área mais dedicada ao diagnóstico médico de tais taxonomias clínicas e mesmo psicofarmacológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo maior do clareamento destes conceitos clínicos veio-me devido ao seu uso que me pareceu em muito: inadequado, superficial e livre da complexidade que encerra o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente é comum abrirmos jornais, revistas e mesmo em conversas cotidianas ouvirmos a respeito de rotulações de ordem das psicopatologias, onde pessoas dizem de forma convencente que fulano é bipolar, ou que beltrano deve ter esquizofrenia. A última que ouvi foi uma acusação pública onde a pessoa acusa a outra de ser uma doente mental e uma personalidade psicopática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós distorcemos a realidade devido a complexidade dos processos cognitivos, que incluem além da atividade mental, as experiências passadas (desta e de vidas anteriores, incluindo o útero), as significações das experiências e as crenças nutridas que formam o paradigma de cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A História e a Personalidade Psicopática&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da história foram ocorrendo classificações diante do comportamento mental e social de pessoas que foram chamadas de doentes mentais. E uma categoria de doença mental foi chamada de &lt;i&gt;personalidade psicopática&lt;/i&gt;. Um dos primeiros médicos a pensar em termos desta doença mental foi Girolano Cardamo, que a partir da morte por envenenamento de sua esposa por seu filho, Cardamo começara a criar o conceito, no speculo XIV. Após, Pinel (1801) e Prichard (1835), e, este último começa a delinear o conceito de &lt;b&gt;&lt;i&gt;insanidade moral&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; que é equivalente ao conceito de psicopatia usado atualmente. Em seguida, Morel (1857), Koch e Gross (1888), Kraepelin (1904), Shneider (1923), Cleckley (1941). A classificação de Cleckley somado a contribuição de Hare, Hart e Harpur, em 1973, exporam 19 critérios para o diagnóstico da personalidade psicopática, senão vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoTableLightShadingAccent5" style="border-bottom: medium none; border-collapse: collapse; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; mso-border-bottom-alt: solid #4BACC6 1.0pt; mso-border-bottom-themecolor: accent5; mso-border-top-alt: solid #4BACC6 1.0pt; mso-border-top-themecolor: accent5; mso-padding-alt: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-yfti-tbllook: 1184;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: -1;"&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-bottom: #4bacc6 1pt solid; border-left: #f0f0f0; border-right: #f0f0f0; border-top: #4bacc6 1pt solid; mso-border-bottom-themecolor: accent5; mso-border-top-themecolor: accent5; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 347.3pt;" valign="top" width="463"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 5;"&gt;&lt;span style="color: #31849b;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Critérios para diagnóstico do Psicopata (Hare, Hart , Harpur)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;&lt;td style="background: #d2eaf1; border-bottom: #4bacc6 1pt solid; border-left: #f0f0f0; border-right: #f0f0f0; border-top: #f0f0f0; mso-background-themecolor: accent5; mso-background-themetint: 63; mso-border-bottom-themecolor: accent5; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 347.3pt;" valign="top" width="463"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 68;"&gt;&lt;span style="color: #31849b;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;1. Problemas de conduta na infância.&lt;br /&gt;2. Inexistência de alucinações e delírio.&lt;br /&gt;3. Ausência de manifestações neuróticas.&lt;br /&gt;4. Impulsividade e ausência de autocontrole.&lt;br /&gt;5. Irresponsabilidade&lt;br /&gt;6. Encanto superficial, notável inteligência e loquacidade.&lt;br /&gt;7. Egocentrismo patológico, autovalorização e arrogância.&lt;br /&gt;8. Incapacidade de amar.&lt;br /&gt;9. Grande pobreza de reações afetivas básicas.&lt;br /&gt;10. Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada.&lt;br /&gt;11. Falta de sentimentos de culpa e de vergonha.&lt;br /&gt;12. Indigno de confiança, falta de empatia nas relações pessoais.&lt;br /&gt;13. Manipulação do outro com recursos enganosos.&lt;br /&gt;14. Mentiras e insinceridade.&lt;br /&gt;15. Perda específica da intuição.&lt;br /&gt;16. Incapacidade para seguir qualquer plano de vida.&lt;br /&gt;17. Conduta anti-social sem aparente arrependimento.&lt;br /&gt;18. Ameaças de suicídio raramente cumpridas.&lt;br /&gt;19. Falta de capacidade para aprender com a experiência vivida. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Os autores acima não apresentam consenso entre si, porém, ao longo do tempo o conceito, a etiologia e os critérios de diagnóstico foram sendo cada vez mais mapeados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda entre 1837 e 1847, nos EUA, especialmente Nova Georgia, fora criado o maior Hospital Psiquiatrico do planeta o Central State Hospital, local que trabalhei como médico neste século e tive o contato direito com o fenômeno da doença mental e insanidade mental, desajustes sociais e a questão de depósito de pessoas que eram consideradas anomalias sociais sem qualquer critério diagnóstico. O caso fora publicado em minha bibliteca digital de artigos científicos, com o nome de &lt;i&gt;"O Caso de Thomas Green"&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/O%20caso%20de%20Thomas%20G..pdf"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Por exemplo, a pessoa perdia o emprego, ficava desempregada e seu transtorno devido a isto levava-a a ter comportamentos desajustados (crise existencial) e o internamento por estes motivos eram comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esclarecem Balone e Moura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Tem havido bastante controvérsia em relação ao conceito de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Personalidade Psicopática&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;&lt;i&gt;Anti-social&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Há autores que diferenciam psicopata de anti-social, mas, em nosso caso, essa distinção é dispensável em benefício do melhor entendimento do conceito. &lt;i&gt;Howard&lt;/i&gt; sugere que os conceitos de psicopatia podem agrupar-se em três tipos:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoTableLightShadingAccent5" style="border-bottom: medium none; border-collapse: collapse; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: auto auto auto 55.05pt; mso-border-bottom-alt: solid #4BACC6 1.0pt; mso-border-bottom-themecolor: accent5; mso-border-top-alt: solid #4BACC6 1.0pt; mso-border-top-themecolor: accent5; mso-padding-alt: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-yfti-tbllook: 1184;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: -1;"&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-bottom: #f0f0f0; border-left: #f0f0f0; border-right: #f0f0f0; border-top: #4bacc6 1pt solid; mso-border-top-themecolor: accent5; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 292.25pt;" valign="top" width="390"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 5;"&gt;&lt;span style="color: #31849b;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Conceitos de Psicopatia de Howard&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;&lt;td style="background: #d2eaf1; border-bottom: #f0f0f0; border-left: #f0f0f0; border-right: #f0f0f0; border-top: #f0f0f0; mso-background-themecolor: accent5; mso-background-themetint: 63; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 292.25pt;" valign="top" width="390"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 68;"&gt;&lt;span style="color: #31849b;"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;1) Um tipo &lt;b&gt;Sociopata&lt;/b&gt;, caracterizado por conduta anti-social crônica que começa na infância ou adolescência como Transtorno de Conduta; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;2) Um tipo &lt;b&gt;Secundário&lt;/b&gt;,&amp;nbsp; caracterizado por um traço de personalidade com alto nivel de impulsividade, isolamento social, e perturbações emocionais (a conduta sociopática seria secundária à essas alterações emocionais e da sociabilidade); e &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;3) Um tipo &lt;b&gt;Primário&lt;/b&gt; caracterizado apenas por a impulsividade sem isolamento social e perturbações emocionais (a qual pode-se aplicar aos criminosos comuns).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Isso não implica que cada um desses três tipos seja mutuamente excludente; a sociopatia é vista como um conceito amplo que engloba tanto a psicopatia primária como a secundária, assim como uma alta proporção de criminosos comuns."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Otto Kemberg &lt;i&gt;"&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;classifica a sociopatia de modo diferente. Para ele é extremamente difícil fazer o diagnóstico da psicopatia, quando a situação clínica não está claramente definida."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim de acordo com a posição mais atual temos as seguintes características das personalidade psicopáticas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Encanto superficial e manipulação&lt;br /&gt;2. Mentiras sistemáticas e comportamento fantasioso&lt;br /&gt;3. Ausência de sentimentos afetuosos&lt;br /&gt;4. Amoralidade&lt;br /&gt;5. Impulsividade&lt;br /&gt;6. Incorregibilidade&lt;br /&gt;7. Falta de adaptação social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sobre Rotulações-Diagnósticos feitos por Pessoas e Profissionais não-Psiquiatras&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como conclusão preliminar é notório que os critérios são altamente subjetivos e na mesma ótica que Otto Kemberg, somente a clínica psiquiátrica e o médico Psiquiatra dentro dos critérios estabelecidos pela ciência médico-psiquiátrica atual poderá dizer se tal pessoa é ou não, uma personalidade psicopática ou mesmo um doente mental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso contrário, se houver a rotulação pública poderá o sujeito rotulado haver-se do Direito para fins de processo crime e mesmo de danos morais. De qualquer forma, cada caso é um caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que publicamente rotula outro sujeito de doente mental e personalidade psicopática, por exemplo, pela internet com acesso por milhares e milhares de pessoas, não apresenta uma noção clara dos danos que podem advir de tal comportamento. Merece por parte da vítima, o processamento para que o acusador prove o alegado judicialmente até mesmo pela via de perito médico-psiquiatra e mesmo perícia psicológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Parapsicologia Clínica limita-se ao campo da Psicoterapia de natureza Transpessoal, Integral, Evolutiva, portanto, obedece a outro critério de entendimento da pessoa humana, além da doença mental, opero com a noção de personalidade palingenética e a compreensão da doença enquanto processos de conversão e inversão PK, produtos de dissociações cognitivas que podem ter origem em traumas e significações de experiências antigas, ainda antes desta vida humana. De qualquer forma, nem toda pessoa possui condições psíquicas de enfrentar uma psicoterapia, e, como diz meu amigo psiquiatra, existem pacientes psicóticos que não conseguem estar em psicoterapia e necessitam de terapia ocupacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O Respeito a Dignidade da Pessoa Humana &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que possamos diagnosticar como funciona os processos de manipulação interconsciencial, no uso profissional de argumentos e retórica para o convencimento de outros diante de um fato ou suposto fato, no caso, o ato de convencer um determinado grupo de que fulano é um doente mental e uma personalidade psicopática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sylvan Muldoon foi o primeiro cientista, ao que parece, ter exposto a máxima &lt;b&gt;&lt;i&gt;"não desejo que acredite em nada que escrevo. Digo experimentai e então saberás". &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Esta máxima expõe que é necessário que nos ancoremos em nossas experiências, idéias e sentimentos em relação aos fatos, antes, para depois, darmos ouvidos ao mundo externo, sem nega-lo mas sem hipervaloriza-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores que investigam os processos de manipulação em massa sabem muito bem do poder de determinados sujeitos na escravização mental, emocional e intelectual de determinados grupos de pessoas e que, não importa ser um grupo de religiosos, agnósticos ou mesmo políticos, podendo ser um grupo de cientistas. A fascinação grupal é factível de ser encontrada em grupos que seguem modelos pré-concebidos e caminhos rígidos como se fossem os melhores caminhos e os únicos. Isto ocorre com a política, onde partidos defendem que suas idéias são as melhores em detrimento dos demais, que são colocados como inferiores. Ocorre na religião, onde grupos dizem ser melhores que outros e até mesmo podem criar uma guerra para a exclusão definitiva daquele agrupamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um sujeito expõe seu ponto de vista antagônico num grupo homogêneo que é regido por determinadas crenças arraigadas, este sujeito pode ser rotulado e tratado como uma anomalia no sistema grupal. Esta anomalia pode ser acompanhada por processos difamatórios e discriminatórios e mesmo aquele famoso rótulo: "esse cara é doido!", "esse cara é maluco", "é doente mental", "ele precisa é ir para um psiquiatra tratar dessa doença mental" e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rotulação do outro que se diferencia do grupo, seja por que motivo for, é comum que seja pelo rótulo de "louco", ou noutras palavras de "doente mental", o que expõe a intenção do sujeito acusador em expulsar o indivíduo (antes um sujeito coletivo) do g&lt;i&gt;rupo homogêneo&lt;/i&gt;, pois o mesmo ameaça a integridade homogênea do grupo, as lideranças, as estruturas de poder, crenças e paradigmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É perigoso dar voz a uma personalidade antagônica, ela pode atrair para si adeptos e foi o que ocorreu ao longo da história da ciência, tais como nos seguintes exemplos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Freud e seus famosos conflitos com Carl Gustav Jung e as questões do que é ou não é Psicanálise.&lt;br /&gt;2. Os conflitos de Wilhelm Reich e a comunidade psicanalítica e sua teoria da orgasmoterapia, orgonoterapia e o de energia orgonótica, couraça de caráter, etc.&lt;br /&gt;3. Os conflitos conhecidos entre o renomado parapsicólogo e psicobiofísico Hermani Guimarães Andrade, sua teoria corpuscular do espírito e modelo organizador biológico e o espiritismo instituido.&lt;br /&gt;4. A discordância aparentemente interminável entre os Parapsicólogos sobre uma suposta teoria geral da parapsicologia e sobre um paradigma unificador e a existência de diversas escolas de parapsicologia.&lt;br /&gt;5. As discordâncias aparentemmente também intermináveis entre os paradigmas da Psicologia, também disseminada em múltiplas escolas, paradigmas e técnicas.&lt;br /&gt;6. A dissonância até hoje existente sobre uma teoria geral da sexualidade humana e os ataques ainda ocorridos contra a pessoa de Sigmund Freud e a Psicanálise.&lt;br /&gt;7. Os ataques ainda existentes contra Allan Kardec e o espiritismo pelo meio científico.&lt;br /&gt;8. As divergências entre os Conselhos profissionais da área Médica e Psicológica antes a prática médica e psicológica, sendo que é comum no Brasil ambos profissionais atuarem com a área que atuo, com Psicoterapia profunda e técnicas proibidas pelos conselhos acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a uniformidade é praticamente impossível de se alcançar. Um paradigma único e legalizado é praticamente uma utopia irrealizável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, é importante expor que nem toda discordância num grupo é antagonismo assediante num grupamento, sendo, portanto, necessária para a transcendência do estagnado em direção ao exercício cada vez mais pleno da liberdade ética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator sério é o conceito de ética e, mais sério ainda, do que cosmoética. Digo na prática operacional da vida e não na teoria e no campo reflexivo, pois em nome de uma suposta moral e de uma suposta ética, temos guerras santas e outras atrocidades, como a famosa guerra ao terrorismo. Assim também, temos expulsões de pessoas com personalidades mais fortes que não aceitam a homogeinidade de certos agrupamentos e de suas características de seita, assim como fizeram certos físicos como Fritjof Capra e David Bohm, ao instalarem no campo da ciência, novos rumos de paradigmas mesmo estando no contra-fluxo dentro de sua própria área científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum também que gênios sejam chamados de "loucos", e Einstein deve ter lidado bem com estes rótulos ao não dar muita importância para as críticas severas que deve ter recebido diante de sua proposta para a física. Assim como tantos outros cientistas e filósofos que até hoje carregam pesadas críticas. Quanto mais antagônico com o sistema vigente, quanto mais libertário é o pensamento maior será o ataque, senão vejamos em Osho que, apesar de seus defeitos (que todos temos), afirmava categoricamente não pertencer a nenhuma seita, religião ou ciência e defendia a livre manifestação do pensamento e a meditação que independia de conhecimento intelectual e formação acadêmica. Isso abala muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O respeito a dignidade da pessoa humana é a máxima constitucional e da ética universal e nós psicoterapeutas, parapsicólogos e cientistas do campo mais sutil da ciência, a consciência (psiqué, psi, mente, alma, espírito, atman) temos que nos ancorar nesta máxima, sempre respeitando o livre direito das consciências se manifestarem, direito este natural e irrevogável, por mais penoso que seja tal e tal manifestação. Nenhuma agressividade desmedida, nenhuma coerção física ou moral se justifica diante de uma manifestação pública de uma posição científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como Jung, quero finalizar este artigo com a sua frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Eu não tenho Igreja, eu sou a minha Igreja".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Referência bibliográfica integral deste artigo:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;b&gt;Ballone GJ, Moura EC&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- &lt;i&gt;Personalidade Psicopática&lt;/i&gt; - in. PsiqWeb, Internet, disponível em &lt;a href="http://www.psiqweb.med.br/"&gt;www.psiqweb.med.br/&lt;/a&gt;, revisto em 2008. (&lt;a href="http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&amp;amp;idNoticia=72"&gt;clique aqui e acesse&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;b&gt;Ballone GJ, Moura EC&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- &lt;i&gt;Transtornos da Linhagem Sociopática&lt;/i&gt; - in. PsiqWeb, Internet, disponível em &lt;a href="http://www.psiqweb.med.br/"&gt;&lt;b&gt;www.psiqweb.med.br&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, revisto em 2008.&lt;/span&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;(Meus agradecimentos ao psiquiatra GJ Balloone e EC Moura pelo artigo esclarecedor) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Referências adicionais para aprofundamento da pesquisa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;1. Bercherie P - Los fundamentos da clínica, editorial Manantial, Buenos Aires, 1986.&lt;br /&gt;2. Berrios G - Puntos de vista europeos em os transtornos da personalidad, Comprehensive Psychiatry, Nº 1, 1993.&lt;br /&gt;3. Bruno A, Tórtora G - Las psicopatías, Psicologia forense, Sexologia e praxis, año 3, vol. 2, Nº 4, año 1996.&lt;br /&gt;4. Garrido GV – Psicópata, Editorial Tirant Lo Blanch; Valência; 1993.&lt;br /&gt;5. Hare RD, Forth AE - Psychopathy and lateral preference. Journal of Abnormal Psychology, 94(4): 541-546, 1985&lt;br /&gt;6. Howard RC - Psychopathy: A Psychobiological perspective. Pers. Indiv. Diff. 7 (6): 795-806; 1986&lt;br /&gt;7. Kernberg O - Diagnóstico Diferêncial da Conducta Antisocial, Revista de Psiquiatría, 1988,volúmem 5, página 101 a 111, Chile&lt;br /&gt;8. Laplanche J, Pontalis B - Diccionario de psicoanálisis, Editorial Labor, Barcelona, 1981&lt;br /&gt;9. Lewis CE - Neurochemical Mechanisms of Chronic Antisocial Behavior (Psychopathy). The Journal of Nervous and Mental Disease. 179(12):720-727, 1991.&lt;br /&gt;10. Pinel P - Tratado médico filosófico da enajenação mental o mania, Edições Nieva, Madride 1988.&lt;br /&gt;11. Schneider K - Las personalidades psicopáticas, Edições Morata, 8º edição, Madrid, 1980&lt;br /&gt;12. Zuckerman M - Impulsive unsocialized sensation seeking: the biological foundations of a basic dimension of personality, in Temperament: Individual differences at the interface of biology and behavior, Washington D.C. American Psychological Association, 1944 (Edited by J.E.Bates &amp;amp; T.D. Wachs).&lt;br /&gt;13. Zuckerman M - Psychobiology of Personality. Cambridge University Press, New York, USA, 1991.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_lblDetalhe"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-313751678869736005?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/313751678869736005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=313751678869736005' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/313751678869736005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/313751678869736005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/sobre-as-rotulacoes-de-doente-mental-e.html' title='Sobre as Rotulações de &quot;Doente Mental&quot; e &quot;Personalidade Psicopática&quot;, a Dignidade Humana e a Liberdade de Auto-expressão: Considerações'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-vPtNvEISWpg/TyADWsHjVSI/AAAAAAAAA0o/Hg4mCCv5vHY/s72-c/Connect.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-8941573562494688658</id><published>2012-01-17T16:37:00.001-02:00</published><updated>2012-01-17T16:37:18.494-02:00</updated><title type='text'>Agradecimento aos 30.000 acessos!</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dWV9IUgxcNI/TxW_l4YToPI/AAAAAAAAA0g/SCMR57SjO1c/s1600/acoes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-dWV9IUgxcNI/TxW_l4YToPI/AAAAAAAAA0g/SCMR57SjO1c/s200/acoes.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;30.000 acessos. 68 países.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por. Dr. Fernando Salvino&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2012 começou com um presente a todos nós que somos beneficiados com esta revista: alcançamos a marca dos 30.000 acessos, hoje, em 68 países do globo terrestre (&lt;a href="http://s07.flagcounter.com/countries/KRv/2"&gt;veja aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de acessos, a participação direta com comentários ou na intimidade dos emails e envolvimento com os assuntos aqui tratados superam a cada dias nossas expectativas. Digo "nossas" porque este trabalho é amparado pela inspiração direta dos amparadores extrafísicos que me auxiliam na escolha, definição e organização das temáticas aqui trabalhadas, bem como das modificações da revista e mesmo da orientação para uma publicidade universalista, planetária, facilitando a execução da programação existencial policármica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é a todos que agradeço, leitores e amparadores extrafísicos por este modesto trabalho não-remunerado que visa semear grãos no imenso campo fértil da evolução da consciência na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com meus sinceros e energéticos agradecimentos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Salvino.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-8941573562494688658?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/8941573562494688658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=8941573562494688658' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/8941573562494688658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/8941573562494688658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/agradecimento-aos-30000-acessos.html' title='Agradecimento aos 30.000 acessos!'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dWV9IUgxcNI/TxW_l4YToPI/AAAAAAAAA0g/SCMR57SjO1c/s72-c/acoes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-4244430488052511613</id><published>2012-01-09T13:52:00.001-02:00</published><updated>2012-01-17T17:39:27.306-02:00</updated><title type='text'>Ensaio sobre a Taxonomia das Experiências Extraterrestriológicas: Subsidios para a Orientação e Aconselhamento Psicoterapêutico-Parapsicológico-Clínico ao Paciente</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LEqaNR0gFzM/TpSH6v89I8I/AAAAAAAAAww/QcDVR9YK9VY/s1600/Camara.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://4.bp.blogspot.com/-LEqaNR0gFzM/TpSH6v89I8I/AAAAAAAAAww/QcDVR9YK9VY/s320/Camara.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Esboço de uma Estação Projeciotrônica Avançada no&lt;br /&gt;interior de uma suposta nave espacial ou laboratório &lt;br /&gt;extraterrestre (fonte: W. Borges).&lt;/i&gt; &lt;i&gt;O esboço mostra que&lt;br /&gt;estamos lidando civilizações que dominam altas&lt;br /&gt;tecnologias da consciência.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Consultório de Parapsicologia Clínica e Psicoterapia Integral e Hospital Universitário - UFSC - Projeto Amanhecer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Parapsicólogo Clínico (IPCM) e Parapsicólogo titulado pela ABRAP/FEBRAP&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Psicoterapeuta (CRT 43.290)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Membro ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia e IPRJ - Dr. Geraldo Sarti.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Pós-graduando em Parapsicologia pelo IPPP - Instituto Pernambucano de Pesquisas Psicobiofísicas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Projeciólogo e Conscienciólogo (IIPC)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Projetor consciente, Parapsiquista e Pesquisador Independente desde a infância, com mais de 150 artigos publicados.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Mestre em Educação (UFSC) - Esp. Educação (UDESC) - Bel. Direito (UNIVALI)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;................................................................................................................ &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Dedico este ensaio, principalmente, a todas as pessoas que necessitam urgentemente de assistência, amparo, acolhimento e orientação adequada para lidar de forma lúcida e aberta com o fenômeno extraterrestriológico que vivenciaram e vivenciam, dos mais transcendentes existentes e aos meus amigos Parapsicólogos Clínicos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt; / Psicoterapeutas, que atuam na complexa tarefa social de prestar assistência aos pacientes sensitivos (parapsíquicos) de todas as ordens.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Dedico carinhosamente este ensaio às consciências extrafísicas e intrafísicas de procedência longínqua, extraterrestres de fato, que tem junto de nós a função de expansão do universalismo e da consciência cósmica, assim como abrir-nos as mentes para a exobiologia onipresente no universo, seja através da demonstração da cosmoética ampla ou mesmo da antiética, facilitando nossa saída da vila terrena em direção a uma cosmocracia viva.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Dedico especialmente à presente/futura &lt;b&gt;EXTRACONS - Associação Internacional de Extraterrestriologia&lt;/b&gt;, aos meus amigos das reuniões e a todos os pesquisadores, especialmente aos meus amigos Parapsicólogos, Projeciólogos e Conscienciólogos, que se dedicam para o desenvolvimento desta avançadíssima ciência.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Aos meus amigos e parapsicólogos de todas as horas Guilherme Kilian e Dr. Geraldo Sarti, pelos muitos e muitos diálogos extraterrestriológicos abertos e isentos e sobre os muitos a respeito dos fundamentos da sanidade mental, da ciência e das questões transcendentais. E é pela "democratização da transcendência" (Sarti) que venho expor este escrito.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;1. Das Considerações iniciais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto é muito mais que polêmico e como disse minha querida mãe, após dialogarmos acerca das experiências extraterrestres e de sua única suposta experiência diante de OVNI (objeto voador não-identificado), &lt;i&gt;“as pessoas acham que isso é loucura”&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, irei percorrer inicialmente, o conceito de loucura e situá-la dentro da concepção do conceito de normalidade ou daquilo que nos faz ser pessoas “normais”. É importante salientar que, ainda teremos de situar a condição de existência, entre os “normais”, daqueles secularmente apelidados de “paranormais”. Assim, loucura, sanidade, normalidade e paranormalidade, são realidades que caminham de mãos dadas, o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser Psicoterapeuta e por isso prestar auxílio a pessoas que nada tem a ver com parapsiquistas, médiuns ou por ter passado por experiências transcendentes, existe um grupo, seleto de pacientes que me procuram, devido a minha especialidade, treinamento e experiência, para lidarem com suas experiências parapsíquicas, quando não raro, com experiências extraterrestres. O assunto é sério, para não dizer, seríssimo, e foi classificado pelo eminente psiquiatra Dr. Sanislav Grof, como &lt;i&gt;"emergência espiritual"&lt;/i&gt;, dentro da gama de experiências que acarretam potentes e definitivas modificações na personalidade inteira do indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;2. Sobre a "loucura": uma fabricação social?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já escrevi noutros ensaios, o medo da perda total da sanidade mental e da desestruturação integral daquilo que Freud chamou de “eu” (Ego), parece-me ser um dos principais centros por onde gravitam as desordens psíquicas. De qualquer forma, neste momento, estamos lidando com o medo da insanidade mental ou a loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O loucura é o estado da mente, ou o estado psíquico, onde a consciência ou a pessoa, perde as noções de realidade, tal como compartilhadas por determinado contexto sócio-cultural (paradigma dominante). Assim, se um paciente disserta a seu psiquiatra sobre suas supostas experiências transcendentes diante da realidade extraterrestre, poderá este profissional, considerar que o paciente sofre de algum distúrbio psíquico associado aos processos psicóticos, especialmente, a esquizofrenia (do latim: mente dividida, fragmentada, dissociada). O exemplo mostra a evidência de que, a loucura e a sua correspondente patológica, a psicose ou esquizofrenia, podem ser, em determinados casos, aplicações limitadas de modelos de normalidade pré-estabelecidos e que podem estar equivocados. O sujeito paciente, neste caso, por não poder socialmente compartilhar no seio de seu convívio familiar e social seus experimentos transcendentes relativos ao campo extraterrestriológico, poderá sofrer grave impacto psíquico, por ter de, coercitivamente, recalcar tamanha pressão psíquica gerada pelas vivências extraterrestriológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade, após os esforços coerentes de Allan Kardec e diante das demais linhas do saber humano que operam com as noções de multidimensionalidade cósmica e pluralidade dos universos habitados, pode hoje, aceitar melhor as experiências compartilhadas socialmente no que diz respeito aos assuntos, que posso chamar aqui, de “espíritas”, relativos às comunicações com as consciências extrafísicas de parentes ou conhecidos ou até mesmo os casos mais agudos e obtusos de assédio extrafísico (obsessão). É mais fácil aceitar socialmente a realidade multidimensional da possessão espiritual ou extrafísica, do que os fenômenos avançados relativos à extraterrestriologia. O assunto é tão impactante que o simples “falar” gera conseqüências imediatas em grande parte das pessoas que, diante do descontrole e desconhecimento total do campo, defendem-se para fins de preservação do eu e seus conceitos e crenças da realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é aqui que entra a concepção de que a fenomenologia extraterrestriológica pertence à orbe da insanidade mental ou da loucura: psicose (esquizofrenia). Desta forma, a pessoa acometida por dissociação de personalidade associada a vivências de fenômenos ultra-transcendentes, como o são os extraterrestriológicos, somente se dissocia pelo simples fato de não ter o acolhimento social de sua experiência subjetiva e impactante. O mesmo aconteceria com os sonhos, se eu e você, não pudéssemos falar livremente que sonhamos sem o risco de sermos interpretados como “loucos” ou “psicóticos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, as “vozes ouvidas” e que vinham do “invisível”, eram tidas como manifestações de insanidade mental. Atualmente, até mesmo a psiquiatria está de ouvidos abertos para outras possibilidades de diagnóstico, inclusive pelo crescente envolvimento de psiquiatras nos movimentos: roza-cruz (cristianismo místico, multidimensional), união do vegetal, espiritismo, budismo, parapsicologia, projeciologia e assim por diante. Atualmente, sabemos que as vozes ouvidas podem estar associadas a fenômenos de ordem extrassensorial, tal como a clariaudiência associada sim, a consciências extrafísicas interagentes com o campo da pessoa afetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, em se tratando do campo da extraterrestriologia, ou a investigação avançada, cosmoética e multidimensional dos fenômenos extraterrestres, temos uma certa “negralgia consciencial do trigêmio”. O assunto, como disse, gera as mais impactantes resistências. Uma coisa é lermos revistas superficiais sobre Ufologia e seus relatos sobre abduções e avistamento de ÓVNIS. Outra coisa é a própria pessoa atravessar tal vivência e ter de lidar com o impacto psíquico profundo que tais vivências acarretam. E é justamente o impacto que pode levar a pessoa a perder o “fio da realidade”, por alguns motivos, tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após a experiência extraterrestriológica, a pessoa entra em crise existencial imediata e, por isso mesmo, tende a compartilhar da vivência com pessoas próximas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em tese, as pessoas próximas irão resistir, se defender e mesmo rejeitar, ou em muitos casos, fazer crer que a pessoa está ficando “louca”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A pessoa que experimenta o fenômeno sabe ter sido real e, evita o contato com os entes queridos, pois os mesmos atuam como poderosos agentes agressores e repressores.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesta condição, a pessoa pode buscar ajuda em locais menos repressores, mas pouca ajuda terá, até mesmo nos próprios locais que se dizem abertos a tal campo, como a Ufologia e mesmo a Projeciologia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após, a pessoa pode entrar em estados psíquicos de sofrimento por ter de lidar com o assunto de forma autodidata, se conseguir, ou pode aos poucos perder o contato com a realidade e ter instalado um distúrbio psicótico, com fortes dúvidas pessoais e insanáveis a respeito da própria sanidade mental.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ou, a pessoa pode por vias próprias, conseguir lidar com o fenômeno no íntimo de seu anonimato, sozinha em conjunto com os autores que escreveram abertamente sobre o assunto. E assim, ter por conta própria restabelecida sua saúde mental a partir do movimento contínuo de autopesquisa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor ou leitora pode perceber que o assunto é mais que sério e transcende tudo o que estamos habitados a pensar e mesmo acreditar. O campo da extraterrestriologia é dos mais avançados que temos ciência, mais ainda que a cosmologia acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paradigma que irei percorrer neste artigo considera o cosmos ou o universo como um ecossistema multidimensional infinito em todas as direções e profundidades, plurihabitado por consciências independente do espaço-tempo associado, sejam consciências intra-físicas ou extra-físicas, ou ainda, consciências projetadas para fora de seu corpo. Diante disso, as experiências extraterrestriológicas são além de possíveis ao ser humano, inevitáveis, diante da realidade “real” do cosmos. Qualquer paradigma, concepção ou crença que se oponha a tal condição será considerada aqui, como manifestação de dissociação de realidade, espécie de psicose da normalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicose da normalidade é a crença, o paradigma, compartilhado e que não tem correspondência com a realidade, tornando-se psicose de grupo ou pseudo-normalidade. A sanidade mental advinda daí, se refere a permissão de compartilhar de tais e tais experiências sem coerção psíquica. A pessoa que acredita fielmente não existir nada além do cérebro, ou mesmo que seu eu é produto da atividade fisiológica, está a cultivar a “psicose da normalidade”. Acontece que tal crença individual é compartilhada no seio social, então, torna-se uma “verdade” socialmente compartilhada. Assim, situo a “verdade” como um saber socialmente aceito e não questionado. E trago a questão de “realidade” como um campo que existe independente de nossas crendices e paradigmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é no campo da “realidade” que está situada a experimentologia multidimensional extraterrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;3. Sobre as diferenças entre “normal” e “real”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diferenças entre o que é normal e real são bastante claras. Normal é o que é a norma. A norma é o que é a regra. E regra é todo sistema de “leis” que procuram explicar um determinado conjunto de fenômenos e que é aplicada pelas pessoas que estão “jogando” o mesmo “jogo social”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “real” é diferente. O real é a fonte da regra. A regra se modifica, o real parece que não. A percepção do real se modifica, mas o real parece que não. Assim, nem tudo que é “normal” é “real”. Assim muitos diagnósticos psicopatológicos associados a fenômenos para-normais não estão ligados ao “real”. E muitos diagnósticos que apontam para fenômenos paranormais, também não estão ligados ao “real”. Em síntese, real e normal, são campos diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo: “A pessoa relata ter sido capturada por nave espacial e, dentro desta nave, fora submetida a uma série de intervenções realizadas por entidades extraterrestres muito diferentes do ser humano.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “normal” é acharmos que a pessoa está “saindo da casinha”, como diz o dito popular, “ficando louca” ou tecnicamente, está tendo manifestações psicóticas de dissociação da realidade. Mas, como o “normal” pode não estar em correspondência com o “real”, a pessoa pode estar falando a “verdade” sem que tudo o que ela fale tenha qualquer correspondência com o “normal”. O “normal” aqui é tudo o que é considerado existente para um dado contexto sócio-temporal. Sabemos que o “normal” de ontem, era o “a-normal” ou o “para-normal” de hoje. Antigamente, era considerado “para-normal” ou “loucura” os fenômenos da histeria. Após, o mesmo fenômeno, foi considerado uma manifestação de sofrimento psíquico de processos inconscientes associados à distúrbios da sexualidade (Freud). O que hoje é “a-normal”, “loucura”, “insanidade” ou “psicose” pode não o ser amanhã. E o que muda então? Muda a percepção da mesma realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;4. Sobre a Lógica Inclusa do Infinito - L(∞&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;), Transciência e Extraterrestriologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme já escrevi noutro artigo, sem L(∞) fica complicado incluirmos a gama de experimentos da extraterrestriologia ao campo da ciência possível, além de termos de considerar que muitos dos campos da extraterrestriologia pertencem aos domínios da Transciência, sem possibilidade alguma de entendimento através de nossos recursos cognitivos e mesmo metacognitivos (cosmoconsciência). Existe um território que não poderá ser compreendido, por enquanto, pela ciência, mesmo a avançada conscienciologia e seu braço, a extraterrestrilogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;5. A experiência como agente de modificação da percepção da realidade&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada mais eficiente que a experiência como agente de modificação da percepção da realidade. E é diante disso que uma pessoa que passa por experiências extraterrestriológicas tem sua percepção instantaneamente modificada organicamente e sistemicamente, pela vivência ultra-transcendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se “realidade” é em grande instância, o que “percebemos” e “significamos” baseado em nossas “experiências”, temos que o que é considerado “a-normal” ou “para-normal” ou ainda “psicopatológico” por determinado contexto social, só deixará de ser assim considerado a partir das potentes modificações de percepção advindas das experiências extraterrestriológicas e mesmos "incomuns" ou "para-psíquicas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;6. Sobre a taxonomia das experiências extraterrestriológicas&lt;/i&gt;&lt;i&gt;: primeiras tentativas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Podemos&lt;/i&gt; classificar as experiências extraterrestriológicas a partir das seguintes categorias, que se mesclam e estão interconectadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;1. Experiências entre consciências intrafísicas: &lt;/i&gt;neste&lt;i&gt; &lt;/i&gt;caso a consciência, ou a pessoa humana, tem contato direto com outra consciência, no caso, extra-humana, pertencente a uma outra organização fisiológica. O contato neste caso é de 3º e 4º grau (abdução e rapto para interior de nave física).&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;2. Experiências entre consciência intrafísica e consciência extrafísica:&lt;/i&gt; experiências relacionadas a contatos telepáticos, mediunismo, clarividência de consciex extraterrestre e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;3. Experiências entre consciências extrafísicas: &lt;/i&gt;duas consciexes, uma de natureza mais humana (psicossoma de forma humanóide) e outra de natureza extra-humana, com outra constituição psicossomática (psicossoma extraterrestre sem forma humana).&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;4. Experiências entre consciências intrafísicas e objeto extraterrestre supostamente intrafisico (voador ou não):&lt;/i&gt; avistamento de OVNI, "rapto", e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;5. Experiências entre consciências intrafísicas e objeto extraterrestre supostamente extrafísico (voador ou não):&lt;/i&gt; clarividência de para-tecnologia extraterrestre e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;6. Experiências de exoprojeção (sempre extraterrestres): &lt;/i&gt;onde a consciência, seja ela extraterrestre ou humana, sair do corpo, em psicossoma, para fora de seu planeta de origem em direção ao hiper-espaço cósmico. Pode ocorre aqui as expansões de consciência cósmica ao hiperespaço multidimensional pela complexa e pouco compreendida &lt;i&gt;clarividência viajora&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;7. Experiências de cosmoconsciência: &lt;/i&gt;onde a consciência, seja ela extraterrestre ou humana, sair do corpo, em mentalsoma, para fora de seu planeta de origem em direção ao hiper-espaço cósmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;7. Considerações finais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensaio procurou situar a experiência extraterrestriológica no campo da realidade, mesmo que esta não seja considerada normal ou pertencente à sanidade mental humana, ou ainda pertencente ao campo da psicose/esquizofrenia. Assim, estabeleci um debate ontológico acerca do normal, real e para-normal, relativisando os conceitos e expandindo as possibilidades experimentais &lt;i&gt;ad infinitum&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido de &lt;i&gt;prestar a assistência&lt;/i&gt; à pessoas que passam por experiências extraterrestriológicas e ficam perturbadas diante da alteração súbita da estrutura geral da personalidade, terá a Extraterrestriologia sua função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido de &lt;i&gt;investigar&lt;/i&gt; de forma ampla e multidimensional, a partir do paradigma elástico e aberto da conscienciologia e projeciologia, terá a Extraterrestriologia um campo de fato, ad infinitum, a investigar, estando o tempo todo, lado a lado, com a impossibilidade de investigar, a Transciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido de &lt;i&gt;ajudar&lt;/i&gt; os &lt;i&gt;ajudadores&lt;/i&gt; daqueles que passam por experiências extraterrestriológicas, tem a taxonomia o objetivo de servir como mapa dinâmico e temporário da &lt;i&gt;zona experiencial extraterrestriológica&lt;/i&gt;, e facilitar a assistência, a orientação e o aconselhamento ao paciente perturbado com as experiências. Em determinados casos, facilitar a psicoterapia prestada por profissional qualificado: médico, psicólogo, parapsicólogo ou psicoterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido de contribuição para uma Transciência, tem a Extraterrestriologia sua função básica de motivar a todos a sairmos de nossos corpos em direção ao hiperespaço cósmico, extraterrestre, de forma lúcida, em psicossoma ou pelo mentalsoma, até a cosmoconsciência ou a experiência do autoconhecimento puro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema é potentemente profundo e deixo este ensaio sem considerações finais definitivas, pois estas não existem, por enquanto. O espaço está aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(o artigo não foi revisado, portanto, pode ter erros de gramática ou concordância, ou ainda, pode ter alguma incongruência de informação a ser progressivamente corrigida. Aguardo sua colaboração para o aperfeiçoamento deste texto-esboço).&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-4244430488052511613?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/4244430488052511613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=4244430488052511613' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/4244430488052511613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/4244430488052511613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/ensaio-sobre-taxonomia-das-experiencias.html' title='Ensaio sobre a Taxonomia das Experiências Extraterrestriológicas: Subsidios para a Orientação e Aconselhamento Psicoterapêutico-Parapsicológico-Clínico ao Paciente'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LEqaNR0gFzM/TpSH6v89I8I/AAAAAAAAAww/QcDVR9YK9VY/s72-c/Camara.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-515594625636581105</id><published>2012-01-06T14:59:00.002-02:00</published><updated>2012-01-06T14:59:30.252-02:00</updated><title type='text'>Superando Traumas de Abuso com o Auto-Respeito e Amor-Próprio</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7qKt4doDBkQ/TwcmZ328kHI/AAAAAAAAA0Y/_ODOZWYyOcw/s1600/8524concha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-7qKt4doDBkQ/TwcmZ328kHI/AAAAAAAAA0Y/_ODOZWYyOcw/s200/8524concha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O Orgulho&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O orgulho é a atitude de prepotência e desprezo perante o outro. A definição é simples, porém suas manifestações acarretam danos quase irreparáveis nos relacionamentos. No relacionamento amoroso o assunto merece maior atenção, visto que o orgulho faz o casal fechar-se em si mesmo, delegando o diálogo necessário para as contínuas sincronizações do casal para o baú do egoísmo. Em determinado caso, é um dos parceiros que se fecha, impondo ao outro o local do desprezo e da culpa. A culpa leva quase que inevitavelmente ao sentimento de humilhação. A defesa contra a humilhação é o orgulho. E assim prossegue o círculo vicioso. E este fechamento pode levar a conflitos e a separação conjugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A patologia do orgulho acomete a todos nós, imaturos no processo de reconciliação e prevenção de conflitos cármicos nos relacionamentos interpessoais e interconscienciais. A humilhação se deve ao processo do abuso que ocorre nos relacionamentos: o abuso interconsciencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me motiva a escrever sobre isto é, logicamente, minha experiência de vida e, a de meus pacientes, diante dos relatos agudos de abuso e mais abuso, e no extremo da escala, o abuso sexual. Assim, venho resumir neste espaço a minha abordagem no tratamento dos casos de abuso, tratamentos lentos em geral, e que demandam a prática do auto-respeito honesto que na essência é o aprendizado de amar a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sobre o abuso interconsciencial&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: &lt;b&gt;&lt;i&gt;sintoma do desamor (ódio, raiva...)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abuso interconsciencial é a ação intencional ou não de ultrapassar os limites de si mesmo e dos outros, gerando danos psíquicos e, em determinados casos, físicos. Ou seja, a grande parte dos relacionamentos humanos, sejam conjugais ou não, são atravessados por atos abusivos de desrespeito dos limites intrapsíquicos e interpessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abuso leva à mágoa e o ressentimento e estes à humilhação. Assim, como disse acima, a defesa contra a humilhação é o orgulho. O orgulho com isso é uma estrutura defensiva da personalidade diante da incapacidade pessoal de lidar com o sentimento de humilhação diante de determinado ato ou atos de abuso interconsciencial. Por outro lado, o orgulho é, em si, um tipo específico de abuso interconsciencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O orgulho como contra-abuso: a agressão silenciosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, quando estamos orgulhosos diante de algo, que pode ser a nós próprios ou mesmo diante de nossos parceiros ou parceiras, estamos abusando de si e/ou do outro. O abuso gerado pelo orgulho se deve ao procedimento de manter o outro no "gelo", "à deriva", "de lado", num ato de prepotência agressivo-silenciosa, dando o recado: "eu estou certo(a), você é o(a) culpado(a), portanto, merece ser punido(a)". Esta crença nutre a atuação do sistema de defesa do orgulho e torna o outro um desprezado levando-o à humilhação. E a humilhação parece ser um dos piores sentimentos a se vivenciar e tentamos evitar de todas as formas. O orgulho é um dos meios usados. E, se não existem ninguém para nos hummilhar e nos punir, surge a figura do "Deus" punidor e humilhador, e do "religioso" para dar a absolvição do pecado. E o ciclo patológico prossegue institucionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Reconhecendo nosso lado abusador: o auto-abuso como núcleo gerador do orgulho&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria da humanidade está ainda manifestando o traço do abuso nos relacionamentos consigo e com o outro. Desta forma, o auto-abuso é o núcleo gerador do orgulho. Porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao instalarmos o orgulho como defesa da humilhação, acabamos por bloquear nossos centros de sentimento de amor e fraternismo perante o outro. Assim, privamos a nós mesmos de sentir amor e nos entregar aos relacionamentos, necessários para nossa saúde mental e existencial. Isto gera consequencias desagradáveis nos relacionamentos. O orgulho gera um enrijecimento do sistema emocional, tornando-o rígido nas idéias e percepções do outro como "o culpado" e do eu, como "a vítima", tornando o corpo rígido e a musculatura pode comprimir sistemas esqueléticos, tornando-os dolorosos até a doença física. O "orgulhoso" crê ser superior aos outros, quando encobre traços de inferioridade, numa oscilação de distorções cognitivas, onde na essência nem é inferior nem superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Interrompendo o ciclo vicioso do auto-abuso e do orgulho&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se conseguirmos nos respeitar mais, dando maior espaço para o respeito aos nossos limites dentro daquilo que nos faz bem e evitando o que nos faz mal, poderemos evitar o abuso vindo das outras pessoas, energias e consciências. Desta forma evitaremos a mágoa e o ressentimento e, por consequencia, a humilhação. Para os fatos danosos de nosso passado, a catarse psíquica e fisiológica, bioenergética, pode funcionar para a dissolução das couraças do caráter, exalando a agressividade contida no campo, corpo, idéias e sentimentos, fazendo a energia retornar a circular mais livremente no corpo. Mas, nada adianta se padrões de crenças distorcidas e o entendimento da dinâmica não for aplicada visando a reciclagem de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, precisamos parar de nos abusar. Isto significa uma vida prática, no dia a dia, de maior respeito perante nós próprios. Ao interrompermos dia a dia, o auto-abuso, poderemos lidar melhor com as tentativas inevitáveis dos abusos cometidos pelos outros, com uma atitude mais lúcida e fraterna, e menos orgulhosa e retaliadora. O orgulho é uma fachada de não honestidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Metabolizando o abuso pelo auto-respeito&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O orgulho é uma fachada de não-honestidade de nós mesmos diante de nós mesmos, para depois, ser diante dos outros. Se formos honestos, precisamos migrar para dentro de nós, visando metabolizar os sentimentos de abuso cometidos contra nós, nossos núcleos de humilhação, para gradualmente, irmos lidando melhor com os relacionamentos. Este metabolismo do abuso tem como sintoma a reconciliação consigo e com o(a) abusador(a). Este processo foi chamado de "perdão", e não quero aqui situar o perdão dentro do contexto consolador da religião, mas antes disso, o perdão como uma resultado de atos honestos por parte de nós, visando o restabelecimento da saúde mental, emocional e existencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O auto-respeito é a prevenção definitiva do auto-abuso e, por consequencia, dos atos abusivos dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizo este pequeno artigo com a máxima de Confúcio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;"Aquele que ama a benevolência não pode ser derrotado, porque ele não permite que a não benevolência contamine a sua pessoa".&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-515594625636581105?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/515594625636581105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=515594625636581105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/515594625636581105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/515594625636581105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/superando-traumas-de-abuso-com-o-auto.html' title='Superando Traumas de Abuso com o Auto-Respeito e Amor-Próprio'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7qKt4doDBkQ/TwcmZ328kHI/AAAAAAAAA0Y/_ODOZWYyOcw/s72-c/8524concha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-6264076128137959932</id><published>2012-01-04T18:37:00.000-02:00</published><updated>2012-01-05T10:31:27.018-02:00</updated><title type='text'>Onde a Ciência Termina?</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3Qfc52ts2cI/TwS4S-YCKDI/AAAAAAAAA0Q/LISw9Bvcoy4/s1600/vialac.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://4.bp.blogspot.com/-3Qfc52ts2cI/TwS4S-YCKDI/AAAAAAAAA0Q/LISw9Bvcoy4/s320/vialac.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cosmoconsciência&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Onde a ciência termina?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a questão que há décadas vem me ocupando a reflexão. A pergunta foi inspirada na recente obra do ex-padre jesuíta e conscienciólogo Marcelo da Luz: "Onde a religião termina?" (&lt;a href="http://www.editares.org/onde-termina-a-religiao.html"&gt;leia aqui na íntegra&lt;/a&gt;). Nesta obra o autor procura desmontar o paradigma religioso situando a ciência como uma referência mais adequada para a evolução lúcida da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas meu interesse aqui neste artigo não é atacar a ciência, mas situá-la dentro de seu exato raio de abrangência: a &lt;i&gt;zona cientificável&lt;/i&gt;. A ciência é uma boa opção e seu conhecimento é útil para o que precisamos saber para evoluirmos em nosso atual degrau de evolução. Mas e além desta zona científica? A transciência. A translinguística. Aliás, &lt;i&gt;trans-qualquer-coisa-passível-de-ser-conhecida-por-um-ser-humano.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a área maior do sistema cósmico. É a área onde reside o Sentido. É a área onde escapa, onde não alcança a ciência, por mais que se esforçe. É o que faz um fenômeno parapsíquico não ser passível de controle num laboratório. É o que controla o aleatório, a sincronicidade dos fenômenos e a congruência de sistemas e sistemas cósmicos, galácticos, orquestrados multidimensionalmente. É o que foge do controle. Por mais que construa os equimanentos mais modernos e eficientes, ainda assim, luta em vão a procura de um Nada inacessível ao nível evolutivo e cognitivo humano. A ciência vai até onde vai a cognição possível humana. Este é o limite da ciência e também o limite da religião. Ambas vão até onde é possível ao humano. Onde termina a ciência? Na fantasia de que as explicações científicas esclarecem as experiências/fenômenos. Para cada explicação, uma dúvida ou um conjunto de dúvidas. Para cada verdade, um conjunto de perguntas e reinicia o ciclo do não-saber em direção ao saber. Mas será que sabemos? Ou conhecemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Além da ciência: a epistemologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a ciência termina na sua própria &lt;i&gt;epistemologia&lt;/i&gt;. De acordo com Houaiss:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano, esp. nas relações que se estabelecem entre o sujeito indagativo e o objeto inerte, as duaels polaridades tradicionais do processo cognitivo; teoria do conhecimento;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;2. estudo dos postulados, conclusões e métodos dos diferentes ramos do saber científico, ou das teorias e práticas em geral, avaliadas em sua validade cognitiva, ou descritas em suas trajetórias evolutivas, seus paradigmas estruturais ou suas relações com a sociedade e a história; teoria da ciência".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim podemos distinguir &lt;i&gt;ciência&lt;/i&gt; de &lt;i&gt;conhecimento&lt;/i&gt;. A ciência, sendo essencialmente o que é seu método de investigação, visa conhecer objetos, sejam eles quais forem. E apresenta-nos &lt;i&gt;conhecimento sobre o objeto&lt;/i&gt;. E, na medida em que o sujeito visa conhecer a si mesmo, tornando-se objeto de si mesmo, eis que encontramos os limites da ciência. Porque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque epistemologicamente como o sujeito pode ser ao mesmo tempo sujeito e objeto? O que é que estamos conhecendo quando investigamos cientificamente a nós próprios? Se identificamos como objeto algo que estamos pesquisando sobre a nós próprios, seria então a nós próprios, pelo simples fato de ser nosso objeto? Pela teoria dos objetos (Reale), temos além dos objetos do mundo físico, os objetos psíquicos: as idéias, os sentimentos, a energia consciencial, o campo de energia. Mais fisicamente, temos o corpo como objeto de investigação, até seus confins do DNA e estruturas neurológicas e neuroquímicas do cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estudo pode se expandir para o "invisível": o cordão de prata, os corpos das consciências extrafísicas e a personalidade das consciências extrafísicas e assim por diante. Podemos investigar como nos sentimos fora do corpo, como é estar fora dos restritos limites do cérebro, a manifestação multidimensional, a sensação de volitação e assim por diante. Podemos encontrar amparadores evoluídos, lúcidos e hiperlúcidos transitando pelo cosmo afora. E as possibilidades do conhecimento são infinitas, mas a ciência é finita, ela tem limite assim como a religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A Transciência.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transciência é o campo do conhecimento da consciência pertencente à metacognição ou aos processos mais avançados dos atributos intrínsecos da consciência, o mentalsoma e a consciência em si mesma. A experiência que mostra onde a ciência termina, chama-se projeção de mentalsoma e cosmoconsciência. Ali é a fronteira e a zona transcientífica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consciência é uma realidade íntima, quem realmente somos, a inteligência lúcida operante. Esta consciência, eu e você, não somos o corpo, a energia, as emoções, as idéias, a aura, o cérebro e qualquer coisa que podemos tomar como objeto da nossa atenção. Não é possível fazermos ciência da consciência tal como estamos habituados a fazer. Para fazermos ciência da consciência, precisamos ultrapassar os limites da ciência e adentrar na experiência em que eu e você, como consciências, sentimos a presença somente da consciência que somos, sem qualquer corpo, energia ou apêndice visível: consciência sem corpo, livre, puro centro de inteligência operante. Mais que isso não existe como comunicar como a clareza científica exige, porque tal experiência é translingüística: ela pertence ao campo da &lt;i&gt;Transciência&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada disso tem a ver com religião, com Deus, com qualquer coisa humanamente criada, porque o conhecimento acessado em tal espectro de realidade cosmo-multidimensional transcende qualquer sistematização criada por uma cognição humana. Eis o limite básico da religião: a de que livros sagrados são a pura e honesta expressão do campo do Infinito Cósmico e a de que humanos aqui, em carne e osso, são os representantes diretos da Unidade Absoluta (Deus). E o limite básico da ciência também é partir da hipótese de que pode desvendar o que a religião tentou desvendar. A ciência tenta investigar quantos anos tem o Cosmos, como originou-se, sem se dar conta que tal campo pertence à Transciência e não está disponível à cognição ordinária humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sobre a cognição extra-ordinária ou transcognição e a cosmoconsciência.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cosmoconsciência demarca o limite e o fim da ciência e o começo da transciência. A transciência é um novo tipo de conhecimento, resultante de uma outra cognição: a metacognição ou a cognição extra-ordinária (para-ordinária). A cosmoconsciência é a experiência de percepção pura de nós mesmos enquanto consciências, vivas, sem qualquer corpo, ocupando um local no espaço de uma forma também não compreensível para nosso nível evolutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos com isso compreender que a epistemologia é cognitivamente mais avançada que a ciência. O &lt;i&gt;exaurimento epistemológico&lt;/i&gt; vem sendo usado por mim como técnica de projeção do mentalsoma, levando minhas reflexões até o limite possível e suportável por meu cérebro. O êxito de tal aplicação se deu poucas vezes, conforme relatos já descritos noutros artigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Técnica do exaurimento epistemológico&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta técnica consiste em reflexões contínuas e progressivas em complexidade e aprofundamento, visando realizar perguntas cada vez mais profundas para si mesmo e procurando achar respostas dentro daquilo que sabemos em direção ao campo que não sabemos. Visa levar a mente encarcerada pelo cérebro ao limite cognitivo, tal como tento levar o leitor com todas estas reflexões. Desta forma, alcançamos um exaurimento epistemológico, onde não existe mais possibilidade, chegamos em limites instransponíveis pela cognição. Forçamos a mente a arrebentar a barreira cognitiva que nos impede de saber de fato: o &lt;i&gt;cosmo-conhecimento&lt;/i&gt;. Este movimento de arrebentar a barreira é experimenciada como espécie de "cãimbra mental", levamos o cérebro a um pico de atividade máxima, tal como um maratonista leva seu corpo em seus treinamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta técnica visa desconstruir as resistências mentais-cerebrais, as &lt;i&gt;neuro-psico-couraças&lt;/i&gt;, preparando a estrutura cerebral para soltar a consciência em direção a uma projeção de mentalsoma e à cosmoconsciência. O exaumento epistemológico visa a formulação honesta de todas as dúvidas que suscitam questionamentos em todos os dogmas, limites e padrões do conhecimento científico e religioso. Cada formulação visa uma pequena expansão da consciência, pequenos saltos. Por exemplo, partimos de um conhecimento cientificamente aceito como postulado de verdade: os sonhos existem e foram provados cientificamente. Cada item representa um salto de exaurimento epistemológico, onde tentarei demonstrar neste exemplo, o processo de transcendermos com perguntas "verdades" hipoteticamente válidas até a expansão máxima que podemos chegar visando preparar o cérebro-mente para as projeções do mentalsoma. Ao final, termino com uma pergunta intencionalmente, para não fecharmos em qualquer conclusão e sim, abrirmos as portas da mente ao &lt;i&gt;movimento holotrópico&lt;/i&gt; (em direção ao Todo), o campo livre de concepções, conceitos prontos e verdades. Todas as perguntas estão além do território da ciência humanamente possível, pertencendo a transciência. Partirei da hipótese de que o acesso a tal conhecimento só é possível fora de qualquer corpo, quando a consciência está sozinha, em projeção mental ou de consciência pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Postulado: &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;os sonhos existem e foram provados cientificamente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Exemplo de questão inicial: &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;1. Como sabemos que os sonhos existem se os métodos científicos não conseguem expor as imagens pictóricas que repousam dentro de minha mente? Então, o que é provado são dados fisiológicos de processos psíquicos mais profundos?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Exemplos de perguntas que podem ser formuladas visando a expansão holotrópica pelo exaurimento epistemológico: &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Se os sonhos são processos psíquicos profundos o que geram os sonhos? É a mente? O que é a mente? Onde se situa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Enquanto ouço a voz supostamente dentro de mim mesmo, localizo a mim mesmo como consciência? O que é a consciência, de fato? Sou eu? E onde estou quando estou In-consciente? Existe In-consciência absoluta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Você pode tentar: pare, respire, feche os olhos, repita seu nome em silêncio mental para você mesmo escutar. Repita lenta e várias vezes, preste bem atenção na voz interna. De onde vem a voz? Onde se situa este local íntimo? É no cérebro? Poderia o cérebro ter vóz própria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Este local é outra dimensão? Existem outras dimensões? O universo possui múltiplas, infinitas dimensões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O que é o Infinito? Qual o limite de Tudo? Até onde vai a evolução? Qual o sentido de evoluirmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Mesmo que saibamos que existimos em vidas anteriores e mesmo que saibamos que iremos sobreviver, ou que existe extraterrestres, espíritos, enfim: para que sobreviver e quando de fato nascemos, surgimos? Para que existe a consciência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. O nosso surgimento como consciências coincide com a gênese cósmica? O que existiu antes do Big Bang?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Qual o Sentido de tudo Existir? Para que evoluir? Onde iremos chegar com a Evolução e com a autotransformação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Porque e como o Infinito transcende a si mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. O que é o Espaço? O que é o tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. O que é o agora? Se o agora segue o tempo no presente em movimento? Como podemos estar no futuro, agora? Como podemos estar no passado, agora? A consciência é a-temporal? Ou a consciência é o tempo? O tempo é feito de consciência? O Cosmos é consciência e intenção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. O que é a Vida?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-6264076128137959932?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/6264076128137959932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=6264076128137959932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6264076128137959932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6264076128137959932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/onde-ciencia-termina.html' title='Onde a Ciência Termina?'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3Qfc52ts2cI/TwS4S-YCKDI/AAAAAAAAA0Q/LISw9Bvcoy4/s72-c/vialac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-1900528574576870228</id><published>2012-01-01T13:29:00.000-02:00</published><updated>2012-01-01T13:29:08.506-02:00</updated><title type='text'>Um Feliz 2012 e um Sincero Agradecimento a Todos!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.google.com.br/url?source=imglanding&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://winxlinux.com/wp-content/uploads/2009/05/vista__flower_logon_screen_by_bhavikkadalal.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=93oAT5SpJsSctweypdHPBg&amp;amp;ved=0CA0Q8wc4EQ&amp;amp;usg=AFQjCNE2pdOlvp50UtQFrUb4LfhBWKyOvw" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.google.com.br/url?source=imglanding&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://winxlinux.com/wp-content/uploads/2009/05/vista__flower_logon_screen_by_bhavikkadalal.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=93oAT5SpJsSctweypdHPBg&amp;amp;ved=0CA0Q8wc4EQ&amp;amp;usg=AFQjCNE2pdOlvp50UtQFrUb4LfhBWKyOvw" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo(a) leitor(a): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro de 2010 agradeci aos 4.000 acessos nesta revista. em 05 de maio de 2011, já tínhamos 15.000 acessos em mais de 55 países. E hoje dia 01 de janeiro de 2012, agradeço aos quase 30.000 acessos nos 66 países (&lt;a href="http://s07.flagcounter.com/countries/KRv/1"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;) espalhados pelo planeta, do Brasil, aos EUA, China, África e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante esclarecer que este espaço muda conforme eu mudo, conforme eu mesmo me atualizo. Este espaço é uma parte de mim, um braço mentalsomático ou uma extensão direta de meu cérebro-paracérebro-psicossoma. O leitor e leitora poderá acompanhar uma certa biografia viva de minha vida a partir da primeira publicação desta revista, em ordem cronológica, artigo por artigo, até hoje, a partir dos experimentos avançados e transcendentes aqui publicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admito ao leitor e leitora que tive de reunir coragem para encarar a tarefa de dar a publicidade a todos estes experimentos, dentro de uma ótica séria e científica, expondo-me &lt;i&gt;no osso&lt;/i&gt;, despreocupado com o julgamento alheio e preocupado com a assistência policármica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é diante deste aprendizado sem limites que venho oferecer meu sincero agradecimento pela oportunidade que este século que oferece para falar abertamente em todos estes campos avançados com máxima liberdade de expressão, num nível realmente agudo. Esta revista é, antes de tudo, uma retratação pública, uma reciclagem visceral íntima e uma abertura permanente de, como diz Waldo Vieira, do aumento do saldo da conta corrente policármica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos disponibilizados neste século são avançados para a assistência planetária e, diante disso, sou muito grato à Google, por disponibilizar o megabuscador e a blogspot gratuitamente assim como a avançada ferramenta de tradução multilingüe. Aos designers que criaram o layout da Revista e disponibilizaram gratuitamente na internet para&amp;nbsp; seu uso, livre de qualquer licença. A flag counter, e todos os outros recursos ali acoplados, todos gratuitos, fazem desta Revista um trabalho de equipe, formado por profissionais anônimos dispersos pelo planeta afora. E outros aqui utilizados, meu sincero agradecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, a Biblioteca Digital de Artigos Científicos, associada a esta revista, alcançou o volume de quase 3.000 downloads gratuitos de artigos e, embora ainda não tenha sido realizado o balanço de 2011, esperamos ter ultrapassado os mais de 5.000 downloads.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, um movimento foi iniciado de divulgar a revista a todos os países da lingua portuguesa, onde conseguimos alcançar, além de Portugal: Angola, Moçambique e Cabo Verde, levando estes assuntos e experiências avançados aos nossos coterrâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, só temos motivo para agradecer e comemorar e que 2012 seja muito melhor que 2011, como continuidade natural de nossos esforços e dedicação à evolução lúcida humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as minhas melhores e fraternas energias,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F. Salvino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-1900528574576870228?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/1900528574576870228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=1900528574576870228' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/1900528574576870228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/1900528574576870228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2012/01/um-feliz-2012-e-um-sincero.html' title='Um Feliz 2012 e um Sincero Agradecimento a Todos!'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-3683013578219793868</id><published>2011-12-31T00:02:00.000-02:00</published><updated>2011-12-31T00:52:09.989-02:00</updated><title type='text'>L(∞): Ensaio Preliminar Sobre a Lógica Inclusa do Infinito e a Irrupção da Transciência</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IDmhVbrNXXQ/Tv5zHjCxbNI/AAAAAAAAA0E/4gQtXkiWIfE/s1600/bn.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://1.bp.blogspot.com/-IDmhVbrNXXQ/Tv5zHjCxbNI/AAAAAAAAA0E/4gQtXkiWIfE/s200/bn.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Infinito - L(&lt;/i&gt;∞&lt;i&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span id="goog_1422238689"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1422238690"&gt;&lt;/span&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.............................................................................................&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs: este artigo é o último de 2011 e finalizo esta publicação em estado de graça, sereno, em paz interior, sentindo amorosidade natural pelas pessoas e seres, certo do cumprimento de uma de minhas&amp;nbsp; tarefas, a de trazer a esta dimensão tais assuntos e experiências de ordem da alta ciência e da transcendência consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo a todos os leitores deste modesto espaço as melhores energias e intenções para 2012 e que se há alguma profecia para o próximo ano, que seja realmente a do "fim do mundo", mas não a do mundo, mas a do mundinho, o ego restrito, o egoísmo, em direção ao fraternismo cósmico.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Agradeço a todos vocês que sustentam consciencialmente este espaço, sem vocês ele não teria função alguma. Aos leitores participantes ativos, meus sinceros e cordiais agradecimentos, pois atuaram como co-escritores deste espaço, deixando suas assinaturas psíquicas por aqui. Aos amparadores extrafísicos desta revista de experimentos, meu profundo agradecimento, sem o suporte de vocês como manifestações corpóreas do Infinito nada seria possível. E, como é o tema deste artigo, sinto-me em clima de profundo respeito pelo Infinito, o real motor motivador de tudo que o existe nesta espaço, manifesto minha sincera gratidão pelo Cosmos e pela oportunidade de estar vivo em sã consciência, neste século, neste planeta.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fernando Salvino, 31/12/2011.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;......................................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;I – Das Considerações introdutórias&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema é causador de angústia e medo irracional para muitos. A razão disso é simples: todos nós somos, de uma forma ou de outra, diariamente pressionados ao encontro experimental inevitável com o Infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto é inspirado em experiências de projeções avançadas de psicossoma (exoprojeção e outras impactantes) e de mentalsoma, incluindo aqui, a cosmoconsciência ou o contato direto com o Infinito e a transcendência absoluta da linguagem e paradigmas tal como os conhecemos e operamos em nosso nível. Inexiste possibilidade de ciência neste espectro de realidade, razão pela qual poder afirmar que a ciência é um tipo de saber temporário e relacionado a um determinado nível de consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentido geral do aparecimento global do fenômeno parapsíquico está além do entendimento humano. A necessidade de uma parapsicologia, ou uma psicologia profunda (além da psicologia) está associada ao entendimento de fenômenos que desafiam o paradigma, a política, o sistema social, o direito humano e assim por diante. Fenômenos estes que nos levam além da fronteira, rumo ao Infinito. Lidar com o fato de que não conseguimos explicar a maioria dos fenômenos que vivenciamos, mesmo os do dia a dia, é a base também para uma translingüística. E ao adentrarmos nas experiências parapsíquicas, especialmente, as projeciológicas avançadas, adentraremos no rol de vivências mais estranhas que podemos explicar. Por exemplo, a experiência projetiva que tive esta noite (madrugada do dia 29/12/2011):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estava eu sonhando que estava acampando com minha filha [falávamos neste assunto antes de dormir, pois ela afirmava amar acampar no réveillon] quando aparecem quatro homens, jovens, porém amistosos e com intenções agressivas. Estes jovens aparecem no momento em que abro a barraca. Ao perceber os jovens vindo em minha direção como se para me pegar, paro e de forma lúcida penso: “estes homens são produtos de minha mente, eles não existem.” Imediatamente, os jovens ficam estáticos, suas aparências tornam-se como opacas e sem vida e, como bonecos comandados pela minha mente, caem no chão como peças de um dominó, sem qualquer consciência e vida própria. Neste exato momento, sei que estou fora do corpo e acordo imediatamente devido a forte emoção da experiência.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;II - Sobre a complexidade da experiência projetiva&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este exemplo retrata uma projeção consciente aparentemente simples, porém, carrega uma intensa complexidade. A começar pelo meu relato. É impossível relatar em exatidão através de palavras, especialmente a língua portuguesa, como de fato a experiência se passou. Primeiramente, como a experiência se passou, o experimentador precisa lançar mão de sua memória para fins de lembrar da experiência. E toda rememoração passa por processos de atualização da experiência passada em relação ao presente. Diante disso, entre o relato da experiência e a experiência, temos a memória e o processo de rememoração. A partir disso, a rememoração que já é uma distorção da experiência primária, embora possa ser uma pequena distorção, ao ser traduzida em termos de linguagem, passa por uma segunda distorção: o registro escrito da experiência. Assim, o que é relatado já é uma tradução, uma versão distorcida da experiência primária. Assim temos que todo relato experiencial é, antes de tudo, uma versão secundária da experiência primária, como em E1 &amp;gt; R (experiência primária é maior que o registro da experiência). Ou mais especificamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;E1 &amp;gt; Rem &amp;gt; R&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E1 = experiência primária&lt;br /&gt;Rem = rememoração&lt;br /&gt;R = registro da experiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito da experiência, temos mais uma complexidade. O detalhe é que estou estudando uma técnica projetiva que sugere questionar qualquer conteúdo onírico em sonho visando despertar a consciência extrafísica a fim de discernir presença consciente e presença não-consciente (onirismo) dentro dos sonhos. Ou seja, existe anteriormente à experiência, um referencial teórico-metodológico sendo aplicado visando um resultado específico. Este referencial foi elaborado por projetores conscientes que a partir de estudos e experimentos pessoais organizaram métodos para que tais experiências pudessem ser replicadas e intercomunicadas, apesar da realidade das distorções entre E1 e R. Temos que R apesar de tudo, consegue alcançar algum tipo de realismo de E1 a ponto de viabilizar a comunicação entre projetores conscientes. Quando lemos que a pessoa sentiu-se paralisada após retornar ao corpo, o projetor que teve a experiência sabe experimentalmente como é a catalepsia projetiva, obviamente, que a partir de sua experiência pessoal. Não sabemos exatamente o que outro projetor sente pela catalepsia, mas é o limite da comunicação possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, estamos sempre lidando com esses limites entre as experiências primárias e os registros ou a comunicação das experiências verbalmente. Esta lacuna entre um campo e outro nos coloca em contato com o Infinito. Existe uma área ali intocada, permanentemente intocada. Nem mesmo nós que experimentamos tais vivências conseguimos tocar nestas áreas e conseguir levar tais campos de experiências ao nível do registro e da comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É diante desse realidade que estarei dissertando este tema aqui, limitado por meu registro, capacidade de tradução das experiências em palavras e rememoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tudo o que coloquei acima, experiências projetivas como esta, apesar de ser uma experiência projetiva de baixa complexidade, desafiam os principais conceitos atuais sobre a realidade. Como poderíamos acordar dentro do próprio sonho? Como controlar o próprio sonho e ainda permanecer sonhando de forma consciente? Seria isto um sonho? Que nome poderíamos dar a este fenômeno? Não se trata de um sonho muito menos de sonhos lúcidos. Estamos adentrando noutra esfera de realidade: as experiências lúcidas fora do organismo físico e as escalas de lucidez. E estas experiências necessitam da pessoa humana uma estrutura de personalidade capaz de dar suporte ao toque do Infinito, por mais sutil que seja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este me parece ser o maior sentido do aparecimento moderno do fenômeno estudado pela parapsicologia, por exemplo, chamado de EQM – Experiência de Quase-Morte. As EQMs são experiências profundamente impactantes, verdadeiros toques do Infinito. Uma introdução experimental ao Infinito, uma degustação simplória daquilo que será nossa realidade permanente: vivermos tão só nesta zona cosmológica Infinita. Da mesma forma as experiências de retrocognição, precognição, a telepatia, clarividência e as impactantes experiências fora do corpo conscientes até a cosmoconsciência, esta última, um mergulho temporário no Infinito. A experiência de cosmoconsciência é a experiência temporária, o vislumbre do estado de consciência inorgânica, sem corpo algum, onde a pessoa não consegue ver qualquer apêndice corporal agora sua consciência em si mesma, livre, cosmificada, em contato direto com o Infinito. Aqui adentramos noutra sintaxe, outra linguagem, além da nossa, restrita a um mundo restrito da inclusão cósmica. Não sei se o leitor ou leitora estão realmente compreendendo o que estou falando aqui, mas de qualquer forma, prosseguirei com a expectativa de que os assuntos seguintes possam ser complementares a este.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;III - Sobre o Infinito Cósmico e sua estrutura básica: o Intento (Consciência).&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um território, uma zona, uma área, dentro de um contexto de uma possível topografia da ciência e da possibilidade factível do conhecimento, que é inacessível à cognição humana. As atividades cognitivas, intelectivas e perceptivas, incluindo as capacidades extrassensoriais e parapsíquicas da consciência não adentram nesta área, mesmo as experiências de cosmoconsciência avançadas. Se formos tomar como um todo a imensa gama de capacidades de acesso e possibilidade de conhecer humano, mesmo assim, existe uma área inacessível e permanentemente viva e atuante, mesmo que não tenhamos condições de acessar ou identificar, perceber e reconhecer a sua existência no dia a dia e mesmo nas experiências transcendentes. Diante disso, chamarei a este grande conjunto aberto, transfronteiriço, de Infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Infinito é a maior área do Cosmos. É o fundamento da energia escura, perfazendo mais de 90% da composição do cosmos, conforme a moderna cosmologia. Dentro de uma topografia cosmológica multidimensional, situo o Infinito como a área cósmica por excelência, zona de realidade incomensurável e inacessível a qualquer tentativa de uma ciência cosmológica completa. O completo é uma fantasia também inacessível, diante da natureza do Cosmos: o Infinito. Diante disso, partiremos do Infinito enquanto fundamento cosmológico básico e de uma ciência real possível, dentro de seus limites viáveis, livre de megalomanias e narcisismos próprios de consciências isentas da inclusão da lógica do Infinito, aqui representada por: L(∞).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;IV – Sobre a Lógica Inclusa do Infinito - L(∞)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta lógica opera a partir dos experimentos diretos com o Infinito, especialmente aquelas experiências catalogadas como psi. Esta lógica torna a vida humana comum não mais um escondeirijo do Infinito, mas uma oportunidade de transcendência e de compreensão do funcionamento prático da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto aqui tratado não é uma teoria ou uma concepção, se trata de uma realidade imutável, a de que o destino do ser humano é ser lançado para campos de realidade cada vez mais cósmicos, quer ele queira ou não. Existe no universo uma força chamada Intento que nos pressiona para tal realidade: o Infinito. Daí vem o sentido de falarmos em uma inclusão lógica do Infinito em nossa cognição ordinária. E esta inclusão se dá experimentalmente e epistemologicamente. Por outro lado o amor cósmico parece-me estar lado a lado com tal expansão progressiva de consciência. Assim, o Intento Cósmico é amoroso. Não sabemos o que é, nem como se forma ou donde vem, qual sua natureza e concepção, porém, podemos presenciar as manifestações do Intento, através do fenômeno da Evolução da Consciência. Ninguém escapa à evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Infinito permeia as nossas vidas por todos os lados e nos atravessa diuturnamente, mesmo que não tenhamos consciência de sua cosmo-realidade. No entanto, nos defendemos e tentamos nos livrar dele, de sua pressão cada vez mais progressiva. Nestas alturas considero o próprio Cosmos como um Infinito cuja natureza mesma se manifesta como um Intento. O Infinito manifesta-se como intenção cósmica, ou atividade cosmo-inteligente onipresente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;V – Das Considerações finais sobre a gênese das patologias (sofrimento) e suas relações com a cosmofobia, conscienciofobia e esquizoholia.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, o medo básico é do Infinito e da experiência de contato direto permanente com este, a cosmofobia, o que nos leva a um estado esquizohólico, ou de divisão psíquica experimental entre o eu e o cosmos (Infinito). Esta divisão sintáxica e experimental parece-me ser a base genética de todo sofrimento e, portanto, da patologia e psicopatologia. Este afastamento possui relação com o ódio/raiva... E a aproximação, com o amor/afeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de presença do Infinito é tida como aquela que gera tremor agudo (tal como u tremor de terra provocado por um terremoto) na estrutura geral da personalidade, abalando suas estruturas em prol da irrupção de uma nova, mais acolhedora do Infinito. Por outro lado, outras experiências desta natureza provocam um contato direto com o Sentido, sendo que as pessoas que passam por tais experiências retornam com uma sensação sem palavras, repletas de gratidão cósmica. Assim, o Infinito apresenta-se como dupla polaridade: ora como um profundo Vazio Cósmico (Yin), ora como um Sentido (Yang). Estas experiências são tidas como uma sensação geral de presença de um “algo” profundo que se situa nas dimensões mais profundas e invisíveis do Cosmos. Esta cosmofobia gerada pelo contato direto com o Infinito faz com que a personalidade vai, passo a passo, se preparando e se acostumando com tal realidade até que vai perdendo o medo do escuro multidimensional. Por outro lado, até mesmo as experiências de encontro com o Sentido geram na pessoa tremor e sensação de perda de sanidade mental ao retornar para o mundo ordinário, comum. Incluo neste rol de experiências o campo da extraterrestriologia, no contato direto e experimental com outros organismos conscientes habitantes do Cosmo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cosmofobia que se traduz por uma conscienciofobia (medo de si) leva a consciência, esteja ela em qualquer estado de manifestação, a uma esquizoholia. Esta leva a consciência a criar e desenvolver uma sintaxe e paradigmas ancorados na cosmofobia, conscienciofobia e esquizoholia e, portanto, defende-se do Infinito. Aqui nasce um sistema de defesa dedicado a desviar a consciência do contato direto com o Intento Cósmico (Infinito). E este sistema de defesa é a base que sustenta a ciência mais convencional e as religiões de forma geral, cada um em seu espectro defensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(parte 1)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-3683013578219793868?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/3683013578219793868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=3683013578219793868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/3683013578219793868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/3683013578219793868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/12/l-ensaio-preliminar-sobre-logica.html' title='L(∞): Ensaio Preliminar Sobre a Lógica Inclusa do Infinito e a Irrupção da Transciência'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-IDmhVbrNXXQ/Tv5zHjCxbNI/AAAAAAAAA0E/4gQtXkiWIfE/s72-c/bn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-4151106432198500790</id><published>2011-12-01T14:17:00.001-02:00</published><updated>2011-12-01T14:45:33.900-02:00</updated><title type='text'>O Fenômeno Paranormal - Psi e a Incerteza Quântica embutida em Nossa Crença de um Espaço - Tempo Perfeitamente Definido</title><content type='html'>﻿ &lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5nDM8s6JImY/TteuKC8wMDI/AAAAAAAAAzI/rBhXUduvLdE/s1600/wormhole23.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="169" src="http://4.bp.blogspot.com/-5nDM8s6JImY/TteuKC8wMDI/AAAAAAAAAzI/rBhXUduvLdE/s320/wormhole23.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Buracos de Minhoca:&lt;br /&gt;Desafiando o espaço-tempo&lt;br /&gt;perfeitamente definido.&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿ &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Dr. Geraldo Sarti (MSc.)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Parapsicólogo, Psicobiofísico,&amp;nbsp;Psicanalista. Mestre em Física&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia / FEBRAP - Federação Brasileira de Parapsicologia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;IPPP - Instituto Pernanbucano de Pesquisas Psicobiofísicas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;IPRJ - Instituto de Parapsicologia do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.parapsicologia-rj.com.br/"&gt;http://www.parapsicologia-rj.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;...................................................................................&lt;br /&gt;Este estudo é dedicado a Raquel dos Reis Azevedo,&lt;br /&gt;sua genial inteligência&amp;nbsp;e sua&lt;br /&gt;pureza&amp;nbsp; de mulher.&lt;br /&gt;...................................................................................&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Introdução&amp;nbsp;(Por. Dr. Fernando Salvino)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante salientar que este artigo esboça a mente de umas das pessoas que mais respeito, meu amigo Geraldo Sarti, pessoa que conheci "ao acaso quântico" e desde então, temos trocado idéias e experiências fecundas e raras de se fazer em nosso círculo "normal" do dia a dia newtoniano. Pessoal a quem a Parapsicologia lhe&amp;nbsp;é grata, por sua contribuição singular,&amp;nbsp;autêntica e avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sarti introduz o universo parapsicológico e físico numa unidade indissociável, incluindo suas noções psicológicas e psicanalíticas. Ao leitor curioso, sugiro o exlame de seus artigos publicados em seu site e no site do IPPP (&lt;a href="http://www.parapsicologia.org.br/"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Precisa, antes, alfabetizar-se em sua ótica, pela Teoria de Psicons e outros experimentos que unem física quântica, parapsicologia, projeciologia e outros campos afins, como a psicanálise. Eis seu desafio como leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicon&amp;nbsp;parece ser&amp;nbsp;a unidade básica da fusão entre energia e consciência, sendo aquilo que os físicos estão procurando e algum dia irão achar: a si mesmos refletidos na matéria mais profunda, suas consciências imateriais e atemporais, emissoras de ondas-psi. Sarti vai muito além, procurando nos demonstrar matematicamente, quanticamente&amp;nbsp;e parapsicologicamente a existência de tal universo. Isto é para poucos, admito. Poucas mentes estão qualificadas para decodificar a realidade em termos matemáticos e quânticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Similar a hieróglifos antigos, como os vejo na complexa matemática do I Ching, ou mesmo do Tzolki´n (Maia), a linguagem psi-quântica necessita de seus decodificadores e daí a importância de toda produção de Geraldo Sarti que tenta trazer-nos em palavras o que fórmulas estão dizendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Do Fenômeno Paranormal - Psi e a Incerteza Quântica embutida em Nossa Crença de um Espaço - Tempo Perfeitamente Definido.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vamos chamar de Incerteza Quântica ao símbolo IQ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem-se, como Princípio Básico da Física Quântica, que os produtos de duas quantidades ou grandezas físicas quânticas conjugadas, isto é, que não admitam nosso conhecimento simultâneo de ambas, como espaço x - quantidade de movimento p = ћ k ou , tempo t - energia E = ћ w , são tais que, sendo IQ = ≥ ћ / 2, então : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ћ Δx ∆k ≥ ћ / 2 = IQ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ћ ∆t ∆w ≥ ћ / 2 = IQ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as definições anteriores, estas desigualdades podem ser escritas como :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆p = ∆t ∆E = IQ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Multiplicando os termos obtém-se :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t ∆p ∆E = IQ 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, introduzindo as já escritas constantes de Dirac ћ, resulta :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t ∆k ∆w = ( IQ / ћ )2 .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆k = 2π / ∆λ e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆w = 2π / ∆T e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;w = k c, no vácuo, sendo c a velocidade da luz, então :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;λ = c T&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆λ = c ∆T&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os símbolos utilizados, λ e T são, respectivamente, o comprimento da onda associado ao espaço x e o período da onda associado ao tempo t.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Multiplicando ∆k e ∆w e manipulando algebricamente os termos antes delineados tem-se :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t = ∆λ ∆T ( IQ / 2π )2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, simplesmente substituindo IQ por 1 / 2 ter-se-á :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t ≥ ∆λ ∆T / 16 π2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A constante do denominador pode ser eliminada para a finalidade a que nos propusemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, tem-se apenas a incerteza espaço-temporal como abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t ≥ ∆λ ∆T&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo nitidamente a velocidade da luz c absoluta como a relação ondulatória com a matéria contida no espaço-tempo, vem, alternativamente, para as relações de incerteza acima delineadas que :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t ≥ c ( ∆T ) 2 ou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆x ∆t ≥ ( ∆λ ) 2 / c&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eliminação destas duas incertezas diferentes para um mesmo produto resulta, por divisão, que :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 ≥ ∆λ / ∆T ou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 ≥ ∆T /∆λ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação dupla só é resolvida para: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;∆λ = ∆T &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como outra conclusão tem-se que a certeza 1 implica na igualdade das incertezas espaço-temporais ondulatórias, mas não nas suas eliminações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a certeza depende sempre da igualdade de incertezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma geral e física, quanticamente ou não, o espaço-tempo em que vivemos é incerto. É uma média quântica, passível de alteração exterior aos sistemas nele contidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que, além do espaço-tempo físico tem-se nossa mente, e dela temos certeza, somente ela será , a princípio , capaz de manter ou alterar a estrutura média do espaço-tempo e dos sistemas nele contidos. Em suma, agir psiquicamente sobre a realidade, mesmo que cerebralmente. Neste caso,encontram-se não só os fenômenos psicológicos médios mas, também, os fenômenos paranormais ou PSI, capazes de alterar a média dos fenômenos PSI comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Geraldo Sarti, novembro de 2011.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-4151106432198500790?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/4151106432198500790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=4151106432198500790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/4151106432198500790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/4151106432198500790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/12/o-fenomeno-paranormal-psi-e-incerteza.html' title='O Fenômeno Paranormal - Psi e a Incerteza Quântica embutida em Nossa Crença de um Espaço - Tempo Perfeitamente Definido'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5nDM8s6JImY/TteuKC8wMDI/AAAAAAAAAzI/rBhXUduvLdE/s72-c/wormhole23.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-6509957082476369391</id><published>2011-11-30T15:59:00.001-02:00</published><updated>2011-11-30T16:36:38.931-02:00</updated><title type='text'>Robert Monroe, seu papel no desenvolvimento da Projeciologia e relações com a minha experiência, a de Sylvan Muldoon, Waldo Vieira e outras considerações. (parte 1)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aTKiFSQC0P0/TtZ0Fa5ea-I/AAAAAAAAAzA/p7EEtx3UB3o/s1600/monroe.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-aTKiFSQC0P0/TtZ0Fa5ea-I/AAAAAAAAAzA/p7EEtx3UB3o/s320/monroe.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;br /&gt;FEBRAP/ABRAP/NIAC&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Dedico carinhosamente este artigo a Marcio Emiliano, leitor desta revista, por ter me solicitado escrever sobre Robert Monroe e sua relação com a Projeciologia.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Robert Monroe e a Projeciologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conexão direta entre eu e Robert Monroe se deu naturalmente através da revista que acabei criando para veicular meus experimentos parapsíquicos e científicos na área avançada da consciência. Márcio, após ler o artigo publicado a respeito do renomado projetor Sylvan Muldoon, solicitou-me que escrevesse acerca de Robert Monroe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E admito caro leitor, nunca li nada das obras de Robert Monroe, além de citações a respeito de sua importância no campo mais laboratorial da projeciologia e acerca de sua experiência como projetor consciente e alguns relatos. Seu nome é bem falado nos corredores do IIPC, porém, sem qualquer aprofundamento. Nunca interessei-me em ler sua obra, assim como a de muitos outros projetores, porque sei da veracidade da experiência. Por outro lado, li integralmente o material publicado por Waldo Vieira, que será a terceira personalidade o qual escreverei um artigo dedicado. Isso se deu diferentemente com Muldoon, pois a obra de Muldoon foi a primeira obra que tive contato sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, foi assim que cheguei diretamente até Monroe, por pedido de meu amigo leitor. E certamente demoraria para acessá-lo. Meus interesses estão primeiro em experimentos pessoais e, em segundo, em experimentos de outros pesquisadores e, terceiro, em material teórico-científico da área. Mal dou conta de meus próprios experimentos e afazeres, casos clínicos, pesquisa, escrita de artigos, família, filho e outras tarefas familiares. Luto desde criança para a autosuperação de meu déficit de atenção sem qualquer uso de medicação, somente com exercícios mentais e estudo concentrado e meditação. A solicitação do leitor é que delineasse o papel de Monroe na ciência da projeção consciente, ou a Projeciologia. Não sei se estarei conseguindo fazer isso, porque o que escreverei é mais um depoimento que um estudo histórico. Como não sou historiador, reservo-me do direito de escrever da forma como me soa mais confortável e prazerosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prontamente, comecei a ler a obra “Viagens para fora do Corpo”. E, por suspresa, deparei-me com a introdução de um dos mais qualificados parapsicólogos do planeta, Dr. Charles Tart, pesquisador que fiz contato há anos atrás o qual recebeu-me, em e-mail, cordialmente com seus textos a respeito da projetabilidade consciente. Mas seu depoimento é impactante. Tart coloca-se em alto nível de honestidade diante do trabalho de Monroe. E eis que finalizo a introdução e começo a ler o primeiro capítulo, que narra a experiência desencadeadora de Robert. Monroe passa por intensos estados vibracionais espontâneos, a princípio e que ao longo do tempo seguinte culminaria com uma experiência de bilocação. O mais intrigante é sua aguçada capacidade de descrição da experiência, verdadeira pesquisa fenomenológica do fenômeno projeciológico. Sua precisão é evidente. No Brasil temos um problema grave, a Parapsicologia está praticamente diluída, por outro lado, temos a Projeciologia e Conscienciologia em alto nível de organização e expansão científica. A equipe científica relacionada é das mais profissionais e científicas do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante esclarecer ao leitor que tornei-me parapsicólogo muito depois de ter experimentado o fenômeno projetivo, desde antes de meus 9 anos de idade. A razão da precocidade destas experiências me são desconhecidas. Sou como Muldoon, que faz ciência de si mesmo. Parto da hipótese que tenha sido aumentada esta predisposição a partir de meu trauma do parto. Assim, começo pela experiência para depois ir à teoria, que incluo, experiências de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, venho dizer que Monroe é como um segundo Muldoon. Depois de Muldoon, cronologicamente falando, parece que somente Monroe consegue fazer ciência de seus próprios experimentos projetivos, sem misticismo e fantasias, tal como observa Tart e, o mais interessante, é o paralelo que faço entre ambas histórias. Em Muldoon, ocorre a busca por Hereward Carrington, renomado pesquisador psíquico do século XIX e XX, o qual realizam intensa troca de experiências. O fenômeno em Muldoon inicia quando tinha 12 anos de idade, quando entra em catalepsia projetiva ou astral. Agora vamos para Monroe. Monroe passa pela experiência de sentir as vibrações no corpo e repito, são sensações realmente estranhas, ainda mais quando posteriormente vem a experiência extracorpórea consciente sem perda de lucidez. A experiência de ouvir e sentir os sons dentro do cérebro é realmente bizarra, como tenho experimentado várias vezes. Após busca ajuda de especialistas, médicos, psicólogos e eis que em sua obra encontramos Charles Tart, o qual podemos compará-lo em importância, ao renomado Sr. Carrington. Ambos fazem investigação em conjunto e tendo laço de amizade que transcende o de pesquisadores e os aproximam como pessoas. O depoimento de Tart é de uma honestidade admirável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a primeira análise comparativa e parapsicológica que faço das obras. Faço como parapsicólogo e como projetor consciente que também teve sua vida completamente virada ao avesso diante dos impactos progressivos que cada experiência ia me lançando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Muldoon, Monroe dá, mesmo sem saber, continuidade ao modelo de pesquisa que não é nem qualitativa, nem quantitativa, mas instala-se numa forma de investigação direta do fenômeno parapsíquico pelo próprio experimentador-pesquisador. Podemos chamar de auto-pesquisa experimental, onde o pesquisador se lança no experimento e depois faz ciência do mesmo, percorrendo o ciclo da aprendizagem experiencial tal como delinearam John Dewey, Kurt Lewin e outros. Parece-me que existe uma correlação entre as experiências de ambos projetores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Experiência desencadeadora fulminante: catalepsia astral ou projetiva e estado vibracional e conseqüente bilocação;&lt;br /&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Impacto da experiência e alteração cognitiva, com alteração profunda da estrutura consciencial (cognitiva, emocional, pensamentos, crenças, etc)&lt;br /&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Busca por informações em obras e especialistas, com pouco resultado;&lt;br /&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Contínuos experimentos projetivos e analisados, descritos com alto nível de precisão, a ponto de podermos, como projetores, comparar a experiência e obtermos maior visão sistêmica do fenômeno;&lt;br /&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Publicação em conjunto com algum renomado pesquisador, desconectando o escritor na categoria de insano ou psicótico, pelo atestado do pesquisador-autoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sobre Waldo Vieira e a Projeciologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 70 (1979), no Brasil, um médico espírita chamado Waldo Vieira publica um livro contendo suas experiências projetivas. Este projetor também apresenta o traço raro daquele que além de ter os experimentos projetivos, consegue fazer ciência de si mesmo em alto nível. Vieira, ao que me parece, torna-se o terceiro da linhagem de projetores-cientistas, ou de projeciólogos nesta ordem cronológica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;1. Sylvan Muldoon&lt;br /&gt;2. Robert Monroe&lt;br /&gt;3. Waldo Vieira&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu teria de examinar melhor as obras anteriores, mas não encontro nada muito preciso e destituído de misticismo por onde li. Outro projeciólogo que parece-me ter saído do trilho científico mais focado no campo projetivo, foi o brasileiro Geraldo Medeiros Junior e algumas de suas obras especializadas como "Relatos de um Projetor Extrafísico" e "Viagem Extrafísica", obras excelentes e referenciais. Wagner Borges, que também ainda não fiz revisão mais aprofundada das obras, mas sua pesquisa está noutra esfera, não tão científica e mais mística. Medeiros abandona a Projeciologia e focaliza seus estudos na Bioenergologia, campo mais relacionado com a Conscienciologia. Em outras obras, bastante respeitadas, como de minha colega parapsicóloga Susan Blackmore, li somente o início e o fim, e deparei-me com uma frustração ao ler sua conclusão sobre as experiências fora do corpo, e concluo: ela nunca teve uma projeção consciente. Não perdi meu tempo lendo o miolo do livro. Após Vieira, muitos tentaram fazer ciência de seus próprios experimentos, mas acontece que poucos têm experiências projetivas suficientes a ponto de conseguir fazer delas ciência projeciológica. A Projeciologia, no meu ponto de vista, é a ciência mais difícil existente no planeta. Sou como um retardatário numa corrida de Formula 1, com 36 anos de idade, tentando superar minha dificuldade de concentração para que consiga escrever acerca do assunto. Se tivesse maior capacidade de concentração e organização de idéias poderia ter publicado algo há tempo. Muldoon demonstra superior capacidade, ao escrever morimbundo, entrevado numa cama, com vinte e poucos anos de idade. Estas são as dificuldades que sensitivos têm ao tentarem também manifestarem seu intelecto, atributo praticamente oposto ao parapsiquismo, que se manifesta como acesso direto a uma informação e realidade. Um dia entendi que um de meus objetivos de vida era desenvolver minha intelectualidade, porque estava desalinhado com meu parapsiquismo. Incluia aprender a escrever e a organizar experiências. Forte tendência pela arte e música, abandonei toda minha atividade artística e musical, para dedicar-me somente ao desenvolvimento parapsíquico numa linhagem científica. E sou grato a Waldo Vieira por ter me mostrado tal prioridade em minha existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero chegar até o fim da obra de Monroe. Geralmente não leio uma obra por completo, a não ser que me interesse muito. Sinto-me como diante de amigos, quando leio Muldoon e Monroe. Senti afinidade imediata com essas consciências de extrema coragem em escrever cada qual em sua época, sobre tal tema. Aprendo com a sinceridade de como se expõem publicamente e o exemplo destes me faz apreender a coragem deles e aplicar aqui, agora, em meu momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Correlações com minha experiência&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;projeciológica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha história não difere muito de Muldoon e Monroe. Aos 5 anos de idade aproximadamente, comecei a sair do corpo com lucidez, quando desejava profundamente voar como o super-heroi americano fazia em seu filme. E eu conseguia. A princípio eram sonhos lúcidos, onde conseguia controlar o sonho. Aos poucos, os sonhos foram se tornando mais e mais lúcidos e ponto de estar completamente consciente dentro deles. Sabia que era algo diferente do sonho. Toda noite eu tinha dessas experiências e desejava ardentemente tê-las. Tinha muito êxito em replicar a vontade a experiência. Eu sabia de alguma forma que, se eu desejasse e muito, ardentemente, aquilo ocorria. Era uma técnica. Anos se passaram e fui esquecendo disso. Era normal para mim. Mas uma vez lembro que fui comentar com um amiguinho de infância e o mesmo nem sabia do que eu estava falando. Creio que reprimi um pouco aquilo tudo. Somente aos 9 anos de idade, em meio a crise de febre alta, tive projeções violentas para fora do corpo. Eu era arremessado para fora e saia rodopiando em espiral para fora do corpo. Creio ter sido minha primeira crise de pânico na minha vida. Esta experiência marca um antes e depois em minha atual existência. Fui a médicos, como Monroe, fiz exames também, e nada acusou. Os médicos diziam que eram alucinações. Tive menos sorte que Monroe. Somente após, aos 13.. 14 anos de idade, num centro de umbanda, uma entidade que já relatei noutros textos, que se chamava Vô Serafim, me explicaria que tudo aquilo estava ocorrendo porque eu era “macumbeiro”. Cerca de ano depois, outra entidade que se chamava Vó Maria, me diria: “o filho vai, sai do corpo e vai voar”. Na época eu reclamava que não conseguia me concentrar nos estudos porque começava a flutuar, a rodopiar e a excitar-me muito sexualmente. Várias vezes tinha de me masturbar para que conseguisse me concentrar nos estudos e a interromper o processo projetivo. Não sei qual a relação entre estudo concentrado e excitabilidade sexual. Mas li que Monroe fala disso, nos capítulos seguintes. Este campo é árido em pesquisas. Creio que tenha lido em Freud algo sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença é que minha crise de paradigmas ocorreu antes de eu ter um paradigma. Então, não aceitei nada que fosse contrastante com meus experimentos projetivos, desde pequeno. Lembro da discussão que tive com o neurologista que teimava dizer-me que eram alucinações e eu dizia que não, que foi real. Eu tinha 9 anos. É complicado uma criança conviver com essa realidade e ainda ser criança. Creio ter amadurecido uma parte em mim muito precocemente. Sem contar a exacerbada libido que eu tinha de dar conta desde cedo que me parece estar associada ao parapsiquismo precoce, de alguma maneira e a enorme quantidade de energia que sinto possuir. Espero que Monroe tenha algo a dizer a respeito disso, das relações entre parapsiquismo e sexualidade, relação esta que venho tentando esboçar há um certo tempo, pela teoria sexométrica em comparação as escalas evolutivas e ao estudo da sexualidade e sua relação com a evolução da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após, venho tentando estruturar tudo em ensaios. Ensaio é uma forma de escrita mais livre. Adapto-me mais com este modo de escrever, mais livremente. Começo criando uma biblioteca onde posso publicar os escritos. Depois crio a revista, onde publico as coisas mais dinamicamente, sem tantas formalidades. Neste trajeto, já havia a instituição de projeciologia, onde me envolvo, fundada por Waldo Vieira. Vou tentando formar um grupo independente e livre de pesquisadores da área, que chamei de NIAC – Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência. Associei-me com o parapsicólogo Geraldo Sarti, o qual vem me dando feedbacks a respeito de meus experimentos projetivos do ponto de vista psicobiofísico e parapsicológico. Sarti junto com Carlos Tinoco, sumidades da parapsicologia no Brasil, outorgam a mim, pela Federação Brasileira de Parapsicologia e Associação Brasileira de Parapsicologia o título de Parapsicólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Haveria um padrão sincrônico na biografia de projeciólogos?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semelhança é direta. Sem me dar conta, faço o paralelo dessas histórias e percebo um padrão. Carrington, Tart e Sarti, ambos parapsicólogos renomados que têm o poder de atestar a nossa sanidade mental e a coerência daquilo que estamos falando. Desconheço a história de Waldo Vieira a ponto de traçar este mesmo paralelo, mas soube que em sua trajetória, um espírita lhe orientou a estudar a projetabilidade consciente a fundo. Mas sua qualidade de médico lhe é favorável a tal posição, dispensando em muito a necessidade de um apêndice, tal como eu, Muldoon e Monroe precisávamos. Seu traço científico o coloca em degrau avançado, no que diz respeito a sua velocidade de organização de idéias e capacidade de materializar idéias em papel. Existem pessoas mais capazes que outras nesse aspecto. E me deparo com esta dificuldade, de me superar nisso para chegar em meu objetivo. Parto do pressuposto que outros projeciólogos também, ainda desconhecidos, atravessaram histórias similares, variando num ou noutro ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Outras Considerações&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou tentando acompanhar em leituras todo este intenso movimento atual nas investigações avançadas da consciência, mas minha prioridade ainda são as experiências e organizar minhas experiências de uma forma que possa dar a publicidade devida e com isto, até o fim desta vida, espero conseguir tal feito. Outro fator é que vou pesquisando muitas coisas ao mesmo tempo, devido ao espectro de alcance de minhas experiências projetivas e organizando tudo ao mesmo tempo. Espero que haja uma síntese coerente de todos os ensaios, pois todos estão interconectados um no outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(parte 1) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-6509957082476369391?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/6509957082476369391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=6509957082476369391' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6509957082476369391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6509957082476369391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/11/robert-monroe-seu-papel-no.html' title='Robert Monroe, seu papel no desenvolvimento da Projeciologia e relações com a minha experiência, a de Sylvan Muldoon, Waldo Vieira e outras considerações. (parte 1)'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-aTKiFSQC0P0/TtZ0Fa5ea-I/AAAAAAAAAzA/p7EEtx3UB3o/s72-c/monroe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-2348935868790733395</id><published>2011-11-25T11:15:00.001-02:00</published><updated>2011-11-25T11:18:58.319-02:00</updated><title type='text'>Evidências de Precognição Extrafísica no momentum da Delocagem Lúcida para fora do Corpo e Retrocognição Espontânea relacionada ao fenômeno da automimese dispensável.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZFKeru4z6hY/Ts-VrcNxNaI/AAAAAAAAAyg/7MKZpbJO5eI/s1600/arquivo1-TVP.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZFKeru4z6hY/Ts-VrcNxNaI/AAAAAAAAAyg/7MKZpbJO5eI/s1600/arquivo1-TVP.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Considerações iniciais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A precognição extrafísica é um acontecimento raro dentro do espectro de fenômenos parapsíquicos que já vicenciei. Pelo que me lembre, somente duas vezes pude ter um tipo desse de visão, quando previ num sonho, a separação conjugal de meus tios antes deles se separarem. A segunda vez, embora não tenha ainda ocorrido o fato para comprovar a veracidade precognitiva e nem o quero que ocorra, foi a precognição de suicício de pessoa próxima a mim, ente querido. Diante disso procuro avisar a pessoa, ainda viva, para que se estiver pensando em fazer isto, que não o faça porque os familiares ficarão muito arrasados. A pessoa, no sonho, se suicida com medicamentos anti-depressivos. Fora isto, não me lembro aqui neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, a precognição é sempre um evento estranho, sempre estranho para mim. Não me importa realmente seu conceito, porque sua vivência é completamente impactante, porque mostra que o futuro está ocorrendo agora. Não sei exatamente como explicar isso nem como isso se dá, provavelmente a física moderna e pricipalmente a psicobiofísica, poderá explicar isso através de conceitos como curvatura do espaço-tempo e outros desta natureza, como a teoria de psicons (Sarti), buraco de minhoca e teoria holográfica. A visão é clara e é acompanhada de uma sensação de certeza. E diante desta certeza intuitiva, parapsíquica, que tem relação com alguma informação captada em bloco, relevante, sem intermediários racionais e analíticos, ocorre à decisão perante o fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a vivência da retrocognição é também sempre estranha para mim, apesar de estar acostumado e a tratá-la como normal dentro de minha vida. É uma experiência parecida com a precognição, só que ocorre o inverso, a curvatura do espaço-tempo para o passado, ao invés de para o futuro. A minha consciência se desperta noutro momento e ali vê, sente e percebe a cena viva e num realismo realmente absurdo, dando a impressão que o passado está acontecendo neste momento. Da mesma forma, não sei como explicar o como o passado está acontecendo agora. Posso estar pensando a partir de referenciais cognitivos que não sustentam este tipo de vivência, assim como os físicos tentavam aplicar referenciais newtonianos para fenômenos quânticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatos abaixo são exemplificativos. Minha memória, por enquanto, elenca somente estas vivências significativas, mas se por ventura abrir-se mais campos de memória associadas a tais fatos, estarei atualizando este texto periodicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Da evidência de retrocognição espontânea&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de pouco mais de 1 década atrás, sofri um grave acidente. Eu praticava meu ciclismo de rua, como de rotina, pedalava de 8 a 10km por dia e ritmo forte. Tinha uma rotina atlética, associando ao ciclismo, a prática de surf rotineira, tai chi chuan e corrida de rua. Neste dia, estava descendo uma rua central, com a bicicleta a cerca de 40 a 60km/h, e, ao saltar uma lombada (como sempre o fazia), o garfo dianteiro da bicicleta avariou-se, quebrando a borboleta que segurava o eixo da roda dianteira. O resultado foi um salto no ar e uma queda que me levou a um traumatismo craniano e perda conseqüente de minha memória total. Fui socorrido pelo SAMU e posteriormente, para Hospital e assim que tive alta, fui para casa. A retrocognição ocorre quando minha namorada na época, junto com minha subitamente em transe retrocognitivo e vi a cena de um acidente similar ocorrido em meu passado antigo, provavelmente na Idade Média, em algum canto da Europa. Estava andando velozmente a cavalo no meio de um bosque quando diante do cavalo tinha um tronco de árvore no chão e o cavalo não viu. O animal leva uma rasteira do tronco e eu sou arremassado para frente. As duas pessoas que me socorrem são exatamente as mesmas pessoas que me tratam nesta vida. A cena era praticamente igual. Estávamos nós três, num bom clima, rindo e nos divertindo, enquanto elas me tratavam. Na época, não as conhecia. Compreendi de imediato a relação entre o atual acidente e o acidente antigo. Antes mesmo do atual acidente, sentia oscilações estranhas na minha região facial, da têmpora esquerda, uma leve dor e incômodo. A região coincide com o mesmo local do acidente em vida passada e se repete, no mesmo local, na atual vida. Esta evidência aponta para a realidade das repetições de traumas de vidas passadas na atual vida. Diante desta predisposição a acidente, passei a tomar cuidado maior diante desta tendência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Da evidência de precognição extrafísica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, aproximadamente, compro uma moto Honda CBX 250cc e, devido a meu passado anterior a esta vida, gostava bastante deste veículo, deste uma vida como índio, onde andávamos a cavalo em bandos, até vida recente, na Inglaterra, onde andávamos de moto e fazíamos corrida nas ruas. Tal retrocognição se deu espontaneamente num semáforo, no meio de uma acelerada no motor, lembrei subitamente desta época, muito agradável de meu passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, isto intensificou meu interesse por moto até que quase sofri um acidente, nada grave, onde uma motorista de carro fechou-me e, por estar devagar, consegui controlar a moto e evitar a queda. Isto deixou-me com medo, sinceramente, e lembrou-me do acidente de bicicleta, acima descrito, onde escapei de ficar tetraplégico por cerca de milímetros em minha coluna cervical, região do pescoço. De qualquer forma, a partir dali comecei a andar de moto com muito cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato ocorreu numa madrugada de sábado para domingo, não me recordo o dia, mas foi no fim de 2010. Em meu caderno de registros acabei não colocando a data do experimento. Estava decolando para fora do corpo, lúcido, quando um outro estado de consciência se sobrepaira a lucidez projetiva e, do “nada” aparece uma moto que, ao bater em mim, faz-me acordar e, isto, interrompe a decolagem extracorpórea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a vivência, acabei esquecendo-a completa que mente. Terça-feira seguinte, lembro da vivência e a rememoração vem acompanhada de entendimento, e decido vender a moto. O entendimento direto me dizia a relação entre a decolagem e o aparecimento de uma moto que me acidentaria, colocou a projeção consciente como um ensaio da morte propriamente dita e, a imagem da moto que “do nada” aparece e me pega, acidentando-me, atua como fator precognitivo para a prevenção do acidente. É importante dizer que após o quase-acidente que sofri de moto, narrado acima, fiquei bastante medroso e comecei a pressentir da possibilidade de acidente. Interpretei a experiência parapsíquica como um aviso para que vendesse a moto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta experiência coloca a complexidade da fenomenologia projeciológica, especialmente a relação entre o realismo da decolagem lúcida para fora do corpo, o qual conheço bem o fenômeno e, o aspecto simbólico de ensaio da morte biológica, associado a uma imagem onírica, no caso, precognitiva, de acidente de moto. A precognição parece ocorrer no exato momento da decolagem consciente, ainda saindo do estado hipnagógico em direção à projeção consciente propriamente dita. A sensação de alteração de lucidez se dá pela convergência de um duplo fenômeno espaço-temporal: um, a projeção que ocorre no presente e, outro, a precognição que ocorre no futuro. Pude sentir esta alteração dimensional no momentum da vivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Das Considerações finais.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas experiências de precognição e retrocognição, ainda mais quando estas ocorrem numa condição extracorpórea, quando a consciência se acha fora do corpo, a situação se complexifica mais ainda. Apesar disso, em ambos casos, é necessário um transe onde a pessoa acaba encontrando-se ou semi-descoincidente ou totalmente descoincidente. Assim, ambos fenômenos são projeciológicos por natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentido destes fenômenos é geralmente o aprendizado de alguma questão central na vida. Após estes acidentes e experiências tornei-me uma pessoa muito mais precavida e preventiva. É interessante que o laço afetivo parece atuar como coadjuvante essencial para a ocorrência do fenômeno parapsíquico e, temas como prever morte antecipada para que possa ser evitada, vendo os resultados do fato antes mesmo deles estarem ocorrendo no presente, é uma chance de mudança, de reciclagem antecipada para a pessoa. Assim como, é possível que haja uma maior reconciliação diante de conflitos mal resolvidos a partir da precognição, por exemplo. Desta forma, fica evidente existir uma relação direta entre fenômeno paranormal ou parapsíquico com evolução da consciência. Outro fato é a relação direta entre a ocorrência de tais fenômenos como preventivos de automimeses dispensáveis e mesmo as psicopatológicas, que são repetições de vidas improdutivas evolutivamente assim como continuidades de vivências improdutivas para nosso futuro de experiências. Assim, deixo registrado a &lt;em&gt;princípio da função preventiva de danos conscienciais&lt;/em&gt; como fator gerador nuclear de fenômenos precognitivos e retrocognitivos quando associados à automimeses dispensáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;princípio da economicidade de psi&lt;/em&gt;, tal como salienta o parapsicólogo Tarcísio Pallú, atua aqui como central, levando psi pelo caminho mais econômico e produtivo para se alcançar a informação mais precisa, visando resultados mais eficazes. Se psi precisa de experiência fora do corpo para acessar a informação, ocorre o fenômeno projeciológico. E assim por diante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-2348935868790733395?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/2348935868790733395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=2348935868790733395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/2348935868790733395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/2348935868790733395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/11/evidencias-de-precognicao-extrafisica.html' title='Evidências de Precognição Extrafísica no momentum da Delocagem Lúcida para fora do Corpo e Retrocognição Espontânea relacionada ao fenômeno da automimese dispensável.'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZFKeru4z6hY/Ts-VrcNxNaI/AAAAAAAAAyg/7MKZpbJO5eI/s72-c/arquivo1-TVP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-255162983569383230</id><published>2011-11-24T16:37:00.001-02:00</published><updated>2011-11-24T19:51:19.296-02:00</updated><title type='text'>Manifesto contra a TVP - Terapia de Vidas Passadas à Distância: imprudência e desrespeito cosmoético ao paciente bem intencionado.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fNlDTsNndu4/Ts6PNma1OdI/AAAAAAAAAyY/G2Hhyr1t6TE/s1600/debate.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-fNlDTsNndu4/Ts6PNma1OdI/AAAAAAAAAyY/G2Hhyr1t6TE/s1600/debate.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje recebi um email que protamente me levou a responder ao remetente meu direto posicionamento completamente contrário a realidade da TVP - Terapia de Vidas Passadas através dos recursos da internet,&amp;nbsp;à distância, por vídeo-conferência ou qualquer outro meio, como msn, skype e outros. Informei ao remetente que iria levar este assunto ao debate público, isto porque a regressão nada mais é que uma indução do fenômeno da &lt;em&gt;retrocognição&lt;/em&gt; para finalidades terapêuticas. E este fenômeno é campo de estudo da parapsicologia e projeciologia, além da parapsicologia clínica e, creio, alguns do campo da consciencioterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido o leitor e leitora a ler o email na íntegra e, ao longo do texto, coloco meu posicionamento direto, como psicoterapeuta e parapsicólogo clínico&amp;nbsp;que lida com "terapia de regressão" (retrocognição clínica)&amp;nbsp;e, como parapsicólogo e conscienciólogo, que lida com investigação deste campo. Ao longo do texto, coloco comentários. &lt;u&gt;Esclareço que nada aqui é pessoal, mas posiciono-me no sentido de desaconselhar práticas terapêuticas que coloquem em risco a saúde dos pacientes.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E-mail da Terapeuta Camila Sampaio.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;.......................................................................................................................&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;"Se você mora longe de uma grande cidade…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Se não existe nenhum terapeuta próximo a sua residência…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Se você não tem tempo de se deslocar até o local de atendimento…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Se você viaja muito a trabalho... &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Agora existe uma opção simples e confortável de se fazer a terapia de vidas passadas:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Comentário: &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;A opção mais confortável, neste caso, é a pior opção. Não acredite no que lê neste email.&amp;nbsp;Um paciente que está doente psiquicamente ou com alguma enfermidade orgânica, tentou muitos tratamentos e não conseguiu êxito. Está em uma situação de crise e lê este e-mail. Geralmente são estes que nos procuram.&amp;nbsp;Obviamente é um e-mail abusivo que usa da fragilidade do paciente para finalidades mercantis. O paciente pensa: é minha chance!&amp;nbsp;Não acredite.&amp;nbsp;Terapia de Vidas Passadas é assunto muito sério. O inconsciente precisa ser acessado com segurança, ética e respeito,&amp;nbsp;é seu maior patrimônio: sua memória integral.&amp;nbsp;Desconfie de quem lida com o tema de forma simplória e mercantilista. Nunca, mas nunca se submeta a uma terapia desta natureza com algum profissional que não seja de sua confiança e/ou que possua referência considerável na área. Peça referências.&amp;nbsp;Em se tratando de terapia a distância, somente a psicoterapia através da conversa, do diálogo terapêutico é a indicada para pacientes que não tem condições de se deslocar de sua cidade. Melhor procurar um psicoterapeuta que atue neste sentido,&amp;nbsp;muitos psicoterapeutas fazem isso,&amp;nbsp;muitos psicólogos.&amp;nbsp;Qualquer facilitação de técnicas que visem indução de vivências paranormais, como o é a regressão ou a memória de vidas passadas, deve ser obrigatoriamente, PRESENCIAL. Nunca se submeta a uma terapia de vidas passadas ou de qualquer outra natureza que envolva vivências, pela modalidade a distância. Preferível ganhar mais dinheiro, trabalhar mais, e poupar, para a realização da terapia em local adequado com terapeuta qualificado. Preferível realizar a terapia mais convencional com psicólogo qualificado ou psicanalista, ambas técnicas eficazes no tratamento de muitos problemas pessoais. Em outro caso, se o paciente está a procura de terapia mais espiritual, melhor que busque em sua cidade um centro espírita de confiança e procure conversar com o médium da casa com maior experiência, relatando seu caso e se pode receber tratamento pela via espíritista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Com o avanço da tecnologia de telecomunicações, a facilidade de contato entre as pessoas está cada vez maior. Por outro lado, estamos atualmente passando por uma grave crise de valores, uma crise sem precedentes na História humana. Cada vez mais as pessoas sentem necessidade de se melhorar, diminuir a ansiedade, a tristeza, viver com tranquilidade, paz de espírito e felicidade. Por conta de uma grande demanda por esse tipo de atendimento, estamos começando a oferecer a Terapia de Vidas Passadas por vídeo conferência para você que mora longe ou não tem tempo de freqüentar as sessões presenciais.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Este é o discurso da EAD - Educação a Distância, ramo que trabalhei anos atrás, dentro da implantação do Programa de Educação a Distância da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC e-Learning). A transmissão de conhecimento a distância é viável e possível. A aprendizagem pela web é perfeitamente possível, porém, o processo educacional não é terapêutico, nem lida com as questões mais profundas da psiqué. Diante disso, não podemos aplicar conceitos da EAD em qualquer procedimento psicoterapêutico que visa a indução de vivências a distância, principalmente, a terapia de regressão a vidas passadas. É perigoso para o paciente. O paciente pode entrar em surto devido a certas memórias traumáticas do passado ou passar por intrusão de alguma consciência extrafísica (espírito) durante a sessão e, sem o terapeuta presente, a segurança energética e multidimensional não pode ser garantida. Não acredite neste discurso de que a TVP ( e eu trabalho com isso ein?) pode ser oferecida pela modalidade a distância. É puro mercantilismo. Estou prevenindo você, paciente, caso encontrar este convite ou receber em seu email.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Para quem não sabe, a Terapia de Vidas Passadas é uma abordagem terapêutica que visa harmonizar o ser humano em vários níveiso&amp;nbsp;através do conhecimento e da experiência de suas vidas passadas. Conhecendo quem fomos no passado e tratando esses conteúdos mentais, podemos liberar os nós que nos prendem a acontecimentos pretéritos e viver em paz e serenidade. A TVP pode ajudar a tratar muitas moléstias físicas e mentais, e com as novas tecnologias, é possível fazer isso sem sair de casa.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Comentários: &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Pode tudo isto, mas não a distância. Recomendo a Tenepes para tratamentos a distância. Para saber mais sobre tratamentos multidimensionais a distância, gratuitos, clique aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;Porém, são necessárias algumas pré-condições para que haja uma boa sessão de terapia:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;1 – Uma boa conexão de internet . &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;-&amp;gt;&amp;gt; E se cai a internet e o paciente está no meio de uma regressão? Várias vezes durante uma consulta psicoterapêutica a distância, utilizando o simples diálogos, ocorrem picos de oscilação do sinal ou mesmo cai o sinal de internet, ou baixas conexões. Quem trabalha com EAD, sabe que uma webcam de qualidade exige bastante velocidade tanto de download como de upload para uma boa transmissão da imagem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;2 – Uma webcam para a visualização do terapeuta com o cliente e vice versa. &lt;/em&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;-&amp;gt;&amp;gt; É comum a webcam travar. É comum a webcam cair. Um paciente em regressão NÃO pode se submeter em hipótese alguma a este risco tecnológico que, uma educação a distância pode tranquilamente se submeter, porque o risco psíquico é praticamente zero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;3 – Um microfone em boas condições, para que o som flua e ambos possam se entender bem. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;-&amp;gt;&amp;gt; Não podemos confiar na internet como tecnologia segura para ser plataforma de TVP a distância ou qualquer modalidade de terapia vivencial a distância. No sistema skype, por exemplo, dependendo do local do Brasil, somente internet discada ou de baixa velocidade existe disponivel, o que impede o uso da webcam e mesmo de uma boa qualidade de transmissão de som. Não basta um equipamento bom de microfone se a internet não é confiável. Eu mesmo prefiro o&amp;nbsp;uso a telefonia fixa para ter maior sustentação do sinal de transmissão de voz a distância sem risco de oscilação e mesmo prejudicar o fluxo da conversa em psicoterapia a distância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;4 – Momentos em que (durante as sessões) o cliente não poderá de forma alguma ser interrompido por familiares ou pessoas próximas. &lt;/em&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;-&amp;gt;&amp;gt; Somente um ambiente clínico, local tecnicamente preparado para uma psicoterapia de qualidade que se utiliza da regressão de memória pode garantir esta condição. Em nenhuma hipótese aconselha-se a residência do paciente para submeter-se a uma terapia vivencial, ainda mais a distância, ou em casos extremos em que o paciente encontra-se impossibilitado de comparecer ao consultório e, daí sim, o terapeura vai à residência do paciente e ali ocorre a psicoterapia (sempre exceção). A profissional não considera a presença das consciências extrafísicas no curso da terapia de regressão, o que, diante da ausência presencial do profissional, o paciente fica mais sucetível de influências patológicas por parte de possíveis assediadores e intrusos. Neste caso, novamente reafirmo: TVP a distância é prática que fere o Código de Ética da Terapia Multidimensional, mesmo que tál código ainda não exista escrito e mesmo reconhecido legalmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;5 – Observar as contraindicações ao tratamento. Não podem realizar a TVP pessoas com problemas cardíacos, grávidas, psicóticos ou pré-psicóticos, Epiléticos e asmáticos devem estar portando a bombinha de ar. &lt;/em&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;-&amp;gt;&amp;gt; é o básico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Se você tem interesse em realizar a Terapia de Vidas Passadas e preenche esses requisitos, basta enviar um mail para XXXXXXXXXX. Você poderá ainda ganhar dois livros sobe Terapia de Vidas Passadas gratuitamente, de autoria de Hugo Lapa, basta pedir por esse mail. Envie seu mail e veja as informações gerais sobre as sessões de Terapia de Vidas Passadas."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Reafirmo: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;não se submeta a este tipo de procedimento.&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; No site da ABPR - Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista, a única que realmente recomendo e que me formou, tem terapeutas que tem qualificação e cosmoética para facilitarem experimentos regressivos terapeuticos respeitando os direitos conscienciais do paciente e sua vulnerabilidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-255162983569383230?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/255162983569383230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=255162983569383230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/255162983569383230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/255162983569383230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/11/manifesto-contra-tvp-terapia-de-vidas.html' title='Manifesto contra a TVP - Terapia de Vidas Passadas à Distância: imprudência e desrespeito cosmoético ao paciente bem intencionado.'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fNlDTsNndu4/Ts6PNma1OdI/AAAAAAAAAyY/G2Hhyr1t6TE/s72-c/debate.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-224166401626658547</id><published>2011-11-17T10:08:00.001-02:00</published><updated>2011-11-23T14:44:48.850-02:00</updated><title type='text'>A Contribuição de Sylvan Muldoon para a Ciência da Projeção da Consciência para fora do Corpo</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-izv3M_Y54gg/TsV5N4EyhCI/AAAAAAAAAyA/9gxELK4SaFM/s1600/projection-astral-body-sylvan-joseph-muldoon-paperback-cover-art.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-izv3M_Y54gg/TsV5N4EyhCI/AAAAAAAAAyA/9gxELK4SaFM/s1600/projection-astral-body-sylvan-joseph-muldoon-paperback-cover-art.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Publicado originalmente em 1929.&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Dr. Fernando Salvino&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Sobre a História da Projeciologia Moderna&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história da Projeciologia Moderna, ou a investigação científica&amp;nbsp;da consciência em sua condição extracorpórea, fora do corpo e do cérebro, começa decididamente com o projetor e pesquisador autodidata, Sr.&amp;nbsp;Sylvan&amp;nbsp;Muldoon. Isto não quer dizer que antes de Muldoon não tenha havido pesquisa sobre o tema, visto que o assunto e mesmo a experiência projetiva já vem sendo falada de uma forma ou de outra desde a antiguidade, em todos os cantos do planeta. Mas a pesquisa científica propriamente dita, inicia a partir deste renomado e corajoso sensitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&amp;nbsp;primeira experiência projetiva de Sylvan Muldoon&amp;nbsp;foi aos 12 anos de idade quando passa pelo fenômeno da &lt;em&gt;catalepsia astral ou projetiva&lt;/em&gt;. Tal fenômeno é muito comum e já ajudei mais de dezena de pacientes a lidarem melhor com o estado cataléptico. Em dada condição, paciente em regressão desperta abruptamente do estado de transe e afirma ter estado paralisado e não conseguia retornar ao corpo, afirmando que aquele seria o real motivo que o levou a buscar a terapia comigo. Os casos são inúmeros. De qualquer forma, Muldoon inaugura a pesquisa científica criteriosa sobre o fenômeno, que, como ele mesmo diz, foi muito pouco pesquisado pela ciência psíquica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-b1da8Z-mCV8/Ts0ifLBDcEI/AAAAAAAAAyQ/aroZIprevBs/s1600/muldoonsylvan1948.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-b1da8Z-mCV8/Ts0ifLBDcEI/AAAAAAAAAyQ/aroZIprevBs/s200/muldoonsylvan1948.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Muldoon renasce nos EUA em&amp;nbsp;1903, e em grave enfermidade escreve sua primeira obra junto com o renomado metapsiquista Sr. Hereward Carrington,&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Projeção do Corpo Astral"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, publicada originalmente&amp;nbsp;em 1929, inaugra, no planeta,&amp;nbsp;a ciência da projeção da consciência, inicialmente, a projeção do corpo astral ou psicossoma (perispírito). Desencarna em 1969. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida dá continuidade às suas investigações publicando obras como&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Os Fenômenos da Projeção Astral" &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(1951), quando após receber cartas de relatos de experiências de leitores de sua primeira obra, acaba por começar uma taxonomia da consciência projetiva, organizando os relatos conforme categorias de experiências, ao estilo fenomenológico no estudo de vivências e outras. Muldoon também publica outras duas obras especializadas no tema: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"The Case of Astral Projection: Hallucination or Reality!" &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(1936)&amp;nbsp;e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Psychic Experiences of Famous People" &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(?)&lt;em&gt;&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-U00lttXc6DQ/Ts0iaowrXWI/AAAAAAAAAyI/9u2z9T4yphE/s1600/muldoon+book.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-U00lttXc6DQ/Ts0iaowrXWI/AAAAAAAAAyI/9u2z9T4yphE/s1600/muldoon+book.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Outra obra de Muldoon foi publicada no Psychic Series Vol. II, intitulado &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Famous Psychic Stories"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, em 1942.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;II - Sobre os fundamentos e metodologia&amp;nbsp;da ciência da projeção consciente (Projeciologia)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muldoon afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Sin embargo, no podemos dejas de referir un factor sugestivo, a modo de conclusión. El cuerpo astral no piensa - no origina pensamiento - como tampoco lo hace el cuerpo fisico! Meramente es el vehiculo de la mente, que funciona en su propio plano. Al ser esto así, ha de resultar obvio, que algún principio mental superior (llamémoslo, espíritu, alma, o como queramos) funciona através del cuerpo astral; y, por ser tal el caso, debe representar un elemento todavia más transcendental de nuestro ser. Esta conclusión nos parece forzosa para todo aquel que medita sobre su experiencia personal en materia de proyección del cuerpo astral". &lt;/strong&gt;(Muldoon, p. 59).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua nos esclarecendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Si las experiencias extracorpóreas son reales - si sólo un caso se estabaleciera cientificamente - entonces la existencia de la mente separada y aparte del cerebro fisico se prueba de una vez y para siempre, y la probabilidad de supervivencia se torna aparente. De esa manera, la "inmortalidad" quedaría demonstrada de un solo golpe! Pues si la mente humana puede vivir e funcionar durante un solo minuto fuera del cerebro físico, que és lo que le impide de vivir y funcionar indefinitivamente, cuando el cerebro físico ya no existe?"&lt;/strong&gt; (Muldoon, p. 40)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência projetiva adotada por Muldoon se sustenta numa metodologia científica baseada no realismo da vivência, diante de sua extrema dificuldade de comprovação científica. A replicabilidade do fenômeno projetivo, a sua impossibilidade técnica e laboratorial de demonstração e elucidação diante da veracidade do fenômeno, a inconstância das repetições diante da aplicação de métodos e dentre todas as características básicas dos fenômenos psi-Gama, temos que a experimentação pessoal se torna o método central da auto-indução da projeção consciente do corpo astral (psicossoma).&amp;nbsp;Diante disso, Muldoon adota o método da autoexperimentação como a base para uma ciência possível da experiência extracorpórea da consciência, senão vejamos suas palavras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Estou perfeitamente seguro de que, antes de acreditar, deve fazer-se a experiência&amp;nbsp;da projeção astral consciente. E confesso que não a aceitaria como verdadeira se não a tivesse experimentado e se não soubesse que é uma verdade. Diz o cético: "Quero provas. Provas objetivas. Então acreditarei". E o projetor responderá: - "Não tereis provas objetivas. Deveis experimentar. Então tereis a prova". O argumento de que o projetor não poderá oferecer as provas ao cético é destituído de valor. Porque também o cético não lhe pode provar que se trata de um sonho. Assim, é inútil a discussão. Tão inútil quanto discutir se a matéria é causa primeira ou efeito final. Coloco-me numa posição clara: E digo: experimentai-o. "É comento que se prova o pudim." Nada procurei esconder nem recorri a supostos argumentos acerca dos "perigos" inerentes, o que constitui a maioria dos escritores do assunto. Dei métodos específicos para conseguir a projeção do corpo&amp;nbsp;astral, tais quais os conheço, e desejo que verifiqueis a exatidão de minhas afirmativas diretamente dos resultados obtidos através da aplicação desses métodos. Quereis provas e eu vos digo que as poderei ter - mas deveis experimentar. Quereis saber como podereis experimentar, e eu voz digo como proceder. Nada mais me é possível. (...) Que este livro não seja julgado apenas pelo raciocínio. Que o seja pela experimentação. Não desejo que ninguém acredite no que escrevi. Digo: experimentai! Segui as fórmulas e depois julgai do mérito do que afirmo." &lt;/strong&gt;(Muldoon, pp. 7-8)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;III - Sobre o método e a categorização das experiências projetivas baseadas em critérios de indução (fator desencadeante ou gerador):&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diferencial em Muldoon era sua condição de auto-experimentador: ele mesmo passou por experiências desta natureza e, diante disso, fez ciência auto-investigativa e, posteriormente, fez investigação de casos experimentais de outros projetores, categorizando a fenomenologia projetiva a partir de 8 categorias mais 1 categoria em separado (Muldoon, 261-262): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Projeções produzidas por drogas e anestésicos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2. Projeções por ocasião de acidentes ou enfermidades&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3. Projeções em ocasião de falecimento&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;4. Projeções devidas a desejos reprimidos e outros fatores espontâneos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5. Projeções nos que são médiuns ou vêem espíritos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6. Projeções experimentais e hipnóticas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;7. Projeções espontâneas durante o sonhos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;8. Projeções espontâneas em estado de vigília&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;9. Casos sintéticos (resumos)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério de categorização, análise e síntese utilizados por Muldoon, obedece aos princípios da pesquisa qualitativa, especialmente a fenomenológica, para o estudo de vivências a partir de estudo de relatos de experiências, tal como delineei em minha dissertação de mestrado em educação (UFSC). Ao estudar os relatos, Muldoon organiza as experiências a partir de categorias que respondem aos fatores indutores da projeção consciente. Assim, temos 8 fatores indutores gerais, o que não signfica que se resuma a estes 8. O delineamento das categorias e sua organização revelam processos decisórios do pesquisador, como é de praxe na investigação qualitativa. Outros pesquisadores, projetores, analisando as mesmas vivências podem chegar a categorias diferentes a partir de outra ordem de critérios, o que é sabido em pesquisa qualitativa, a única pesquisa realmente válida para o estudo de vivências.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;IV - Sobre os métodos de autoindução&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os métodos adotados por Muldoon servem sobremaneira para que a consciência do projetor se desperte na condição extracerebral, extracorpórea, objetivando para si mesmo, a condição da projeção consciente do corpo astral (psicossoma, perispírito). Desta forma, os métodos são basicamente indutivos, experimentais, cujo sujeito, por conta própria, aplica um ou mais métodos objetivando alcançar o estado projetivo da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o leitor possa realizar a autoindução, sugiro o estudo da obra (&lt;a href="http://books.google.com.br/books/about/The_projection_of_the_astral_body.html?id=PmmmhS-pT38C"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;), especialmente a parte metodológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;V - Sobre minha posição resumida&amp;nbsp;como projetor consciente diante dos trabalhos de Muldoon&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Assim como Muldoon, minha primeira projeção consciente acontece na infância, ao que me parece, antes mesmo da minha projeção mais lúcida aos 9 anos, quando tentava imitar o super-herói americano em meus sonhos lúcidos e durante os mesmos acabava estando numa projeção consciente. Aos 9 anos, como já relatei noutros ensaios, tive uma experiência abrupta e decolagens forçadas e espontâneas decorrentes de enfermidade (febre alta e hepatite).&amp;nbsp;Pelos meus cálculos, isso acontecera com cerca de 4 a 6 anos de idade, época em que passava o seriado na rede SBT. Em retrocognição clínica, sessão facilitada por dois amigos parapsicólogos clínicos, pude relembrar&amp;nbsp;e reviver projeção consciente ocorrida durante a gestação de minha mãe, quando tentava avisar ao médico para realizar a cesária de meu parto pois sofreria acidente caso não o fizesse,&amp;nbsp;portanto, as primeiras projeções ocorreram, nesta vida, em meu período intrauterino, comprovando para mim, a existência lúcida da consciência mesmo na condição fetal, quando no estado extracorpóreo. Desconheço sinceramente quantas projeções conscientes passei nesta vida, mas creio ter chegado perto das 100 ou até ter passado esta quantidade. Incluo aqui além das projeções conscientes de lucidez elevada, as de lucidez mediana e os sonhos lúcidos (projeções semi-conscientes). Projeções conscientes de alta e mediana&amp;nbsp;lucidez creio ter passado das 50 experiências ao longo desta vida. Mas é uma dedução, nunca fui obsessivo de contar quantas foram tais experiências. Por outro lado, conheço relativamente bem o fenômeno para que possa avaliar a importância da obra de Muldoon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto comum que me indentifico profundamente com Muldoon é sua condição simultânea de projetor e pesquisador, condição ainda exceção entre os parapsicólogos sérios e mesmo projeciológicos/conscienciólogos. O perigo que caimos é o que apelido de "Síndrome de Blackmore", parapsicóloga que acabou categorizando a projeção consciente na orbe das fantasias ou mero epifenômeno psicológico, após induzir uma experiência parapsíquica usando &lt;em&gt;haxixe&lt;/em&gt;. O parapsicólogo que manifesta esta síndrome é aquele que não tem experiência suficiente no campo projeciológico experimental para avaliar o fenômeno por dentro.&amp;nbsp;Sylvan,&amp;nbsp;a partir de suas próprias experiências pessoais acaba erguendo a ciência da projetabilidade, hoje conhecida por Projeciologia, nome cunhado pelo também projetor consciente e pesquisador Dr. Waldo Vieira, verdadeiro continuador de todo labor de Muldoon, fundador da maior e mais séria instituição científica da área, o IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, iniciado na década de 80. Da mesma forma, Vieira também teria vivenciado suas primeiras projeções conscientes na infância, tal como registra em suas extensas obras do assunto, transcendendo em muito os trabalhos de Muldoon em múltiplos aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de Muldoon é, no meu ponto de vista,&amp;nbsp;o melhor trabalho científico sobre projeção consciente que conheço, seguido do amplo tratado &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Projeciologia - Panorama das Experiências da Consciência para fora do Corpo Humano&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, do Dr. Waldo Vieira (médico). Minha posição diante disso se dá pela experiência direta do autor e pela clareza, didática, honestidade, franqueza e cientificidade de sua obra, associada a sua coragem de lançar o desafio a todos cientistas psiquicos e interessados, à experimentação direta. Lembramos que tal livro fora escrito na década de 20, do século passado, onde tinha recentemente sido criado o rádio, não existia a televisão e a comunicação era mediante cartas que demoravam bastante tempo até seu remetente. As condiçõesde vida eram outras, a locomoção, carros eram raros, presença de carroças, cavalos,&amp;nbsp;os meios, a cultura da época ainda dogmatizada pelo modelo mais mecanicista e positivista da ciência e a religião ainda em fervor. É neste contexto que Muldoon começa a ter suas experiências e, após acessar a obra do Sr.&amp;nbsp;Carrington (&lt;a href="http://www.archive.org/stream/modernpsychicalp00carruoft#page/n7/mode/2up"&gt;leia na íntegra aqui&lt;/a&gt;), inicia troca de cartas. Para uma pessoa se expor como Muldoon se expôs naquela época, diante do assunto tão picante e corrosivo como é o da projetabilidade e suas consequencias sociais e humanas, há de ter coragem rochosa diante do público e da comunidade científica.&amp;nbsp;Em meio ao nascimento da Parapsicologia&amp;nbsp;Moderna, libertando-se das&amp;nbsp;amarras qualitativas da anterior Metapsíquica, eis que surge o trabalho de Muldoon, como um retorno lúcido e sólido à investigação qualitativa e científica da experiência humana&amp;nbsp;mais complexa de se pesquisar: a projeção consciente do corpo extrafísico (astral, psicossoma, perispírito). Enquanto os fenômenos psi-Gama acabaram sendo abandonados e sendo substituidos gradualmente por PES,&amp;nbsp;e os restantes sendo arbitrariamente classificados no esboço das hipóteses de sobrevivência,&amp;nbsp;o clássico de Muldoon&amp;nbsp;acaba sendo um retorno à Metapsíquica, por um lado, e uma ampliação da Parapsicologia, por outro.&amp;nbsp;Os experimentos de Muldoon são exemplares e seu incentivo à autoexperimentação como método da Projeciologia é condizente com as dificuldades desta ciência e da indução da projeção consciente para fora do corpo e cérebro físico. Seus argumentos pertencem a alto nível de honestidade e comprometimento com a ciência séria e não-dogmática, aberta e universalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim temos que, na História da Projeciologia Moderna, Muldoon inaugura o universalismo da ciência extracorpórea e da possibilidade da existência compartilhada e pública, abrangente, da condição extracorpórea da consciência projetada. Para tanto, cabe a todos nós experimentarmos, para somente então, sabermos. A experiência da projeção, tal como afirma Muldoon, é a única experiência real, concreta, que viabiliza a comprovação definitiva da existência da consciência separada do cérebro físico e do corpo inteiro. O que advém em suas conseqüências de amplo espectro,&amp;nbsp;desta&amp;nbsp;evidência, ou arriscando-me a dizer, desta "verdade",&amp;nbsp;está além de nossa compreensão. O centro aqui é a consciência. Assim, Muldoon me parece&amp;nbsp;também&amp;nbsp;ser o precursor da Conscienciologia, junto com o filósofo Miguel&amp;nbsp;Reale, criador do termo que, posteriormente, iria ser adotado pelo Dr. WaldoVieira, para a nova ciência da consciência integral, colocando a Projeciologia como uma de suas especialidades (anteriormente pertencente à Parapsicologia).&amp;nbsp;Deixo aqui as palavras de&amp;nbsp;Muldoon e como "precognitor" da Conscienciologia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"El cuerpo astral no piensa - no origina pensamiento - como tampoco lo hace el cuerpo fisico! Meramente es el vehiculo de la mente, que funciona en su propio plano. Al ser esto así, ha de resultar obvio, que algún principio mental superior (llamémoslo, espíritu, alma, o como queramos) funciona através del cuerpo astral; y, por ser tal el caso, debe representar un elemento todavia más transcendental de nuestro ser."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, o&amp;nbsp;principio mental superior que funciona através do corpo astral (psicossoma) é a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;consciência&lt;/strong&gt;. &lt;/em&gt;Quanto ao veículo da mente, o mentalsoma ainda é uma hipótese, visto que para ser corpo, é necessário que possa ser objeto da consciência e, a consciência quando se manifesta fora do psicossoma (corpo astral), ainda sim, não pode se ver ou se detectar como um veículo. Ficamos aqui com este impasse de classificação, que nada altera a fenomenologia projetiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-224166401626658547?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/224166401626658547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=224166401626658547' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/224166401626658547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/224166401626658547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/11/contribuicao-de-sylvan-muldoon-para.html' title='A Contribuição de Sylvan Muldoon para a Ciência da Projeção da Consciência para fora do Corpo'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-izv3M_Y54gg/TsV5N4EyhCI/AAAAAAAAAyA/9gxELK4SaFM/s72-c/projection-astral-body-sylvan-joseph-muldoon-paperback-cover-art.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-7968780247312612886</id><published>2011-11-08T20:08:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T20:08:46.903-02:00</updated><title type='text'>Algumas Implicações do nosso Caráter, a questão Cármica e os Relacionamentos</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0pYGRbYn5y4/S-IEP60FnuI/AAAAAAAAAU8/Hd4sWyKGp5s/s1600/wallp076.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" ida="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-0pYGRbYn5y4/S-IEP60FnuI/AAAAAAAAAU8/Hd4sWyKGp5s/s320/wallp076.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O ciclo cármico das reencarnações&lt;br /&gt;Seriéxis - serialidade multiexistencial&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Dr. Fernando Salvino&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;P&lt;/em&gt;&lt;em&gt;arapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mestre disse: &lt;b&gt;&lt;i&gt;"Veja os meios que o homem emprega, observe o caminho que ele toma e examine a circunstância em que ele se sente confortável. Como poderia o verdadeiro caráter de um homem esconder-se?"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição de Confúcio é clara e serve-nos tanto como critério de auto-análise e auto-conhecimento como medida para conhecermos aqueles que estão a nossa volta, nos relacionando conosco em todas as dimensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Que meios eu e você empregamos [para alcançarmos nossos resultados]?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Que caminho eu e você tomamos [na vida em forma geral]?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Em que circunstância eu e você nos sentimos confortável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de julgarmos alguém por seu caráter, examinemos a nós próprios a partir destes três itens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Que conclusões você chega a partir desse rápido exame de si mesmo?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mínimo, como eu mesmo,&amp;nbsp;encontrará contradições em si mesmo ao analisar este tópico, principalmente, eu seu comportamento, posturas, modo de pensar e agir, atitudes e projeto de vida. Podemos aprofundar e analisar nossas posturas quando estamos cometidos de maior cólera, raiva, ira ou mesmo ódio diante de alguém que supostamente nos cometeu um ato de maldade, danoso a nossa reputação ou a nossa moral, ou a nossa vida mesmo. A cólera-raiva-ódio neste caso é&amp;nbsp;o estado de espírito onde manifestamos nosso porão consciencial, nosso bolor evolutivo, a parte mais imatura de nós mesmos, mais precária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como você reaje a situações desta natureza?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Você bola uma estratégia consciente para arrematar o "inimigo", quebrando suas "pernas", fazendo-o sentir dano similar ao que o fez sentir, num pseudo-legítimo ato de vingança auto-justificada, sádica e retaliadora, invertendo o masoquismo? Como se agora tudo pudesse ser feito em nome de uma suposta&amp;nbsp;justiça moral?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Você se atola por força pessoal num oceano de culpa, angústia e passividade tentando auto-punir-se num ato de sadismo diante de si mesmo? Criando sintomas em seu corpo, dilacerando suas células como forma de auto-agredir-se e agredir a outra pessoa, pela vitimização autoconsciente e dissimulada, visando que a outra pessoa mude algum comportamento ou lhe chegue com agrados de alguma natureza, tentando obter carinho e afeto através da auto-doença?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Você o ignora colocando-o "a deriva do universo", silenciando qualquer comunicação entre as partes, não respondendo perguntas, frases, falas ou qualquer outra tentativa,&amp;nbsp;isolando-o e deixando-o culpado até os limites da agonia e angústia, neste ato de sadismo e&amp;nbsp;agressividade silensiosa extrema? Em guerra fria declarada?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Você compreende mais, dialoga mais,&amp;nbsp;e consegue manter-se no eixo, apesar do dano moral realizado contra você? Sem levar tanto para o lado pessoal? Mantendo distância de auto-respeito em relação as tentativas de agredi-lo?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consegue reagir com amor mesmo tendo sofrido tamanho dano? Enviando as melhores intenções e energias a esta pessoa? Perdoando o que pode, lembrando dos sentimentos mais essenciais que existem entre você e a pessoa? Conseguindo inclusive tratá-la bem mesmo após tentativas consecutivas&amp;nbsp;de danos contra você?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consegue ainda, transcender tudo isso e ver na pratica, a pessoa como um espírito em evolução com direito a errar? E diante disso, manter a distância auto-protetora e amparadora,&amp;nbsp;retornando a aproximação assim que for oportuno e quando for o melhor para todos?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consegue agradecer na prática, tudo o que aprendeu com essa pessoa? Mesmo que tenha cometido erros cruciais contra você, com graves consequencias? E como se sente ao reconhecer o lado melhor dessa pessoa? Sente-se melhor?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quais suas conclusões sobre isso tudo?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes fatos são comuns em família, onde ocorrem&amp;nbsp;muitos conflitos e mesmo em relacionamentos conjugais e, em alguns casos, amizades. Não podemos esquecer que uma pessoa é assim ou assado conosco porque justamente ela é assim com qualquer outra pessoa, principalmente, ela mesma. Assim, nada pessoal, na essência da ofensa. Mas sabemos que na prática ainda nos esbarramos em dificuldades em equilibrar benevolência com o lidar com ofensivas graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma geral, somos muito aquilo que escolhemos. E Confúcio tenta&amp;nbsp; nos mostrar isso. Veja os meios e analisamos a nós mesmos. O que a pessoa fez na prática para estar onde está? Analisemos quem somos por nossas ações e quem&amp;nbsp;está a nossa volta pelo que fazem e não pelo que dizem. As palavras são como folhas ao vento, tais como estas que escrevo aqui. Somos essencialmente o que fazemos. Nossos atos são resultantes ações daquilo que pensamos e&amp;nbsp;sentimos, e daquilo que pensamos e sentimos sem estarmos conscientes disso (subconsciente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O que é o CARMA senão o resultado geral de nossas ações?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí a necessidade de uma vida regada de reconciliãções e pacificação íntima progressiva para a evitação de conflitos desnecessários. Mas, na prática, o nosso desafio é grande, porque a reconciliação envolve um espectro grande da realidade, inclusive os entes queridos que se foram para as outras dimensões, onde ocorrem as reconciliações fora do corpo ou pela via mediúnica. Deixo as reflexões para você a partir daqui.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-7968780247312612886?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/7968780247312612886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=7968780247312612886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7968780247312612886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7968780247312612886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/11/algumas-implicacoes-do-nosso-carater.html' title='Algumas Implicações do nosso Caráter, a questão Cármica e os Relacionamentos'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-0pYGRbYn5y4/S-IEP60FnuI/AAAAAAAAAU8/Hd4sWyKGp5s/s72-c/wallp076.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-7047216690692371905</id><published>2011-11-02T13:21:00.001-02:00</published><updated>2011-11-02T13:21:33.404-02:00</updated><title type='text'>Evidências de Percepção Extrassensorial: um caso de Clarividência na Infância</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bvQuD66W8wI/TrFfW6MoD-I/AAAAAAAAAx4/QhjTUTQUVJ0/s1600/pequeno-principe.png" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ida="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-bvQuD66W8wI/TrFfW6MoD-I/AAAAAAAAAx4/QhjTUTQUVJ0/s320/pequeno-principe.png" width="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Do Caso&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso ocorreu há cerca de&amp;nbsp;três&amp;nbsp;meses atrás com minha filha Yasmin. Seu relato foi muito objetivo, claro e sintético como é de sua personalidade, quando me&amp;nbsp;disse algo neste sentido quando acordou pela manhã e teve a confirmação de seu sonho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Pai, que doido, eu sonhei que estava passando na TV&amp;nbsp;três seriados dos desenhos [citou os desenhos]&amp;nbsp;e agora que liguei a TV os&amp;nbsp;desenhos estão passando!!"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2. Análise dos fatos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que afinal de contas significa isso?&amp;nbsp;Uma alucinação? Uma coincidência? Não. Este fenômeno se chama PES - Percepção Extrassensorial ou ESP - Extrassensorial Perception, nome cunhado pelo Dr. J. B. Rhine para designar&amp;nbsp;certo tipo de informação que seria obtida não pela via dos 5 sentidos, mas por uma outra via, daí sim, extrassensorial (além dos 5 sentidos). Rhine e especialmente sua esposa, Louise, catalogou PES em três categortias simples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Telepatia: informação obtida de mente para mente.&lt;br /&gt;2. Clarividência: informação obtida diretamente de um objeto.&lt;br /&gt;3. Precognição: informação obtida do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando o caso de minha filha temos que a evidência parece apontar para &lt;em&gt;&lt;strong&gt;clarividência&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, determinado tipo de PES que pode ocorrer e é muito comum ocorrer nos sonhos, no caso dela, um tipo de PES realista, pois a informação vinda do sonho&amp;nbsp;correspondia exatamente a realidade. Em alguns casos, não corresponde, mas apresenta-se num simbolismo complexo ou mesmo na forma de uma determinada alucinação extrassensorial (que é diferente da alucinação psicopatológica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A clarividência (pela classificação de Rhine)&amp;nbsp;se explica pelo acesso no momento presente de uma informação que estava ocorrendo no momento, provinda não de uma outra mente, mas de um objeto (a TV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque motivo a minha filha teria acessado esta informação pela clarividência? Isto se explica devido ao princípio da economicidade de psi, tal como afirma o parapsicólogo Tarcísio Pallú. Seria mais rápido e mais econômico que ela acessasse pela via extrassensorial a informação sem que precisasse acordar, levantar-se e ligar a TV, apontar o controle remoto e colocar no canal Disney. O acesso direto é mais rápido e eficiente. O fato gerador é simples também, e é o aspecto muito&amp;nbsp;afetuoso que ela tem com os seriados animados, o fato de gostar muito desses desenhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3. Algumas correlações com minhas experiências&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me faz lembrar do fato gerador que me fazia sair do corpo aproximadamente com a mesma idade, quando via o seriado "Super-herói Americano" e ao dormir sonhando que estava voando como ele, começei a experimentar minhas primeiras experiências extracorpóreas conscientes. Os fatos se davanm praticamente todos os dias e eu mesmo induzia o fenômeno sem qualquer medo.&amp;nbsp;As frases do seriado&amp;nbsp;me geravam efeito hipnótico e programavam meu subconsciente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Acredite ou não,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estou andando no ar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nunca pensei que pudesse me sentir tão livre.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Voando por aí sobre uma asa e uma prece.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem poderia ser?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Acredite ou não, sou apenas eu..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seriado foi ao ar na década de 80 pelo SBT, tendo sido interrompido em 1983. Assim, reitero que minhas primeiras projeções conscientes&amp;nbsp;ocorreram antes dos 9 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4. Considerações finais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o aspecto afetivo, na ordem do desejo potente por algo que gostamos, isto por si só, é&amp;nbsp;suficiente para levar uma pessoa a atravessar a fronteira e migrar para o campo psi ou parapsíquico, extrapolando dimensões, sendo pela via PES ou pela via projeciológica propriamente dita, ou a saída consciente para fora do corpo. Se a criança ama um desenho animado, conjuntamente com um fator de predisposição inato da criança em passar por estes fenômenos, a via PES ou Projeciológica poderia ocorrer dentro do princípio da economicidade de psi. Ou se a criança sente a saudade da vida extrafísica, um seriado como o que citei pode ser fator determinante para o desencadeamento de tais vivências na infância. Sabemos desde as pesquisas avançadas realizadas pelo pesquisador e projetor Sr. Muldoon, que o fenômeno projeciológico é universal, ocorrendo desde a antiguidade. Sabemos também pelas pesquisas avançadas da Sra. Louise Rhine, que PES tamb´´em é universal, ocorrendo com pessoas de qualquer idade, local ou crença. Assirm, se a distância entre dois pontos puder ser atravessada por um atalho, eis que ocorre a função psi. E faço uma correspondência com a moderna cosmologia, e a teoria do buraco de minhoca que nada mais é que um atalho interdimensional entre pontos muito distantes do cosmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mente das crianças é mais flexível e aberta que do adulto ou adolescente. O adolescente está acometido com coisas sociais o que começam a prejudicar a vivência parapsíquica. O adulto é preocupado com subsistência e outras questões sérias. A criança não. É mais livre em suas percepções e experiências. Os pais, educadores e outros de seu círculo&amp;nbsp;são os agente repressores das experiências, quando as crianças vão lhes contar. Cabe aqui uma reciclagem na maneira como lidamos com tudo isso, principalmente, na educação, na família e na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda vivemos a escola newtoniana, cartesiana, preocupada com a vida humana ordinária, comum, em formar cidadãos. Num futuro próximo, se ainda existirem escolas, o que duvido muito, estas estarão preocupadas em formar cidadãos cósmicos. Porque o universo é nosso lar, não somente a Terra, a casa, a família, os vizinhos, os países. A Terra é uma vila muito pequena num cosmos infinito. Assim, naturalmente a pedagogia será uma pedagogia e andragogia&amp;nbsp;do Infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;.................................................................................................&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Agradecimento&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico muito grato a minha filha por compartilhar suas experiências livremente comigo e, juntos, conversarmos sem qualquer pudor e repressão sobre qualquer assunto de natureza humana ou transcendente. Isto nos torna menos &lt;em&gt;macacos&lt;/em&gt; e mais &lt;em&gt;consciências&lt;/em&gt;. E ainda poder disponibilizar tal vivência ao público para fins de democratizarmos a transcendência (Sarti).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido aos pais que lêem esta revista a enviarem relatos de seus filhos que sugerem fenômenos paranormais ou parapsíquicos, ou incomuns.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-7047216690692371905?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/7047216690692371905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=7047216690692371905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7047216690692371905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7047216690692371905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/11/evidencias-de-percepcao-extrassensorial.html' title='Evidências de Percepção Extrassensorial: um caso de Clarividência na Infância'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bvQuD66W8wI/TrFfW6MoD-I/AAAAAAAAAx4/QhjTUTQUVJ0/s72-c/pequeno-principe.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-7389834509453081186</id><published>2011-10-27T11:15:00.001-02:00</published><updated>2011-10-27T12:51:23.777-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atitudes Positivas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Autopesquisa e Autoconhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reencarnação e Missão de Vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicoterapia Holística'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espiritualidade e Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reconciliação e Autocura'/><title type='text'>Evoluindo através do Amor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bvw1ZVecEmE/TqlZGbr5TpI/AAAAAAAAAxg/NSyNZDY3bqo/s1600/maisluz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://2.bp.blogspot.com/-bvw1ZVecEmE/TqlZGbr5TpI/AAAAAAAAAxg/NSyNZDY3bqo/s200/maisluz.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Amparo extrafísico ao planeta:&lt;br /&gt;ato de puro amor.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida humana ou mais especificamente, da consciência humana, é simples, porém, difícil de ser vivida. Um problema pode ser simples, quando sua solução, difícil. E eis que aparece a vida humana, a nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e você, caminhando por uma vida regada de relacionamentos. Esperamos isso ou aquilo de nós mesmos frente aos outros e, ao mesmo tempo, esperamos isso e aquilo dos outros em relação a nós mesmos. Diante disso, somos quase que obrigados a aprender com frustrações atrás de frustrações e se tivermos sorte ou conseguirmos criar uma boa relação em nossa vida, poderemos atingir picos altos de felicidade, euforia sadia, serenidade e alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas religiões dizem que temos de nos casar e ter filhos ou que os relacionamentos precisam ser eternos, por uma vida inteira. Esses dogmas cada vez menos conseguem espaço atualmente. Com a independência da mulher, os relacionamentos tornaram-se tênues, tornaram-se momentos ao invés de prisões. É comum uma união estável, sem contrato, ao invés do casamento formal, com testemunhas, assinaturas, registros e sermões. A separação tornou-se um fato comum e normal. Assim os relacionamentos tornaram-se um empreendimento de alto risco porque suas garantias não podem mais ser previstas como antes, facilmente, num contrato e asseguradas por autoridades externas ao casal, no caso, um padre, um juiz e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes fatos nos apresentam pontos positivos e negativos. Um dos positivos é o motivo real que leva as pessoas a casarem. Muitas vezes o que faz com que pessoas se unam não é o amor propriamente dito, mas uma necessidade de dependência e esconderijo da vida e da existência; necessidades de acolhimento financeiro, principalmente, e de afeto. Esta última possui relação com o medo que grande parte de nós alimenta de passar a velhice num isolamento, sozinho e abandonado. Outro motivo é o poder, o status, o ter uma família como um &lt;i&gt;falo&lt;/i&gt; socialmente exposto, para que todos vejam o quanto somos normais. O&amp;nbsp; positivo é que devido a isso, as pessoas podem se unir porque querem e não por um arranjo social imposto pelo clã, como ocorre com alguns indígenas e outras sociedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Assim, o medo, o poder e a velhice, são três variáveis que levam as pessoas a se esconderem em relacionamentos, sendo que o amor e o sexo acabam sendo motivos não tão nutridos como pensamos.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum casais que fazem pouco sexo e nutram pouco amor entre si. É comum mulheres que têm uma vida de relacionamento sexual com o marido sem nunca ter tido um orgasmo. Desta forma, o que os mantém unidos? O medo, o poder e a velhice. O medo da solidão e do vazio, o poder de ter uma familia e exibi-la socialmente tornando-se pessoas &lt;i&gt;normais&lt;/i&gt; e, a velhice a partir do medo do abandono e de um fim trágico, o que ninguém realmente anseia. Essas variáveis atuando em conjunto passo a chamar de "&lt;b&gt;&lt;i&gt;motivo não-amoroso&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;". Esse motivo não-amoroso parece ser em grande escala uma manifestação do egoismo, na preservação do ego diante das ameaças da vida e da existência, e de desconfiança em relação a vida. Faz com que as pessoas se usem e muito, se abusem, abusando e noutro polo, deixando-se ser abusadas. Assim, relacionamentos ancorados no motivo não-amoroso pode acabar numa relação de abuso recíproco, a partir do princípio que ouço clinicamente: "&lt;i&gt;ruim com, pior sem&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em matéria de relacionamentos, somos aprendizes, estamos no maternal da evolução. Um dos motivos é a precária relação que temos conosco mesmos. Não somos muito íntimos de nós mesmos, não somos muito amigos de nós mesmos. Desta forma, estamos a sós significa estamos com um outro estranho. Somos estranhos de nós mesmos. Muitos de nós e constato isso clinicamente, possui um profundo medo de estar a só. Medo de simplesmente ficar sozinho. Como se a companhia de si mesmo fosse desagradável, como se o si mesmo fosse um outro não bem acolhido. É comum que por trás de todo problema psíquico haja raiva, ódio ou aversão em relação a si mesmo. Aprendemos a nos criticar e a dar importância ao que o outro fala e diz sobre quem somos e, fazemos isso com os outros. Criamos com isso um círculo vicioso de dependência em relação ao que o outro pensa sobre quem somos. Tornamo-nos dependentes da opinião alheia e com isso, tornamo-nos prisioneiros sem prisão. Assim, nasce o medo de ser abusado numa relação, porque muitos de nós faz o que for preciso para não entrar em contato com o medo, com a ausência do poder e a velhice de isolamento e, se submete a situações que podem ser devastadoras para a alma. Em casos graves, a mulher faz sexo e sente-se estuprada pelo marido e, só o faz devido a reunião desses fatores atuando em conjunto. Por detrás das aparências nos relacionamentos, encontramos os casais em situações em franca decadência, porém, mantendo-se unidos por &lt;i&gt;motivos não-amorosos&lt;/i&gt;. Aparência, status, marketing, fachada, união com finalidades materiais e da prole, escudos que disfarçam a real situação dos relacionamentos. Obviamente, não quero dizer que não existam relações onde haja felicidade real e satisfação verdadeira. Existe, mas são exceções, porque as pessoas de bem, as pessoas lúcidas, são exceções em nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Diante disso, os relacionamentos podem ser encarados como verdadeiras oportunidades de crescimento e evolução, ao invés de recurso eficiente para nos escondermos da vida e da existência maior.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um infinito universo que nos rodeia e nos atravessa, e temos medo do Infinito, mesmo que não admitamos isso. Esse medo irracional, fundamento de qualquer síndrome do pânico, é o sustento básico das relações ancoradas por motivos não-amorosos, que são &lt;i&gt;motivos fóbicos&lt;/i&gt;. O tempo vai passando e a velhice chegando; a pessoa percebe outros casais unidos e ela acredita nas aparências da "família Doriana" e se joga no primeiro relacionamento visando casar, ter filhos e se ancorar. Os resultados podem ser realmente trágicos. A solução definitiva é a pessoa conhecer seu vazio interno através de prática meditativa ou similar. Lidar com tudo o que é e sustentar sua estrutura frente à vida, sem tanto medo, mas com respeito à existência. Vivemos sim, num universo Infinito e sabemos muito pouco sobre tudo. Somos muito ignorantes tanto diante de nós mesmos, como da vida. E é natural que todos tenhamos a tendência de buscar relacionamentos e nos enclaurusar neles tal como o neném deseja retornar ao útero da mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Em relacionamentos precisamos aprender a lidar com rejeições, sejam quais forem. E principalmente, críticas. &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendemos a criticar, a falar mal do outro, a apontar seu erro para que melhore, mas somos pouco capazes de expressar admiração verdadeira, apontar as qualidades e virtudes da pessoa e ajuda-la a desenvolver-se por completo. Então, não podemos nos iludir: em uma relação seremos julgados e criticados, não raro, injustamente e agressivamente. Se não criarmos a fantasia do conto de fadas, iremos sofrer menos, vivendo mais na realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casos graves, devido a fatores diversos, uma pessoa pode sentir uma aguda rejeição por não ter conseguido estabelecer relações amorosas com ninguém, nem ao menos ter conseguido entregar-se sexualmente a algum homem ou a alguma mulher. Os casos dessa natureza são carregados de uma profunda tristeza que somente uma reciclagem interna e mesmo existencial poderiam trazer a esta pessoa novamente sua estima e capacidade de estabelecer vínculos com as pessoas. Em outros casos, as relações são superficiais e a entrega também, assim, ocorrem casais que não se conhecem suficientemente. Beijam sem se sentirem, abraçam-se sem se abraçarem e transam sem maior acoplamento áurico, saindo das relações ainda com cerência afetivo-sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Em relacionamentos também precisamos aprender a receber amor.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é muito sério, porque em nossa cultura aprendemos a receber críticas. E críticas na forma como as recebemos geralmente são atos de desamor, desaprovação. Aprender a receber amor é um ato, primeiro, de amor próprio, de gostar de si. Quem não gosta de si o suficiente não consegue receber amor porque não se julga merecedor. Quem não se julga merecedor, se odeia em pequena ou grande medida. Quem se odeia, se rejeita ou tem aversão ou não gosta de si, adoece. Essa é a causa básica de qualquer doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A separação conjugal, em algum momento, é inevitável.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que quando estamos num relacionamento, não pensamos em seu término. Mas qualquer fantasia que nutra uma esperança de uma vida eterna com o parceiro ou parceira, é irreal. Em algum momento haverá uma separação. Conheço um caso onde a esposa, após o marido desencarnar, se 'entrevou' na cama, estando mais em estado vegetativo do que vivendo. A dependência emocional aguda está ali, operante, patológica. Outro caso é do casal que, bastante amorosos e unidos, prometiam um ao outro, que o marido iria morrer primeiro para receber a esposa após morrer e que iria cuidar dela, ampara-la em vida. Eles foram profundamente sinceros ao dizerem isso um para o outro. Esse casal se separou antes disso. O que quero dizer com tudo isso? Nada é eterno. Tudo é impermanente. Existem variáveis em relacionamento que fogem ao nosso controle. Quando observamos o Sol no seu explendor de vida e radiação, num lindo e maravilhoso por do sol, naquele exato momento, o Sol se põe e termina a experiência. Existe um tempo entre o nascer do Sol e seu poente. E nada que podemos fazer para aumentar ou nos fixarmos num ponto. Tentamos, batemos fotos, tentamos congelar momentos fazendo com que eles sejam eternos, seguramos a memória, ficamos presos ao passado de um relacionamento, na fantasia de viver aquilo que foi bom, o nosso por do Sol, no presente, ao invés de prosseguirmos com a vida e avistar novos pores do Sol. O apego e a necessidade de nos agarrarmos às coisas fazem com que percamos de vista a beleza da vida e o sentido maior, no agora, no presente da experiência. Conheço muitas pessoas que se sentem fracassadas em relacionamentos por não conseguirem manter uma "família Doriana", mas isso não é motivo de fracasso, mas de vitória. Pode ser sinal de coragem e autenticidade e de uma busca sincera e honesta por relacionamentos mais evolutivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;De qualquer forma, mesmos os relacionamentos mais maduros e duradouros, casais centenários, em algum momento dessa vida curta, haverá uma separação.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles irá desencarnar, deixar essa Terra e migrará para as outras dimensões do universo, dando continuidade a sua vida. Não estamos destinados a ficar com a mesma pessoa eternamente, a própria morte do corpo e a lei da serialidade multiexistencial (reencarnações) impedem que essa união seja eterna. Qualquer união conjugal é passageira, é temporária. E, mesmo que o casal planeje ficar junto mesmo após desencarnarem, ainda assim, não existe garantia, pois um deles pode reencarnar antes que o outro e ocorrer uma separação prolongada de 1 século, por exemplo. As lições da evolução nos colocam a aprendermos a não nos fixarmos patologicamente nas pessoas, nas coisas, nas dimensões, no corpo e a nos centramos passo a passo, na consciência. Pode ocorrer, como já vi clinicamente, de um casal, em vida seguinte, renascerem como irmãos e isso gerar um problema para ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O amor existe.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relacionamentos amorosos autênticos são empreendimentos muito desafiadores, porque exigem de nós muita transparência, amorosidade e coragem. Aqueles que tiveram a coragem de amar e viverem realmente um amor romântico a dois, numa entrega sincera e profunda, numa relação próxima da completude, mesmo que tais momentos e mesmo que foram muitos momentos, duraram um tempo relativamente pequeno, cabe a observação que o tempo é relativo e que momentos de eterno amor é o que nos faz amar alguém além do tempo e das dimensões. É o que faz reconhecermos alguém sem nunca, aparentemente, ter visto. É o que faz queremos novamente. É o que nutre a vida de sentido, é o fundamento da gratidão pela vida. O amor é o motivo básico da existência. Sem amor não existe sentido para nada. O amor é o que nutre o "nada", o "vazio". O amor é o tecido conectivo da vida e do universo, é o fundamento da perfeição da composição dos astros e das estrelas e da possibilidade da vida na Terra. Sem amor não haveria vida no planeta, sem amor não haveria existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos relacionamentos íntimos, temos as relações em geral, desnutridas de amor e respeito. O planeta, em guerra, atravessado pela ganância, violência e corrupção, apresenta-nos um problema simples, mas de difícil solução: precisamos amar mais, a nós mesmos, e aos outros. Numa escala de amor, precisamos aprender a amar a Terra, os animais, as plantas, a sentir gratidão pela vida e por existirmos. Afastamos com isso, o ódio que sentimos, a raiva e o rancor, a mágoa e o ressentimento. A começar a nos aceitando como somos, nos modificando para melhor, respeitando a nós mesmos. Amar não é tolice. Amar é um ato de puro discernimento e lucidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Amar e aprender a amar é a tarefa de vida básica de todos nós. A tarefa mais difícil, mas como disse o amparador: &lt;/i&gt;&lt;i&gt;"O amor é o caminho e o sentido. É simples assim, mas difícil de entender".&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-7389834509453081186?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/7389834509453081186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=7389834509453081186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7389834509453081186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7389834509453081186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/10/evoluindo-atraves-do-amor.html' title='Evoluindo através do Amor'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bvw1ZVecEmE/TqlZGbr5TpI/AAAAAAAAAxg/NSyNZDY3bqo/s72-c/maisluz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-6926237807796643735</id><published>2011-10-25T14:21:00.001-02:00</published><updated>2011-10-27T12:52:37.525-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida após a Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futuro da Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terapia de Vidas Passadas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projeciologia (Experiência fora do Corpo)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espiritualidade e Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiência fora do Corpo (Projeciologia)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transciência'/><title type='text'>Sobre as Camadas e a Dinâmica da Resistência no Acesso às Memórias de Vidas Passadas, o Ponto de Ruptura, o acesso ao Infinito e Transciência.</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nFyjpEqU3Vs/TqbgYKB-spI/AAAAAAAAAxQ/72RHJl1yD1c/s1600/gene1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-nFyjpEqU3Vs/TqbgYKB-spI/AAAAAAAAAxQ/72RHJl1yD1c/s200/gene1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Holomemória e Paragenética&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que venho escrever neste artigo é curto e objetivo e se refere a dinâmica da resistência que ocorre de uma maneira que tenta impedir a pessoa, no caso clínico, o paciente, de acessar o campo de memória de vidas passadas (faixas de personalidade subconsciente, holomemória). E a resistência neste caso nada tem a ver com algum tipo de "lei do esquecimento" ou "ordem divina". Tem relação com uma dinâmica interna, que está ancorada em muito, no medo e das conseqüências evolutivas da lembrança. Está ancorada naquilo que Matus (In &lt;i&gt;CASTANEDA, Carlos. O Lado Ativo do Infinito&lt;/i&gt;) chamou de &lt;i&gt;Ponto de Ruptura&lt;/i&gt;, onde a pessoa conseque ultrapassar a fronteira entre todo o conjunto neuro-biológico-cerebral e a memória associada a vida atual e todas as crenças, para um universo transcendente, rumo a uma realidade mais próxima daquilo que também chamou de &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;. As conseqüências da irrupção rumo a uma realidade próxima do &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt; me parece ser a base etiológica da dinâmica da resistência ao acesso ao campo holomnemônico ou as memórias de vidas anteriores, sejam vidas en-carnadas (intrafisicalizadas, ressexualizadas) ou des-encarnadas (extrafisicalizadas, dessexualizadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso aproxima-se da classificação clássica da Dra. Louise Rhine, quando de forma clara definou as formas de Percepção Extrassensorial, quando ocorrem nos sonhos, principalmente, na mistura de conteúdos realisticos com oníricos, num &lt;i&gt;limbo&lt;/i&gt; de memória com fantasia. A classificação da Sra. Rhine também se aplica nos processos de vivências clínicas do fenômeno retrocognitivo, ou regressivo, quando o paciente em meio ao transe começa a misturar fatos antigos com situações presentes, por exemplo, abrir um laptop em plena idade média. A principio, parece não ter lógica alguma, a não ser que compreendamos o fato rememorado como PES não totalmente realista, mas uma retrocognição semi-consciente. Da mesma forma com que ocorre na parafenomenologia projeciológica, na ocorrência da passagem entre uma projeção semi-consciente, que mistura realismo com onirismo, o mesmo ocorre no processo retrocognitivo, ficando a experiência misturada. Mas o paciente pode, prosseguindo, expandir a lucidez e extinguir todo conteúdo onírico e penetrar no campo realístico da holomemória. Qual a etiologia da retrocognição semi-consciente? Parece-me que é o medo da vivência do &lt;i&gt;Ponto de Ruptura&lt;/i&gt;. Este medo se manifesta como uma experiência não-realística, como uma tentativa de amortecer o impacto do Ponto de Ruptura e consequente, &lt;i&gt;Toque do Infinito&lt;/i&gt;. O fenômeno catalogado como &lt;i&gt;Toque do Infinito&lt;/i&gt; manifesta o lado intencional do cosmos, o Intento ou o lado ativo do Infinito. Este aspecto intencional é aquilo que coloquei noutro artigo, a respeito do aspecto consciencial do Cosmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma razão existe, conforme esclareci acima, para a ocorrência da dinâmica da resistência, mesmo em estado de transe, como ocorre nos sonhos. A resistência entra como variável de impedimento, de distorção e manutenção do &lt;i&gt;ego&lt;/i&gt;. O ego é o eu formado, o autoconceito limitado, toda a sintaxe restrita de um mundo formado e estruturado para dar segurança, para agir como escudo do &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;. É uma resistência, pois, natural e, até certo ponto, essencial para a manutenção da vida tal como a conhecemos. Mas, devido ao processo de evolução também natural, os escudos começam a precisar ser abandonados, e é onde entra o sentido essencial das vivências para-normais, ou aquelas que colocam a pessoa em contato com o &lt;i&gt;Ponto de Ruptura&lt;/i&gt; até que se sinta tocada pelo Infinito. A partir disso, aquilo que a pessoa faz não mais serve de escudo eficaz contra a pressão da realidade do Infinito. Os xamãs do antigo méxico, especialmente do clã Yaqui, trabalhavam com um conceito prático chamado de &lt;i&gt;"ponto de aglutinação"&lt;/i&gt;, onde representava a aglutinação da percepção num sentido profundo, incluindo a psicodinâmica do campo de energia humana ou como chamavam, o &lt;i&gt;"ovo luminoso"&lt;/i&gt;. Movimentar este ponto era um dos objetivos centrais deste método de autodesenvolvimento. Este movimento traduz-se pela vivência do ponto de ruptura até o acesso a dimensões do Infinito. O Infinito pode ser compreendido como a região do Universo chamada pelo Dr. David Bohm de a ordem implicada do holomovimento. Mas, para Bohm, trata-se somente de um conceito quase matemático daquilo que estamos aqui trabalhando experimentalmente através de experimentos transcendentes, como as retrocognições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como a resistência se manifesta se dá pela distorção da realidade, e é similar a como ocorre nos sonhos, onde vivemos realidades realmente impossíveis de existirem, em algumas situações. Como ver elefantes cor-de-rosa do tamanho de um edifício. As distorções cognitivas decorrentes da etiologia cuja base está na evitação do contato com o &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;, tem como objetivo levar a pessoa a confundir realidade com fantasia e assim, retirar a importância da experiência a partir de significados distorcidos. A resistência tem como função trazer a dúvida para a pessoa, mas não uma dúvida comum, sadia, de questionamento. Mas uma dúvida de negação, representando um instinto básico de auto-preservação. Assim, a dúvida é um sintoma da resistência. Existe a dúvida sadia que, questionando o conteúdo onírico durante a experiência leva-a ao conteúdo realístico, expandindo a lucidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos expandir isso para a maneira como os cientistas mais céticos lidam com o assunto, pois estando ancorados no medo do confronto como &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;, acabam por razões de ordem da resistência, na maioria das vezes inconsciente e bem fundamentada pelos recursos cognitivos que lhe são utilizados como intrumentos, negar a fenomenologia e mesmo as vivências que por ventura tiveram no campo parapsíquico e trancendente. O campo parapsíquico é o campo que leva-nos ao contato direto com o &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;. Por &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt; não quero dizer Deus, mas aproximo do que os taoistas chamavam de Wu Chi e mesmo a realidade que fundamenta o universo manifesto (Tai Chi). Recentemente, em meio a uma prática de Tai Chi Chuan, passei por uma experiência que dificilmente posso traduzir em palavras, mas alguma coisa em mim se alterou. Foi como se fosse um estado de transe hiperconsciente, estado este de consciência não-ordinário. A minha dinâmica de resistência se instalou após a vivência e quando percebi, fiquei cerca de duas semanas sem realizar a prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário para isso a criação de uma estrutura de personalidade que suporte, progressivamente, o contato mais íntimo e direto com o &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;. E mais profundamente, o &lt;i&gt;Lado Ativo do Infinito&lt;/i&gt; que se manifesta pelo Intento Cósmico, sendo este o fundamento, a estrutura e o núcleo inteligente, o eixo de tudo que existe no universo e do próprio universo (ou, multiversos). Pode ser chamado de Deus. Mas está além de qualquer significação relativa a cognição humana e mesmo extrafísica, dos espíritos mais lúcidos, visto que nem mesmo eles sabem ao certo e tem total clareza a respeito de tal nível de profundidade. Neste exato ponto estamos ainda além de qualquer ciência, mesmo as muito avançadas como a Conscienciologia: estamos na fronteira da Transciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicoterapia regressiva ou retrocognitiva adentra, pois, no campo da transciência, toca nela, é atravessada por ela e retorna para o campo da ciência e da clínica propriamente dita. A maioria de nós se agarra a crenças, a religiões, e mesmo quem se denomina cético, se agarra ao ceticismo ou a neurociência, ao cérebro e assim por diante. Não importa ao que nos agarramos, pois trata-se de uma mesma base etiológica da dinâmica da resistência ao ponto de ruptura que nos leva ao contato mais direto com o &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos terapeutas que atuam com esta técnica, de forma cosmoética, vale compreender esta dinâmica de resistência e incluir no trabalho de ajuda psicoterapêutica, e em tentar driblar esta faixa de defesa durante mesmo o curso da experiência para que o paciente possa se beneficiar de sua própria profundidade, daquilo que realmente é e relembrar por onde passou e esteve antes desta vida, seja neste, noutro país ou mesmo noutras orbes deste universo, infinito. A forma como o terapeuta fará esta condução depende de fatores altamente subjetivos, como intuição, amparo extrafísico e principalmente, criatividade ou a capacidade de criar técnicas de improviso durante a experiência. Oriento os terapeutas a investirem tempo e energia em atividades criativas, por exemplo, em artes, pintura, desenho, música ou outras que julgar adequado, como laboratório de improviso e criatividade. Outro fator determinante é que o próprio terapeuta tenha experiência relativa de acesso aos domínios chamados holotrópicos ou transpessoais, transcendentes, parapsíquicos da existência. Sem esta base, na minha opinião, uma terapia transpessoal adequada fica impossibilitada. A Parapsicologia Clínica é&amp;nbsp; e sempre será uma terapia transpessoal, porque lidamos com campos e domínios que transcendem o ego, adentram na estrutura do self e de campos multidimensionais da existência e do cosmos. E nada disso é teoria, mas se assenta na prática pessoal de cada profissional e da clínica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, as pessoas que não regridem, ou não conseguem atravessar a fronteira para a holomemória, estão manifestando na realidade não uma dificuldade de regredir, mas um intenso medo de entrarem em contato com o Infinito, mesmo que seja uma pequeníssima porção dele, a partir de si mesmo, e de nossa natureza palingenética. Esta blindagem é interna e não está vinculada a qualquer impedimento de ordem divina. É a própria pessoa que se blinda e estrutura sua resistência ao ponto de ruptura. Com esta virada de compreensão, podemos ajudar de forma mais efetiva nossos pacientes, compreendendo-os e mesmo conversando sobre estes assuntos todos antes de adentrarem na profundidade de si mesmos, com segurança e lucidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluo este pequeno artigo manifestando a minha sinceridade em dizer que facilitar experimentos de retrocognição, seja clínica seja na forma de vivências relacionadas experiências científicas, é das coisas mais difíceis que existe, porque exige do terapeuta uma vida ética o mais reta possível e uma estrutura de personalidade que possa sustentar o encontro com o Infinito vivenciado pelo paciente, mas co-vivenciado pelo psicoterapeuta, em cada sessão. Cada sessão é um acesso multidimensional, pois o psicoterapeuta necessita alterar por vontade própria sua consciência atuando como agente retrocognitor do paciente. Paro por aqui e deixo estas primeiras reflexões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-6926237807796643735?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/6926237807796643735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=6926237807796643735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6926237807796643735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6926237807796643735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/10/sobre-as-camadas-e-dinamica-da.html' title='Sobre as Camadas e a Dinâmica da Resistência no Acesso às Memórias de Vidas Passadas, o Ponto de Ruptura, o acesso ao Infinito e Transciência.'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nFyjpEqU3Vs/TqbgYKB-spI/AAAAAAAAAxQ/72RHJl1yD1c/s72-c/gene1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-7407096254654088342</id><published>2011-10-19T00:45:00.001-02:00</published><updated>2011-12-14T16:11:51.543-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cosmologia-Cosmocracia-Cosmovisão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parapsicologia e Ufologia'/><title type='text'>Cosmocracia e Comunidade Cosmoética Universal</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TgfzNlaZwto/TpSCYgnnKSI/AAAAAAAAAwY/73h3q_KAEIs/s1600/800px-STS-134_International_Space_Station_after_undocking.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://1.bp.blogspot.com/-TgfzNlaZwto/TpSCYgnnKSI/AAAAAAAAAwY/73h3q_KAEIs/s320/800px-STS-134_International_Space_Station_after_undocking.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Estação Espacial Internacional&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;......................................................&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Bel. Direito (UNIVALI), Esp. Educação (UDESC); Mestre em Educação (UFSC)&lt;br /&gt;Parapsicólogo (IPCMJ e FEBRAP) e Psicoterapeuta (CRT 43.290)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Consncienciólogo/Projeciólogo (IIPC)&lt;br /&gt;Pós-graduando em Parapsicologia (IPPP)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência (coord.)&lt;br /&gt;ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia&amp;nbsp; (membro)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Revisão: Dr. Guilherme Kilian&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico (NIAC-ABRAP-IPRJ)&lt;br /&gt;Website (&lt;a href="http://guikilianppsi.blogspot.com/"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...........................................................................................&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Considerações iniciais.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor ou leitora que julga que este assunto adentra na ótica da &lt;i&gt;psicose&lt;/i&gt; ou que tenha resistência aguda ao assunto extraterrestre, OVNIs, abdução ou outra desta natureza, aconselho não prosseguir na leitura. Você pode ler outros artigos mais interessantes e menos contranstantes com suas crenças e visões de mundo. Falo diretamente para você e principalmente ao grupo cético da parapsicologia e ciências afins, assim como do campo da medicina, psicologia, neurologia, psiquiatria e outras áreas ainda não muito acolhedoras da realidade mais integral da existência e de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como minha formação acadêmica de base é em Direito e prática em advocacia e outros campos, como investigações junto ao Ministério Público, especialmente a Coordenadoria de Defesa do Meio Ambiente (SC), me sinto confortável, para não dizer, "em casa", em lidar com este assunto. Esclareço que me sinto bastante em "dia" com minha sanidade mental, discernimento, lucidez, e, devido a minha postura mais científica e não mística, trago este assunto o mais livre possível de qualquer conotação mística ou esotérica.&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Consideremos tudo isso como conjunturas hipotéticas diante dos (para)fatos, evidências e ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto transcende a ONU ou a Organização das Nações Unidas, fundada em 1945 para substituir a Liga das Nações, fundada em 1919 (&lt;a href="http://www.onu-brasil.org.br/"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Porém, a abrangência da ONU se refere ao planeta Terra e as relações internacionais ocorridas no interior deste. Assim, deve ser de interesse da ONU os assuntos relativos à &lt;b&gt;&lt;i&gt;extraterrestriologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; no que diz respeito aos tratados e convensões interplanetárias assinados ou, a serem assinados com povos extraterrestres. Assim, por extensão, como é minha tese aqui defendida, a ONU é uma micro-entidade dentre tantas outras que formam uma macro-organização, a ONPU, e por conseguinte, a ONIU e ONGU, a seguir comentadas introdutoriamente. O fato de tais organizações já existirem ou não, extrapolam este artigo e adentram nas hipóteses. Ficamos por aqui, este é nosso limite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-G1LmZxGV_nE/TpcjbBBPczI/AAAAAAAAAxA/3J8c86boB1o/s1600/onu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-G1LmZxGV_nE/TpcjbBBPczI/AAAAAAAAAxA/3J8c86boB1o/s200/onu.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;ONU&lt;br /&gt;Organização das Nações Unidas&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Experiências&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há anos atrás escrevi um artigo intitulado &lt;i&gt;"A Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica"&lt;/i&gt;, aproximadamente em 2005,&amp;nbsp;o qual lancei a hipótese da &lt;b&gt;&lt;i&gt;ONPU - Organização das Nações Planetárias Unidas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, e previ o nascimento de uma nova área do Direito, o Direito Interplanetário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expandindo este conceito inicial, podemos vislumbrar mais duas organizações: a &lt;b&gt;&lt;i&gt;ONIU - Organização das Nações Interestelares Unidas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, para a gestão dos povos de um sistema estelar e outro (povos de Sóis diferentes, por exemplo) e; &lt;b&gt;&lt;i&gt;ONGU - Organização das Nações Galácticas Unidas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, sendo a entidade juridicamente competente para a gestão das relações entre os povos de uma galáxia e outra(s). Podemos pressupor, diante da moderna Cosmologia, que tal fato somente poderá ocorrer quando dominarmos completamente os fenômenos de travessias interdimensionais, hoje apontados pelos "buracos de minhoca", "teoria do universo membrana", "teoria de cordas", "teoria dos multiversos" e assim por diante. O assunto cosmológico venho acompanhado pela &lt;i&gt;Scientifc American&lt;/i&gt; e é acessível a todos interessados (&lt;a href="http://www2.uol.com.br/sciam/"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). O campo do Direito associado será algo como Direito Intergaláctico, para as relações entre galáxias (povos), e Direito Interestelar, para as relações entre sistemas estelares (povos), para a mesma galáxia. Os representantes de cada sistema estelar seria a ONPU correspondente e, de cada galáxia, a ONIU correspondente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Caminho da&amp;nbsp;Moderna Cosmologia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela moderna cosmologia, temos que 70% do universo é formado por energia escura; 26% por matéria exótica escura (mais de 90% de matéria/energia escura); 3,5% de matéria normal não luminosa; sendo que somente 0,5% do universo é formado por matéria normal visível; e o restante, 0,005%, de radiação. Assim, 70% do cosmos é formado por energia escura. O que é energia escura? É o que se chama de constante cosmológica ou &lt;em&gt;quintessência: um campo quântico dinâmico.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(p. 46,47, SCIAM,&amp;nbsp; nº 27). Por outro lado, podemos conjecturar o cosmos a partir da abordagem de um universo multisimensional, com dimensões invisíveis, tal como procura outra abordagem da cosmologia moderna: a teoria do universo membrana. Assim nos esclarecem os cosmólogos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Outro exemplo é o mistério na cosmologia do que constitui a matéria escura, a invisível substância gravitante que parece perfazer mais de 90% da massa do Universo. A matéria escura pode residir em universos paralelos. Tal matéria afetaria nosso universo através da gravidade e é necessariamente "escura" porque nossa espécie de fóton está aderida à nossa membrana, portanto, fótons não podem viajar através do vazio, entre a matéria paralela e os nossos olhos. Esses universos paralelos podem ser drasticamente diferentes do nosso, tendo diferentes partículas e forças&amp;nbsp; e talvez mesmo seres confinados a membranas com menos ou mais dimensões." (p. 67-68, SCIAM,&amp;nbsp; nº 27).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em síntese, a moderna cosmologia está se dirigindo para uma concepção multidimensional e plurihabitado&amp;nbsp;do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-x-gLit7-ey4/TpR5ovpkZuI/AAAAAAAAAwQ/fUHu-ZgpLdo/s1600/InternationalSpaceStationPatch.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-x-gLit7-ey4/TpR5ovpkZuI/AAAAAAAAAwQ/fUHu-ZgpLdo/s200/InternationalSpaceStationPatch.png" width="161" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;The International Space Station: primeiros indícios&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco anos após do surgimento da ONU, o homem sai da orbe terrestre em direção ao espaço cósmico &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/901466-primeira-ida-do-homem-ao-espaco-faz-50-anos-em-clima-incerto.shtml"&gt;(ver aqui&lt;/a&gt;) e começamos a era espacial e a expansão da consciência humana, em carne e osso, para os confins cósmicos, da &lt;i&gt;extraterrestriologia&lt;/i&gt;. Em 1998 começou a montagem de um projeto audacioso e revolucionário, a &lt;i&gt;Estação Espacial Internacional&lt;/i&gt;, o que me parece o primeiro passo para um ambiente fixo, espacial, para a congregação pacífica entre os povos interplanetários, a partir de ambiente preparado para tal intercâmbio, numa espécie de &lt;i&gt;pluriecologia interplanetária&lt;/i&gt;. O universo da &lt;i&gt;extraterrestriologia&lt;/i&gt; está bastante documentado, sendo mais questão de política, religião e poder, aceitar ou não. Existem no meu ver, evidências suficientes de que estamos sendo visitados há milhares de anos por outros povos, e provavelmente, pertencentes a locais próximos (outros planetas em nossa galáxia) ou mesmo, provindos de outras galáxias, dominando as hipertecnologias diante das travessias dos &lt;i&gt;buracos de minhoca&lt;/i&gt;. (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_Espacial_Internacional"&gt;ver aqui&lt;/a&gt;). Neste sentido, existem evidências bastante impactantes da presença extraterrestre, inclusive, confirmada pela Força Aérea Mexicana (&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2004/05/040513_mexicoufo.shtml"&gt;ver aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/08/16/110816150658_space640a.jpg?w=640" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="180" nda="true" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/08/16/110816150658_space640a.jpg?w=640" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/08/110816_estacaoespacial_rc.shtml"&gt;CSS - Comercial Space Station&lt;br /&gt;Hotel Espacial Russo (projeto para 2016)&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿ &lt;i&gt;&lt;b&gt;CSS - Comercial Space Station&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto de construção do primeiro Hotel Espacial, pela Rússia para 2016. (&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/08/110816_estacaoespacial_rc.shtml"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Apesar do interesse ser turístico-comercial, as evidências apontam para um&amp;nbsp;futuro onde teremos moradias fixas no espaço cósmico, aliado a aceleração tecnológica cada vez mais progressiva. Obviamente, por dedução, daqui por exemplo, 100 anos, ou seja,&amp;nbsp;no ano&amp;nbsp;2110, estaremos dominando tecnologias inimagináveis, assim como poderemos ter&amp;nbsp;uma vida espacial fixa, com pessoas nascendo no espaço e tendo vida espacial contínua sem qualquer pouco terrestre. Estamos vivendo o começo desta era cosmocrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-35_7z3ZTJlA/Tp7-C2WIcrI/AAAAAAAAAxI/mUE7iHJ6sTc/s1600/imageLAC.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://1.bp.blogspot.com/-35_7z3ZTJlA/Tp7-C2WIcrI/AAAAAAAAAxI/mUE7iHJ6sTc/s200/imageLAC.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Investigação extraterrestre séria pela&lt;br /&gt;Arqueologia&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;ICAR - International Center for Abduction Research: mais evidências e investigações.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto, por exemplo, da abdução, é procupação internacional, senão vejamos a existência da ICAR - International Center for Abduction Research (&lt;a href="http://www.ufoabduction.com/"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;), sob a direção do Dr. David Jacobs (PhD). O trato da questão é seriamente abordada pelo pesquisador e a organização científica, estando pois de acordo com o que narro aqui e com a importância do tema. Dr. Jacobs relata de forma clara e didática o processo da abdução, inclusive com imagens de retrato-falado. Para maior aprofundamento, sugiro o estudo (&lt;a href="http://www.ufoabduction.com/straighttalk.htm"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Documentos Oficiais liberados pelo Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 18/02/2010 é publicado num dos mais respeitados jornais do mundo, a BBC de Londres, uma matéria esboçando a liberação de mais de 6 mil páginas de documentos incluindo aparições de OVNIs entre 1994 e 2000. (&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/02/100218_ufofilesg.shtml"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Em agosto de 2010, documentos sugerem que Churchill teria encomerto aparição de OVNI para não gerar pânico social e impacto nas crenças religiosas da população (&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/08/100805_ufos_churchill_cp.shtml"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Para acessar o arquivo oficial publicado pela The National Archives, da Grã-Bretanha (&lt;a href="http://www.nationalarchives.gov.uk/documentsonline/search-results.asp?searchtype=quicksearch&amp;amp;pagenumber=1&amp;amp;querytype=1&amp;amp;catid=2&amp;amp;query=ufo"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Abaixo você pode acessar as informações veiculadas pela BBC em vídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="364" width="448"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.bbc.co.uk/emp/external/player.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playlist=http%3A%2F%2Fwww%2Ebbc%2Eco%2Euk%2Fportuguese%2Fmeta%2Fdps%2F2010%2F02%2Femp%2F100218%5Fovni%5Fvideo%2Eemp%2Exml&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_language=pt&amp;config_settings_showFooter=true&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.bbc.co.uk/emp/external/player.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="448" height="364" FlashVars="playlist=http%3A%2F%2Fwww%2Ebbc%2Eco%2Euk%2Fportuguese%2Fmeta%2Fdps%2F2010%2F02%2Femp%2F100218%5Fovni%5Fvideo%2Eemp%2Exml&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_language=pt&amp;config_settings_showFooter=true&amp;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.daeniken.com/pics/evdcdrom/B067.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="163" src="http://www.daeniken.com/pics/evdcdrom/B067.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Imagens gravadas de astronautas&lt;br /&gt;há milhares de anos atrás&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Além da mística e gurulatria: a seriedade do assunto e da investigação em direção à ciência cosmológica avançada.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto nada, mas nada tem a ver com o misticismo completamente infundado que ridiculariza o assunto sério e merecedor de apreço ético e científico criterioso, tal como a seguinte afirmativa abaixo (&lt;a href="http://www.anjodeluz.net/ashtar/quem_e.htm"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;), o qual procura "esclarecer" quem é o tal Ashtar Sheran:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;"O Senhor ASHTAR é um mestre "crístico" ascensionado e imortal. Pertence à raça de ADÃO CADMON humano (ou adâmica) e é uma emanação de Raio, ou "filho" daquele ser conhecido como Senhor SANANDA e seu congênere divino ou chama gêmea. É a representação daquele ser conhecido como Senhor MIGUEL e sua chama gêmea, sendo formado da fusão combinada de suas essências e códigos de luz. O Senhor ASHTAR começou sua jornada individualizada como o que vocês poderiam designar como um ser dévico/angélico das linhagens das potências/arautos - anjos, encimadas em termos de almas pelo Senhor Miguel e pelo Senhor Gabriel respectivamente."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmativa acima desmerece qualquer comentário crítico, porque ela em si além de não expor racionalidade suficiente, procura impressionar com palavras o leitor leigo no assunto, mobilizando o emocional ao invés da lucidez diante do tema, sério. O detalhe mais significativo é que todos os tais comandantes galácticos, interestelares de tal religião, são "bonitões", fisionomia sedutora, tal como nos apresenta a figura mítica de Jesus de Nazaré. Sabe-se hoje que Jesus deveria no mínimo ser moreno e com cabelos grosos e barba espessa, tais como os muçulmanos na região da antiga Galiléia. No entanto, a imagem é manipulada para um Jesus Europeu, "bonitão". O leitor precisa estar atendo para a lavagem cerebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://s0.flogao.com.br/s45/03/09/06/49/74120724.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://s0.flogao.com.br/s45/03/09/06/49/74120724.jpg" width="156" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Sedutores,as imagens&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;dos supostos comandantes&lt;br /&gt;atuam como fatores hipnóticos&lt;br /&gt;facilitando a lavagem cerebral&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Suposta imagem de Ashtar Sheran&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Outra questão polêmica são as supostas psicografias ou registros supostamente telepáticos dos tais extraterrestres associados a tais federações cósmicas, tal como a que segue no seguinte link (&lt;a href="http://danuia.blogspot.com/2006/09/quem-ashtar-sheran-fonte-revista.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;). Neste relato a suposta comandante Atena disserta sobre a história e outros fatos associados ao comandante Ashtar, que serve ao Cristo Galáctico (Jesus Cristo). Não devemos acreditar em nada disso, mas antes, termos nossas próprias experiências. Como são informações muito difíceis de se obter, como está flagrantemente misturado com assuntos religiosos, católicos, ufológicos; como os recursos telepáticos e outros da ordem da paranormalidade são todos, sem exceção, difíceis de dominar e replicar experimentos sérios a respeito; como os espíritos (consciências extrafísicas) se manifestam em múltiplos níveis de evolução numa hierarquia moral, assim, muitos destes contatos pode ser da espiritualidade leviana, pseudo-sábios, aproveitadores da fé irracional, verdadeiro abuso interconsciencial, interdimensional. As distorções do próprio egão do médium ou telepata neste sentido podem colocá-lo como um suposto e fantasioso representante de alguém que também não existe, um qualquer comandante de federação nenhuma. Não quero dizer com isso que nada disso exista. Provavelmente alguma coisa disso existe e é real. Mas o que? Essa é a proposta da investigação séria e honesta. Me coloco no lugar exato de minha experiência pessoal, nada mais, nada menos. Sem acreditar, nem desacreditar. Mas analisando, avaliando, experimentando tudo com bastante lucidez e pé no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência que narrarei abaixo não se caracteriza como PES - Percepção Extrassensorial, principalmente, na ordem da telepatia ou clarividência, seja esta remota. O fato adentra na parafenomenologia projeciológica, especificamente, a projeção pelo mentalsoma e fenômeno associado a clarividência-clariaudiência viajora, pois além de ver, pude ouvir, captar sensações, informações. A experiência não se dá sob hipnose, terapia regressiva ou se associa a lembranças de experiências passadas sejam elas quaisquer, sem quaisquer participação de terceiros. A vivência é espontânea até um certo ponto, e auto-induzida até outro, devido a minha intimidade com a fenomenologia. A experiência adentra no campo da experiência presente, no exato momento da vivência. A projeção da consciência é uma experiência do tempo presente, do aqui-agora, lúcido, noutra dimensão do espaço-tempo cósmológico. A dificuldade em se ter o todo da vivência em memória se dá pela maneira como a informação chega à consciência: em bloco, de uma vez só, sem uma via verbal. Ocorre um entendimento direto e somente depois, a linguagem tenta articular e traduzir. O que narrarei é a tradução da informação captada em bloco, e que por si apresenta distorções, como em toda tradução. Em que nível existe a distorção realmente não sei, arrisco a seguinte margem: &amp;lt; 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jK65DnRahi8/TpSF0xkFfiI/AAAAAAAAAwg/DC89ZT2TRLA/s1600/ET.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://2.bp.blogspot.com/-jK65DnRahi8/TpSF0xkFfiI/AAAAAAAAAwg/DC89ZT2TRLA/s200/ET.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A entidade avistada na experiência&lt;br /&gt;é exatamente como está desenhada&lt;br /&gt;neste retrato falado, publicado na &lt;br /&gt;Revista UFO. Os olhos negros e&lt;br /&gt;pele úmida e escura se refere &lt;br /&gt;provavelmente ao planeta com menos&lt;br /&gt;Sol e mais úmido que o nosso, razão&lt;br /&gt;pela qual justificam-se bases subterrâ-&lt;br /&gt;neas, umidas e escuras&lt;br /&gt;para abrigar tais entidades,&lt;br /&gt;aqui na Terra.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Fato gerador da hipótese.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato gerador desta investigação começa aproximadamente em 1997. Neste ano, aproximadamente, tive uma das experiências mais estranhas, para não dizer bizarras da minha vida. Não espero que o leitor acredite. Sinceramente. Na realidade, peço sinceramente que não acredite e que a partir de sua experiência, julgue tal fato por mim narrado ou, se for mais assertivo, que se lance para o universo da experimentologia extraterrestre e veja com seus olhos os fatos aqui narrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava num curso de cerâmica na UFSC quando no meio de uma peça que estava por fazer, começei a entrar em transe espontâneo e moldar uma face de extraterrestre. Estava nesta época escrevendo textos sobre as causas da crise planetária, estudando profundamente as teses do psiquiatra Dr. Stanislav Grof, e deparei-me com questões absurdas, como a aceleração tecnológica, engenharia genética e outras questões e suas correlações com a crise mundial. Tentava procurar soluções, em vão obviamente. Na época estava bastante envolvido com ecologia em meu trabalho como advogado ambientalista. Criei na época um conceito que chamei de &lt;i&gt;"Síndrome Consciencioecossistêmica"&lt;/i&gt;, algo como uma constelação causal sistêmica para todo o problema do planeta, de níveis causais multinivelados, cujo núcleo estava a esquizoholia, ou o medo da conexão cósmica absoluta. Em meus trabalhos com arte, especificamente pintura e desenho, começei espontaneamente a pintar e desenhar figuras extraterrestres, em transe anímico-parapsíquico. O detalhe aqui é que nunca tinha me interessado pelo assunto ou lido a respeito. Os desenhos eram figuras de cabeça grande, corpo pequeno, olhos pontudos e grandes, negros, e telepatas. Não entendia o porque dos desenhos. Desenhei naves que faziam desmaterialização em seus deslocamentos. De qualquer forma nesta época, achava que eram somente desenhos, apesar de realmente captar a presença de tais seres do espaço. Avistei mais de uma vezes OVNIs e das vezes que aconteceram foram profundamente marcantes. A mais marcante ocorreu quando morava na Reserva Biológica Viveiro quando avistei um arquipélago de gigantescas luzes pulsantes que se moviam inteligentemente no céu estrelado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a experiência comprobatória se deu dentro da oficina de cerâmica da UFSC, quando durante a confecção da peça, como citei acima, simplesmente projetei minha consciência para o interior de um local fechado, pressuponho que seja uma OVNI, onde vi, na minha frente, duas entidades extraterrestres com a aparência conforme narrado na revista UFO, ed 42, 1996, artigo Relatos Contatos Constantes, cujo relato foi de João Carlos Neves Ferreira, de Curitiba/PR. A nave era um laboratório de experiências com cobaias humanas. Um ser humano deitado numa maca cirurgica, cujas entidades uma de um lado, a outra do outro, segurando em sua mão direita, longa, negra e com dedos finos e compridos, um instrumento do tipo "laser" ou algo do gênero, onde iria realizar um implante, ou algo parecido, de algum objeto da têmpora direita do humano deitado, completamente inconsciente e alheio para onde estava. As entidades não acusaram minha presença, visto estar projetado fora do corpo observando-os serenamente e lúcido. Pude ouvir sua linguagem, fala enrolada, como um espanhol arcaico, falado muito rápido e muito confuso. Informações vieram-me no momento da experiência, inicialmente a angústia que sentira na oficina era o clima do laboratório, cujos seres sem ética, ferindo os direitos humanos, para após, firmar-me a certeza de que a aceleração tecnológica no planeta teria sido em grande parte impulsionada por tal povo extraterrestre, detentor de tecnologias avançadas em troca de seres humanos para experimentos genéticos ou algo do gênero. Fui informado da existência de acordo interplanetário ilegal (por "debaixo do pano"), existente entre tal povo e setores do governo na Terra. O caráter de tais entidades (que vi) era mais para a anti-ética, ou melhor, pareciam não ter sentimentos de fraternismo. Sua manifestação era essencialmente mental, intelectual, instrumental, tecnológica. São entidades, a princípio, altamente inteligentes intelectualmente-tecnologicamente, porém, não apresentam sentimentos. São frios, mais calculistas e usam seres humanos para cobaias sem qualquer culpa ou noção de anti-bioética. Sua tecnologia é avançadíssima e parece-me que diminam aquilo que ainda não dominamos, ou as leis do rápido deslocamento espacial e tecnologia correlata. Resumindo, de forma geral parece que são similares em caráter aos humanos que fazem ciência em cobaias humanas, tal como o que acontecia nos experimentos nazistas. Mas pressuponho que existam consciências mais evoluidas, como aqui na Terra, que renascem neste povo com outras intenções e que certamente desaprovam tais condutas. Ou seja, não importa em que corpo estamos, o que importa é o caráter que habita o corpo. Quando retornei da experiência fiquei perturbado durante meses e, durante anos fui metabolizando e digerindo seu conteúdo. Começei num quase ato de desespero a fazer varreduras de pesquisas para fazer testes de realidade. Quando encontro o exato retrato falado da tal entidade extraterrestre e as informações também relatadas a respeito das abduções, corresponderam ao que também percebi e presenciei. Fora realmente tudo real. E como lidar com o real? Admito que preferia ter sido tudo uma pura fantasia. Mas não fora. Após, fiz uma retrospectiva e concluo que a captação teria iniciado na época em minha oficina de pintura e cerâmica e alcançou o pico no local acima descrito. Mudou definitivamente minha vida e a maneira de viver no planeta. Tornei-me mais calmo e consegui trabalhar em mim o sentimento de impotência diante do que ocorre no mundo. Compreendi experimentalmente que a crise que atravessamos transcende o planeta e nossos egos políticos, mas se extente ao universo interplanetário, de fato, e a resolução de tudo isso está completamente fora de nosso alcance, pertecendo a outras orbes de consciência e direcionamento evolutivo. Durante um bom tempo a cena ficava vívida na minha mente, mas após um certo período, parece-me que fica claro que existe um universo de amparo preparando a humanidade para o relacionamento definitivo com os povos extraterrestres, progressivamente. Não sei ao certo quando ao estado em que se manifestavam as consciências extraterrestres, se se tratavam de consciências extrafísicas ou intrafísicas, ou ainda, projetadas. A experiência não me possibilitou tal discernimento aguçado, mas por hipótese, pareceu-me consciências intrafísicas, em carne e osso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse, não espero e nem quero que o leitor acredite no que exponho aqui. Mas firmo a experiência como uma das mais reais e vívidas da minha vida. É um fato comprovado para mim, definitivamente. Creio que muitas outras pessoas que passam por tal experiência acabam por se perturbar profundamente diante do fato e perdem seu juízo de lucidez e diluem-se na loucura, devido o não acolhimento de tal realidade no contexto social, ordinário, normal, as amizades e relações em geral. O rompimento da bioética e do mito dos extraterrestres "bonzinhos" foram rompidos nesta experiência. A vivência centrou-me mais ainda na pesquisa da consciência, do caráter e da moral íntima (é neste caminho que trago nesta revista o pensamento de Confúcio e Chuang Tzu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse, em sessões clinicas de regressão, mais de cinco pacientes relatam vidas e experiências extraterrestres. Um deles afirma que sua saudade se fundamenta num momento de transmigração de outro planeta quando se separa de seu grupo evolutivo, há milhares de anos atrás quando iniciou os ciclos de renascimentos na Terra. O assunto é muito profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência marcante foi a retrocognição, onde na presença de testemunhas num curso de terapia de regressão, na presença do médico Dr. Mauro Kwitko, rememorei vida extraterrestre onde pude constatar a existência das tão faladas naves-mãe, verdadeiros gigantes, colossais tecnológicos, que soam como cidades do espaço abrigando milhares de pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatos não param.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6TJWuhAUAeo/TpSGghqgjtI/AAAAAAAAAwo/fQLDdwki9Y8/s1600/DIAGNS%257E1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-6TJWuhAUAeo/TpSGghqgjtI/AAAAAAAAAwo/fQLDdwki9Y8/s200/DIAGNS%257E1.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Outras hipóteses em Cosmodireito.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desta prática anti-bioética e tantas outras que devem estar ocorrendo dia após dia, torna-se necessário o incentivo dos programas anti-corrupção na Terra para a moralização da ONU e o desarmamento mundial. Uma mudança política profunda é necessária para que num futuro tal previsão possa acontecer. Tal moralização &lt;i&gt;eticalizará&lt;/i&gt; as intenções dos representantes da ONU e, por conseguinte, poderemos vislumbrar uma Estação Espacial Internacional como sede da ONU no espaço, para fins de criação da ONPU, também com base espacial, &lt;i&gt;interestelar&lt;/i&gt;. Assim, num futuro próximo, teremos uma nova figura jurídica que são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;1. Acordos, Tratados e Convenções Interplanetárias:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; entre os planetas de um mesmo sistema solar (o Solar, por exemplo), emitidas pela ONPU correspondente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;2. Acordos, Tratados e Convenções Interestelares:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; entre as ONPU de cada sistema solar, emitida pela &lt;i&gt;ONIU - Organização das Nações Interestelares Unidas (2 ou mais sistemas solares)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;3. Acordos, Tratados e Convenções Intergalácticas:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; entre as ONIU correspondentes, emitida pela &lt;i&gt;ONGU - Organização das Nações Galácticas Unidas&lt;/i&gt; (2 ou mais galáxias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, teríamos cargos avançados e cosmoéticos, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Embaixador interplanetário: representante da ONPU.&lt;br /&gt;2. Embaixador interestelar: representante da ONIU.&lt;br /&gt;3. Embaixador intergaláctico: representante da ONGU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes cargos nada dizem respeito aos mitos de que Jesus de Nazaré é o "embaixador" da Terra, ou Saint Germain. Jesus de Nazaré ou Saint Germain são arquétipos de seres evoluídos e não os seres propriamente ditos. Senão temos que dizer que Confúcio, Chuang e Lao Tzu, Sidartha são também embaixadores do planeta. Não me parece ter muita lógica/sentido. As opções acima que citei são hipóteses e não verdades. Podem não existir de fato, mas podem existir de outra forma. As concepções místicas saem afirmando, fundamentadas em supostas psicografias de seres do espaço. Dizem que um tal "Ashtam sei lá do que" disse isso, ou outro disse assado. Pode ser verdade. Mas pode não ser. O processo mediúnico tem muitas armadilhas ainda mais a psicografia. Muitos querem se fazer valer da fama de ser o médium do "embaixador da galáxia de andrômeda", mas tudo isso pode ser sintoma de insanidade ou pré-psicose. Temos de lidar com o assunto com os pés enrraizados no chão e com a consciência expandida no cosmos. Nem mais, nem menos. Estou disposto a jogar tudo no lixo do que escrevi aqui, em prol de uma teoria melhor ou hipótese mais convincente, ou ainda se tudo isso aqui ser confrontado com a experiência direta de outras realidades. As teorias são mutantes e temos que deixa-las partir quando for sua hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor é não acreditarmos em nada disso, nem no que eu coloco aqui e buscarmos nossas experiências pessoais. Sugiro aos pesquisadores interessados, a investirem em dois graus de vivências parapsíquicas ou projeciológicas: 1. vivências extracorpóreas (projeção para fora do corpo) e; 2. retrocognições (lembranças de vidas passadas). Estas vivências, tomadas em conjunto, podem formar um juizo de autocomprovação bastante sólido. Já ouvi falar nos corredores da psicoterapia de uma tal Confederação Galáctica, onde seres interplanetários amparam o planeta e tal. Pode até existir isso, mas se estiver no território da crença, melhor é não acreditar e colocarmos na lista de hipóteses. Assim, prevenimos insanidade mental e pisamos na realidade de nossa experiência vivida e reflexões vindas de nossa própria consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LEqaNR0gFzM/TpSH6v89I8I/AAAAAAAAAww/QcDVR9YK9VY/s1600/Camara.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://4.bp.blogspot.com/-LEqaNR0gFzM/TpSH6v89I8I/AAAAAAAAAww/QcDVR9YK9VY/s320/Camara.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Estação Projeciotrônica &lt;br /&gt;Avançada no interior de suposta&lt;br /&gt;nave espacial do mesmo povo&lt;br /&gt;acima descrito (grey).&lt;br /&gt;A imagem sugere uma avançadíssima tecnologia &lt;br /&gt;projeciológica, evidenciando que a Projeciologia&lt;br /&gt;é ciência conhecida e dominada por outros povos,&lt;br /&gt;nada tendo surgindo aqui na Terra.&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.ippb.org.br/"&gt;Fonte: Dr. Wagner Borges&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sobre o Projeciotron e suas relações com a Extraterrestriologia.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função social das ciências avançadas da consciência é a &lt;b&gt;&lt;i&gt;democratização da transcendência&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, como bem afirmou o parapsicólogo e psicobiofísico, Dr. Geraldo Sarti. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeciotron é a hipótese da indução mecânica da experiência fora do corpo (projeciologia) através de câmara ou máquina de indução, a partir de altíssima tecnologia, atualmente desenvolvida em suas linhas maternais pelo NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência por mim e pelos parapsicólogos e pesquisadores da consciência, Srs. Geraldo Sarti e Guilherme Kilian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que é do interesse dos povos de maneira geral o domínio da projetabilidade consciente para fora do corpo biológico, seja qual for o corpo, para fins de exploração cósmica, ou a &lt;i&gt;cosmoprojeciologia&lt;/i&gt;. Assim, diante da imagem ao lado, podemos pressupor que o Projeciotron já é tecnologia existente para outros povos extraterrestres, já dominando a indução mecânica da experiência projetiva. No caso acima da imagem, temos uma estação projeciotrônica avançada, com mútiplas câmaras de indução com cabine central de comando de quem vai e de quem vem das projeções extracorpóreas. Significa que os extraterrestres nos visitam também fora do corpo, estando pois conscientes das possibilidades multidimensionais da manifestação da consciência. O Projeciotron como hipótese é uma transferência benigna da tecnologia extraterrestre, extrafísica, para o planeta, que poderá com isto, utilizar-se das experiências extracorpóreas para finalidades úteis, como a evolução, a transcendência acessível e barata para fora do planeta e mesmo outros países na terra e assim por diante. Num futuro não tão distante, teremos na Terra grandes &lt;b&gt;&lt;i&gt;Estações Projeciotrônicas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;&lt;i&gt;Projecioportos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível que, por hipótese, as organizações acima descritas sejam criadas inicialmente na para-orbe cósmica, para posteriormente, materializar-se na orbe cósmica, propriamente dita. É possível que os contatos extreterrestres se intensifiquem mais extrafisicamente para, posteriormente, ocorrerem num nível mais físico, dentro dos constructos da Cosmologia moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Transmigração Interplanetária e o Direito Extrafísico (Paradireito)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta hipótese é aventada pelo médico e conscienciólogo Dr. Waldo Vieira, ao estabelecer a sua teoria do &lt;i&gt;homo sapiens transmigratus&lt;/i&gt;. As consciências transmigradas seriam aquelas que saem da Terra e vão renascer em outros planetas ainda menos evoluídos que este. Existe uma conexão já estabelecida extrafisicamente para a &lt;b&gt;&lt;i&gt;extraterrestriologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; do ponto de vista da evolução da consciência. Outra possibilidade são os renascimentos de extraterrestres aqui, na Terra, como humanos. A possibilidade parte da concepção, que compartilho, de que a consciência não é o corpo ou sua procedência, o que viabiliza renascimentos em qualquer local possível para tal. Assim, as organizações acima citadas podem de fato já existirem justamente para coordernar o fluxo dos renascimentos e denascimentos num ou noutro planeta, nesta ou noutra galáxia. Assim existiria uma conexão cosmológica inteligente entre estar num sistema ou noutro, num projeto de abrangência para nós icomensurável e pouco compreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Síndrome do Estrangeiro e Sintoma de Desconexão com a Orbe Cósmica de Origem Remota&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SEST ou Síndrome do Estrangeiro, como bem salientou a consciencióloga Malu Balona, pode advir de saudade aguda do planeta ou local cósmico de origem, podendo ser planeta muito mais evoluido que este. Em alguns casos de SEST, o que é claramente possível, evidenciam a existência da transmigração entre planetas mais evoluidos que o nosso. Existe um intercâmbio cósmico e consciencial entre um local e outro. Mesmo que o translado de um local e outro seja complexo, fisicamente, por enquanto, extrafisicamente a consciência projetada não tem limites de locomoção e impedimentos de velocidade e suas relações com o espaço-tempo. Conforme já escrevi nesta revista, os &lt;i&gt;buracos de minhoca&lt;/i&gt; são realidades acessíveis à consciência projetada para fora do corpo quando atinge a velocidade superior a da luz e mesmo superior a dos neutrinos, sendo fenômeno da ordem da cosmoconsciência e da ordem da translinguagem, pois não existe como traduzir tal vivência em palavras e viabilizar a comunicação das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Superpopulação e Extraterrestriologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dado básico é a questão simples: de onde estão vindo tantas consciências para a Terra? Estariam elas habitando a paratroposfera do planeta? Ou estariam além disso vindo de outras orbes do universo para terem experiência evolutiva aqui neste local do cosmos? A realidade das organizações acima descritas parece-me somente a materialização daquilo que já existe extrafisicamente. Mas, deixemos isto no território das hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cidades humanas, comportamento anti-ecológico e inadptação ao planeta e suas relações com a extraterrestriologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de nós temos os fatos da anti-ecologia hoje no planeta. Ao observarmos um formigueiro de cima, podemos vê-lo integrado na floresta, sendo uma parte no todo. Por outro lado, ao visualizarmos uma cidade humana de cima de um avião, por exemplo, podemos perceber uma colônia quase autônoma, similar a um organizanismo intruso em nosso corpo: como uma colônia de fungos na pele. Os fungos são os extraterrestres assim como somos diante do planeta. Não conseguimos muito bem estarmos integrados neste ambiente. Seria isto sintoma de adaptação ecológica devido a procedência extraterrestre, em outro planeta, com condições geológicas e ecológicas diferenciadas? Fica a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-34jLM4vYlX0/TujlJUHRgEI/AAAAAAAAAz4/as8nvHylUXs/s1600/276599_266334160068185_877509122_n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" oda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-34jLM4vYlX0/TujlJUHRgEI/AAAAAAAAAz4/as8nvHylUXs/s1600/276599_266334160068185_877509122_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Novas evidências: A&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;"&lt;strong&gt;EXTRACONS - Associação Internacional de Extraterrestriologia"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Em 2011, no Brasil, em meio a comunidade do CEAEC - Associação Internacional&amp;nbsp;do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia, Foz do Iguaçu/PR,&amp;nbsp;dá-se o início a um projeto de dimensões cosmoconscienciológicas, o qual sou co-participante, chamado de &lt;em&gt;EXTRACONS - Associação Internacional de Extraterrestriologia&lt;/em&gt;, atualmente uma pré-IC (Instituição Conscienciocêntrica) cujo objetivo é o desenvolvimento e esclarecimento geral quanto&amp;nbsp;a nova ciência Extraterrestriologia, dentro do paradigma conscienciológico, multidimensional,&amp;nbsp;dando nova orientação às pesquisas realizadas até então, restritas pelos domínios da Ufologia clássica e do misticismo, tanto o ocultista, o new age e o religioso, principalmente o meio espírita. Com isto, dá-se um passo adiante à concretização de uma ciência séria e integral do campo extraterrestre, incluindo aqui a Cosmoprojeciologia nos fenômenos de exoprojeção e contato com o campo da para-extraterrestriologia ou as consciências extrafísicas extraterrestres dentro da pluralidade das manifestações somáticas e psicossomáticas pelo cosmo multidimensional afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cosmocracia: comunidade cosmoética universal&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tudo acima escrito, fica a contribuição das experiências projetivas para fora do corpo e das retrocognições, como forma de termos as provas provindas do núcleo profundo da memória extracerebral, de que existíamos antes de renascermos aqui e que estamos renascendo aqui no planeta há um bom tempo. Porém, é possível acessarmos no "vácuo" do inconsciente as memórias de vidas extrafísicas e extraterrestres e com isto termos nossas comprovações pessoais. Da mesma forma, é viável, sairmos do corpo e termos as exeriências projeciológicas transcendentes e com isto expandirmos nosso censo cosmocrata, cosmoético e cosmofraterno. Pelas retrocognições, podemos atravessar memórias de vidas passadas em muitos e muitos países e locais da terra e mesmo em vidas extraterrestres, assim como resgatar as memórias significativas das vidas extrafísicas. Tudo isto expande nosso universalismo e nosso nomadismo evolutivo pelo cosmos afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim adentramos na realidade da comunidade cosmoética universal, enquanto seres que somos habitantes de um mesmo cosmos multidimensional e que, transitamos daqui para lá, em busca de evolução e experiências, não nos fixando nesta ou naquela dimensão, embora ainda tentamos de várias formas mantermo-nos fixados e agarrados às coisas, neste ou naquele planeta, mas cosmificando nossa consciência livre de espaço-tempo, obedecendo a um conjunto de leis e diretrizes completamente transcendentes e que ultrapassam os limites de nossa cognição e capacidade de sentir. São tais diretrizes que impõem a uns e outros a renascerem na Terra mesmo que não desejam. A comunicação das diretrizes neste nível vai além de tudo que podemos pressupor e entender, estando dentro de uma linguagem galáctica e cósmica abrangente, pertencendo a uma hipermatemática, uma hiperfísica e uma hipercosmologia, dentro da cosmoarquitetura. Neste nível, religião, filosofia, ciência, são ramos do maternal da evolução. Este me parece ser nosso limite. E é aqui que paro. &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="54" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/08/16/110816150658_space640a.jpg?w=640" style="filter: alpha(opacity=30); left: 165px; margin-left: auto; margin-right: auto; mozopacity: 0.3; opacity: 0.3; position: absolute; top: 1690px; visibility: hidden;" width="96" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿(artigo em contínua revisão e atualização).&lt;br /&gt;﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-7407096254654088342?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/7407096254654088342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=7407096254654088342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7407096254654088342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7407096254654088342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/10/cosmocracia-e-comunidade-cosmoetica.html' title='Cosmocracia e Comunidade Cosmoética Universal'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TgfzNlaZwto/TpSCYgnnKSI/AAAAAAAAAwY/73h3q_KAEIs/s72-c/800px-STS-134_International_Space_Station_after_undocking.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-8418382298028147805</id><published>2011-10-07T16:37:00.001-03:00</published><updated>2011-10-07T16:37:21.137-03:00</updated><title type='text'>Cosmoprojeciologia: Investigação Cosmológica através da Projeção da Consciência para fora do Corpo Humano</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EqwU7AN6zMw/To9UsGmXeiI/AAAAAAAAAwM/NBfJXJW4SHQ/s1600/EXOPRO%257E1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-EqwU7AN6zMw/To9UsGmXeiI/AAAAAAAAAwM/NBfJXJW4SHQ/s1600/EXOPRO%257E1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cosmoprojeciologia: Exoprojeção&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;NIAC - ABRAP &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Introdução&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/A%20G%C3%AAnese%20do%20Cosmodireito.pdf"&gt;"Gênese do Cosmodireito: Ensaio sobre os Fundamentos da Ordem Cósmica"&lt;/a&gt;, publicado há anos atrás, parece-me o início de uma real preocupação minha a respeito das limitações da moderna Cosmologia, especificamente, a Cosmologia matemática e a que se limita ao modelo centrado num universo físico, embora mesmo tal modelo admita matematicamente, multiversos e múltiplas dimensões, chegando a mais de 10 dimensões, como na &lt;i&gt;teoria das cordas&lt;/i&gt;. Minha procupação básica é abrir as portas da Cosmologia experimental, do ponto de vista do próprio instrumental existente na constituição bio-psíquica humana, estrutura esta de magnitude cósmica que viabiliza as experiências fora do corpo, verdadeiro buraco de minhoca natural que possibilita a consciência entrar, literalmente, em outra dimesão e outra estrutura espaço-temporal. Recurso barato, econômico e não desperdiça recursos naturais nem direciona recursos que poderiam ser aplicados para o tratamento da desnutrição africana e brasileira e demais países pobres, para o financiamento de construção e experimentos absurdamente antiecológicos, como os colisores e outras tecnologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que o ser humano usa sua consciência para criar um instrumento que possibilita a observação cosmológica de mais de 40 bilhões de anos-luz adiante, ou seja, o universo até agora observado (raio de observação da Terra), este mesmo ser humano tem em si mesmo, sua consciência que pode, a partir de condições de potente alteração, expandir-se cosmologicamente e acessar os confins do cosmos e diante disso, realizar explorações de ampla magnitude e fazer ciência de tal realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As limitações da Cosmologia embora pareça-me avançada do ponto de vista das explorações das radiações de fundo, especulações a respeito do suposto Big Bang, há mais de 15 bilhões de anos atrás, e mesmo as modernas teorias multidimensionais, que as acompanho de perto, embora com as minhas limitações cognitivas, pois me percebo realmente incapaz de compreender a matemática avançada envolvida. Mas, meu intuito não é a de compreender como meus colegas físicos chegam em tais e tais resultados. Mas, interesso-me nos resultados, enquanto que minha capacidade adentra na experienciação direta de um universo multidimensional e de minha própria realidade multidimensional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;I - Da possibilidade de uma Cosmologia experimental pela projeção da consciência para fora do corpo humano&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cosmologia Projeciológica ou como proponho a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cosmoprojeciologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, é o campo da ciência cosmologia em sua conexão interdisciplinar com a projeciologia, que visa realizar investigações cosmológicas a partir do estado projetivo da consciência, ou seja, nas condições extracorpóreas, incluindo aqui as projeções avançadas pelo corpo mental isolado até a condição da irradiação cosmoconsciencial: a cosmoconsciência.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Este campo de investigação poderá comprovar tranquilamente a existência prática dos buracos de minhoca. Sabemos que as EQMs ou experiências de quase morte são, na ótica projeciológica, projeções conscientes desencadeadas por fatores acidentais ou patológicos, sendo uma projeção forçada, mas que nos dão evidências muito interessantes a respeito dos buracos de minhoca, como são relatados os túneis de luz branca que muitos e muitos relatam em suas viagens interdimensionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As projeções pelo corpo mental isolado evidenciam a realidade da cosmoconsciência, verdadeiro rompimento com toda e qualquer estrutura espaço-temporal, situando a consciência num universo de dimensões meta-galácticas, estelares e quásares, experimentalmente, a partir da experiência de diluição no "éter" cósmico ou na "espuma quântica", irradiação cosmolúcida de dimensões colossais próximas daquilo que podemos chamar de &lt;i&gt;Infinito&lt;/i&gt;. Neste estado de consciência, a personalidade percebe-se como pura consciência sem corpo, no entanto, viva e hiperlúcida. O espectro eletromagnético da energia nesta condição não consta na escala atualmente utilizada pela cosmologia. A frequencia é cósmica, puro &lt;i&gt;zuvuya&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As explorações cosmológicas através da condição extracorpórea da consciência possibilitam acessos muito mais amplos que a cosmologia tenta alcançar através da hipertecnologia física, tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Contato direto com a exobiologia ou a existência real, objetiva, das comunidades inteligentes extraterrestres, inclusive acesso a linguagem, intenções e tecnologia.&lt;br /&gt;2. Contato direto com a paraexobiologia, com a existência real, objetiva, dos extraterrestres projetados fora do corpo ou vivendo tão somente na condição extracorpórea, extrafísica.&lt;br /&gt; 3. Acesso às dimensões metacósmicas pelas projeções pelo corpo mental isolado e as experiências de cosmoconsciência, possibilitando o exame direto, experiencial, da velocidade acima da luz, aberturas de buracos de minhoca e travessias para outras dimensões do universo ou outros universos.&lt;br /&gt;4. Exame da estrutura de estrelas a partir do vôo direto pelo mentalsoma numa velocidade acima da luz.&lt;br /&gt;5. Constatação direta da teoria dos psicons, a partir da vivência direta da projeção pelo corpo psíquico puro, ou o mentalsoma (consciência), verdadeiro gerados de ondas psicônicas.&lt;br /&gt;6. Constatação direta da fisiologia multidimensional do cosmos e da fusão entre consciência e energia dentro da investigação da origem do universo, ou o Big Bang.&lt;br /&gt; 7. Expansão da cosmologia para uma cosmologia que integra necessariamente a consciência como uma estrutura básica, essencial, do cosmos e de sua natureza pluriuniversal e pluridimensional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;II - Dos Experimentos Cosmoprojeciológicos: alguns casos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;experimentais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência aqui trabalhada opera com metodologia qualitativa, especificamente o método da autoexperimentação, tal como apresentado por Sylvan J. Muldoon. Os casos abaixo, todos são autoexperimentos realizados por diversos projetores conscientes e pesquisadores ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 1: &lt;a href="http://www.revistaconsciencia.org/2011/08/ultrapassando-fronteira-do-ego-minha.html?utm_source=BP_recent"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;, experiência pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 2: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/SALVINOFMonoEsp.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt; (páginas 111 e 112), experiência do Dr. Waldo Vieira, médico e conscienciólogo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caso 3: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/SALVINOFMonoEsp.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt; (páginas 112 e 113), experiência do paciente do Dr. Stanislav Grof, médico e psiquiatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 4: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/SALVINOFMonoEsp.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt; (página 113), experiência de Juan Matos, xamanismo yaqui, maia, sobre cosmoconsciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 5: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/SALVINOFMonoEsp.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt; (página 116), experiência do Dr. Stanislav Grof, médico e psiquiatra, sobre cosmoconsciência e explorações galácticas e outras vivências cosmológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 6: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/SALVINOFMonoEsp.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt; (páginas 118 e 119), experiência do Dr. Geraldo Medeiros, fundador da bioenergopatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 7: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/TSQLP.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;, experiência pessoal (sobre o universo sem gravidade e técnica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 8: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/Ensaio%20Geral%20sobre%20a%20TSGP.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;, (páginas 11 a 13), experiência pessoal (sobre o universo sem gravidade e técnica de exoprojeção da consciência para fora da Terra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 9: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/O%20caso%20de%20Thomas%20G..pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;, experiência pessoal (sobre viagens no tempo intraconsciencial e exploração cosmológica através da memória)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso 10: &lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/Aprendizagem%20extracorp%C3%B3rea.pdf"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;, experiência pessoal (sobre exoprojeção para fora da Terra e explorações cosmológicas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Considerações gerais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que haverá um momento em que os limites da tecnologia e da situação ecológica do planeta servirão de obstáculo para a aplicação e continuidade ao desenvolvimento das megatecnologias como os aceleradores de partículas e outros equipamentos, verdadeiros gigantes consumidores de milhões de litros de água e quantidades colossais de energia elétrica para a manutenção e funcionamento. Os resultados de tais experimentos são precários comparados aos impactos ecológicos e sociais, como o uso de toda esta quantidade de água e energia, quando milhares e milhares de pessoas, crianças, jovens e adultos, passam situações de pobreza extrema, cujo dinheiro, água e energia poderiam ser desviados para os projetos sociais humanitários, enquanto a cosmologia poderia ser investida nos campos da consciência, campo este, ecológico e com uso de energia limpa: a &lt;i&gt;energia consciencial&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os limites da tecnociência e seus impactos socio-ecológicos são evidentes. A tecnologia da consciência pura, cujo instrumental é a própria condição multidimensioal das manifestações extracorpóreas, multidimensionais, poderá ser alternativa definitiva para a evolução da ciência e da sociedade, com pegada socio-ecológica leve e com resultados eficientes, em respeito às verdadeiras prioridades do planeta. Não podemos deixar a ciência à deriva devido a situação da miséria planetária, mas não podemos deixar a miséria ao relento para o desenvolvimento de uma ciência inconsequente e sem qualquer preocupação maior que o &lt;i&gt;narcisismo nobelista&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prioridade do planeta é sanarmos os problemas básicos de saúde pública, higiene e limpeza, reurbanizações de favelas, geração de oportundiades, incentivo ao voluntariado extensivo e humanitário, financiamento de projetos sociais em larga escala, nutrição em larga escala na África, Brasil paupérrimo e outros países em condições subumanas. O desenvolvimento da ciência avançada precisa caminhar junto com a ética e com as prioridades humanitárias, sem que seu desenvolvimento prejudique a execução de projetos que vão ao alcance das prioridades socio-ecológicas máximas: a saúde ecológica, a saúde mental e outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cosmoprojeciologia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; é uma ciência limpa, ecológica e com pegada socioecológica leve. Seu desevolvimento se dá a partir de um "acelerador de partículas", barato e gratuito: o corpo humano e a consciência multidimensional. A partir desta base, o projetor sai do corpo e inicia uma exploração sem limites, cujo raio de expansão caminha para um universo transcendente e multidimensional, experimentalmente falando, indo além da matemática e das fórmulas de demonstrações teóricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-8418382298028147805?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/8418382298028147805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=8418382298028147805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/8418382298028147805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/8418382298028147805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/10/cosmoprojeciologia-investigacao.html' title='Cosmoprojeciologia: Investigação Cosmológica através da Projeção da Consciência para fora do Corpo Humano'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EqwU7AN6zMw/To9UsGmXeiI/AAAAAAAAAwM/NBfJXJW4SHQ/s72-c/EXOPRO%257E1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-5898806743964664985</id><published>2011-10-05T15:32:00.005-03:00</published><updated>2011-10-05T15:48:34.636-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicobiofísica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiência fora do Corpo (Projeciologia)'/><title type='text'>Do Conceito/Natureza do Perispirito (Psicossoma, Corpo Astral)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-K9-Stg7tykY/ToyghxsL8qI/AAAAAAAAAv8/6MxpNl_DV5s/s1600/highres_5325001.png" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-K9-Stg7tykY/ToyghxsL8qI/AAAAAAAAAv8/6MxpNl_DV5s/s320/highres_5325001.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Perispírito - Psicossoma - Corpo Astral projetado&lt;br /&gt;para fora do corpo e seu cordão de prata&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Guilherme Kilian&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Parapsicólogo Clínico, Pesquisador da Consciência&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência (Coord)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pequenos trechos retirados do livro PERISPIRITO do Autor Zalmino Zimmermann. Considerado, no meio espírita, como o mais completo estudo sobre o perispirito (psicossoma, corpo astral).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E logo a seguir dos pequenos trechos (indicados pelo numero da pagina), informações cientificas e ou comentários.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Pag 28&lt;/b&gt; – “Na lição de ANDRE LUIZ, transmitida por Francisco Cândido Xavier, o perispírito apresenta-se como uma “&lt;i&gt;formação-sutil, urdida em recursos dinâmicos (&lt;/i&gt;Dada sua natureza altamente dinâmica, o perispirito, instrumento da alma, é um ininterrupto emissor de energia – tão mais quintessenciada, quão mais evoluída essa for – e, ao mesmo tempo, um receptor dependendo, sempre, do estado mental e, de conseqüência, do meio em que gravita.), &lt;i&gt;extremamente porosa e plástica, em cuja tessitura as células, noutra faixa vibratória, diante do sistema de permuta visceralmente renovado, distribuem-se mais ou menos &lt;u&gt;à feição das &lt;b&gt;partículas colóides&lt;/b&gt;, com a respectiva &lt;b&gt;carga elétrica&lt;/b&gt;,&lt;/u&gt; comportando-se no espaço segundo a sua condição especifica, e apresentando estados morfológicos conforme o campo mental a que se ajusta&lt;/i&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Elucidações sobre Interações entre partículas coloidais&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando moléculas, átomos ou íons aproximam-se uns dos outros, dois fenômenos podem ocorrer: (i) eles podem reagir ou (ii) eles podem interagir. Uma reação química, por definição, requer que ligações químicas sejam quebradas e/ou formadas. Uma interação física significa que as moléculas se atraem ou se repelem entre si, sem que ocorra a quebra ou formação de novas ligações químicas. Estas interações são freqüentemente chamadas de interações não covalentes ou interações intermoleculares. As energias envolvidas em tais tipos de interações são muito menores que aquelas envolvidas em processos reativos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A caracterização dos sistemas coloidais passa pela descrição das forças intermoleculares entre as macro-partículas em solução. As forças entre duas partículas em solução podem ser relacionadas ao potencial de campo médio. Embora o segundo coeficiente do virial reflita as interações entre as moléculas de proteína e a sua determinação possa fornecer valiosas informações sobre o diagrama de fases e separações de fases de proteínas, este parâmetro é de difícil determinação experimental. De modo que este parâmetro foi avaliado apenas para um número limitado de proteínas e, em muitos casos, somente para uma determinada faixa de condições de solução. Além disso, a medição do segundo coeficiente do virial é bastante difícil nos casos em que apenas uma pequena quantidade de proteína está disponível. Por estas razões, o entendimento das origens moleculares das interações proteína-proteína se apresenta bastante útil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O estudo das interações entre as partículas não é um tópico recente. Desde o início do século XIX, as forças entre partículas têm sido alvo de estudos e teorias. Em 1831, Poisson afirmou que nas proximidades de uma interface em um meio líquido deveria haver um perfil não uniforme (i.e. densidade, orientação) induzido pelas interações das moléculas do líquido com a interface (Ninham, 1999). Após um longo caminho de estudos e teorias, muitas vezes conflitantes e polêmicos, a teoria DLVO de Derjaguin-Landau-Verwey-Overbeek forneceu à ciência dos coloides e de superfície os fundamentos de um modelo quantitativo para as &lt;u&gt;interações entre macro-partículas onde dois tipos de forças de natureza eletromagnéticas, as forças eletrostáticas da dupla camada e as forças atrativas de van der Waals, agem entre as partículas em função da distância entre elas.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As interações coulombianas da dupla camada têm origem nas interações elétricas das partículas carregadas. &lt;u&gt;A carga elétrica, assim como a massa, é uma qualidade intrínseca da matéria e apresenta a particularidade de existir em duas variedades, convencionalmente denominada positiva e negativa.&lt;/u&gt; Duas cargas elétricas de mesmo sinal se repelem, e quando de sinais contrários se atraem. &lt;u&gt;A força destas interações é diretamente proporcional a sua quantidade de carga e inversamente proporcional ao quadrado da distância que as separa.&lt;/u&gt; Para explicar a existência dessas forças adotou-se a noção &lt;u&gt;de campo elétrico&lt;/u&gt; criado em torno de uma carga, de modo que a força elétrica que vai atuar sobre outra carga distanciada da primeira corresponde ao produto da quantidade de carga desta primeira por uma grandeza &lt;u&gt;chamada intensidade de campo elétrico&lt;/u&gt;. A energia que este campo transmite à unidade de carga chama-se potencial elétrico e, geralmente, é medido &lt;u&gt;em volts&lt;/u&gt;. Assim como as interações coulombianas da dupla camada, as forças de dispersão têm origem nas &lt;u&gt;interações elétricas das partículas. &lt;/u&gt;Porém, enquanto a natureza das interações coulombianas da dupla camada é eletrostática e atua apenas em partículas formalmente carregadas, as forças de atração de van der Waals são de natureza eletrodinâmica e atuam em todas as partículas, estejam elas carregadas ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para dois corpos eletricamente neutros e não magnéticos, mantidos a distâncias entre uma e algumas dezenas de nanômetros, predominam estas forças de atração a "grandes" distâncias. Em 1873, van der Waals postulou a existência das forças intermoleculares, que ficaram conhecidas pelo seu nome. As forças atrativas intermoleculares de van der Waals foram um sucesso pois permitia a interpretação de propriedades de sistemas gasosos e &lt;u&gt;comportamentos de transição de fase, ainda que as origens dessas forças não fossem muito bem entendidas.&lt;/u&gt; Explicações satisfatórias para a origem das interações de van der Waals vieram apenas com o advento da mecânica quântica. Fritz London (1930) descreveu a natureza destas forças e as atribuiu ao &lt;u&gt;movimento (flutuações) dos elétrons dentro das moléculas.&lt;/u&gt; As interações de van der Waals, decorrentes especificamente das flutuações dos elétrons em moléculas, ficaram conhecidas com o nome de London, de flutuação de cargas, &lt;u&gt;eletrodinâmicas,&lt;/u&gt; ou de dispersão. Elas estão presentes tanto em moléculas apolares como em moléculas polares. As forças de van der Waals desempenham um papel importante em todos os fenômenos intermoleculares, embora não seja tão forte quanto as interações coulombianas ou ligações de hidrogênio, as interações de dispersão estão sempre presentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esses dois tipos de forças são peças chaves da teoria DLVO que, há mais de meio século, vem sendo utilizada na descrição quantitativa do comportamento de dispersões coloidais. Nesta teoria, a estabilidade é tratada em termos do potencial de campo médio entre duas partículas coloidais. &lt;u&gt;A teoria envolve estimativas da energia de atração (forças de van der Waals) e da energia de repulsão (superposição da dupla camada elétrica), ambas em termos da distância interpartículas macroscópicas.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não obstante, a teoria DLVO não é uma panacéia. Há limitações inerentes ao modelo tanto por hipóteses simplificadoras, por limitações intrínsecas, quanto por negligência de outras forças, normalmente chamadas de não-DLVO. Há algumas forças que não são levadas em conta pela teoria DLVO, que se acredita que podem ser significantes, especialmente quando as forças de longa distância da dupla-camada estão blindadas e a natureza química/molecular da superfície protéica não pode ser ignorada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando duas partículas ou superfícies se aproximam a distâncias menores que poucos nanômetros, as teorias contínuas como a de superposição das duplas camadas elétricas e a atrativa de van der Waals normalmente falham na descrição das interações interpartículas. Esse fato pode decorrer da falha de uma ou de ambas as teorias contínuas a pequenas distâncias ou devido da atuação de outras forças como forças decorrentes da correlação entre íons, forças de solvatação, estéricas ou de hidratação. &lt;u&gt;Essas forças adicionais podem ser mononicamente repulsivas, monotonicamente atrativas ou oscilatórias, podendo ser mais fortes que as outras duas forças DLVO a pequenas distâncias, especialmente em sistemas coloidais complexos e sistemas biológicos.&lt;/u&gt; Entre interações importantes a serem consideradas de longo alcance entre partículas e superfícies macroscópicas em líquidos estão as interações Coulombianas e de van der Waals e entre as interações importantes de curto alcance estão a de solvatação e outras forças estéricas (Israelachvili, 1995).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma limitação da teoria DLVO é o uso da equação de Poisson-Boltzmann para descrever as interações entre macro-partículas de sistemas coloidais. A teoria de Poisson-Boltzmann trata os íons em solução como cargas pontuais que interagem uns com os outros e com a macro-partícula (proteína) apenas através de um potencial eletrostático médio, e não leva em consideração efeitos como as correlações entre íons, interações não-eletrostáticas entre íons (interações de esfera rígida, interações de dispersão, etc), ou ainda, as interações de imagem em interfaces não carregadas. &lt;u&gt;A consideração de correlações entre íons e macro-partículas&lt;/u&gt; pode levar a comportamentos qualitativamente diferentes daqueles previstos pela equação de Poisson-Boltzmann. Um exemplo importante seria a contribuição eletrostática do potencial de campo médio entre duas superfícies igualmente carregadas. Bell e Levine (1958) demonstraram que modelos baseados na equação de Poisson-Boltzmann sempre resultam interações repulsivas entre superfícies igualmente carregadas. Entretanto, Patey (1980) e, posteriormente, Kjellander e Marcelja (1984) demonstraram a possibilidade teórica de atração de partículas coloidais com cargas superficiais suficientemente altas através da inclusão de correlações íon-íon. Estudos de simulação do modelo eletrostático primitivo restritivo (Torrie e Valleau, 1980,1982; Guldbrand et al., 1984; Valleau et al., 1991) confirmam a presença de interação atrativa. Simulações computacionais indicam que o potencial de campo médio entre duas esferas rígidas similarmente carregadas imersas em uma solução eletrolítica pode ser atrativo (Gronbech-Jensen et al., 1998; Wu et al., 1999). E ainda, o potencial de campo médio entre partículas opostamente carregadas pode ser repulsivo (Wu et al., 2000). Estes efeitos possuem importantes implicações na estabilidade e no comportamento de fases de soluções coloidais e não são descritos pela equação de Poisson-Boltzmann.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Duas grandes simplificações das interações de van der Waals é considerar que as interações são não-retardadas e aditivas. A suposição de interações aditivas aos pares inerente às fórmulas e definições das interações não-retardadas de van der Waals e da constante de Hamaker ignoram a influência das partículas da vizinhança sobre a interação entre qualquer par de partículas em evidência. &lt;u&gt;A polarizabilidade efetiva de uma partícula é alterada quando cercada por outras partículas. Em meios rarefeitos como em gases, esses efeitos são pequenos e a suposição de aditividade pode ser válida&lt;/u&gt;, mas isso não é o caso dos meios condensados. Sendo assim, a abordagem de aditividade não pode ser prontamente estendida para corpos interagindo em um meio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Este problema da aditividade foi alvo da teoria de Lifshitz que &lt;u&gt;ignora a estrutura atômica e considera que as forças entre macro-partículas sejam tratadas em um meio contínuo onde as propriedades como a constante dielétrica e o índice de refração dos corpos são definidos e não dependem da solução nem do meio. &lt;/u&gt;Embora esta teoria seja conveniente para tratar a aproximação da aditividade das interações de van der Waals, ela possui limitações. &lt;u&gt;Cargas superficiais suficientemente grandes geram grandes campos elétricos e altas concentrações de contra-íons próximo à superfície. Ambos estes fatores levam à diminuição da constante dielétrica próximo à superfície ou interface&lt;/u&gt; (Manciu e Ruckenstein, 2003).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Note-se, então, que a teoria de Lifshitz considera cada meio (partículas e meios) como contínuos e homogêneos, sendo seu uso mais adequado quando as superfícies interagentes estão mais afastadas que dimensões moleculares. A teoria de Lifshitz será utilizada neste trabalho para calcular as constantes de Hamaker, constantes essas, características das interações de van der Waals entre diferentes partículas no meio aquoso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;A seguir veremos algumas interações não contabilizadas pela teoria DLVO, a saber: a especificidade iônica, as forças de hidratação, estruturais e de solvatação, as forças de flutuação e estéricas, e as interações anisotrópicas. FONTE:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coloide#Intera.C3.A7.C3.B5es_entre_part.C3.ADculas_coloidais"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Coloide#Intera.C3.A7.C3.B5es_entre_part.C3.ADculas_coloidais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Pag 30&lt;/b&gt; – “Ora, tal como a luz, a matéria vibra.&lt;b&gt;&lt;u&gt; Quanto maior a freqüência da vibração, menos densa e mais sutil será.&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tem-se, então, que &lt;b&gt;&lt;u&gt;o perispirito&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, designado pelos Espíritos como constituído de matéria sutil (semimateria), &lt;b&gt;&lt;u&gt;assim se apresenta porque, necessariamente,&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt; &lt;b&gt;vibra numa freqüência mais elevada que a do corpo denso&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;, apresentando, não obstante, células, tecidos e órgãos ( a servirem, no processo de reencarnação, como matrizes dos correspondentes biológicos), em outra dimensão vibratória. &lt;b&gt;&lt;u&gt;Na verdade, cada tipo de célula do corpo físico é a imagem da respectiva célula do corpo espiritual.”&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Pag 31&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Nota rodapé&lt;/b&gt; – “O cientista norte-americano, &lt;u&gt;Harold Saxton BURR&lt;/u&gt;, com sua equipe de colaboradores, investigando, durante mais te 30 anos, os campos elétricos em estruturas biológicas, verificou, através de minuciosas e delicadas medições, &lt;b&gt;&lt;u&gt;a existencia de campos eletricos que pareciam presidir às diferentes funções biológicas de todos os seres vivos, desde seus componentes biomoleculares, celulares, citológicos e glandulares. Segundo a sua conclusão, esses campos se estruturam no estilo de uma organização hierárquica, evidenciando que “&lt;i&gt;não são resultantes funcionais, mas sim, determinantes das funções peculiares aos organismos, isto é, formam uma estrutura que governa e mantem a organicidade do ser vivo!”&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tais &lt;b&gt;&lt;u&gt;campos eletrodinâmicos&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; foram denominados &lt;b&gt;&lt;u&gt;“campos de vida”&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; (fields os life) e,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; segundo BURR, todos os seres, “&lt;i&gt;do homem ao rato, das arvores às sementes”,&lt;/i&gt; são por eles “moldados e controlados”, podendo, ainda,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; “&lt;u&gt;ser medidos e localizados&lt;/u&gt; por meio de &lt;u&gt;modernos voltímetros&lt;/u&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mais informações sobre “campos de vida”: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/L-Field"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/L-Field&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;e também &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bioelectromagnetism"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Bioelectromagnetism&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Pag. 32 –&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;“a constituição intima do perispirito não é idêntica em todos os Espíritos encarnados ou desencarnados que povoam a Terra ou o espaço que a circunda”.&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; S&lt;/i&gt;ua natureza varia, não só de acordo com a evolução moral da alma, como também com as condições da região ou do planeta em que estagia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Nota minha (Guilherme): Concluindo assim que a freqüência vibratória do corpo astral varia de pessoa para pessoa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Pag. 32 –&lt;/b&gt; Quanto aos Espiritos que estagiam na escola Terra, o corpo perispiritual – a significar agregação de matéria quintessenciada, sustentada pelas linhas de força que emanam da alma – apresenta-se formado, segundo EMMANUEL, &lt;u&gt;“&lt;i&gt;por substancias químicas que transcendem a &lt;b&gt;serie estequiogenética&lt;/b&gt; conhecida ate agora pela ciência terrena”&lt;/i&gt;,&lt;/u&gt; mostrando-se como &lt;i&gt;&lt;u&gt;“aparelhagem de matéria rarefeita&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;u&gt;”&lt;/u&gt; e &lt;i&gt;“alterando-se de acordo com o padrão vibratório do campo interno”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sobre estequiogenetica: SÉRIE EVOLUTIVA DAS ESPÉCIES DINÂMICAS (Pietro Ubaldi)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os elétrons lançados fora do sistema planetário atômico, que se desfazem pela abertura da espiral e pela ruptura do equilíbrio atrativo-repulsivo do sistema - vórtices, também esses, de velocidade - conservam na nova trajetória ondulatória a lembrança do movimento original circular. A dimensão espaço multiplica-se pela nova dimensão tempo e temos as novas unidades de medida da energia: comprimento de onda e velocidade de vibração. De acordo com essas unidades, podemos estabelecer a série evolutiva das espécies dinâmicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Vimos a gênese da gravitação, protoforça típica do universo dinâmico, e algumas de suas características. Esta emanação dinâmica da matéria, nós a vemos acentuar-se em razão direta de sua evolução (progressão constante no aumento dos pesos atômicos, no desenvolvimento da série estequiogenética) onde, no grupo dos corpos radioativos, nasce a segunda forma de energia: os raios X. A sucessão genética entre as duas formas é evidente. Assim, superado aquele traço de união que une matéria e energia, entramos nas formas dinâmicas puras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Escalonando as formas dinâmicas de acordo com sua velocidade vibratória, a gravitação atinge os máximos do sistema. Vimos já que máxima é também sua velocidade de propagação, o que nos fez acreditar numa gravitação absoluta e instantânea, ao passo que ela é, como dissemos, relativa à massa dos corpos e transmitida por ondas (tempo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;A máxima frequência vibratória que podeis apreciar, ao invés, é dada pelos raios X, que são a primeira forma dinâmica que conseguis observar isolada. Verificaremos, numa sucessão das formas dinâmicas, um constante decréscimo de fre-quência de vibração, à proporção que nos afastamos das origens, ou seja, subindo da gravitação à luz, eletricidade etc. É lógico que as primeiras emanações dinâmicas, como gravitação e raios X, sejam as mais cinéticas, porque mais próximas da fonte de seu movimento, o vórtice atômico. Com a evolução (por causa daquela lei de degradação que estudamos), a vibração tende ao repouso e a onda cada vez mais a alongar-se; isto significa a transformação do movimento de rotação original no de translação, final do período BETA. Mas, como vos disse, não se trata de desgaste nem de fim, mas é uma íntima maturação evolutiva, que prelude às formas de ALFA: a vida e a consciência. Se as primeiras forças dinâmicas são mais rápidas e mais poderosas, as últimas são as mais sutis e as mais evoluídas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Se observardes a frequência progressiva (por segundo) das vibrações de um corpo no espaço, verificareis o aparecimento das várias formas de energia. O fenômeno não é novo para vós, mas apenas a sua constatação. Partindo, para facilitar a observação, do estado de repouso (para nós, ao contrário, é o ponto de chegada), vede que no nível de 32 vibrações por segundo manifesta-se a forma que denominais som. O próprio ouvido consegue, nas notas mais baixas, perceber o ritmo vibratório lento e profundo. A frequência progressiva desenvolve-se, sucessivamente, por oitavas, princípio que já encontramos na série estequiogenética, reencontramos na luz e depois nos sistemas cristalinos e na zoologia. Perto das 10.000 vibrações por segundo, os sons, tornados agudíssimos, perdem qualquer caráter musical. Além das 32.000 vibrações, vosso poder de percepção auditiva cessa e elas não vos dão mais nenhuma sensação. Dessa frequência até o bilhão de vibrações nada existe para os vossos sentidos. Por volta do bilhão, tendes a zona das ondas elétricas (hertzianas). Somente neste nível entramos no campo das verdadeiras formas dinâmicas, cuja onda propaga-se pelo éter. As ondas acústicas são apenas a última degradação, em que a energia se extingue na atmosfera densa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;À zona das ondas elétricas sucede, dos 34 bilhões até os 35 trilhões, outra zona também desconhecida a vossos sentidos e instrumentos. Segue-se depois a região que vai dos 400 aos 750 trilhões de vibrações por segundo, em que está a luz, do vermelho ao violeta, em todas as cores do espectro solar e, mais exatamente: Vermelho (raio menos refratário), média de 450 trilhões de vibrações por segundo; Laranja, 500; Amarelo, 540; Verde, 580; Azul, 620; Anil, 660; Violeta (o mais refratário), 700. Eis as sete notas desta nova oitava ótica e quando vossos olhos percebem vossa harmonia de cores, não podem ultrapassar uma oitava de vibrações. Além destas, há outras "notas", invisíveis a vós: os raios infravermelhos, "notas" graves demais para vossa retina; as radiações ultravioletas, "notas" agudas demais, regiões dinâmicas limítrofes ao espectro visível. As primeiras são sensíveis apenas como radiações caloríficas (escuras), as segundas, por sua ação química e actínica (fotografáveis, mas escuras para os olhos). Apenas num breve trecho inexplorado, aquém das notas mais baixas do infravermelho, estão as notas mais agudas das radiações eletromagnéticas hertzianas. Se continuardes do lado oposto, além do ultravioleta, o exame do espectro químico (muitas vezes mais extenso que o espectro visível), atravessareis uma região desconhecida a vossos sentidos, e atingireis, aos 228 quatrilhões, uma zona que alcança os dois quintilhões de vibrações por segundo. Esta é a região da radioatividade, com os raios (ALFA, BETA, GAMA) produzidos pela desintegração atômica radioativa (elétrons, lançados em alta velocidade), eles são análogos aos produzidos por descargas elétricas no vácuo dos tubos de Crookes (raios X, ou de Röntgen). Se continuardes, ainda, encontrareis as emanações dinâmicas de ordem gravífica. Aqui, a série evolutiva das espécies dinâmicas liga-se à das espécies químicas, da qual é a continuação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Compreendamos, agora, o significado desses fatos. A série apresenta evidentes lacunas para vossa observação. Mas eu vos indiquei o andamento geral do fenômeno e o princípio que o rege; podeis, pois, seguindo sua lei, defini-la a priori em suas fases ignoradas, por analogia com as fases conhecidas, como vos disse a respeito dos elementos químicos ignorados da série estequiogenética.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;A ligação entre esta e a série dinâmica está justamente na fase das ondas gravíficas, já o vimos. Também observamos a região contígua das emanações radioativas. A escala evolutiva das formas dinâmicas sobe efetivamente destas fases de máxima frequência, para as de menor frequência, em ordem inversa à que seguimos acima, para simplificar a exposição. Em outras palavras, a evolução dinâmica implica num processo de degradação de energia, até que esta se extinga (apenas como manifestação dinâmica) em vibrações cada vez mais lentas, num meio cada vez mais denso (não mais o éter, mas atmosfera, líquidos e sólidos). O que tem contato com as formas de GAMA são os tipos dinâmicos mais cinéticos e isso, é lógico, pela natureza e transformação do movimento. À proporção que se afastam de GAMA, tendem a um estado de inércia e também, isso é lógico, por causa do exaurir-se (resistência do ambiente e processo de difusão) do impulso original (degradação). Dessa maneira, a ordem evolutiva das formas dinâmicas é a seguinte (tendo em conta somente as regiões que conheceis):&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;1º Gravitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;2º Radioatividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;3º Radiações químicas (espectro invisível do ultravioleta).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;4º Luz (espectro visível).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;5º Calor (radiações caloríficas escuras. Espectro invisível do infravermelho).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;6º Eletricidade (ondas hertzianas, curtas, médias e longas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;7º Vida, pensamento, consciência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Sete grandes fases também aqui, correspondentes às sete séries de isovalências periódicas que, na escala estequiogenética, desde S1 até S7, representam os períodos de formação e evolução da matéria. As zonas de frequências intermediárias (desconhecidas, como as que tendes também nas série estequiogenética) são as fases de transição entre um tipo e outro desses pontos culminantes. Ao subir, decrescem as qualidades cinéticas, o potencial sensível das formas; mas o que se perde em quantidade de energia, adquire-se em qualidade; isto é, perdem-se cada vez mais as características da matéria, ponto de partida, e cada vez mais se adquirem as da vida, ponto de chegada. Assim, a Substância percorre o caminho da fase BETA, e da matéria chega à vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Observemos, agora, o conjunto do fenômeno, mais de perto, em sua íntima estrutura cinética. &lt;b&gt;&lt;u&gt;Podem individuar-se essas formas, não só pela frequência vibratória, mas também por comprimento de onda. &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;Veremos as relações entre esses dois fatos. Comprimento de onda é o espaço percorrido pela onda na duração de um período vibratório. Individuadas pelo comprimento de onda, as formas dinâmicas apresentam-se com características próprias. Enquanto, ao subir ao longo da série das espécies dinâmicas, o número de vibrações diminui, a amplitude da onda aumenta. Assim, por exemplo, enquanto no espectro, do violeta ao vermelho a frequência decresce dos 700 aos 450 trilhões de vibrações por segundo (decresce também, o poder de refração), o comprimento de onda aumenta respectivamente de 0,4MICRON (zona violeta) até 0,76MICRON (vermelho). Esses são os limites dos comprimentos de onda das radiações visíveis (a letra grega m significa micron, isto é, um milésimo de milímetro). E continua a aumentar na direção do infravermelho e das ondas elétricas e a diminuir na direção do ultravioleta e raios X.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Se chegais aos 0,2MICRON (ultravioleta) e ultrapassais o extremo ultravioleta, encontrareis os raios X. Ora, os raios X, de maior comprimento de onda, são apenas raios ultravioletas e vice-versa. Estamos nos 0,0012MICRON. Continuando na outra extremidade da série X, encontrais os raios GAMAg, que são os mais duros e mais penetrantes, gerados pela desintegração dos corpos radioativos. Alcançais, assim, o comprimento de onda de 0,0005MICRON.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Na direção oposta a onda aumenta. Além dos raios vermelhos, a zona de radiações invisíveis do infravermelho vai de um comprimento de 0,76MICRON a 60MICRON e além. Depois de uma zona inexplorada, aparecem radiações de comprimento ainda maior, as ondas hertzianas, que vão de poucos milímetros (milhares de MICRON) a centenas e milhares de metros, como usais nas transmissões radiofônicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Essa relação inversa, ou seja, tanto a decrescente rapidez vibratória como a progressiva extensão do comprimento de onda, correspondem ao mesmo princípio de degradação de energia. Nessa &amp;nbsp;degradação que não exprime perda nem fim, mas apenas transformação que readquire em qualidade o que perde em quantidade, &lt;b&gt;está a substância da evolução.&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Permanecendo no campo das vibrações puras, ou seja, as do éter, excluindo da série as últimas fases (vibrações dinâmicas) de degradação em meios mais densos, &lt;b&gt;&lt;u&gt;no ápice da escala encontramos a eletricidade como forma mais evoluída, de frequência vibratória mínima e comprimento de onda máximo. &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;A frequência de vibrações tornou-se mais lenta, a onda estendeu-se. A potência cinética aqui se amorteceu numa zona mais tranquila. Chegadas a esse ponto, as formas dinâmicas criaram o substrato de novo impulso poderoso, de novo modo de ser. A evolução, ao atingir o mais alto vértice da fase dinâmica, caminha para novas criações. Passa, desta sua última especialização, mediante a reorganização das formas individuadas, em unidades múltiplas coletivas, a uma espécie de classe mais elevada. Sem esta retomada evolutiva, o universo dinâmico tenderia, por degradação, ao nivelamento, à inércia, à morte(11). Esse seria seu fim se, no momento da mais avançada degradação da energia, nos primeiros sinais de velhice das formas dinâmicas, o íntimo e intenso trabalho realizado (que na substância não é degradação, mas maturação evolutiva) não fosse &amp;nbsp;utilizado e as espécies dinâmicas, finalmente maduras e prontas, não se organizassem em individuações mais complexas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;u&gt;Como no último degrau da &lt;b&gt;série estequiogenética&lt;/b&gt; os corpos radioativos se transformam em energia, assim no último degrau da série dinâmica &lt;b&gt;a eletricidade transforma-se em vida.&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; Tal como a energia significou, diante da matéria, o princípio novo do movimento por onda e a nova dimensão tempo, assim a vida, diante da energia, significará o princípio novo da unidade orgânica, da coordenação de forças: o princípio da transmissão dinâmica elevado a entrelaçamento inteligente de contínuas trocas e o aparecimento da nova dimensão consciência. Fonte: &lt;a href="http://pietroubaldi.org/obra/livros/a-grande-sintese/capitulos/1047-_cap48_"&gt;http://pietroubaldi.org/obra/livros/a-grande-sintese/capitulos/1047-_cap48_&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-5898806743964664985?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/5898806743964664985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=5898806743964664985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/5898806743964664985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/5898806743964664985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/10/do-conceitonatureza-do-perispirito.html' title='Do Conceito/Natureza do Perispirito (Psicossoma, Corpo Astral)'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-K9-Stg7tykY/ToyghxsL8qI/AAAAAAAAAv8/6MxpNl_DV5s/s72-c/highres_5325001.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-7094100985309486770</id><published>2011-10-04T14:37:00.000-03:00</published><updated>2011-10-04T14:37:23.159-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida após a Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terapia de Vidas Passadas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parapsicologia e Psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicoterapia Holística'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parapsicologia Clínica'/><title type='text'>Etiologia Congênito-Palingenética em um Caso de Aneurisma Cerebral e suas Relações com Enforcamento em Vida Passada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pdRmZXlEaVg/TotCJExdB_I/AAAAAAAAAvw/r4RqtPO1M6Y/s1600/gene1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-O3wXyyq4p8o/TotCWtt4VsI/AAAAAAAAAv0/H1piUshavEI/s1600/power-of-mind.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-O3wXyyq4p8o/TotCWtt4VsI/AAAAAAAAAv0/H1piUshavEI/s200/power-of-mind.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Memória Extracerebral&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;ABRAP - Associação Brasileira de Parapsicologia&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;NIAC - Núcleo de Investigações Avançadas da Consciência&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Bel. Direito.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Observações iniciais:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ao leitor ou leitora de temperamento impressionável, hiperssensível aos assuntos da criminologia e execução penal nível de &lt;b&gt;&lt;i&gt;tortura&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, sugiro não ler este artigo. Existem outros mais leves e que podem lhe ser mais úteis para sua evolução. O conceito de congênito-palingenética aparece junto porque nem todas as patologias e psicopatologias congênitas tem sua gênese em vida anterior. Tal tese salienta que existem processos que tem seu começo nesta vida e não em vida passada ou nos períodos intermissivos, nas dimensões extrafísicas. Neste caso, trato de uma &lt;b&gt;&lt;i&gt;patologia congênito-palingenética&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; pois sua origem se situa a partir da tese aqui apresentada, em outra existência física, orgânica, encarnada, ressomada, ressexualizada. Ao leitor ou leitora, informo que esta revista se posiciona na tese de que a sobrevivência da consciência (personalidade, eu, alma, espírito) após a morte e da existência desta antes do nascimento, encontra-se comprovada cientificamente desde os séculos passados, a começar por teses como a de Sir Oliver Lodge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.............................................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Introdução&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso é impactante e adentra na complexa relação causal entre uma doença aparentemente fisiológica, ou melhor, neurológica, para a causalidade em trauma grave em vida passada, ocorrido no cérebro de outro corpo, em outro momento histórico, outra vida, especificamente, na França, em meados de 1730, porém, com a mesma personalidade, o mesmo eu (e &lt;i&gt;ego&lt;/i&gt;) ou consciência. O fato evidencia que o trauma psiconeurológico pode penetrar profundamente na estrutura &lt;i&gt;psiergética&lt;/i&gt; do psicossoma (corpo psíquico que sobrevive a morte) e que tais informações são repassadas, em hipótese, por PK ou psicocinesia ao novo cérebro. O cérebro atual, com isso, mostra-se como &lt;i&gt;mais um cérebro&lt;/i&gt;, enquanto que a consciência mostra-se como &lt;i&gt;una&lt;/i&gt; apesar de mudar de cérebros vida após vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo palingenético significa muitos nascimentos ou simplesmente renascimentos, operando dentro da &lt;i&gt;teoria das vidas sucessivas ou reencarnações&lt;/i&gt;. Significa que cada um de nós é estruturado como se a partir de faixas de personalidades subconscientes (Eliezer), onde cada faixa se situa numa vida passada específica. E é a partir desta premissa que parto para a análise deste caso clínico, de que o aneurisma cerebral sintomatizado na atual vida, da paciente Raquel (pseudônimo), tem sua etimologia ou raízes de causalidade num trauma grave ocorrido numa situação específica em vida passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. DrauzioVarella (&lt;a href="http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/aneurisma-cerebral/"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;) esclarece que o:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"Aneurisma cerebral, ou aneurisma sacular, é uma dilatação que se  forma na parede enfraquecida de uma artéria do cérebro. A pressão normal  do sangue dentro da artéria força essa região menos resistente e dá  origem a uma espécie de bexiga que pode ir crescendo lenta e  progressivamente. Os maiores riscos desse afrouxamento do tecido  vascular são ruptura da artéria e hemorragia ou compressão de outras  áreas do cérebro. &lt;b&gt;São raros os aneurismas congênitos, mas a pessoa pode nascer com tendência à fragilidade dos vasos e à formação de aneurismas&lt;/b&gt;. Em geral, os episódios de ruptura e sangramento ocorrem a partir da  5ª década de vida, afetam mais as mulheres e tornam-se mais comuns à  medida que a pessoa envelhece. Aneurisma cerebral é uma doença grave. Apenas 2/3 dos pacientes  sobrevivem, mas cerca da metade permanece com seqüelas importantes que  comprometem a qualidade de vida."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vemos o seguinte esclarecimento também pela Wikipedia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"O aneurisma cerebral é considerado muito perigoso pois, ao romper-se dentro da cabeça, no interior do crânio, pela estrutura inelástica, &lt;b&gt;produz lesão ao encéfalo e um aumento da pressão intracraniana, o que faz com que as estruturas do cérebro responsáveis pela vitalidade sejam comprimidas&lt;/b&gt;, ocasionando a &lt;b&gt;morte por parada respiratória.&lt;/b&gt;"&lt;/i&gt; (grifo meu)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este caso é, pois, raro. Trata-se de um caso de aneurisma cerebral congênito. De acordo com Houaiss, &lt;b&gt;&lt;i&gt;congênito&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; significa &lt;i&gt;aquilo que nasce com o indivíduo, inato, que é característico do indivíduo desde ou antes do nascimento, que foi adquirido pela via fetal ou embrionária, nascido com o indivíduo.&lt;/i&gt; O termo não é usado aqui como sinônimo da teoria da personalidade congênita, defendida pelo médico Dr. Mauro Kwitko, esta sim, sinônimo da teoria da personalidade palingenética, tal como apresentada pelo médico Dr. Eliezer Mendes. O termo congênito é abordado aqui no seu sentido estrito, enquanto fenômeno inato, porém, podendo se estender ao campo holomnemônico do indivíduo, ou seja, nas vidas passadas e memória extracerebral associada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ir um pouco além, onde determinada amostragem de casos pertencem a um universo congênito que não pertence às características &lt;i&gt;defeituosas&lt;/i&gt; adquiridas pela via fetal ou embrionária, mas literalmente, nascem com o indivíduo. São características inatas e por serem inatas, são intrinsecas à personalidade da pessoa. No caso presente, o &lt;i&gt;congênito&lt;/i&gt; equivale a &lt;i&gt;palingenético&lt;/i&gt;, na medida em que a personalidade é uma realidade psíquica formada ao longo de uma experiência que atravessa sucessivas vidas, tanto as vidas intrafísicas (ou encarnadas) como as vidas extrafísicas (ou espirituais). Esta é minha tese básica, postulado principal e princípio clínico, a de que o espírito ou consciência é realidade atemporal e acorporal em sua essência, pré-existindo ao nascimento e pós-existindo a morte e existindo mesmo fora do corpo em determinadas situações, sendo realidade independente do cérebro e do corpo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Do caso clínico: o enforcamento em vida passada e suas relações com o aneurisma cerebral na atual vida&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciente entra na consulta com sintomas de sensação de sufocamento e sem maior quantidade de energia, sentido-se fraca. Raquel apresenta personalidade hiperssensível, ou sensitiva, facilitando qualquer tipo de técnica de expansão da consciência especialmente, as retrocognições clínicas. O grau de confiança e vínculo potentializa os resultados psicoterapeuticos. Diante disso, sentada adiante de mim, na poltrona, Raquel é conduzida através da &lt;i&gt;técnica de exploração da parede psico-afetiva &lt;/i&gt;(leia aqui) para que pudesse investigar a natureza de sua sensação de incômodo diretamente no núcleo psicoenergético, localizado na central cardiochacral e região encefálica, conforme a descrição da paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paciente, sentada, entra em transe retrocognitivo profundo, mantendo completamente a lucidez e o discernimento na experiência, porém, se desconectando completamente do ambiente circundante mantendo sua atenção somente em seus conteúdos e em minha fala enquanto facilitador e co-condutor da experiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena começa com uma percepção da cor branca, a princípio, difusa e aos poucos vou ajudando-a a focalizar e a perceber o ambiente. Ela vê pessoas de branco em volta dela e aos poucos sente que está sendo enforcada. Homens usam roupas brancas como num ritual. Revivencia, embora não completamente, os sintomas do enforcamento, quando peço a ela que retorne aproximadamente, 30 minutos antes do enforcamento. Ela descreve se encontrar num local, onde é uma mulher muito bonita, rica, e tem um casamento arranjado pela mãe. Ela não gosta do homem e a mulher que gosta do tal pretendente ajuda-a a fugir do local, quando pegam-na e a mesma sofre a pena de enforcamento. Seu sofrimento prossegue no pós-morte, as pessoas idolatram-na ali, dependurada, enquanto ela prossegue sua trajetória e diante dos amparadores extrafísicos estes esclarecem-na da situação e que na próxima vida ela renasceria com problema no cérebro, dentre outras razões, a paciente descreve ter sido por causa da pressão exercida na cabeça e do sangue que ficou concentrado na parte superior, devido ao enforcamento. É esclarecido outras questões, mas por proteção à intimidade de Raquel não será abordado aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Conclusões gerais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descrição sintomática deste aneurisma se relaciona diretamente com o  efeito gerado pelo enforcamento e a sensação final de morte por  sufocamento. Os sintomas do aneurisma raro, ou seja, congênito, tal como  apontado por Varella, podem ter de forma geral etiologia em trauma de  vida passada associado aos milhares casos de enforcamento ocorridos em  vida anterior. Esta é a tese aqui apresentada a partir deste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão vejamos a explicação técnica a respeito da forca enquanto instrumento de execução penal e suas relações com os sintomas fisiológicos associados (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forca"&gt;fonte&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u103270.shtml"&gt;fonte&lt;/a&gt;): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2w0RRzqq98k/Tos3HvweSvI/AAAAAAAAAvg/-deAbJfXGy4/s1600/250px-Pisanello_010.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-2w0RRzqq98k/Tos3HvweSvI/AAAAAAAAAvg/-deAbJfXGy4/s200/250px-Pisanello_010.jpg" width="165" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"Forca é um instrumento usado para execução de presos ou réus condenados à morte, assim como para assassinatos ou suicídios. É composta por um poste de madeira com uma corda amarrada em forma de laço. O executado era colocado de pé sobre uma mesa ou cadeira, alçapão ou veículo (ex. carroça), e o laço era posto em volta de seu pescoço; era então removido aquilo que estivesse sob os pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corda não poderia ser curta demais, nem muito longa, para que o condenado fosse executado de forma rápida e limpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a corda tivesse a medida ideal (considerando-se a altura e o peso do condenado), e permitisse a queda do corpo, &lt;b&gt;podia ocorrer uma ruptura das vértebras cervicais, e a secção da medula espinhal provocava a paragem da função respiratória e, assim, uma morte rápida&lt;/b&gt;. Por outro lado, se fosse excessivamente longa, poderia causar a decapitação do condenado.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Caso as vértebras cervicais não se rompessem (normalmente por ser usada uma corda curta), o condenado morria por asfixia causada pelo laço, tanto por obstrução respiratória quanto pela obstrução das veias jugulares e artérias carótidas. A morte seria assim lenta e dolorosa.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;" (grifo meu)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas fisiológicos apontados pela tecnologia de execução penal apresenta relação direta com os sintomas do aneurisma cerebral, inclusive a possibilidade desta última dessomar, desencarnar por morte por asfixia, tal como informado acima. Em breve revisão, encontro informações importantes a respeito do uso do enforcamento para execução penal, na história humana (&lt;a href="http://tortura.wordpress.com/2006/09/09/enforcamento/"&gt;fonte&lt;/a&gt;), desde o império Persa antes de cristo e ainda é utilizado para a execução penal em países como Índia, Malásia, Irã, Arábia Saudita, Síria, Singapura e EUA. A forca é usada como instrumento para suicídio em larga escala nos EUA e Canadá, perdendo somente para o uso de armas. O caso presente ocorre na França, anos 1700, cuja modalidade era permitida, e cuja proibilição se deu somente no século passado no ano de 1981 a partir do movimento abolicionista tendo como um de seus defensores o antigo presidente &lt;span&gt;François Mitterrand&lt;/span&gt;. A pena de morte na França iniciou na idade média (&lt;a href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Capital_punishment_in_France"&gt;fonte&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"Antes de &lt;span&gt;1791, no âmbito do "Antigo Regime", &lt;b&gt;existia uma variedade de meios de pena capital em França&lt;/b&gt;, dependendo do crime e o status da pessoa condenada, como a decapitação  por espada (reservada para os nobres), de suspensão para os ladrões, ea  queima de hereges." (grifo meu)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UFs6f0KdjZI/Tos5SaUHB8I/AAAAAAAAAvo/5thX741wdFM/s1600/hanging.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-196cJToWamg/Tos8kZ7r7XI/AAAAAAAAAvs/ByZyBov2_6w/s1600/code-penal-dalloz_XL.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-196cJToWamg/Tos8kZ7r7XI/AAAAAAAAAvs/ByZyBov2_6w/s320/code-penal-dalloz_XL.jpg" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Código Penal Francês&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A estatística de enforcamento na história é latente. Michel Foucalt em sua obra &lt;i&gt;"&lt;a href="http://redesocial.unifreire.org/pedagogia-noturno/arquivos/foucault-vigiar-e-punir.pdf"&gt;Vigiar e Punir&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;" estabelece um panorama bastante preciso da história da execução penal no planeta, principalmente em sua fase pública e suas posteriores fases privativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Questões para Investigação&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quando aparece o aneurista cerebral na história desta patologia?&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Estariam ligadas aos casos congênito-palingenéticos dos enforcamentos em vidas anteriores?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quais os impactos multiexistenciais da execução penal por morte especialmente, por enforcamento, nos processos de ressoma ou reencarnação?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nesta hipótese, como se dá a transferência sintomática (Conversão PK) de enforcamento em vida passada e sua consequente somatização como aneurisma cerebral, transcendendo o espaço, o tempo e o cérebro atual?&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-7094100985309486770?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/7094100985309486770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=7094100985309486770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7094100985309486770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/7094100985309486770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/10/etiologia-congenito-palingenetica-em-um.html' title='Etiologia Congênito-Palingenética em um Caso de Aneurisma Cerebral e suas Relações com Enforcamento em Vida Passada'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-O3wXyyq4p8o/TotCWtt4VsI/AAAAAAAAAv0/H1piUshavEI/s72-c/power-of-mind.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-2713942551292602632</id><published>2011-09-28T15:20:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T15:20:30.393-03:00</updated><title type='text'>Sobre o Eixo de Convergência</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6wccqpquyvs/ToDCPmfB-QI/AAAAAAAAAvQ/I1aZzjbSmDc/s1600/chuangtzu-stories.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://1.bp.blogspot.com/-6wccqpquyvs/ToDCPmfB-QI/AAAAAAAAAvQ/I1aZzjbSmDc/s320/chuangtzu-stories.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Chuang Tzu, sec. IV a.C&lt;br /&gt;Taoista chinês&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.) &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Disse Chuang Tzu:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Cada pessoa é o que devia ser e pode viver com igual felicidade  enquanto viver ajustada à sua própria natureza. Não há pessoas que sejam  superiores e outras inferiores quanto a isso.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1142798639"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Há pessoas cuja natureza os torna aptos a assumir cargos de chefia, outras cuja natureza as faz serem bons negociantes, bons artesãos  ou bons funcionários. Há quem tenha vocação para dedicar a sua vida a  ajudar os outros e quem tenha jeito para pensar ou para investigar tudo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1142798639"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Desde que respeitem a sua natureza, todas as pessoas podem fazer o que têm a fazer, com igual felicidade e sucesso no que fizerem.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1142798639"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mas existe um limite próprio para cada uma a partir do qual tudo mais  que possa ser desejado apenas levará a lamentações. Quem quer mais do  que lhe é dado sofre inutilmente sem que ninguém o esteja a castigar.  Quando nos prendemos demasiado às coisas, sentimos perdas e ganhos; e a alegria e o sofrimento são o resultado de perdas e ganhos. Só quem larga essas amarras se pode sentir verdadeiramente feliz. A única liberdade a que os homens podem aspirar tem que estar inserida dentro dos limites  naturais da sua condição humana e da sua natureza. Só devemos tentar  fazer o que podemos realmente fazer. A nossa liberdade de acção tem  limites.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1142798639"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Quem não gosta do que tem, porque pensa que podia ter melhor, é desagradecido e é estúpido. Abdica da única liberdade que um Homem pode ter para optar em vez disso pela ansiedade  constante de tentar ter o que nunca vai ter. Quem não gosta do que é,  acabará por passar a sua vida frustrado, tentando ser o que nunca vai  ser.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1142798642"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aqueles que aceitam o curso natural das coisas ficam sempre  tranquilos quer nas ocasiões alegres quer nas tristes. Quem apenas gosta  da felicidade, sofrerá com a tristeza. Quem aceita com tranquilidade  a inevitabilidade da morte, sabe tirar melhor proveito da vida. De que  serve não a aceitar? Querer ter o que se não pode ter é ficar preso para  sempre. Quem apenas gosta da vida, sofrerá com a morte. Quem apenas gosta do poder, sofrerá com a sua perda."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A via de Chuang Tzu&lt;i&gt; &lt;/i&gt;evidencia o método taoista e a essência do pensamento chinês antigo, especialmente o I Ching, salientando uma vida sem excessos tanto para mais, como para menos. A aceitação e a compreensão da natureza das coisas não significa deixar a coisa andar em displicência. Significa aceitar as coisas como são, não forçar mudanças quando não se pode mudar algo, nem exigir mais de alguém ou de alguma situação além daquilo que ele ou ela pode dar. Compreender os limites das coisas, os limites pessoais e os limites das pessoas, até onde podemos ir com um e com o outro, sem exigir nem cobrar: compreender e diante disso, respeitar. A atitude de gratidão aparece como central no método e pensamento de Chuang Tzu, carregando até mesmo a noção de seu conceito de justo ou injusto. Olhar para o que temos, sentirmo-nos agradecidos diante de nossoas coisas e daquilo que somos, é a profilaxia da insatisfação crônica e da distorção da mente em privilegiar o que falta e o que não se tem, motivo de insatisfações, lamentações e angústia. Quando se aceita o que se tem, nem mais nem menos, vive-se melhor. Quando não se aceita devido a um excesso praticado contra nós, sem culpa e sem remorsos, se desapega e prossegue-se no Caminho. O apego é motivo de oscilações emocionais e também aparece como ponto central do pensamento de Confúcio. Portanto, ao apegarmo-nos ao poder, sofremos com o não-poder. Ao apegarmo-nos a&amp;nbsp; felicidade, sofremos com sua ausência. Ao apegarmo-nos no amor, sofremos com sua falta. E como diz Lao Tzu: &lt;i&gt;"de ondem me vem este conhecimento do mundo?"&lt;/i&gt;. Os taoistas indicam que vem do vazio, do silêncio interno, do &lt;i&gt;wu-chi&lt;/i&gt; em cada um de nós. Após minha experiência com o Tai Chi Chuan e Chi Kun em mais de uma década, parece-me que o Eixo se trata realmente de uma vivência direta e não de um conceito propriamente dito. O eixo não é uma teoria, mas antes disso, provém de experimentos técnicos da ciência taoista (&lt;i&gt;taologia&lt;/i&gt;). É evidente que, após uma prática de Tai Chi Chuan sinto-me muito mais lúcido, centrado e no eixo do que antes de iniciar. Existe uma expansão da energia, do tamanho da aura e da densidade, tornando-a mais forte e mais sutil, além de aumentar a autodefesa de forma geral, através da sensação geral de serenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zpqFlYQLiTc/ToNWxg9wYCI/AAAAAAAAAvU/N_IJwdfSkxQ/s1600/wuchi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="143" src="http://3.bp.blogspot.com/-zpqFlYQLiTc/ToNWxg9wYCI/AAAAAAAAAvU/N_IJwdfSkxQ/s320/wuchi.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cosmologia Taoista.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Diante disso, vem a base do taoismo, que não é nem o viver no SER nem o viver no NÃO-SER. E o que nos resta então? &lt;b&gt;&lt;i&gt;Viver no Eixo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. E o sintoma do Eixo é a serenidade. Os serenões nesta ótica vivem continuamente centrados, melhor, holocentrados, quem nada os perturbe ou os tire do eixo. É isto que me parece significar viver em estado de desassedialidade total e permanente.&lt;i&gt;  &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção de Eixo é bastante desconhecida no Ocidente, ao menos em Heráclito de Éfeso (Grécia), porém Heráclito vive na época de Lao Tzu e Chuang Tzu, ao que parece. O pensamento ocidental é dicotômico, ora polariza na existência, ora na não-existência. Ora polariza na vida, ora na morte. Diz de Deus e de um Diabo. Diz de um Céu e de um Inferno, diz da Terra e diz das Estrelas. Ora diz somente existir o Psíquico ou noutro momento, o Parapsíquico. Mente, matéria, cérebro, consciência... Vida e morte, existência e não-existência diferem no nome, mas tem a mesma e única fonte: &lt;i&gt;Tao.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-evhabRpckFg/TmkW4xQae1I/AAAAAAAAAuI/hHMiLW4GG9w/s1600/imagem2.asp" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-evhabRpckFg/TmkW4xQae1I/AAAAAAAAAuI/hHMiLW4GG9w/s1600/imagem2.asp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tai-Chi e, no centro, Wu-Chi (o Eixo)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Agora, &lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt; não é Deus nem o Não-Deus, &lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt; é o eixo por onde circula tanto o ser como o não-ser, a vida e a morte, yin e yang. &lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt; é e ao mesmo tempo, não-é. Esta premissa é inadmissível para o pensamento aristotélico ocidental que parte do principio da &lt;i&gt;não-contradição&lt;/i&gt;. No entanto o pensamento taoista afirma que uma coisa &lt;i&gt;é&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;não é&lt;/i&gt; e adiciona um item, a de que todas as coisas são e não são porém sustentam-se num &lt;b&gt;&lt;i&gt;Eixo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;E esse Eixo que não existe e ao mesmo existe em algum local, somente é acessível pela experiência direta de si mesmo através de métodos. Esses métodos fazem parte de um sistema complexo e pouco conhecido no ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os métodos para acesso ao eixo pertencem ao campo da alquimia interna taoista, incluindo o Tai Chi Chuan, o Chi Kun, o estudo aplicado do I Ching, pelo qual muitos se debruçaram, dentre eles Confúcio e Lao Tzu. Deixando todo misticismo de lado, por que alquimia? É a transformação da energia bruta (caráter bruto do homem inferior, na escala de Confúcio) em energia superior (caráter superior moral, o sábio para Confúcio), potente mutação dos processos internos para níveis de consciência superiores, envolvendo práticas físicas e energéticas naturais como as citadas acima, nutrição, estudo e assim por diante. Não se trata de uma mística ou de alguma religião, se trata de um método com objetivos bastante claros e definidos. O taoismo me parece ser o único ramo do saber humano que consegue se posicionar nem do lado da religião, nem do lado da ciência, visto que o local onde habita é o &lt;i&gt;eixo&lt;/i&gt;.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;De um lado temos as religiões (yin) e, do outro, temos as ciências (yang) e, no centro, o &lt;i&gt;taoismo&lt;/i&gt;. Não falo do taoismo institucionalizado enquanto religião. Isto não é taoismo, mas um sacerdócio religioso que se apropria deste nome. Ao não se fixar numa ou noutra verdade, admitindo que a única realidade imutável é a mutação, qualquer conceito, teoria ou tentativa de definir, argumentar, contra ou a favor de alguma coisa, tese ou teoria, são apenas aproximações de uma suposta realidade inatingível pela linguagem, porém, atingível pela experiência direta.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Diante disso, surgiram os métodos tão científicos como os que usamos em laboratórios, como o &lt;b&gt;Neidanshu&lt;/b&gt; - 內丹術, ou a alquimia interna, sendo um modelo de circulação interna da energia (&lt;i&gt;chi&lt;/i&gt;)&lt;i&gt; &lt;/i&gt;de forma a criar o suposto &lt;i&gt;elixir da longevidade&lt;/i&gt; dentro do próprio praticante. E pela prática, parece que algo vai se modificando com o tempo, no corpo e na energia, na mente e no estado de consciência. Passo a passo, a cada prática. Não é mística, milagre ou transcendência espiritual religiosa, mas resultados de um exercício rigoroso e que exige da pessoa modificações nos modos de pensar, no diálogo interno, no alongamento, no peso corporal, nas emoções, na concentração, na atenção e assim por diante. Coloco com isso, lado a lado, a Transciência enquanto outra forma de nomear o Tao e, o Taoismo a tentativa filosófico-metodológica de acessar os domínios do eixo e mesmo do Tao cosmológico.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_WdPCbsVYxM/ToNgTYRgiPI/AAAAAAAAAvc/SstZd5x_3cE/s1600/42-c6bf65962c.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-_WdPCbsVYxM/ToNgTYRgiPI/AAAAAAAAAvc/SstZd5x_3cE/s200/42-c6bf65962c.jpg" width="165" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Hunab´ku Maia e &lt;br /&gt;sua semelhança com a&lt;br /&gt;representação chinesa&lt;br /&gt;do Tai-Chi.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Surpreendentemente, na mesma época vai se erguendo um sistema muito parecido com o taoismo, que é o sistema maia desenvolvido pelo clã Yaqui, Maia, tal qual informado nas obras de Carlos Castaneda. O sistema se fundamenta numa cosmologia multidimensional, cuja força cósmica maior é chamada de &lt;i&gt;Intento&lt;/i&gt;.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Isso significa um universo inteligente, holofenômeno consciencial, e uma cosmologia com consciência, ao contrário da cosmologia ocidental, destituida de consciência, fundamentada no Big Bang e outras teorias, apesar de atualmente as teorias admitirem um universo multidimensional, ou pluriverso, os buracos de minhoca, universos membrana e teoria de cordas. Para tal povo, o núcleo da galáxia, irradia o &lt;i&gt;kuxan-soon&lt;/i&gt;, fios de energia consciencial que contém informações que se irradiam por toda a galáxia e podem ser captados através de métodos. O sistema admite as projeções para fora do corpo, tendo inclusive técnicas para a sua indução. O uso da percepção extrassensorial e do parapsiquismo consciente para o acesso do desconhecido e o que chamam de encontro com o Infinito até que ocorra o toque do Infinito, parece alcançar dimensões muito além do que as ciências atualmente abordam os fenômenos paranormais, ainda sem compreender o sentido de todos esses fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Estamos convergindo para um mesmo e único núcleo, o mesmo Eixo; estamos sendo sugados para o mesmo e único "buraco negro", independentemente de qual linha estamos atrelados, e na essência as linhas são a mesma e única coisa: &lt;i&gt;fios de um tear cosmo-consciencio-lógico de proporções icomensuráveis e incompreensíveis pela cognição humana, em nosso atual momento evolutivo.&lt;/i&gt; O reconhecimento deste limite, parece-me ser a base da modéstia e da atitude não-defensiva de qualquer sistema científico, religioso ou filosófico, mutante por natureza e impermanente. Neste sistema não existe verdade de ponta ou qualquer coisa do gênero, existem conceitos, idéias, teorias, representações, imagens, porém, tais são mutantes, como o são os &lt;i&gt;hexagramas&lt;/i&gt;. E todas elas orientam-se a partir do mesmo e único &lt;b&gt;&lt;i&gt;Eixo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. A criação de uma estrutura psiquica interna que sustente uma vida em que o paradigma é não ter paradigma, parece-me que nos direciona para uma vida mais livre e flexível, possibilitando o universalismo e a transversalidade, a aceitação da mutação, assim como a verticalidade, os relacionamentos entre diversos povos, crenças, religiões, ciências, pessoas, assim por diante, no respeito prático às diferenças e formas de ver a vida, pois todos tentamos falar das mesmas coisas com símbolos diferentes, cada qual em respeito às suas limitações e modos de ser e estar no universo, a natureza interna de cada um, nem mais, nem menos. Este modo ajuda na compreensão do Caminho (&lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt;) dos filhos, das(os) companheiras(os), amigos(as), familiares e assim por diante. Com isso termina progressivamente a imposição de caminhos e inicia a descoberta do caminho de cada um (&lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt;) a partir da virtude de cada um (&lt;i&gt;Te&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Concluo neste momento com as palavras de Chuang Tzu: &lt;i&gt;"Cada pessoa é o que devia ser e pode viver com igual felicidade  enquanto viver ajustada à sua própria natureza."&lt;/i&gt; &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-2713942551292602632?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/2713942551292602632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=2713942551292602632' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/2713942551292602632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/2713942551292602632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/sobre-o-eixo-de-convergencia.html' title='Sobre o Eixo de Convergência'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-6wccqpquyvs/ToDCPmfB-QI/AAAAAAAAAvQ/I1aZzjbSmDc/s72-c/chuangtzu-stories.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-1376478826847467432</id><published>2011-09-26T14:37:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T14:37:19.007-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terapia de Vidas Passadas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orientações evolutivas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parapsicologia Clínica'/><title type='text'>Considerações sobre a Etiologia Extrafísica da Melancolia e Angústia na Parapsicologia Clínica (parte 1)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MFXkPoPKOb4/ToC4GzmBKlI/AAAAAAAAAvM/bBmQgQ_IMf0/s1600/OOBE2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-MFXkPoPKOb4/ToC4GzmBKlI/AAAAAAAAAvM/bBmQgQ_IMf0/s320/OOBE2.jpg" width="209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;(fonte: IAC)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo nasce motivado por um caso clínico especificamente. A paciente que aqui chamo Neuza (pseudônimo) manifestava um quadro agudo de angústia e melancolia não identificada a etiologia naturalmente formada pela vida atual, incluindo a vida intra-uterina. Após algumas sessões de retrocognição clínica (&lt;i&gt;regressão&lt;/i&gt;) a paciente adentra em seus núcleos traumáticos, compreende motivos que a deixavam com raiva em relação a mãe, reviveu sua vida intrauterina e ajudei-a a ultrapassar a fronteira entre as vidas passadas e a atual vida. Ela consegue lucidamente rever o que houve nos momentos imediatos antes de renascer, compreende-se em outro nível e, após retornar da experiência, inicia uma reciclagem sem precedentes em sua existência. Mas, alguns sintomas começaram a aflorar após a regressão. Sintomas estes no dizer de Neuza, que &lt;i&gt;"sempre existiram mas somente agora tomei mais consciência deles, após resolver os outros problemas mais sérios que tinha"&lt;/i&gt;. Os sintomas eram uma saudade de alguém que não localizada e, começou a sessão afirmando sua dúvida a respeito de sua sanidade mental. A princípio, o modelo científico e psicoterapeutico tradicional poderia considerar se tratar de alguma distorção de percepção ou mesmo sintomatologia de ordem psicótica e mesmo neurótica, no nível de fantasias edípicas ou algo desta natureza. O caso clínico pareceu-me parecido com a paciente Gilvana, que após várias vidas vivendo com o mesmo homem, num dado momento, renasce como irmã do mesmo e inicia um conflito que a acompanha até hoje, visto ela ter renascido, na vida atual, e o mesmo ter ficado. A separação de ambos provocou nela uma melancolia constante e uma angústia sem causa aparente, ou o que chamo de &lt;i&gt;"angústia do nada"&lt;/i&gt;. Diante do caso de Neuza, parti para a investigação desta mesma hipótese, visto que, a vida atual já ter sido explorada em um nível profundo, e a etiologia me parecia pertencer ao domínio palingenético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em regressão cronotópica, induzo um estado de hipnose brando, conduzindo a paciente para o momento de aproximadamente 15 a 30min antes de renascer. O tempo neste caso é uma referência simbólica, para que a mesma não atravessa cronotopicamente para outra região de sua memória. Neuza inicia a experiência no exato momento do pico da angústia e começa a chorar. Ela diz: "é ele... temos que nos separar". Não vou expor a intimidade deste caso, mas saliento que, Neuza conseguiu reunir internamente evidências experimentais de que a pessoa que sente falta, saudade, o carinho, o toque, o ser, a alma, se trata de uma outra pessoa que por orientação evolutiva dos amparadores, ficou, e, ela, retornou, devido a tarefa de vida de resgate que teria de empreender em sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que me defronto com este caso de etiologia extrafísica da melancolia e angústia, cujas raizes remontam ao período não das vidas sucessivas no estado de renascimento (intrafísicas) mas, o trauma se fixa justamente no período extrafísico. Com a fixação pré-edípica do trauma, a pessoa desenvolve sistema de defesa de retorno, não conseguindo se fixar satisfatoriamente na Terra, reencarnada, em corpo presente. Esta dificuldade de fixação nesta dimensão foi descrita de forma precisa por Barbara Ann Brenan, através da &lt;i&gt;estrutura de defesa esquizóide&lt;/i&gt;, forma esta também estudada pelo psiquiatra, aluno do Dr. Wilhelm Reich, Dr. John Piearrkos. Através deste sistema de defesa, a pessoa não fica presente no aqui e agora, mas vive em algum lugar distante, apresenta parapsiquismo diferenciado dos demais e os traços de melancolia, racionalização e desvios da realidade para um mundo ideal, via fantasias, apresenta-se mais central. Evita o contato para manter-se inconscientemente fixada no trauma, neste caso, no contato com a dimensão extrafísica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho clínico psicoterapeutico neste caso é a compreensão vivencial e reflexiva do que está ocorrendo facilitando o realinhamento consigo e com a vida, com o planeta e com a condição atual de reencarnada, ressexualizada, ressomada. A aceitação das condições e dos reais motivos que fizeram a separação uma medida evolutiva necessária é vital para o realinhamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-1376478826847467432?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/1376478826847467432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=1376478826847467432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/1376478826847467432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/1376478826847467432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/consideracoes-sobre-etiologia.html' title='Considerações sobre a Etiologia Extrafísica da Melancolia e Angústia na Parapsicologia Clínica (parte 1)'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MFXkPoPKOb4/ToC4GzmBKlI/AAAAAAAAAvM/bBmQgQ_IMf0/s72-c/OOBE2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-4488936493158243767</id><published>2011-09-24T17:22:00.000-03:00</published><updated>2011-09-24T17:22:48.875-03:00</updated><title type='text'>Paramicrobiologia e Comunicação Extrassensorial: micro-organismos, suas relações com PSI nos humanos e pacificação das relações microecológicas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-p-PSj7TOk_g/Tn45EmkmhBI/AAAAAAAAAvE/lwGcQMUEWug/s1600/bacterias.corpo_.humano2.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-p-PSj7TOk_g/Tn45EmkmhBI/AAAAAAAAAvE/lwGcQMUEWug/s320/bacterias.corpo_.humano2.bmp" width="278" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta e Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paramicrobiologia, embora ainda não exista tecnicamente, servirá para o estudo de PSI em bactérias, vírus e outros micro-organismos, no complexo e intrincado processo de comunicação, reprodução e compreensão das relações entre estes seres, principalmente, mutações e PSI humana, especialmente a PK e Telepatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença de Percepção Extrassenrial na relação entre humanos e outros animais como aracnídeos, cães, gatos e assim por diante, nos leva a expandir PSI para o universo microbiológico, nas interações de campo existentes entre o humano (hospedeiro) e as colônias de micro-organismos que povoam o planeta há cerca de 3,8 bilhões de anos, localizados em rochas antigas. Existem mais bactérias, por exemplo, em nosso corpo do que células, e chega a ser 10x mais bactérias que células, o que torna o corpo humano mais um conglomerado bacteriano do que celular, um ecossistema complexo e plurihabitado. De acordo com a microbiologista Anne Maczulak (&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/noticias/0,,OI4626503-EI8399,00-O+que+aconteceria+se+nosso+corpo+ficasse+sem+bacterias.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;), temos mais de 200 espécies de bactérias vivendo em nossas peles, o que torna impossível que possamos viver sem bactérias, devido sua função de defesa. O corpo, assim, é um intrincado ecossistema. O microbiólogo Gerald Callahan, enfatiza que &lt;i&gt;"uma colônia de Staphylococcus aureus vivendo no braço pode ficar  se conectando ao longo dele, povoando-o e impedindo a entrada de  invasores sem prejudicar o corpo. Mas, se você se cortar ou se seu  sistema imunológico estiver comprometido, essas bactérias podem causar  uma infecção". &lt;/i&gt;Ou seja, o comportamento bacteriano varia conforme o estado do sistema imunológico humano, e este, conforme os estados psíquicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao sistema imunológico e suas relações íntimas com os processos psíquicos, temos que &lt;i&gt;“as emoções, sejam elas positivas ou negativas, são transmitidas a todas  as células do corpo humano. O cérebro conta com mensageiros que levam  aos órgãos os nossos sentimentos. São compostos químicos, os  neurotransmissores, que reproduzem em códigos todas as nossas emoções.  Assim, cada célula retrata o que estamos sentindo e como estamos  vivendo” (&lt;a href="http://www.jornalpontoinicial.com.br/?p=1927"&gt;Patrícia Prigol, Psicóloga&lt;/a&gt;). &lt;/i&gt;Tal realidade é demonstrada inclusive matematicamente, diante da realidade de que os PSICONS (Dr. Geraldo Sarti), através da mente, cria a matéria/energia, o que significa que as funções mentais psíquicas através do efeito PK, geram ressonâncias sistêmicas no corpo, seja através de idéias e/ou emoções, todo o corpo é inundado pelos processos psíquicos ininterruptamente. Basta fazermos o teste simples, de evocarmos uma lembrança traumática da infância ou outra fase da vida e perceber as alterações no corpo, como nos batimentos cardíacos e ritmo respiratório. O efeito PK é automático (&lt;a href="http://www.parapsicologia-rj.com.br/"&gt;ver a tese dos PSICONS aqui&lt;/a&gt;). Expandindo, toda a atividade psíquica gera ressonâncias não só no sistema integral de células do corpo, mas, no ecossistema bacteriano 10x superior ao número de celulas no corpo. Acontece que aqui ocorre uma diferença: as bactérias são seres vivos, enquanto as células são micro-sistemas de um organismo maior, o corpo unificado, incluindo a psiqué. E, sendo seres vivos, são consciências e, sendo consciências, apresentam atividade psíquica, de uma forma ou outra. A paramicrobiologia é também, neste sentido, o estudo da consciência (mente, psiqué) dos micro-organismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como se dá a comunicação entre o psiquismo humano e as trilhões e trilhões de bactérias e outros micro-organismos que nos povoam? Por hipótese, dá-se pela Percepção Extrassensorial, telepatia, psicocinesia ou outra forma de comunicação ainda pouco compreendida (mas, PSI), capaz de gerar reações sistêmicas em populações de bactérias ocasionando as mutações. E, se bactérias reagem a um estímulo de forma inteligente, desafiando as mentes de microbiologistas, então, bactérias também são consciências, mas consciências pertencentes a outra ordem evolutiva nas escalas tanto espiritométricas (Kardec) como conscienciométricas (Vieira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paramicrobiologia, por exemplo, precisará estudar os efeitos da irradiação de energia pelas mãos, por exemplo, nas populações de bactérias e outros micro-organismos, apresentando íntima ligação com áreas ainda polêmicas como a Hemeopatia e Floralterapia. Como reagiriam as bactérias num dado sistema entrópico, uma infecção na pele, por exemplo, às irradiações de energias &lt;i&gt;amorosas&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;serenas&lt;/i&gt; exteriorizadas por sensitivos treinados, como o são os profissionais capacitados e experimentes atualmente trabalhando em clínicas holísticas, centros espíritas, os profissionais do &lt;i&gt;reiki&lt;/i&gt;, e assim por diante? E como reagiria este mesmo sistema que a pessoa modificar seu modo de pensar e sentir, suas crenças associadas psicossomaticamente à entropia? As populações de bactérias reajariam diferentemente ao estímulo amoroso? Se o sistema imune responde à atividade psíquica e se a resposta é negativa (baixa do sistema, entropia), as populações precisam se rearranjar, pois um abalo emocional no sistema gera reações contrárias ao sistema, visando a preservação das bactérias (10x-pop.células) - hipótese. Doenças como câncer e outras, apresentam etiologia básica nos processos psíquicos causadores das somatizações. Obviamente, se a consciência ou psiqué humana se comunica ininterruptamente pela telepatia e psicocinesia com as imensas populações de bactérias no corpo, assim, quando nos agredimos com pensamentos e sentimentos tóxicos, geradores de estados depressivos, por exemplo, que comportamento poderíamos esperar das bactérias a não ser o ataque ao nosso corpo como forma instintiva de defesa contra a depressão do sistema? E como reabilitar o organismo sem que precisemos matar as bactérias? Qual o impacto de uma mudança sistêmica na forma de pensar-sentir nas patologias microbiológicas de etiologia psicossomática? Por dedução, pressuponho que qualquer ser vivo gosta de ser "bem tratado", respeitado, e, uma rede de pensamentos-sentimentos harmônicos, dirigidos a si mesmo, num ato de amor próprio contínuo, faz com que as populações se reorganizem em retornem ao equilíbrio ou a homeostase do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a evolução da Paraciência poderemos alternar o foco: sair do belicismo de tentarmos lutar contra as bactérias e micro-organismos, matando-as, aniquilando-as (paradigma da guerra, do belicismo e da violência) e adentrar noutra esfera, relativa a autotransformação visando o fortalecimento contínuo do sistema imunológico, a partir da homeostase psico-orgânica, numa comunhão pacífica com os ecossistemas hiperpopulosos que coabitam nosso corpo. A relação entre o amor a si mesmo parece ser direta no que diz respeito a homeostase pessoal e ao equilíbrio das populações de micro-organismos no corpo. E esta comunicação é extrassensorial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-4488936493158243767?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/4488936493158243767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=4488936493158243767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/4488936493158243767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/4488936493158243767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/paramicrobiologia-e-comunicacao.html' title='Paramicrobiologia e Comunicação Extrassensorial: micro-organismos, suas relações com PSI nos humanos e pacificação das relações microecológicas'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-p-PSj7TOk_g/Tn45EmkmhBI/AAAAAAAAAvE/lwGcQMUEWug/s72-c/bacterias.corpo_.humano2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-3924402140746570402</id><published>2011-09-22T20:03:00.000-03:00</published><updated>2011-09-22T20:03:18.535-03:00</updated><title type='text'>Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA): Uma Visão Parapsicológica e Evolutiva</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ThVkCq4sFKc/Tnu9-yfyMPI/AAAAAAAAAu8/P_Zqh823OSQ/s1600/power-of-mind.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://2.bp.blogspot.com/-ThVkCq4sFKc/Tnu9-yfyMPI/AAAAAAAAAu8/P_Zqh823OSQ/s200/power-of-mind.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Conexão cérebro-paracérebro&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1986, creio eu, estava na quarta ou terceira série do primeiro grau e estudava um livro de ciências, deitado em minha cama, e precisava entender um conteúdo bem complexo, que falava da antropologia, australoptecus e assim por diante. O assunto era a evolução do homo sapiens sapiens e seus antepassados. Gostei do assunto, porém, foi a primeira vez que me lembro de ter de ficar um tempo grande diante de um livro e diante de um assunto extenso e da necessidade de ter de saber do assunto, para fins de ser testado numa avaliação pela escola. Minha atenção voava longe... lia a primeira linha e mal conseguia prestar atenção... Ia longe e longe... Tinha de ler em voz alta, bem forte, fazia uma força intença para me concentrar e nada... Mal conseguia prestar a atenção no que lia, quando percebia, já se passara o texto todo e não sabia nem o que tinha lido... era como se houvesse dois Fernandos, um que lia e outro que viajava, um que falava o que lia e outro que pensava em uma, duas, três, quatro, cinco coisas ao mesmo tempo. Minha mente era capaz de raciocinar simultaneamente muitas coisas ao mesmo tempo, mas, o texto, nada. Foi a primeira vez que me lembro de ter tido essa dificuldade. Ao longo dos anos minha dificuldade foi se intensificando. Da 6ª série em diante, começei a pegar recuperação em matérias na escola. Não conseguia prestar atenção em praticamente nada que os professores explicavam em sala de aula. Nada daquilo me interessava, achava chato, fadonho, desestimulante. Começei a praticar desenho no meu caderno, enquanto simulava prestar atenção. Adorava ficar desenhando, coisas complexas, projetos de carro, e outras coisas que me interessavam. Na época sonhava em ser projetista de automóveis avançados de corrida, e desenhava protótipos, obviamente, rudimentares para uma criança de pouco mais de 10 anos de idade. No entanto, conseguia ficar simplesmente horas a fio desenhando e com a atenção completamente focada naquilo. Mas, na sala de aula, nada. Minhas notas eram o mínimo necessário, e tratava de administrar bem isso para não repetir de ano. Ficava em recuperação simplesmente em todas as matérias geralmente e, em uma semana, estudava obsessivamente todo o conteúdo escolar, para ao fim, passar em todas as matérias. E foi assim até o fim do 2º grau. Minha incapacidade de prestar atenção era latente. Talvez pelo meu problema de visão, o estrabismo, que me incapacitou de conseguir uma boa focalização nos objetos visuais, o que me parece tornar mais complexa a concentração auditiva ainda mais em coisas desinteressantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas descobri ao longo de minha existência que não tinha exatamente problema de concentração, mas antes disso, de que se tratava de um traço potente de minha personalidade, onde eu geralmente fazia somente aquilo que me interessava. E o que não me interessava eu não fazia ou mostrava-me muito resistente a fazer, e fazia de tudo para não fazer e mesmo ausentar-me de situações onde era obrigado a fazer algo que me desestimulava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem entrar muito a fundo, os sintomas que eu apresentava e certamente os ainda apresento diante de minha dificuldade de me concentrar até mesmo em coisas que me interessam muito, porém diante destas coisas minha concentração é mais ativada pelo interesse e motivação, podem ser descritos através de TDAH. E realmente, por experiência própria, é uma transtorno, porque gera sofrimento devido a visceral incapacidade de focar minha concentração em coisas desinteressantes. E nada mais desinteressante para mim que uma sala de aula onde tem um professor que fica falando e falando acerca de um assunto desinteressante e sem qualquer aplicabilidade prática, sem sentido para o aluno. Mas para um TDAH convicto como eu, até que fui longe, consegui obter meu diploma de mestrado em educação numa universidade federal. E o fiz como desafio existencial, onde quis me colocar em prova para superar meu problema. E o consegui em muito, mas também, colhi alguns problemas de relacionamento com professores devido a minha não obediência em fazer aquilo que diziam para eu fazer e, principalmente, ler. Eles desistiram de tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desinteresse é o ponto central de TDAH. E o desinteresse possui uma razão bastante simples para muitas pessoas que apresentam os sintomas deste transtorno: viemos de dimensões mais evoluidas que este planeta, onde os cursos, os aprendizados, as matérias, as ciências, são muito, mas muito mais avançadas que o que as escolas atualmente ensinam. As escolas ainda não ensinam projeciologia, física quântica, parapsicologia, evolução, cosmoética e assim por diante, os assuntos mais relevantes para nossas vidas. As escolas ensinam justamente conteúdos ultrapassados que pouco servem para vida real, multidimensional, a evolução da consciência e o sentido de estarmos vivos. Aos 13 anos, entrei para a umbanda kardecista, na realidade uma espécie de centro espírita alternativo, onde começei a estudar O Livro dos Médiuns. Aquilo sim tinha sentido. Na sala de aula, tinha que aprender logarítmo. Eu pensava: para que? Qual o sentido de saber isso? Até hoje a pergunda encontra-se sem resposta. O resultado era um desinteresse geral pelas aulas e, obviamente, minha atenção estava dirigida para aquilo que me interessava: desenhar e meninas, paquera, namoros, e assim por diante. Paralelo, estudava os assuntos transcendentes. A experiência fora do corpo aos 9 anos de idade tornaram a escola algo realmente insuportável. Ficar dentro de uma sala era uma tortura, nada tinha sentido. Eu saia da sala, e acabei ficando anos e anos, fora da sala. Os motivos disso também tinham relação com minha vida passada como médico psiquiatra (&lt;a href="http://www.parapsicologiaclinica.com/artigos/O%20caso%20de%20Thomas%20G..pdf"&gt;ver estudo&lt;/a&gt;), onde trabalhei num asilo muito parecido com o colégio onde estudei nesta vida, piorando meu TDAH e minha tendência em me ausentar das salas e visitar outras salas e amigos, colegas, caminhar pelos corredores, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;TDAH e indícios de tarefa complexa de vida&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme citei acima, partindo de minha experiência pessoal, sustento a tese de que determinados casos de TDAH, porém, não todos, possuem relação direta com indícios de que a pessoa portadora do transtorno apresenta tarefa de vida complexa, relacionada aos assuntos profundos da existência e da evolução da consciência. O núcleo real do interesse necessita ser compreendido e estimulado pelos pais para que a criança passo a passo vá conseguindo identificar seus interesses e sua real tarefa de vida nesta existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;TDAH e SEST (Síndrome do Estrangeiro)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações entre TDAH para os casos aqui citados apresentam relação direta com SEST ou a Síndrome do Estrangeiro, tal como definida e estudada pela consciencióloga Malu Balona. A SEST é a síndrome associada a perda de lucidez relativa a procedência extrafísica e sintonia com aquela, gerando inadaptação dimensional com esta realidade atual. Geralmente portadores de SEST apresentam problemas de adaptação social e, nesta hipótese, podem apresentar TDAH também. Devido a isto, a falta de sentido das coisas em geral percebidas ano após ano pelo portador de TDAH, gerando o desinteresse geral pelas coisas, pode se agravar até a eclosão da SEST. Aqui pode coincidir o envolvimento com arte, psicotrópicos e outros meios de fuga para a suposta sociedade cujos flashes de memória incidem na mente da pessoa neste estado. As memórias são de uma sociedade evoluida, pacífica, justa e assim por diante. Não se trata de um ideal, se trata das sociedades extrafísicas mais avançadas, verdadeiros celeiros das ciências avançadas da consciência. Esta melancolia geral associada a TDAH e agora com SEST, pode predispor a pessoa a outros tipos de transtornos, agora, psicóticos. Devido a paranormalidade da pessoa envolvida e associada a esta sequencia de transtornos, pode além disso, se instalar a SPI - Síndrome da Personalidade Intrusa, onde a pessoa, sensitiva, é acometida pela intrusão de espíritos ou consciência extrafísicas perturbadas, suicidas, para-psicóticos e assim por diante. Mas não é suficiente. A pessoa possui noção e lucidez relativa para continuar adiante até que consiga compreender a natureza do sofrimento que a acomete e que a levará a estar alinhada com seu verdadeiro motivo que a fez retornar a esta dimensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Descobrindo a tarefa de vida e superando TDAH, SEST, SPI e outros distúrbios associados&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui inicia uma jornada cujo fim se dará com a execução satisfatória desta tarefa de vida. A alinhamento se dá pela exploração lúcida, honesta e amorosa do núcleo de interesse, a partir de uma investigação profunda, envolvendo retrocognições, projeções conscientes para fora do corpo e muito estudo, mas somente de estudos que estão sintonizados com o núcleo de interesse da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Algumas c&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;onsiderações&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TDAH não é um transtorno simples nem fácil de se resolver. Pode sim, ter fatores biológicos, mas neste caso, o fator central está na pessoa estar vivendo no seu núcleo de desinteresse, fora de alinhamento, temporário. A resolução de TDAH se dá quando SEST é eliminada gradualmente a partir do interesse que a pessoa vai tendo em viver aqui, nesta dimensão humana, com tudo o que é oferecido aqui para evoluirmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos compreender profundamente que vivemos num planeta que pode ser em grande medida considerado um imenso asilo para tratamento da sanidade mental humana. E aqui viemos para cumprir a tarefa básica de prestar auxílio geral para dinamizar a evolução principalmente, a partir de um trabalho de elucidação, ajudando as pessoas a tornarem-se mais lúcidas de si e de onde estão, expandindo a amorosidade, o respeito e o cultivo de valores práticos mais profundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer problema de aceitação das reais condições aqui, deste planeta, poderá gerar um alheamento da realidade e, com isso, aumentará as chances de algum distúrbio mental grave, como um surto psicótico ou mesmo um surto de pânico. Por outro lado, são manifestações do desalinhamento e podem ser corrigidas pelo ajuste da percepção multidimensional, progressiva, gradual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-3924402140746570402?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/3924402140746570402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=3924402140746570402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/3924402140746570402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/3924402140746570402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/transtorno-de-deficit-de-atencao-e.html' title='Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA): Uma Visão Parapsicológica e Evolutiva'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ThVkCq4sFKc/Tnu9-yfyMPI/AAAAAAAAAu8/P_Zqh823OSQ/s72-c/power-of-mind.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-6205882390447954814</id><published>2011-09-19T15:13:00.001-03:00</published><updated>2011-09-21T17:38:08.119-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sexualidade e Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sexometria e Sexualidade Madura'/><title type='text'>Sexometria e Dessexualização Permanente: Sobre o Fundamento Sexométrico da Teoria da Consciência Livre ou Espírito Puro (moksha)</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LlooGlkRsbs/TneEQjlj3MI/AAAAAAAAAus/RnPLgaYUU5U/s1600/cosmos2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://3.bp.blogspot.com/-LlooGlkRsbs/TneEQjlj3MI/AAAAAAAAAus/RnPLgaYUU5U/s320/cosmos2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O orgasmo cósmico da cosmoconsciência.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc.)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta, Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na proposta da Sexometria ressurge o pensamento de Confúcio, quando disse: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“estou para ver um homem que ame mais a virtude do que a beleza feminina”. &lt;/i&gt;A recíproca parece ser verdadeira, no sentido de estarmos para ver uma mulher que ame mais a virtude do que a “beleza” masculina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim, enquanto uma consciência estiver colocando diante de si a valorização da beleza, relativa neste caso ao corpo e ao sexo tão somente - tanto feminina quanto masculina - sobre a virtude, então, podemos vislumbrar relacionamentos pertencentes à zona de transição para baixo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A aresta poligâmica é proporcional a este desequilíbrio. Quanto maior for à predominância das questões relativas ao sexo/sexualidade sobre a virtude, maior será a aresta poligâmica e, portanto, distúrbios no relacionamento. É necessário colocar aqui que nem todas as pessoas se preocupam com esta incongruência entre a virtude e a pulsão. A virtude não é o superego freudiano, mas, o caminho da benevolência, que inclui uma série de atitudes, incluindo a coerência, o dar o melhor de si e o “ame seus semelhantes”. A incongruência entre a PSS e VIR evidenciam a incoerência interna da consciência que caminha para duas direções simultaneamente. A Virtude está para Tao, assim como Tao está para o Caminho. Caminho e Virtude são realidades, daí sim, interconectadas e interdependentes. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim, temos que, quanto maior é a PSS sobre a VIR, maior é a AP.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;PSS &amp;gt; VIR &amp;gt; AP&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;PSS: pulsões sexuais/sexualidade/desejo sexual/sexo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;VIR: virtude&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;AP: aresta poligâmica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Diante do fato de ser a pulsão sexual básica, de natureza poligâmica, biológica e socialmente evidenciada, assim, cabe a outra instância da consciência dar direção correta a esta pulsão. Esta instância é a virtude, o campo superior do discernimento que se manifesta como a priorização de escolhas lúcidas, cujo amor, o respeito, o dar o melhor de si, o usar-se como medida para o “julgamento” alheio, o colocar o “coração” como o centro do discernimento e orientação, o “não impor ao outro aquilo que não farias para si mesmo” e assim por diante. Estes norteamentos dão corpo à Virtude, enquanto orientação cósmica da evolução da consciência, o Tao da Evolução.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A superação do nível da Zona de Transição, onde a maioria de nós se encontra - visto que a virtude e as pulsões sexuais encontram-se em tensão crônica, onde o desejo aponta para uma direção e a virtude para outra, onde ocorre a priorização da primeira em detrimento da segunda, que acaba sendo uma castração necessária em prol do princípio “que aconteça o melhor para todos”, atitude anti-egoísta e mais universalista – ocorre a partir da atitude de sincronia com o campo da benevolência, a generosidade por excelência, o respeito por si e pelo outro, a amorosidade na prática sincera dos atos intencionais da consciência. O resultado desta tensão é, obviamente, dentre tantos sintomas: angústia, ansiedade e culpa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Sobre a relação entre o trinômio angústia-ansiedade-culpa e a Zona de Transição.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Zona de Transição é a zona da culpa, da angústia e da ansiedade, tal como classifica Freud na categoria das neuroses. Este trinômio se dá como disse acima, pela tensão entre PSS e SPE (superego, ou supereu). Quero trazer aqui que a tensão é mais profunda, pois aspectos do SPE pertencem a VIR (Virtude) e, sendo virtude, caracteriza-se como Caminho natural da evolução da consciência, como o é a prática do amor puro, do perdão, das reconciliações, e assim por diante. Então, a tensão entre PSS e VIR evidenciam a relutância do ser em não posicionar-se no Caminho. O Caminho é o Tao de cada um, enquanto o centro, o eixo interno que se manifesta como o Eixo cósmico comum da totalidade indivisa (holomovimento), que a cada passo da existência torna-se mais sincrônico com a ordem cósmica maior, inteligente e benevolente por excelência. Não se trata de Deus, mas do fundamento mesmo de Deus, do que o possibilita existir e ao mesmo tempo não-existir. É o Deus-Não-Deus do Cosmos: é o que possibilita o SER e o NADA, o EXISTIR e o não-EXISTIR. Pertence pois à Transciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A transcendência da Zona de Transição se dá progressivamente conforme a pessoa coloca como valor maior a VIR sobre tudo o mais. Assim, a própria prática, conhecimento, trabalho sobre e reflexão acerca da VIR torna-se o Caminho pessoal e intransferível de cada um de nós pelo Universo, sem começo, sem fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E esta prática vai tornando a vida desta pessoa mais liberta do trinômio &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;angústia-ansiedade-culpa &lt;/i&gt;libertando-a para uma vida gradualmente mais madura afetiva e sexualmente. No entanto o processo parece oscilante. Não consigo ver evolução da consciência sem uma correspondente evolutiva no âmbito sexual e da sexualidade. É aqui que ocorre uma junção, aparentemente estranha, dos pressupostos da Psicanálise e outras áreas que se debruçaram sobre a sexualidade, sobre com as pesquisas avançadas da consciência multidimensional. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se numa relação, a pulsão sexual-sexualidade (PSS) está acima da Virtude (VIR), então, diante da primeira crise ou diante de novas PSS mais atrativas um dos parceiros se vê diante da abertura da aresta poligâmica, que, conforme já classifiquei, embora introdutoriamente, pode se manifestar ou pelas vias de fato, aqui ou na dimensão extrafísica, ou através de sonhos ou devaneios de natureza sexual-sexualidade, esboçando a vida, neste último caso, de poligamia oculta e, no primeiro, de poligamia expressa. A monogamia sexual enquanto referência de maturidade afexual humana, quando natural e escolhida pelo discernimento, sem esforço ou pressão de moralismos repressores, coloca a poligamia assistencial como a referência mais ampla e cosmoética da assistência, transcendendo a promiscuidade. As leis biológicas parecem blindar a promiscuidade e o sexo como fundamento dos relacionamentos. Senão vejamos o alto grau de doenças venéreas que impedem das pessoas se associarem livremente uns com os outros sem proteção e cuidados. HIV, HPV e as demais doenças parecem apontar como sistemas biológicos de amparo à promiscuidade humana e apoio às relações ancoradas pelo fraternismo. O próprio incesto é blindado pela Biologia como atitude que poderá acarretar problemas genéticos caso houver filhos da relação. Os efeitos colaterais da pílula anticoncepcional e, ao contrário, a facilidade em controlar a gravidez, faz com que mais e mais mulheres e homens se aventurem livremente e acabem contraindo doenças venéreas por aí afora, colocando em risco a vida de seus cônjuges, futuros parceiros e mesmo filhos. Chamadas de DST – doenças sexualmente transmissíveis, torna as relações mais delicadas, mais necessitadas de escolhas conscientes do parceiro, indo além da beleza e aparência. Por outro lado, depoimentos por aí afora colocam que é comum ainda hoje em dia, apesar do esclarecimento em massa, pessoas terem relações sexuais com prostitutas sem qualquer proteção, configurando prática de tentativa de suicídio, em médio e longo prazo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A blindagem biológica quanto ao comportamento promíscuo humano - porque o comportamento promiscuo dos cães, por exemplo, não apresenta inconvenientes – caracteriza-se como algo anti-biológico, e leva a espécie a sua dizimação e contaminação. Se a PSS é poligâmica e se não gerenciada pelo discernimento maior, leva a pessoa a uma vida promíscua, colocando assim, em risco a sociedade com as DSTs, assim nos resta aprender o sentido da sexualidade e suas relações com a evolução da consciência. Prefiro dizer que a PSS básica é poligâmica, mas não sexual restritamente falando. Ela é poligâmica sexualmente falando numa direção de fraternismo, de assistência coletiva, de uma rede de pessoas ligadas umas as outras por laços fraternos. E sendo o renascimento ou reencarnação um fenômeno também de ordem da ressexualização da consciência, qualquer relacionamento é, em grande medida, relacionamento sexual. E isto não apresenta problema quando a forma como os relacionamentos são estruturados a partir de laços de fraternidade, transcendendo o desvio da PSS para a promiscuidade. Por outro lado, parece natural que pelo ponto de vista darwinista básico, haja uma seleção da espécie mantendo os mais aptos vivos e os menos aptos fora do planeta. Isso explica a PSS desviada para a promiscuidade, a imensa contaminação social e os desencarnes relacionados a isso, como forma de manutenção da homeostase ecológica do planeta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por outro lado, como disse acima, existe uma lógica de ser PSS poligâmica, devido a natureza mesma da VIR. Se a pessoa consegue deslocar sua PSS para o campo universalista da assistência mais fraterna, então, ocorre uma maturação da PSS, em direção do que posso aqui chamar de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Fenômeno da Assistencialização da Pulsão Sexual-Sexualidade. &lt;/i&gt;Assim, podemos vislumbrar uma unificação entre a sexualidade e a evolução da consciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Sobre o Fenômeno da Assistencialização da Pulsão Sexual-Sexualidade (FAPSS).&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O FAPSS significa que a pessoa está trilhando um caminho de reversão da função da PSS, básica, poligamicamente estruturada para o sexo, a procriação, proliferação da espécie, promiscuidade, assim por diante, como forma de manter a homeostase e a sobrevivência dos mais aptos no planeta. Esta reversão se dá pela abertura da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;aresta poligâmico-fraterna&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, ao invés da &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;aresta poligâmico-sexual&lt;/i&gt;. Esta abertura fraterniza o centro de consciência, equilibrando as energias, inclusive gerando saciedade afetivo-sexual reversa. Tal fato evidencia algumas pessoas da humanidade que adotam o celibato (no sentido de não ter relações sexuais) não por opção castradora e anti-evolutiva, repressiva, religiosamente imposta e anti-natural, mas por opção lúcida e natural da reversão poligâmico-fraterna progressiva, direcionando toda a energia, incluindo a sexual já amadurecida, para a assistência em larga escala, através do cultivo do amor puro amplo e universal. É o cultivo da pura espiritualidade sem hipocrisia. Tal processo progressivo de amadurecimento gera a transcendência da existência de casais monogâmicos sexualmente estruturados para a reversão completa da PSS (FAPSS) em direção ao maxifraternismo vivido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim, como hipótese, nos níveis mais elevados da Escala Sexométrica temos a ausência de dupla evolutiva e de sexo, cujo sintoma básico da maturação da PSS se manifesta pela assistencialização integral de toda energia consciencial em prol do bem estar de todos. Quando uma consciência encontra-se neste grau evolutivo, podemos dizer que está terminando os ciclos de ressexualizações (renascimento) e dessexualizações (morte), e migrando para a condição de espírito puro ou consciex livre (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;moksha&lt;/i&gt;): consciência pura, sem sexo. Este fato pode ser comprovado pelo contato com os amparadores mais evoluídos, que manifestam uma aparência assexuada, sem pender para a energia masculina ou feminina; é algo neutro, equilibrado, as energias yin e yang mais ajustadas e harmônicas, serenas e fraternas num nível agudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Desta forma, podemos vislumbrar a unificação, embora preliminar, da evolução da consciência com o sexo/sexualidade. O sexo/sexualidade impõe que precisamos de um “outro” para nos satisfazer, nesta condição natural anti-egoísta, tirando-nos do isolamento. Mas, em dado momento, tal pulsão torna-se puro egoísmo quando podemos fazer contínuas reversões da PSS em prol do bem estar dos demais, ao invés de priorizar a satisfação da pulsão somente pela via sexual, o que gera a promiscuidade e os desastres dos relacionamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Esta serenização consciencial íntima pacifica a energia geral, a consciência, a mente, os pensamentos e sentimentos e atitudes, os chacras e os colocam em harmonia, diminuindo a ansiedade sexual e aumentando a saciedade evolutiva geral. Um dos métodos mais eficientes para iniciarmos esta reversão é o voluntariado em alguma área libertária das consciências e a prática integral de assistências às pessoas, onde podemos aprender a olhar e nos relacionar com os outros a partir do nível do fraternismo (corono-fronto-cardio-chacra) e não do sexo (sexochacra).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Sobre as Zonas de Holomaturidade Afetivo-Sexual&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Adiante da Zona de Transição, temos a Zona de Holomaturidade Afexual, donde se divide em duas micro-zonas. A primeira é a zona da saúde afetivo-sexual contínua, destituída de quaisquer carências desta natureza. Aqui necessariamente os parceiros deste relacionamento realizam a reversão consciente continuamente, a não colocam a PSS como ponto central, mas a VIR, na prática de alguma tarefa assistencial libertária. Ocorre sexo, vida sexual e sexualidade em altíssimo nível, provavelmente, incompreensível para nós, mas a relação está ancorada noutro eixo: o amor puro e a assistência às pessoas e ao cosmos, numa ligação consciente com a vida e a existência maior em alto nível. Não existem notícias destes casais nos jornais e revistas. São os casais que inspiram os filmes e ficções em relacionamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mais para frente, temos a zona da holossaúde afexual (afetivo-sexual), donde inexistem relações conjugais tal como a conhecemos. Aqui ocorre a reversão profunda que pode ser classificada em 3 graus de profundidade:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;1. reversão moderada, onde a consciência ainda está se acostumando com a vida livre da PSS e totalmente revertida e assistencializada para um raio universalista de alta amplitude.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;2. reversão alta, onde a consciência está acostumada com a vida livre da PSS e diante da reversão completa prepara-se para a total transcendência da dimensão humana ou sexualizada. A consciência neste degrau evolutivo prepara-se para tua total dessexualização ou estado de dessexualização completa. Nesta condição as expansões universalistas das tarefas assistenciais libertárias se intensificam e o grau evolutivo associa-se aos serenões.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;3. reversão final, quando a consciência está no exato momento da evolução da consciência em que se dessexualiza integralmente, vivendo tão somente como uma consciência livre de qualquer referência de forma e tempo, próprio da condição sexualizada do espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assim podemos situar, mesmo que ainda introdutoriamente, a relação direta entre amadurecimento sexual e evolução da consciência. Assim temos o princípio de que:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quanto mais evoluída é a consciência mais transexuada (no sentido de ter ido além do sexo) ela é e; por conseguinte, e naturalmente, mais amorosa, cosmoética, fraterna, benevolente, serena e harmônica cosmicamente ela se manifesta em altíssimo nível de discernimento e amorosidade hiperlúcida. Não por repressão, mas por transcendência natural da evolução, por não precisar mais da sexualidade para evoluir, de corpo, forma e espaço, e por tê-la dispensado e transcendido-a lucidamente em prol da evolução de si e de todos. Os orgamos aqui são cósmicos, produtos das projeções avançadas de mentalsoma, com a consciência livre, expandida omnidirecionalmente, irradiada cosmicamente pelo universo, espalhada e diluida, transcendendo a experiência restrita do orgasmo sexual, pertencente aos níveis abaixo da escala sexométrica. O sexo, se podemos assim chamar, aqui é com o cosmos, numa experiência de unicidade com a existência e com a Vida em sentido profundo e incompreensível para nós. Sua vida sexual e amorosa é com o Universo, num "casamento" permanente com o cosmos. Assim, as experiências parapsíquicas colocam o prazer transcendente como o orgasmo maior ao nosso alcance, além daquele obtivo pela via da relação sexual. O prazer aqui é amplo, profundo e adentra nas profundezas da estrutura psíquica da consciência inteira. Atravessa não somente as células, mas todos os psicons, as partículas mais elementares do self. Quando a consciência ultrapassa ainda esta fronteira, ela não mais se sexualiza, torna-se um centro de amor puro hiperlúcido. Ela está livre, vivendo tão somente no &lt;i&gt;ser&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-6205882390447954814?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/6205882390447954814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=6205882390447954814' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6205882390447954814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/6205882390447954814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/sexometria-e-dessexualizacao-permanente.html' title='Sexometria e Dessexualização Permanente: Sobre o Fundamento Sexométrico da Teoria da Consciência Livre ou Espírito Puro (moksha)'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LlooGlkRsbs/TneEQjlj3MI/AAAAAAAAAus/RnPLgaYUU5U/s72-c/cosmos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-3000411256939311304</id><published>2011-09-18T23:17:00.000-03:00</published><updated>2011-09-18T23:19:06.295-03:00</updated><title type='text'>Paratecnologias e Projeciotron</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8ObMJt9BwtY/Tnak-DdoVYI/AAAAAAAAAuo/4_wpsSH3rgQ/s1600/espiragigante.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://1.bp.blogspot.com/-8ObMJt9BwtY/Tnak-DdoVYI/AAAAAAAAAuo/4_wpsSH3rgQ/s320/espiragigante.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Projeciotron: Câmara de Indução Mecânica&lt;br /&gt;de Experiência fora do Corpo (Hipótese 2)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Guilherme Kilian&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico e Pesquisador da Consciência&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;FEBRAP - ABRAP - NIAC&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;O corpo humano pode ser considerado uma maquina bio-eletro-quimica-magnetica, que possibilita interação multidimensional à consciencia (alma). O cérebro é um instrumento do ser (espírito), dentro da ciência formal existe uma impossibilidade da pessoa ser o próprio corpo, impossibilidade matemática. Pensar que o nosso cérebro produz o pensamento é a mesma coisa que achar que os atores moram dentro do seu televisor. O cérebro é comparado a um computador, de fato é um computador, mas não existe um computador que produza o próprio programa. O programa é produzido por outro ser que se chama programador, que instala o programa no computador. O pensamento, a imaginação, não pode nascer de dentro do cérebro, tem que vir de fora dele e ser “instalado” no cérebro, por lógica formal de raciocínio de informática. Roger Penrose da universidade de Oxford vai dizer que o ser humano é um ser biológico, psicológico e espiritual, justamente baseado no teorema de Guedel, onde um sistema não é capaz de ostentar autoconsciência. Quer dizer, o seu corpo não pode ter autoconsciência, a consciência do seu corpo tem que vir de fora dele, por uma impossibilidade matemática o seu corpo não pode produzir a própria consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modelo Dinâmico Didático Idealizado por Hernani Guimarães Andrade em seu livro Psi Quantico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3YP36VmbI/AAAAAAAAAJI/tWEg26uZZIg/s1600/modelo_enc_des.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="348" src="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3YP36VmbI/AAAAAAAAAJI/tWEg26uZZIg/s400/modelo_enc_des.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para que possamos entender melhor o modelo &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3bOgxdKlI/AAAAAAAAAJc/6ZRhUxkzNmw/s1600/corpos_legendas.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="277" src="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3bOgxdKlI/AAAAAAAAAJc/6ZRhUxkzNmw/s400/corpos_legendas.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3WRHTVZuI/AAAAAAAAAJE/zx_6Z6J4mCc/s1600/corpos.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3WRHTVZuI/AAAAAAAAAJE/zx_6Z6J4mCc/s400/corpos.bmp" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Classificação didática das subdivisões do ser (corpos) segundo a Projeciologia (Tipos de veículos holossomaticos):&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3iUQD4d0I/AAAAAAAAAKI/UkTCNDzvKos/s1600/tipo+veiculos+holosomaticos.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3iUQD4d0I/AAAAAAAAAKI/UkTCNDzvKos/s320/tipo+veiculos+holosomaticos.JPG" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Linhas de força circundam tetradimensionalmente o ser humano formando um Campo BioMagnetico. É pelas linhas de força do CBM (campo biomagnético), por onde trafegam informações biopsiquicas interna e externamente, pensamentos e estados emocionais, entre o corpo físico e as outras partes do ser. E também essas linhas de força tem a função de agregar mecanicamente os corpos, astral, físico e vital.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3Ysf1bqwI/AAAAAAAAAJM/Qjc9pH2ol0U/s1600/CBMM.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3Ysf1bqwI/AAAAAAAAAJM/Qjc9pH2ol0U/s1600/CBMM.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;O Modelo demonstra também como é formada a aura próxima ao corpo que também pode ser aferida por foto Kirlian.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3ZxGlloDI/AAAAAAAAAJQ/CgE1eKzMQog/s1600/auraa.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3ZxGlloDI/AAAAAAAAAJQ/CgE1eKzMQog/s1600/auraa.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3adYtDu0I/AAAAAAAAAJU/eErzTJPtE40/s1600/auramesmoo.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3adYtDu0I/AAAAAAAAAJU/eErzTJPtE40/s1600/auramesmoo.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Uma das interessantes tentativas de interação com a multidimensionalidade é o Dinamistógrafo maquina criada pelos físicos Zelst e Matla&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3q2v7hKbI/AAAAAAAAAMU/FrY12UmUCqI/s1600/dinamistografo.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3q2v7hKbI/AAAAAAAAAMU/FrY12UmUCqI/s1600/dinamistografo.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3rCC6G-QI/AAAAAAAAAMY/iViTXiBoPz4/s1600/dinamistografo2.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3rCC6G-QI/AAAAAAAAAMY/iViTXiBoPz4/s1600/dinamistografo2.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3rMxkxF-I/AAAAAAAAAMc/OHMdpFtNft0/s1600/dinamistografo3.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3rMxkxF-I/AAAAAAAAAMc/OHMdpFtNft0/s1600/dinamistografo3.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Já houve ocorrência de equipamentos no Brasil também. Foi na decada de 1940 que se construiu o Necro-viso-fono, através do inventor Cesário Gogoni e supervisão de Cornélio Pires, com a finalidade de captar espíritos obsessores, materializar grandes vultos e ouvir suas vozes. Foi construído sob orientação dos espíritos.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3rlHqSDBI/AAAAAAAAAMg/75hxsb0dap8/s1600/necro-visio-fono1.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3rlHqSDBI/AAAAAAAAAMg/75hxsb0dap8/s400/necro-visio-fono1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3tsoLim2I/AAAAAAAAAMk/9j4BsWt7yCM/s1600/necro-visio-fono2.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="350" src="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3tsoLim2I/AAAAAAAAAMk/9j4BsWt7yCM/s400/necro-visio-fono2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Pirâmides seriam maquinas de expansão de consciência? &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Segundo os conhecimentos de meditação, a pirâmide funciona como um concentrador de energia cósmica. O estado "nirmal" (estado de não-pensamentos) é atingido 3 vezes mais rápido se o meditador faz dentro da pirâmide.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Algumas observações melhoram a captação de energia:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;- Inclinação da pirâmide de 52° graus 51' minutos.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;- Alinhada com as direções cardinais.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;- A energia fica acumulada a 1/3 do piso da pirâmide.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;- Cristal no ápice da pirâmide multiplica e distribui a energia cósmica através da pirâmide.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3Od7cB6zI/AAAAAAAAAI4/cTn99aTCULo/s1600/piramideradionica.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3Od7cB6zI/AAAAAAAAAI4/cTn99aTCULo/s1600/piramideradionica.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Seria uma maquina de origem atlante? Utilizada para induzir estados alterados de consciência de alta freqüência. Sim, segundo este fragmento extraido de um documentario:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-RNvVG6Bg_U"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=-RNvVG6Bg_U&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Projeciotron&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; – Pesquisa para desenvolver uma maquina de indução de experiência fora do corpo (viajem astral). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Assim como ocorre a ejeção do corpo astral: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3hY8x49gI/AAAAAAAAAKA/VuqMVnlP69A/s1600/corpos_desdobramento.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="178" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3hY8x49gI/AAAAAAAAAKA/VuqMVnlP69A/s320/corpos_desdobramento.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;através do EV (Estado Vibracional) decorrente da mobilização de energias:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3nWlO6dXI/AAAAAAAAALg/F7uBJIZNlmg/s1600/EV.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3nWlO6dXI/AAAAAAAAALg/F7uBJIZNlmg/s320/EV.JPG" width="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ou de forma mais passiva como na meditação e no sono&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3pN4yRAcI/AAAAAAAAAL4/kE8Vovykn5k/s1600/viajemastral.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3pN4yRAcI/AAAAAAAAAL4/kE8Vovykn5k/s320/viajemastral.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;existe a possibilidade, por indução, de reproduzir a freqüência magnética necessária para gerar a projeção astral?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Estudos recentes com o Capacete de Deus constatou a ocorrência de estados alterados de consciência através do uso de campos magnéticos de baixa intensidade no neo córtex humano. Também há relatos de sensação de vibração por todo o corpo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3ujan3DyI/AAAAAAAAAMo/EWvHFYUKb3s/s1600/capacete_de_Deus.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3ujan3DyI/AAAAAAAAAMo/EWvHFYUKb3s/s320/capacete_de_Deus.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;No caso do capacete, ocorreu uma medição experimental do valor da corrente elétrica em cada solenóide, para que se possa saber o valor do campo magnético gerado em cada solenoide (não deve exceder o valor crítico,entre 10 nanoTesla e 1 microTesla, de acordo com Raul Marinho Jr. , informado pelo Dr. Newberg (MARINHO Jr, 2005). Este valor foi medido= 0,000165 ampéres, o que equivale a um canpo magnético de B= 0,001 micro Tesla, dentro do valor de segurança, portanto; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Através de espiras e solenóides se consegue gerar campos eletromagnéticos:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3u5P37nSI/AAAAAAAAAMs/8cv905Hm76I/s1600/solenoide.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3u5P37nSI/AAAAAAAAAMs/8cv905Hm76I/s1600/solenoide.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3u_1Cta_I/AAAAAAAAAMw/LhDwEMBRQsc/s1600/a16fig01.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3u_1Cta_I/AAAAAAAAAMw/LhDwEMBRQsc/s320/a16fig01.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TPHarEwekvI/AAAAAAAAANA/eTt5dcVtuyY/s1600/solenoide2.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TPHarEwekvI/AAAAAAAAANA/eTt5dcVtuyY/s320/solenoide2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;E se pegássemos uma espira gigante e colocássemos uma pessoa dentro? Teríamos um resultado semelhante ao CD (capacete de Deus) ? Conseguiríamos emitir uma freqüência que ejetasse o corpo astral como no EV? Seria possível aferir e mensurar a carga bioenergética do CBM (campo biomegnetico)? &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3vVdVf2aI/AAAAAAAAAM0/lq6A4nGwM0g/s1600/espiragigante.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="http://2.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3vVdVf2aI/AAAAAAAAAM0/lq6A4nGwM0g/s400/espiragigante.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;E se um sistema eletromagnético for implementado nesse projeto do projetarium do IAC?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3wKoIeoGI/AAAAAAAAAM4/fEfDUIi8sUQ/s1600/projectariumprofile.bmp" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3wKoIeoGI/AAAAAAAAAM4/fEfDUIi8sUQ/s320/projectariumprofile.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;Imagem retratando os Gray em uma central de viagens astrais (livro Wagner Borges) comprovando que essa tecnologia já existe, porem temos de redescobri-la. E o eletromagnetismo parece o caminho certo. Especulo a imagem e me pergunto se esse ambiente não forma uma espécie de “solenóide” circular gigante que no centro converge de alguma forma as linhas de força do campo eletromagnético:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3wtC6e95I/AAAAAAAAAM8/g9rOmZHT1Ak/s1600/Camara.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://3.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TO3wtC6e95I/AAAAAAAAAM8/g9rOmZHT1Ak/s400/Camara.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TPHbrdiSlvI/AAAAAAAAANE/zzMgduGVDHM/s1600/espira.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://4.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TPHbrdiSlvI/AAAAAAAAANE/zzMgduGVDHM/s400/espira.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TPHcTAg2OHI/AAAAAAAAANI/LVlJ9jXToIU/s1600/solenoide3.JPG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_QQELmMBtsLk/TPHcTAg2OHI/AAAAAAAAANI/LVlJ9jXToIU/s400/solenoide3.JPG" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Referências&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;ANDRADE, Hernani Guimarães. PSI QUANTICO; Votuporanga - SP, Editora DIDIER, 2001. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;BORGES, Wagner. COSTA, Gloria. Viagem Espiritual II&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;CARRINGTON, HEREWARD, PH.D. MODERN PSYCHICAL PHENOMENA (RECENT RESEARCHES AND SPECULATIONS); LONDON; KEGAN PAUL, TRENCH, TRUBNER &amp;amp; CO., LTD. 68-74, Carter Lane, E. C. 1919&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;ESPIRITOS DIVERSOS, O Livro dos Fluidos, Psicofonia de Joao Berbel; Editora Farol das Três Colinas, 2003.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;KARDEC, Allan. O Livro Dos Espíritos; Rio de Janeiro - RJ, FEB, 1944. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;KARDEC, Allan. O Livro Dos Médiuns; Rio de Janeiro - RJ, FEB, 1944. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo; Rio de Janeiro - RJ, FEB, 1944. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno; Rio de Janeiro - RJ, FEB, 1944. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;KARDEC, Allan. A Gênese; Rio de Janeiro - RJ, FEB, 1944. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;VIEIRA, Waldo. PROJECIOLOGIA; Rio de Janeiro – RJ, IIPC, 1999. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Video “Viagem Interior” (SPIRITUAL REALITY Journey Within): &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-1274211875341165136" style="font-family: inherit;"&gt;http://video.google.com/videoplay?docid=-1274211875341165136&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Vídeos demonstrando o modelo idealizado por Hernani G. Andrade: &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 0 - Geometria Multidimensional &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=H5CZpQ6X4KY" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=H5CZpQ6X4KY&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 1 - Modelo em movimento &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=c_yOCcrkgQg&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=c_yOCcrkgQg&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 2 - Alma da Personalidade &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IVyX5DRcqO4&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=IVyX5DRcqO4&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 3 - Outras aplicações do Modelo &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=q7jSJHjDR7s&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=q7jSJHjDR7s&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 4 - Alma da Individualidade e Cores da Aura. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=L-5KyGuSzDI&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=L-5KyGuSzDI&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 5 - Espraiamento do CBM &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6j8BbNjAwvk&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=6j8BbNjAwvk&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 6 - Disjunções da Cúpula: Telepatia &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_s5vPMoJZRk&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=_s5vPMoJZRk&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 7 - Disjunções da Cúpula e incorporação mediúnica &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=n_5jVmryio4&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=n_5jVmryio4&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 8 - Reencarnação e regressão a vidas passadas &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jnhMucYz5b0&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=jnhMucYz5b0&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Dinâmica 9 - Evolução dos Seres &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_7bQ4mOLpE8&amp;amp;feature=related" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=_7bQ4mOLpE8&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Blog Parapsicologia:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;br style="font-family: inherit;" /&gt;&lt;a href="http://www.guikilianppsi.blogspot.com/" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.guikilianppsi.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-3000411256939311304?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/3000411256939311304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=3000411256939311304' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/3000411256939311304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/3000411256939311304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/paratecnologias-e-projeciotron.html' title='Paratecnologias e Projeciotron'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8ObMJt9BwtY/Tnak-DdoVYI/AAAAAAAAAuo/4_wpsSH3rgQ/s72-c/espiragigante.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-5009889941303951922</id><published>2011-09-18T18:49:00.000-03:00</published><updated>2011-09-18T18:49:07.153-03:00</updated><title type='text'>Gestão de Coerência</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Jc06NezqDSU/TnZnDvY-TRI/AAAAAAAAAuk/HBz93kq7wHU/s1600/coer%25C3%25AAncia+e+coes%25C3%25A3o+1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-Jc06NezqDSU/TnZnDvY-TRI/AAAAAAAAAuk/HBz93kq7wHU/s200/coer%25C3%25AAncia+e+coes%25C3%25A3o+1.jpg" width="194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Valmir Brito&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Graduado em Ciências Contábeis e Promotor de Vendas&lt;br /&gt;Pesquisador independente da consciência há mais de 15 anos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Experiências parapsíquicas e pesquisa na Messiânica, Espiritismo (Allan Kardec), Rozacruz e IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia.&lt;br /&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Essas crençassão as mesmas que te impedem ou auxiliam em ter uma maior lucidez enquanto ocorpo dorme ou ter uma sensibilidade extra na vigília física na percepção deeventos que passam pela malha grossa da observação cotidiana.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na análise do que é real paravocê, o processo revisa um padrão de comportamento que pode estar sabotando suaboa intenção e a chama da curiosidade pelas questões que no íntimo sabe quetambém existem e que são abafadas enquanto estão “acordados”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A quantidade de eventos navigília que não percebemos ou não acompanhamos é muito maior&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;que as percebidas. Se não acompanhamosdeterminado espectro do ocorrido não quer dizer que ele não aconteceu ou nãotenha existido, só não percebemos daquela forma ou não o vimos de fato. Como separa ter um melhor aproveitamento da realidade objetiva tivéssemos quedesenvolver uma sinalética mais sofisticada, não é mesmo? Isso porque estamostratando do que comumente se chama realidade, repleta de subjetividade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com toda essa dificuldade deestar lúcido, com alto grau de atenção ao que está ao nosso redor e alto graude discernimento, já é uma tarefa de profissional, como ter condições de trazeros eventos extraordinários, multidimensionais que operam em freqüênciasdiferentes no corpo físico, extrafísico e mental?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Existimos numa fronteiraCONSTANTE de opção. Isso mesmo, opção. Interferimos naquilo que ocorre de modosomente, quando o fazemos, em crer ou não crer. Eis a questão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Queremos pouco e fazemos menosainda pra dar conta de um multiverso da consciência. Estaríamos aindamergulhando no mar do senso comum, querendo entender ao que fazemos, porexemplo, quando o corpo dorme? Provavelmente são incompatíveis as dinâmicas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Optar conscientemente e trabalharos hábitos que estejam de acordo com a manutenção dessa extensão da realidadeobjetiva nos conduzirá nas respostas íntimas para nossa sede de entendimento.Já que a realidade do vizinho, amigo ou parente não mais nos satisfaz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Boas reflexões.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6107251609093548816-5009889941303951922?l=www.revistaconsciencia.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.revistaconsciencia.org/feeds/5009889941303951922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6107251609093548816&amp;postID=5009889941303951922' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/5009889941303951922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6107251609093548816/posts/default/5009889941303951922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.revistaconsciencia.org/2011/09/gestao-de-coerencia.html' title='Gestão de Coerência'/><author><name>Fernando Salvino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13933542202015062142</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_wDyFfvjHsfQ/S13hENb-bYI/AAAAAAAAAMM/yLaxmyq0BsA/S220/DSC03648.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Jc06NezqDSU/TnZnDvY-TRI/AAAAAAAAAuk/HBz93kq7wHU/s72-c/coer%25C3%25AAncia+e+coes%25C3%25A3o+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6107251609093548816.post-6996822022516986490</id><published>2011-09-12T00:35:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T00:39:03.581-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Autopesquisa e Autoconhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reencarnação e Missão de Vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projeciologia (Experiência fora do Corpo)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orientações evolutivas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Espiritualidade e Evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reconciliação e Autocura'/><title type='text'>Homo Sapiens Sapiens: Estrangeiros de Si Mesmos e do Mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZW-hIAJgHPo/Tm17zRvP44I/AAAAAAAAAug/ND13mguQ13c/s1600/4625caminho.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZW-hIAJgHPo/Tm17zRvP44I/AAAAAAAAAug/ND13mguQ13c/s200/4625caminho.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Dr. Fernando Salvino (MSc)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Parapsicólogo Clínico, Psicoterapeuta e Conscienciólogo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Existe algum critério seguro para definirmos sonho, ilusão, loucura e fantasia de REALIDADE?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que tenho uma experiência consciente fora do corpo, reflito sobre a natureza da consciência. Seria a vida humana uma extensão de nossos sonhos? Ou a vida humana seria a vida REAL enquanto que a vida no sonho, IRREAL? Qual a natureza da realidade? Se posso ficar lúcido mesmo fora do corpo, despertando-me no meio de uma atividade onírica, sonhando e, após, perceber-me lúcido fora do corpo, então: quando eu estou devaneando aqui, na vida humana comum, "viajando" em imagens oníricas caminhando e, em dado momento tomo minha lucidez e percebo-me da condição de "viajante" devaneador; assim, qual a diferença essencial entre a vida aqui, humana e, a vida possível no universo dos sonhos (extrafisicalidade)? A minha tese é simples: somos consciências e, como consciências, o que predomina é o estado de consciência em que nos situamos, independente de "onde estamos", mas, o importante é, o "comos estamos". Estou lúcido ou sonhando? Estea aqui ou "lá", a realidade nos mostra proporcional ao nosso grau de lucidez. Quanto maior a lucidez, maior a noção de realidade. Quanto menor a lucidez, menor a noção de realidade. E estados de menor lucidez incluem o devaneio (devaneio diurno) e o sonho comum (devaneio noturno). Se eu acordo de um devaneio comum (diurno), dizemos que estamos lúcidos no estado intrafísico da consciência. Se acordo de um devaneio noturno (sonho), dizemos que estamos lúcidos no estado projetivo da consciência. Porém, a maioria das pessoas encotram-se numa condição de contínuo devaneio, extendendo sua atividade sonhadora para a noite, impossibilitando a expansão da consciência para a realidade multidimensional consciente. Em casos mais agudos, ocorre a crise onde a pessoa sente estar perdendo a sanidade mental, por questionamentos agudos acerca da natureza da realidade. Podemos ver esta condição como psicopatologica, o que não é errada, pois é um sofrimento psíquico. Por outro lado, podemos ver como uma situação natural de evolução em direção a uma vida mais lúcida de compreensão da natureza da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O limite da realidade é a própria fronteira psíquica que delimita até onde uma pessoa em sã consciência, lúcida pode ir, sem perder totalmente sua noção de si mesma e da realidade. Cabe a cada um saber exatamente onde se localiza este limite para que crie dentro de si referência de segurança, como atitude de autorespeito e prevenção de problemas mais graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;No entanto, como conheceremos tal área psíquica?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geografia interna, ou a topografia da consciência, indica que determinados estados emocionais intensificados podem apontar para esta área limite, como por exemplo, os estados de pânico extremo, quando a pessoa tem a sensação percebida como REAL, de que está ficando louca, insana e perdendo o controle sobre tudo, inclusive acerca de suas fantasias e processos mentais sem controle e percebido como sem sentido. Além desta fronteira, encontramos os estados mais sérios de desestruturação psíquica, as psicoses instaladas e mesmo as mais complexas psicopatologias, ou melhor, parapsicopatologias: as parapsicoses e paraneuroses (distúrbios associados aos espíritos ou consciências extrafísicas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos oscilam, vão e voltam do limite da realidade, este ir e permanecer durante um tempo específico (curto ou mesmo longo), é o &lt;b&gt;&lt;i&gt;surto&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Vão e voltam. Quando vão, estão em estado de surto. Q
